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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Viciado no telemóvel

20
Dez18

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É estranho, mas quando tem de ser, só se tem de aguentar e não entrar em stress! Por esta pequena introdução parece que irei falar numa situação extrema de caos total mas não, simplesmente vou revelar que fiquei ao longo de uma tarde inteira sem telemóvel para que lhe fosse colocada uma nova bateria. Aguentei, mas senti saudades e o hábito levou-me várias vezes a procurar no bolso o aparelho que sempre me faz companhia. 

Pensar nos tempos que correm em viver sem telemóvel é um caos. Assim que o deixei na loja para lhe ser feita a alteração de bateria fiquei com receio de circular pela rua sem poder ser contactado. Isto tem uma explicação, uma vez que há coisa de dez anos, talvez, não consigo precisar bem, a única vez em que sai de casa sem telemóvel tive um acidente de carro. A partir daí com ou sem bateria, faço-me sempre acompanhar pelo amigo inseparável. Agora nesta ocasião em que tive de me desligar por umas horas do mundo das comunicações fiquei com receio de voltar a ter novo acidente e estar incontactável, isto ao mesmo tempo que dei por mim sem saber o que fazer nos momentos em que pensava em visitar as redes sociais, em enviar uma mensagem ou mesmo querer saber se alguém me tinha ligado porque algo podia estar a acontecer e eu não saber. 

Sou viciado no telemóvel, não tenho culpa, mas os anos e a sociedade levaram-me a tais práticas viciosas. Terei de fazer algum tratamento de desintoxicação para ser um humano sem este vício perante um aparelho eletrónico?

 

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