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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Vultos estranhos

Publicado por O Informador, 26.01.20

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Não sou supersticioso nem acredito em fenómenos ou histórias que possam transportar o além até ao mundo dos vivos, no entanto existem raros momentos em que sou surpreendido e deixo que algo que me transcende possa interferir com a linha de raciocínio do dia-a-dia.

Há uns dias, enquanto trocava de roupa para me preparar para deitar e estava sozinho na zona dos quartos em casa, senti que mesmo por trás de mim um vulto passava, ouvindo ao mesmo tempo ligeiros e leves passos no mesmo local. Rapidamente sai do quarto por saber que ninguém estava por perto, mas fui verificar e realmente estava sozinho. Fui até à cozinha e questionei se alguém tinha saído dali nos últimos segundos. Nada de nada, e ao explicar o que tinha acontecido a resposta que me foi dada é que estava a imaginar coisas.

Talvez tivesse ouvido o que não ouvi e não visto pelo canto do olho o que senti. Não quero acreditar e prefiro mesmo pensar que não passou de fruto da minha imaginação, no entanto também não me venham dizer que estou a imaginar coisas só porque não querem de todo acreditar numa possibilidade sobre existir um pouco deles nas nossas vidas. 

Vi uma Alma Penada

Publicado por O Informador, 03.01.17

Não sei ao certo se estas coisas devem ser contadas ou guardadas no nosso pensamento. O que é certo é que a experiência que vou contar não tem nada de mal, mas enquanto pessoa que não acredita em certas coisas mas que ao mesmo tempo sente a hipótese de existirem fico confuso em relação ao tema. 

Na verdade não percebo bem o que vi, mas que tive pelo canto do olho uma imagem que afinal não estava presente, lá isso é verdade. Estava a trabalhar, de computador na bancada e uma colega em frente a relatar números atrás de números para colocar numa lista de códigos e eis que quando olho para ela, que estava ao meu lado mas uns passos à frente, para lhe dizer que podia ditar o próximo conjunto numérico, uma sombra com a figura humana de pé apareceu-me no canto do olho. Não, não imaginei porque vi mesmo uma sombra, um pouco atrás dela e pensei no primeiro instante que fosse um dos meus colegas que circula de um lado para o outro sem fazer barulho. Mas não era, aquela sombra esteve naquele segundo mesmo ali e assustou-me ao ponto de me perguntarem o que tinha. Disse-lhes o que me tinha passado pela vista e não é que essa colega que estava a trabalhar comigo revelou que tinha comentado a semana passada com uma outra que achava andar a ver sombras e a sentir coisas em seu redor em casa?