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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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05
Jan19

Falemos de má vizinhança?

| O Informador

vizinhança.jpg

Hoje apetece tocar no tema dos maus vizinhos que por vezes nos aparecem pela frente sem que tenhamos pedido tais acontecimentos. 

Vivo numa espécie de prédio onde partilhamos a escada para o primeiro andar com quem vive justamente na casa do lado. Foram anos a viver ao lado de uma senhora viúva que me viu crescer, mas com a sua morte a casa foi vendida e o seu novo proprietário resolveu alugar o espaço a uma família meio complicada. Pois é, além de não serem lá muito simpáticos, estas pessoas conseguem estar há mais de dois anos a viverem no prédio, a partilharem as escadas connosco e nem uma vez pensaram que deveriam limpar e lavar as escadas que frequentam. Coragem é mesmo ver que a sua entrada tem as marcas dos pés por ninguém lá passar vassoura e esfregona, sendo o resto das escadas limpas porque nós, pessoas normais, não gostamos de pisar lixo que sempre vai aparecendo pelos degraus. Será que estas pessoas não têm consciência que vivem em sociedade e que convém colaborarem nas limpezas coletivas? 

20
Jun18

Vizinhança no Controlo

| O Informador

vizinhança.jpg

Incrível é viver numa aldeia, numa rua estreita com nove casas e perceber que estejamos a entrar ou a sair não é fácil não se ser detetado. É verdade, sempre alguém surge no quintal ou mais frequentemente a sacudir o seu tapete na janela no momento em que se fecha o portão na chegada ou partida. Vizinhança assim não é para todos!

Diria até que estes vizinhos são melhores que a polícia municipal. Guardam tudo, dão fé de tudo e conseguem saber quem está em casa ou quem anda na vadiagem após os horários de trabalho que talvez até tenham apontados em listas presas com um íman ao frigorífico. Ao sair de manhã, lá surge alguém por um quintal vizinho, para receber os bons dias. Já ao almoço se estiver a chegar, sempre ou quase sempre, tenho uma vizinha a sacudir tapetes. Já me perguntei quantos tapetes existirão naquela casa ou se será sempre o mesmo, aquele que está na porta de entrada, pronto para lhe pegarem e saírem para o quintal como premissa para verem se os vizinhos trazem ou não sacos consigo. Ao final do dia a mesma coisa acontece, sempre com alguém a surgir de uma porta ou janela para mirar quem sai e quem entra, com companhia ou a solo, sacos ou mochilas. 

Viver numa aldeia onde todos se conhecem é assim, controlo ao mais alto nível da vizinhança mais desocupada e que gosta de saber tudo o que se passa pelos arredores, dentro e fora de portas. Basta um descuido e a vida privada fica pública, pelos menos os horários de entrada e saída de casa estão controlados, sabendo-se também quando recebemos visitas, quando o correio chega, as compras mais volumosas que foram feitas e até quando se fica uma noite fora de casa e o carro não está na rua como habitualmente pela manhã. 

11
Fev18

Vizinhos com reg(r)as complicadas!

| O Informador

Como sabem a vizinhança da casa ao lado não é assim tão espetacular como poderia ser dentro do razoável e as aventuras por não saberem viver em sociedade continuam...

Pois, parece que desta vez resolveram colocar água nas plantas secas que existem em vasos partidos pela sua varanda forrada com uma rede escura para não se ver o que lá se passa, só mesmo nós, ao lado, conseguimos ter noção da sujidade. Regaram as plantas, ou melhor, o que resta das plantas e eis que a água começa a escorrer, com terra, pela parede amarela do prédio. Como se não bastasse, o carro de um vizinho estava mesmo por baixo da dita varanda e eis que mesmo a meio do veículo os pingos fazem-se sentir, ficando as marcas negras. Quem surge na janela nesse exato momento? A proprietária do carro!

Agora, imaginem o resto! Os porcos refugiam-se em casa após apagarem o que resta dos cigarros no chão da varanda. Sim, não existem cinzeiros por aquelas paragens e a vizinha debaixo pragueja com tudo e mais alguma coisa sobre a falta de cuidado que estes maus vizinhos continuam a ter! 

29
Set17

Atos discutíveis

| O Informador

No dia-a-dia vou encontrando situações que parecem que se não fossem vistas não daria para acreditar sobre o comportamento de pessoas que pensam em si e esquecem que vivem numa sociedade onde existe necessidade de bom entendimento entre todos para que não existam chatices.

De veículos mal estacionados constantemente e pelas mesmas pessoas em locais com o chão marcado para facilitar toda a vizinhança a manter a ordem no momento de deixar o carro a manobras feitas em locais com menor visibilidade, existem problemas na aldeia para com os condutores com um ego acima do normal que deixam muito a desejar. Dos carros para o lixo, existe quem espere pelas horas noturnas, após a meia-noite para ir despejar sacos gigantes ao lixo. Como num meio pequeno qualquer barulho mais forte é ouvido quando está tudo em silêncio, essas pessoas que preferem deitar os seus restos de noite para o lixo conseguem ter a proeza de abrir o contentor para que a tampa bata com força na parede e depois conseguem também baixar a dita tampa de empurrão, para que cause impacto com o eco que se faz sentir pelas casas que estão próximas do local. Sabemos que não gostam de lavar a roupa que vestem e preferem deitar fora de noite, mas com o barulho que fazem acabam por dar mais nas vistas do que se o fizessem de dia. Existe uma vendedora ambulante que para a sua carrinha duas vezes por semana próxima do local onde por vezes deixo o carro, a mim não aconteceu ainda, mas já vi que aquela dita madame do peixe abre a porta traseira da carrinha e coloca um pano nos carros que estiverem ao lado para que a dita porta não fique encostada aos vidros dos carros dos vizinhos. Será que não existe consciência que tem outros lugares onde pode estacionar sem andar a encostar a porta aos carros dos outros porque mesmo com um pano a tentar fazer de proteção podem existir riscos e depois? Além disso posso falar das escamas que a dita senhora deita para o chão e que quando parte a meio da manhã deixa como se nem tivesse dado por isso. Se alguém estiver a ver apanha, mas se conseguir escapar lá vai ela e lá ficam as escamas para serem pisadas e espalhadas por quem passa e pelo vento ou chuva que se possa fazer sentir. E o que dizer das pessoas que mal nos ouvem a entrar na rua aparecem logo à porta para darem fé de quem chega? É mesmo daqueles casos de que não se pode «dar um peido» porque todos ficam logo a saber, ao bom estilo do jornal mais sensacionalista do país. Existe também quem tenha cães que atacam pessoas e que mesmo assim os deixam andar soltos à procura de umas queixas e depois os outros é que são maus. Lembro-me de andar a correr há uns tempos e de ter de me pendurar num muro para não ser mordido, quando umas semanas antes o mesmo animal tinha ferido uma pessoa.

09
Set17

Fumos vizinhos

| O Informador

Não é que os vizinhos, aqueles meio estranhos que não cumprimentam, não estendem roupa e não geram lixo, agora deram para grelhar carne numa varanda do quarto quando têm do lado da cozinha a rua mesmo ao lado?

Pois é, se nos descuidamos com janelas abertas e roupa estendida fica tudo a cheirar a fumo e como se isso não bastasse, o fogareiro e o carvão que utilizam devem ser tão reutilizados que larga pequenas fagulhas que ficam pelo parapeito das janelas e pelo chão da nossa varanda como se tivesse existido um incêndio. Não sei como é as pessoas conseguem não ter raciocínio para tentarem fazer as coisas corretamente e tentarem estar de acordo com o bem-estar social.

Montaram uma antena de televisão por cabo e deixaram o quintal da vizinhança cheio de pó, não limpam a entrada de casa há meses, não abrem janelas e quando saímos há rua ao mesmo tempo que abrem a porta para saírem o bafo do tabaco quase que nos adormece, a varanda estala quando andam do pó que acumulou e por isso é que está forrada com um pano escuro para não se ver a desgraça, as flores murchas plantadas em vasos partidos, um pássaro que passa os dias ao sol, o berbequim a furar paredes semanalmente pelas primeiras horas do dia ao fim-de-semana...

25
Ago17

Má vizinhança

| O Informador

A educação é passada de pais para filhos mas todos podemos ajudar e contribuir para a formação dos mais novos. O pior é quando os mais velhos não têm a base necessária para apoiar os que necessitam e ainda conseguem revelar comportamentos piores e sem qualquer falta de bom senso.

Há uns dias fui ao café fora da aldeia após o jantar e a vizinha, que simplesmente dá os bons dias quando se cruza com alguém, a mãe da miúda que tem medo das pessoas e baixa a cara quando vê alguém, estava sentada com uma filha mais velha na esplanada. Se ao nos cruzarmos na entrada do prédio ainda me responde se nos cruzamos, já quando está sentada parece não conseguir proferir qualquer palavra. A senhora mal me viu a atravessar a estrada e a dirigir-me à esplanada para entrar no café, pegou apressadamente e de forma atrapalhada no telemóvel e começou a fazer que estava a ver alguma coisa, esqueceu-se foi de abrir a capa sebenta que protege o aparelho. 

Foi bem perceptível que a atitude foi para não me dirigir um «bom noite», mas não segui o seu comportamento e ao passar olhei e proferi «boa noite vizinha». No entanto acredito que tenha sido a última vez que lhe dirigi a palavra por iniciativa própria. A senhora vive com a família no prédio há mais de dois anos e o modo de estar é tão estranho que mesmo estando desempregada não sai de casa, não abre janelas, não estende roupa e nunca teve a coragem de lavar as escadas que são partilhadas.

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