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29
Dez18

Penínsulas de Tróia e Setúbal: o Melhor da Gastronomia, Vinhos, Natureza e Golfinhos

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A península de Tróia e Setúbal é uma bela região, com muito para visitar. Conheça algumas das coisas que pode fazer neste recanto de Portugal!

A baía de Setúbal é considerada uma das mais belas do mundo. Com excelentes praias na região de Tróia, o castelo de Palmela, a bio-reserva do rio Sado e o património gastronómico são razões mais que suficientes para visitar esta excelente região de Portugal.

Se ainda não visitou esta bonita área do país, deve fazê-lo assim que possível. Todas estas maravilhas estão a menos de 45 minutos de Lisboa, com bons acessos e a garantia de um tempo bem-passado. Se estiver de carro, a ligação mais fácil é por ferry de Setúbal (onde o carro também entra!), mas pode também “dar a volta” passando por Alcácer do Sal, Comporta e finalmente Tróia.

Conheça algumas das experiências que pode vivenciar não só em Tróia, mas também em toda a zona da península de Setúbal.

 

01
Out18

Sushi Wine Party

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No passado Sábado, 29 de Setembro, realizou-se na Associação Naval de Lisboa a segunda edição da Sushi Wine Party, que entre as 17h00 e as 23h00 recebeu centenas de apreciadores de sushi mas também de bom vinho. Eu marquei presença no evento e além da excelente vista com o pôr-do-sol no rio Tejo com o Padrão dos Descobrimentos ao fundo, as iguarias aliadas à bebida serviram de companhia para um serão bem passado.

Com a Doca de Belém mesmo ao lado, a Sushi Wine Party foi organizada pela revista Paixão Pelo Vinho que se aliou à Associação Naval de Lisboa para promover este evento que contou num ambiente de festa, com provas de vinho e pratos gastronómicos para despertar os cinco sentidos de quem passou pelo certame ao longo do final de tarde e início de noite. Contando com cerca de duzentos vinhos de Portugal a acompanhar as iguarias e petiscos nacionais, o ambiente foi composto ainda com animação musical entregue ao projeto SaxChique onde a música do DJ Pedro Monchique foi acompanhada ao vivo ao som do saxofone. 

Sushi ao encargo do restaurante Chiyome e os petiscos portugueses, hambúrgueres em bolo do caco, caldo verde, tábua de queijos e enchidos da responsabilidade do restaurante da Associação Naval de Lisboa, a Sushi Wine Party contou com um lote de produtores de vinhos, espumantes e gin de várias regiões do país para que a comida estivesse bem acompanhada pela bebida. Do Douro a Quinta da Barca apresentou os vinhos Busto aos presentes que puderem também desfrutar dos vinhos da Lagoalva e Adega do Cartaxo como representantes da região do Tejo. Já a Vinícola Castelar representou a zona da Bairrada, enquanto que a Quinta de Sant'Ana do Gradil estava praticamente em casa a representar Lisboa. A Península de Setúbal fez-se representar pela Herdade Canal Caveira e pela Herdade Pegos Claros e o Alentejo foram os vinhos da Quinta da Plansel, Quinta do Quetzal e Herdade da Calada que fizeram as honras da casa. Em termos de vinhos o produtor Lua Cheia em Vinhas Velhas apresentou ainda o seu portefólio dos vinhos da região de Vinhos Verdes, Douro, Dão e Alentejo. No mesmo espaço ainda existiu tempo para a prova do gin Sun Doors, de terras ribatejanas, na zona de Santarém. 

15
Out17

Vinho alentejano

| O Informador

Visita pelo Alentejo que também pode servir um pouco para vos relembrar sobre os bons produtos que a região tem e que todos podem adquirir. Apeteceu-me fazer por aqui uma rápida lista sobre vinhos alentejanos, disponíveis nos locais habituais, e cujos preços variam bem, a favor da qualidade, grau e do nome da casa onde são produzidos.

Geralmente é nos vinhos brancos do Alentejo e do Dão pelos quais me deixo mais facilmente levar, mas como esta semana de Outubro está a ser passada pela região alentejana, deixo-vos com uma pequena amostra, sobre a qual até podem comprar de forma online, de vinhos que são feitos pela zona. Dos suaves frutados aos secos, existem variações para todos os gostos e há que provar para perceber em qual reside o paladar que melhor agrada a cada um. A mim são os frutados suaves que me deixam satisfeito, mas não descarto provar um vinho mais pesado e seco.

26
Set16

Rótulos poéticos

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Alguma vez haviam reparado nos rótulos das garrafas de vinho branco, tinto ou verde? Pois reparem e pensem em quantos poetas não existem espalhados por este país fora em busca da perfeição das palavras para que um simples rótulo de vinho fique tão inspirador como o líquido que é pretendido fornecer ao consumidor.

Verdadeiros poetas do vinho que se inspiram em todo o mundo vinícola que os rodeia. O vinho com tão bom gosto, ácido ou doce, frutado ou seco, forte ou suave, é sempre um bom companheiro de horas de conversa, de solidões frustradas ou necessitadas, mas acima de tudo um bom vinho acaba por ser um refrescante para a alma de quem só pretende saborear o que de bom vem da terra num momento para desfrutar e conseguir encontrar a paz.

Um bom vinho é sinónimo de Portugal e Portugal é também sinónimo de boa gastronomia, todo um território para ser explorado e visitado e também um país de mensageiros, poetas e fadistas. Afinal de contas entre vinhas e lagares, pipas e terrenos circulam por ai bons poetas.

19
Out13

Bastardô!

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BastardoJantar de peixe! O que apetecia para acompanhar? Um bom vinho... Bastardô! Rosé foi a opção e a aprovação aconteceu!

Um sabor leve, embora com 12% de grau, em que nem se consegue dar por isso que é de vinho que se está a tratar. Um copo segue outro e logo de seguida um outro aparece porque a vontade acontece e por não se sentir o peso desta selecção a refeição torna-se também mais suave.

Bastardô! Rosé é um bom vinho para tomar à refeição, numa saída, em conversa ou para festejar! Com um toque de mandamento e através de um sabor bem português, este vinho da região de Lisboa nada tem a temer perante os já tradicionais sabores do nosso país. Um Bastardô! que me conquistou e ajudou a celebrar a vida!

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03
Out13

Só a água fresca me tira a sede

| O Informador

Seja Inverno ou Verão, esteja frio ou calor, chuva ou sol, uma coisa é certa... Só a água fresca me tira a sede!

Posso beber água sem ser fresca, sumos vindos ou não do frigorífico, leite, iogurtes ou seja lá o que for quando tenho sede, mas só mesmo a água fresca, acabada de sair da garrafa que está no frigorífico, é que me consegue resolver o problema quando a sede é muita e é preciso retirá-la do meu corpo.

É que tudo o resto que beba sabe bem, mas a sensação que falta algo continua lá, tendo depois que retomar o processo de beber algo para matar a ausência do líquido a que se dá pelo nome de água e em modo fresco.

Matar a sede é só mesmo com água fresca!

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