Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

05
Mar19

Desafio viral | Atirar queijo à cara dos bebés

O Informador

queijo bebes.jpg

Os desafios virais da internet continuam e se uns são um quanto engraçados, existem outros que de estupidez conseguem ganhar aos pontos. Agora a nova moda é atirar fatias de queijo à cara de bebés. Sim, andam por ai muitos paizinhos queridos a atirar queijo para o rosto dos seus filhos, como se fosse uma coisa super engraçada para se rirem, gozarem e mostrarem ao Mundo. 

Após saírem do carro em andamento a dançarem, comerem canela à colherada, levarem com baldes de água gelada e uns quantos desafios bastante promissores para a conquista das mais parvas partilhas virais de sempre, agora é a vez de atirarem fatias de queijo para a cara das crianças. Que coisa tão linda de ser feita, não é? Enfim!

Os bebés quando levam com as fatias de queijo na cara têm as mais diversas reações, como é normal. Se uns riem, outros choram, mas no geral ficam espantados e depois alguns acabam por comer o queijo após o primeiro impacto. Será que os adultos que praticam este desafio também gostavam de levar com alguma coisa na cara para serem gozados? Existem situações tão incompreensíveis por não existir explicação plausível para pessoas com o mínimo de pensamento as praticarem com quem ainda não se consegue defender. Para quem pratica este desafio só tenho uma palavra para lhes poder associar... Ou são «parvos» ou são mesmo «parvos» porque fazem as coisas e nem pensem que podem causar algum tipo de perturbação nos bebés que se podem magoar ou ficar verdadeiramente assustados quando sem intenção algo lhes for atirado à cara futuramente. 

30
Jan19

Sem redes sociais

O Informador

redes sociais.png

E se de um momento para o outro deixássemos de usar as redes sociais?

Neste momento a maioria das pessoas que nos rodeiam estão ligadas, quer seja via Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest ou por outras redes sociais que andam por aí e que não frequento. 

O dia-a-dia de cada um é relatado, comentado, mostrado e acaba por suscitar interesse em quem nos segue, muitas vezes sem a ideia de cuscar mas sim como para passar o tempo a olhar para as imagens e figuritas dos outros, percebendo também por vezes e através dos desabafos tornados públicos como está o estado de espírito de quem está do outro lado. No entanto, as redes sociais não transmitem somente coisas boas e isso por vezes acaba por prejudicar o próprio publicador que partilha de mais e quando dá por isso já é tarde.

Pois é, por vezes estar ligado, publicando o que apetece e disponível para quem esteja bem perto do que vamos publicando acaba por deixar a pessoa cansada e frustrada. Comentários menos bons, imensos artigos publicitários a invadirem as redes sociais como autênticos intervalos televisivos que parecem nunca mais ter fim, tricas e mexericos sobre uns e outros desnecessários, guerras de vizinhos e antigas relações a serem tratadas na praça pública. Tudo isto para quê? Para se dar nas vistas, querendo provar quem tem mais razão em cada tema, provocando o próximo para que este responda e por vezes fique mal visto junto de quem o segue. Existe mesmo necessidade?

11
Nov18

Conversas de telemóvel

O Informador

messenger.jpg

É um facto que me acompanha e deve ser para manter ao longo dos próximos anos! Não gosto de falar ao telemóvel, preferindo bem mais que me enviem mensagens que logo que possível, geralmente até de forma rápida, respondo. 

Podem enviar mensagens das mil e uma maneiras que encontrarem, uma vez que nos tempos que correm além do padrão base existem inúmeras possibilidades distintas com tanta aplicação a surgir no mercado como cogumelos em terras férteis deste país de costa marítima e cada vez mais propício a intempéries que até nos deixam sem rede móvel.

Vá, se quiseres contactar comigo, além dos sistemas de Messenger de FacebookInstagram e Twitter, tens ainda o Whatsapp, o e-mail e aqui o blog. Podes enviar-me a mensagem que quiseres porque a resposta será feita, nas suas devidas condições assim que possível e dentro dos prazos legais consoante a agenda de uma pessoa muito, mas mesmo muito ocupada... Eu!

06
Ago18

Ego a mais ou negativismo?

O Informador

like.png

Circulando pelas redes sociais por vezes dou com a mente a divagar sobre a razão de algumas pessoas fazerem «gosto» nas suas próprias partilhas, sejam elas de frases rotineiras, citações ou imagens. Qual será o motivo para que a pessoa que publica algo para os outros verem faça também um «like» na sua partilha? Não será este um ato estranho? Tenho duas ideias bem opostas sobre quem tem este tipo de comportamentos!

Os «gostos» próprios poderão revelar confiança a mais ou pelo contrário algum negativismo sobre poucos visitarem o seu perfil e mostrarem agrado com a partilha. Se por um lado fazem o clique nas suas próprias publicações como forma de mostrarem realmente que adoram o que dizem e partilham, mostram também aquele pessimismo de que é necessário chamar a atenção dos outros sobre certa publicação que já está a ter algumas reações, mesmo que essas sejam do próprio publicador que gosta tanto do que diz e faz que nem consegue resistir em dar um «like» ao que acaba de partilhar pelo seu perfil. Isto é um pouco como que fazer um auto elogio, só que neste caso elogia-se o que se publica pelas redes sociais para que os outros possam também valorizar. 

21
Jul18

As minhas redes sociais

O Informador

oinformador instagram.jpg

As redes sociais são fundamentais nos dias que correm para chegarmos a um outro público que não visita os blogs só porque gostam. Tudo o que é partilhado, dos links aos comentários no Facebook e Twitter, às imagens pelo Instagram, onde tudo é quase praticamente mostrado em direto, as redes sociais são o principal veículo para se poder chegar a um maior número de pessoas que poderão ganhar curiosidade para visitarem o centro da questão, a base para que os vários perfis nas redes sociais tenham surgido, levando o nome do blog atrás, como sempre tenho feito. 

Sou fã das redes sociais, uso neste momento muito mais o Instagram, deixando o Facebook mesmo para terceiro plano. A questão simplesmente é colocada pela simplicidade com que tudo é partilhado através de uma imagem que, usando uma expressão bem comum, «vale mais do que mil palavras». O Facebook aos poucos começa a ficar para trás, no entanto é usado como um dos principais pontos de partilha de que faço uso para ajudar a divulgar o que vou publicando no blog. Os links, o que está a ser escrito para ser publicado daqui a uns dias, as próprias imagens do Instagram que passam diretamente para as outras redes sociais. Depois existe o Twitter onde também as partilhas feitas pelas outras redes são conduzidas de forma direta, ajudando ainda a colocar desabafos rápidos do dia-a-dia e sobre os últimos acontecimentos que estão a acontecer. 

05
Jul18

Vícios online

O Informador

viciados online.jpg

Constantemente somos levados a proferir determinados comentários sobre o modo como os jovens, desde bem cedo, olham para o mundo dos jogos online, dos vídeos e das redes sociais onde conseguem passar horas e horas sem desviarem o olhar e mesmo o pensamento sobre os ecrãs de televisão, tablet e telemóvel, deixando cada vez mais os computadores para trás nesse campo. E nós, os adultos que também passamos bastante tempo agarrados às novas tecnologias com os novos e mais variados atrativos que nos são fornecidos para entreter como forma de matar o tempo, ninguém nos chama a atenção?

Se formos a olhar por vezes para um grupo que esteja aparentemente a conversar, seja em casa ou num local público, percebemos que em vários casos o telemóvel está na mão, com o ecrã bem ligado e não são só as redes sociais são motivo de entretenimento, estando também um jogo ou outro a surgir no ecrã, ouvindo o tema que está a ser debatido na mesa mas prestando atenção a um determinado nível que estamos quase a ultrapassar e onde não queremos perder por nada. E os vídeos que são vistos ao longo desse tempo e por vezes até partilhados via online com quem está na mesa para que outros se distraiam e peguem no telemóvel? Chamamos os mais novos de viciados e pedimos para que nos deem alguma atenção quando estamos a conversar para que não estejam sempre ligados ao mundo online, no entanto acabamos por seguir determinados comportamentos que não são exemplo algum para o que queremos mostrar aos outros. 

Confesso que tento não mexer muito no telemóvel quando existe conversa a debater ou quando estou entre amigos e família porque nem tudo é possível através dos jogos e das redes sociais, mas por vezes tenho que me auto reprimir porque caio num erro cada vez mais comum a todos. O vício do social digital tem acabado ao longo dos anos por abafar conversas e até os jogos, aqueles que nos deixam nervosos porque passamos algum tempo a bloquear num determinado ponto sem conseguirmos seguir em frente, nos deixam de fora de determinados momentos em sociedade real que é tão importante e que andamos a dar cada vez menor valor.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Comentários recentes

Pesquisar

Posts destacados

Atual Leitura
Top mais vendidos Wook