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O Informador

Experiência com proveito

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Os homens experientes tiram proveito de tudo e de todos: dos seus amigos e dos seus inimigos.

Não sei a quem pertence, só sabendo que esta frase me surgiu no mural do Twitter através da página Bom dia! e decidi então deixar por aqui a sua partilha, para que todos possam perceber que esta citação pode dizer muito de quem a define como uma boa representação da sua pessoa.

No que me toca posso dizer que tenho a balança a meio gás, não gostando de utilizar ninguém para atingir os meus fins, no entanto não posso dizer que nunca o tenha feito, seja nos que me querem bem mas mais ainda nos que me querem mal, já que é na maldade dos outros que se consegue perceber que conseguimos ser melhores, capazes e com força suficiente para enfrentar e dar a volta a qualquer situação para se seguir em frente e ganhar experiência para a vida. 

Não é recíproco

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Há uns anos sentia uma certa pressão nas redes sociais para com o seguir de volta quem começava a seguir como se fosse como que uma obrigação. Na altura cheguei a debater com algumas pessoas que não seguia porque simplesmente não me identificava com as suas publicações, além de que somos livres para fazer o típico like onde e em que e quem queremos, sem existir obrigatoriedades. Esta semana voltei a receber uma mensagem caricata, vindo diretamente de alguém que partilha opiniões literárias pelo blog e redes sociais, como vou fazendo com os livros que leio, sobre a razão de me seguir há anos e não ser recíproco. 

A questão volta a colocar-se... O ato de fazer Seguir tem de ser recíproco como um toma lá dá cá? É que quando aderi ao Facebook, depois ao Twitter, Instagram, Pinterest e mais recentemente ao TikTok - já agora se quiseres aproveitar para me seguir nessas redes sociais sem esperar nada em troca estás à vontade - não fui informado pelo regulamento que era obrigatório retribuir o ato de Seguir, tal como ter de espalhar Gosto pelas mais variadas partilhas e por aí fora. 

Sofrem as redes sociais

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Meses de pandemia com várias semanas de quase isolamento e em que as redes sociais ajudaram um pouco a compensar a distância e ausência. No entanto com o tempo a passar e com a saturação desta nova vida, ao mesmo tempo que a habituação acontece, as redes sociais acabam por causar algum cansaço e hoje, talvez devido aos estados constantes de confinamento sem poder usufruir daquela liberdade que tanta falta faz, a partilha acontece de forma mais espaçada e em relação ao Instagram, rede que mais utilizo, as ideias para a criação de novas imagens têm vindo a diminuir de forma um pouco estranha a par da vontade para perder uns minutos a pensar no que posso elaborar de novo sem perder a essência do que tenho feito ao longo do tempo. 

Sou defensor que existem coisas que a serem feitas têm de surgir de livre vontade e de modo espontâneo e neste momento não me deparo com essa situação, sentindo que vou muito ao sabor da maré por não existir capacidade criativa e motivação para fazer mais e melhor. Vejo que este estado de maior enclausuramento me tem tirado alguma inspiração para me conseguir dedicar a pontos dos quais gosto, seguindo agora muito uma rotina diária sem fugir de controlo e sem me lembrar que num instante rápido posso fazer o que sempre gostei para voltar a retomar de forma mais constante a ligação pelas redes sociais. 

Piadolas Secas | 8 | Amor com Nada

 

Hoje apetece partilhar uma piada seca que vi pelo Twitter há dias e que por acaso, somente por acaso, até me fez rir pela sua simplicidade...

Já notaste que na palavra NAMORADA tem a palavra AMOR? Se tirares o amor, o que é que resta?

Convite para o TikTok

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Já te convidei para me seguires pelo Facebook, Twitter e Instagram e sempre tens seguido a sugestão dentro das plataformas onde tens conta. Agora, e uma vez que há uns tempos aderi ao TikTok, deixo-te aqui o convite para também me acompanhares na rede social que acredito que seja a mais absurda a que já aderi até hoje. 

Hesitei, como fiz com as reticências em criar contas nas restantes redes sociais, mas lá cedi em tempos de pandemia com a quarentena a fechar-me em casa. Criei conta, comecei por ser visitante para também ver como tudo acontecia, até que fiz de forma bem parva o primeiro vídeo com um ataque ao frigorífico. A partir daí não mais parei e nos dias que correm sou um pouco influenciado pelos vídeos virais do momento, fazendo as minhas gravações de áudios portugueses e brasileiros, gostando também de usar diversas conversas ou falhanços televisivos de hoje e de outros tempos. Futuramente tenho ideia de criar os meus próprios originais, com texto meu para também me poderem recriar posteriormente, mas por enquanto vou seguindo a onda do que vai surgindo, tentando estar em cima do acontecimento.

Redes sociais em tempos de pandemia

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As redes sociais são em tempos de quarentena um bom apoio para que todos possamos ficar um pouco mais próximos, demonstrando agora, numa fase complicada para todos, que a presença no Facebook, Instagram e Twitter e também em plataformas de conversão como o Whatsapp e Skype afinal também contém pontos positivos que outrora eram desvalorizados por grande parte da sociedade que deixava de lado esta forma de muitos comunicarem através do online. 

Num momento em que a necessidade é de quase isolamento perante o lema #ficaemcasa, a necessidade de interação para existir contacto com quem nos é querido existe e é neste ponto que todos estamos bastante mais ligados ao universo online com chamadas, mensagens e principalmente as videochamadas que nunca foram tão importantes como agora. Na vida pessoal ou profissional muito atualmente consegue ser feito através de um telemóvel ou computador para aproximar de forma simplificada todos nós. Os almoços familiares partilhados por videochamadas, as reuniões para que as empresas não parem, as conversas entre amigos e muito do que tem sido possível fazer e que ficará nas nossas vidas a partir daqui.

Acredito que estas necessidades forçadas que todos tivemos de adaptar ficarão connosco no futuro. Muitos empregos irão ser possíveis de acontecer a partir daqui em formato de teletrabalho, muitas conversas telefónicas ficarão a contar com imagem de forma mais próxima... Todos estamos a mudar a forma de estar connosco e com os outros e as redes sociais, em pleno 2020 e após anos a levarem por tabela por transmitirem um mau exemplo por roubarem tempo para as conversas e encontros reais ganharam agora destaque e são vistas como as heroínas perante as formas de comunicar em plena pandemia que nos tem feito ficarmos por casa. 

A propagação pelas redes sociais

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O passa a palavra de antigamente onde nas ruelas e cafés de esquina as novidades da aldeia surgiam como cogumelos para serem partilhadas, comentadas e gerar falatório por uns dias, agora surge pelas redes sociais, fazendo ao mesmo tempo com que o tempo para se tornar assunto do momento se torne numa rápida discussão de horas. Tudo começa, é comentado e rapidamente fica no passado, mesmo as maiores polémicas do dia que surgem de forma tão rápida como desaparecem como um tema efémero na chamada aldeia global.

Hoje é tão fácil perceber o que está a acontecer, comentar com alguma rapidez sem existir o frente-a-frente e dizendo o que se quer porque no mundo online a frontalidade parece ser uma aptidão de muitos. Ser levado por opiniões alheias para rebaixar sem ter opinião própria e por vezes sem que se tente entender o que se passou. Se uns dão o seu parecer sobre determinado tema, se quem segue costuma gostar e concordar, então vão seguir a mesma ideia, não percebendo as verdadeiras razões dos acontecimentos, seguindo correntes sem verdades e sem opiniões próprias. A sociedade dos dias que correm segue comboios e quem os contrariar é visto como um opositor que de nada percebe e criticado por defender o oposto da maioria. Não podemos ter opinião própria agora sem ter de seguir a linha que a maioria acha ou segue como exata?

 

Ser Influenciador digital: Likes Vs. Motivação

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Se antigamente os verdadeiros influenciadores eram as figuras públicas que apareciam na televisão e no cinema, hoje em dia isso mudou e os influenciadores digitais tomaram lugar. Não ficam dúvidas quando vemos que os portugueses, cada vez mais, escolhem o meio online ao invés dos meios tradicionais.

Aliás, atualmente as crianças não dizem apenas que querem ser professores ou médicos, mas também instagrammers ou youtubers, ou seja, os ditos influenciadores. Os mais velhos, inclusivamente, começam a ter essa ideia em mente devido às diversas vantagens associadas.

No entanto este não é um caminho fácil! Mas se, mesmo assim, o quiseres percorrer, vou ajudar.

 

Qual o papel do influenciador digital?

O influenciador digital é uma pessoa capaz de influenciar o comportamento ou opinião dos seus seguidores através do conteúdo que publica nos canais de comunicação.

Na prática o que acontece é que os influenciadores trabalham arduamente para conquistar uma audiência fiel através de conteúdo de qualidade e, posteriormente, o trabalho árduo mantém-se, mas com o objetivo de manter essa audiência.

 

Quanto ganha este profissional?

A renda de um influenciador digital é muito variada, mas, o importante, é que é possível viver desta profissão – e viver bem a nível financeiro – para quem se dedica bastante ao seu espaço.

Além da publicidade com marcas, também é possível ganhar dinheiro com outras rendas, como a publicação de livros, a criação de cursos e eventos, entre outros.

Parcerias vs. Chicos espertos

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As redes sociais são pontos fortes onde se pode encontrar tudo e mais alguma coisa, de truques e dicas, as vidas pessoais, comentários menos bons, conselhos, invejas e afins. Por vezes gosto de ficar a ver passar através do Instagram os InstaStories, mesmo que tenho o telemóvel ao lado onde vou espreitando se alguma coisa me suscitar interesse. E foi num desses momentos que detetei que uma mesma influencer/blogger consegue em várias publicações seguidas comentar produtos de forma tão reveladora e sincera que antes de provar revelou que adorava. 

Passo a explicar, a criatura armada em chica esperta recebeu um produto para experimentar. No lugar de experimentar e comentar de seguida, o que fez para cair no ridículo? Abriu o envelope, tirou o artigo e afirmou que esse mesmo produto era ótimo, para logo de seguida dizer que ainda ia experimentar. Então? O produto é ótimo antes de provar? Não percebi!

O mais giro é que esta mesma blogger também recebeu um livro no mesmo dia, voltou a mostrar o envelope de onde tirou o livro, que por acaso também recebi da mesma editora, e sem o ler já sabia que ia ser uma das suas melhores leituras do ano.

Então pessoal? Que estratégias de burla são essas? Então sem conhecerem já andam a revelar mil e uma maravilhas? Sei que podem ler comentários de uns e outros, mas não há nada como ter a vossa própria opinião sobre as coisas para poderem revelar se gostaram ou não dos que vos foi enviado. Comentar sem conhecimento de causa e só porque alguém disse que era bom não é aceite. Desculpem os muitos que andam por ai à procura de comentários para fazerem uma reflexão bem semelhante sem se darem ao trabalho de conhecem, mas isso não conta mesmo.

É cá um gastar de bateria!

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Hoje que é hoje e também o é no dia em que estás a ler este texto, falo das aplicações que mais me gastam bateria no telemóvel. Assim sendo, fazendo jus dos dados que o iPhone me vai dando, decidi partilhar as reais razões para que a bateria se esgote rapidamente, elaborando o top cinco das aplicações que mais bateria consomem. Se não fossem as famosas powerbank, o que seria deste meu telemóvel que raramente resiste a vinte e quatro horas de utilização sem receber reforço?

Em primeiro lugar dos mais gastadores de bateria está sem mais nem menos, o Instagram. Quem diria não é verdade? Parece que a rede social da imagem anda muita vez ligada por estes lados, ora com publicações, gravações, partilha e visitas a outros perfis para se perceber o que se anda a passar por ai. Sim, o Insta é a minha rede social favorita, tendo de controlar o uso da mesma. Passando para a segunda posição, eis que me chega a Netflix. A aplicação de séries, filmes e documentários tem-me feito companhia constante nos últimos meses pelas horas vagas, partilhando os tempos livres com a literatura. Sendo assim e porque uma boa série está sempre à espreita, lá está a Netflix no top dos tops das aplicações que mais me gastam bateria. Em terceiro lugar e com algum mérito aparece o Mail, algo que consulto quase de todas as vezes que acedo ao telemóvel por estar com as notificações ativas e nem que seja para eliminar o último email indesejado ou desnecessário ou consultar as novidades que por aí andam a espreitar e pelas quais fui informado. Regresso às redes sociais, e é com o Twitter que o quarto posto fica ocupado. A rede social das partilhas rápidas tem alturas menos boas por estes lados, mas agora até tem andado bem presente, merecendo este lugar no pódio dos top5 mais gastadores do momento. Em último e não menos importante, surge o WhatsApp, a rede de conversas pessoais e grupais que não para de fazer vibrar estes telemóveis.