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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Caos sem rede

13
Jul19

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Escrevo agora mesmo com as teclas do portátil a darem os seus estalidos de forma contínua. Mesmo ao lado tenho o telemóvel com o ecrã a dar sinais de vida de vez em quando com novas notificações vindas das redes sociais, mensagens escritas, emails ou de aplicações informativas. O online não para, sempre estamos ligados, tudo nos tenta fornecer as novas do mundo, dar um Olá por vezes interesseiro ou simplesmente clandestino de quem não tem nada para fazer.

Onde inserimos tanta notificação ao longo de um dia em que é necessário trabalhar, aproveitar as horas vagas, alimentar o corpo, organizar a vida e descansar? Nos dias que correm não existe praticamente vida sem a correria das ligações de internet, sempre estamos ligados e no momento em que a rede fica desligada ou determinada aplicação bloqueia o mundo parece estar prestes a desabar. Ora porque não estamos a conseguir aceder ao email que tanto esperamos com uma resposta, ora porque não sabemos quantos gostos está a receber a última publicação feita nas redes sociais ou somente porque alguém nos contou um mexerico sobre uma publicação de outrem e é necessário ir espreitar. Andamos ligados, não saímos sem ver a temperatura do tempo que surge no ecrã do telemóvel, não começamos o dia fora de casa sem consultar as redes sociais, se existem mensagens por ler é bom logo despachar o tema antes que um revéns aconteça.

Contactos d' O Informador

18
Jun19

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Os contactos do blog para me poderem chegar mais facilmente para algumas questões relacionadas com parcerias, questões sobre o que vou publicando e afins estão disponíveis de forma indireta na barra lateral aqui do espaço mas também pelas redes sociais associadas ao blog. No entanto e como tenho detetado que me têm colocado a questão sobre a forma de me contactarem de forma direta, aqui vos deixo as melhores formas de chegarem até mim sem necessitarem de deixar um comentário que é tornado público. 

No e-mail estou sempre disponível e respondo assim que possível, sendo este o meio que regularmente utilizo com mais regularidade para combinar parcerias e tratar de datas para combinar a ida a apresentação de espetáculos, obras literárias, lançamentos de novos produtos e afins. Podem contactar-me assim via email. Já pelas redes sociais e uma vez que em todas é possível o envio de mensagens privadas, podem facilmente encontrar-me no Facebook, Twitter ou Instagram, onde também podem Seguir para terem acesso a todas as publicações que são feitas tanto no blog como nas próprias redes. 

Desafio viral | Atirar queijo à cara dos bebés

05
Mar19

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Os desafios virais da internet continuam e se uns são um quanto engraçados, existem outros que de estupidez conseguem ganhar aos pontos. Agora a nova moda é atirar fatias de queijo à cara de bebés. Sim, andam por ai muitos paizinhos queridos a atirar queijo para o rosto dos seus filhos, como se fosse uma coisa super engraçada para se rirem, gozarem e mostrarem ao Mundo. 

Após saírem do carro em andamento a dançarem, comerem canela à colherada, levarem com baldes de água gelada e uns quantos desafios bastante promissores para a conquista das mais parvas partilhas virais de sempre, agora é a vez de atirarem fatias de queijo para a cara das crianças. Que coisa tão linda de ser feita, não é? Enfim!

Os bebés quando levam com as fatias de queijo na cara têm as mais diversas reações, como é normal. Se uns riem, outros choram, mas no geral ficam espantados e depois alguns acabam por comer o queijo após o primeiro impacto. Será que os adultos que praticam este desafio também gostavam de levar com alguma coisa na cara para serem gozados? Existem situações tão incompreensíveis por não existir explicação plausível para pessoas com o mínimo de pensamento as praticarem com quem ainda não se consegue defender. Para quem pratica este desafio só tenho uma palavra para lhes poder associar... Ou são «parvos» ou são mesmo «parvos» porque fazem as coisas e nem pensem que podem causar algum tipo de perturbação nos bebés que se podem magoar ou ficar verdadeiramente assustados quando sem intenção algo lhes for atirado à cara futuramente. 

Sem redes sociais

30
Jan19

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E se de um momento para o outro deixássemos de usar as redes sociais?

Neste momento a maioria das pessoas que nos rodeiam estão ligadas, quer seja via Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest ou por outras redes sociais que andam por aí e que não frequento. 

O dia-a-dia de cada um é relatado, comentado, mostrado e acaba por suscitar interesse em quem nos segue, muitas vezes sem a ideia de cuscar mas sim como para passar o tempo a olhar para as imagens e figuritas dos outros, percebendo também por vezes e através dos desabafos tornados públicos como está o estado de espírito de quem está do outro lado. No entanto, as redes sociais não transmitem somente coisas boas e isso por vezes acaba por prejudicar o próprio publicador que partilha de mais e quando dá por isso já é tarde.

Pois é, por vezes estar ligado, publicando o que apetece e disponível para quem esteja bem perto do que vamos publicando acaba por deixar a pessoa cansada e frustrada. Comentários menos bons, imensos artigos publicitários a invadirem as redes sociais como autênticos intervalos televisivos que parecem nunca mais ter fim, tricas e mexericos sobre uns e outros desnecessários, guerras de vizinhos e antigas relações a serem tratadas na praça pública. Tudo isto para quê? Para se dar nas vistas, querendo provar quem tem mais razão em cada tema, provocando o próximo para que este responda e por vezes fique mal visto junto de quem o segue. Existe mesmo necessidade?

Conversas de telemóvel

11
Nov18

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É um facto que me acompanha e deve ser para manter ao longo dos próximos anos! Não gosto de falar ao telemóvel, preferindo bem mais que me enviem mensagens que logo que possível, geralmente até de forma rápida, respondo. 

Podem enviar mensagens das mil e uma maneiras que encontrarem, uma vez que nos tempos que correm além do padrão base existem inúmeras possibilidades distintas com tanta aplicação a surgir no mercado como cogumelos em terras férteis deste país de costa marítima e cada vez mais propício a intempéries que até nos deixam sem rede móvel.

Vá, se quiseres contactar comigo, além dos sistemas de Messenger de FacebookInstagram e Twitter, tens ainda o Whatsapp, o e-mail e aqui o blog. Podes enviar-me a mensagem que quiseres porque a resposta será feita, nas suas devidas condições assim que possível e dentro dos prazos legais consoante a agenda de uma pessoa muito, mas mesmo muito ocupada... Eu!

Ego a mais ou negativismo?

06
Ago18

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Circulando pelas redes sociais por vezes dou com a mente a divagar sobre a razão de algumas pessoas fazerem «gosto» nas suas próprias partilhas, sejam elas de frases rotineiras, citações ou imagens. Qual será o motivo para que a pessoa que publica algo para os outros verem faça também um «like» na sua partilha? Não será este um ato estranho? Tenho duas ideias bem opostas sobre quem tem este tipo de comportamentos!

Os «gostos» próprios poderão revelar confiança a mais ou pelo contrário algum negativismo sobre poucos visitarem o seu perfil e mostrarem agrado com a partilha. Se por um lado fazem o clique nas suas próprias publicações como forma de mostrarem realmente que adoram o que dizem e partilham, mostram também aquele pessimismo de que é necessário chamar a atenção dos outros sobre certa publicação que já está a ter algumas reações, mesmo que essas sejam do próprio publicador que gosta tanto do que diz e faz que nem consegue resistir em dar um «like» ao que acaba de partilhar pelo seu perfil. Isto é um pouco como que fazer um auto elogio, só que neste caso elogia-se o que se publica pelas redes sociais para que os outros possam também valorizar. 

As minhas redes sociais

21
Jul18

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As redes sociais são fundamentais nos dias que correm para chegarmos a um outro público que não visita os blogs só porque gostam. Tudo o que é partilhado, dos links aos comentários no Facebook e Twitter, às imagens pelo Instagram, onde tudo é quase praticamente mostrado em direto, as redes sociais são o principal veículo para se poder chegar a um maior número de pessoas que poderão ganhar curiosidade para visitarem o centro da questão, a base para que os vários perfis nas redes sociais tenham surgido, levando o nome do blog atrás, como sempre tenho feito. 

Sou fã das redes sociais, uso neste momento muito mais o Instagram, deixando o Facebook mesmo para terceiro plano. A questão simplesmente é colocada pela simplicidade com que tudo é partilhado através de uma imagem que, usando uma expressão bem comum, «vale mais do que mil palavras». O Facebook aos poucos começa a ficar para trás, no entanto é usado como um dos principais pontos de partilha de que faço uso para ajudar a divulgar o que vou publicando no blog. Os links, o que está a ser escrito para ser publicado daqui a uns dias, as próprias imagens do Instagram que passam diretamente para as outras redes sociais. Depois existe o Twitter onde também as partilhas feitas pelas outras redes são conduzidas de forma direta, ajudando ainda a colocar desabafos rápidos do dia-a-dia e sobre os últimos acontecimentos que estão a acontecer.