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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

26
Abr19

Santa Clarita Diet | T1 | Netflix

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Santa Clarita Diet é uma das apostas Netflix que une terror com comédia num só produto. Já vi a primeira temporada, embora a série já conte com três, e o que posso dizer para já é que embora tenha visto até de forma rápida, esta produção é tão fraca e com cenas tão ridículas que só mesmo isso acaba por me ter prendido para seguir em frente. 

Um casal de agentes imobiliários e a filha estão no centro de toda a ação. Sheila é a protagonista desta história, uma vez que de um dia para o outro a sua vida fica alterada, envolvendo filha e marido num carrossel de peripécias alucinantes e meio sanguíneas. Com Sheila a ficar em modo zombie e com a tentação pela carne humana, esta pacata família vê toda a sua rotina ser alterada quando se começam a envolver em crimes onde os homicídios surgem. Unindo a morte com estranhas situações de desespero, Santa Clarita Diet é daquelas séries que une o poder do medo com cenas cómicas numa história cheia de clichés e cenas mais que esperadas mas que são trabalhadas para terminarem de forma inusitada. 

Num modo de mostrar as alterações familiares e principalmente de Sheila perante a sua mudança de alimentação, esta série vive muito somente das três personagens, entre cenas a solo e em conjunto, onde existe sempre algo para alterar o que está prestes a acontecer. A atenção que os mais sensíveis têm de ter é que por vezes existem imagens dentro de algumas cenas que podem ferir suscetibilidade, isto porque mesmo sendo tratadas sempre com toques de comédia, o sangue, as dentadas, os vomitados e o nojo marcam presença. 

18
Jun17

Pedrógão Grande

O Informador

pedrogão grande.jpg

O calor que se faz sentir pelos últimos dias e a trovoada do final do dia de ontem, Sábado, fizeram das suas e quando me deitei à noite existiam informações que davam como certas dezanove mortes num grande incêndio na zona do Pedrógão Grande, distrito de Leiria. Hoje ao acordar deparo-me primeiramente com as notificações no telemóvel de vários órgãos de comunicação social a darem conta de mais de cinquenta mortos, várias pessoas desaparecidas e um cenário de destruição caótico. Liguei a televisão num canal informativo e das palavras à imagem existe uma grande diferença.

O que vi logo pelos primeiros momentos foram estradas com carros carbonizados que ainda continham corpos no seu interior. As pessoas tentavam fugir pelas estradas possíveis e foram apanhadas pelo incêndio que devastou quilómetros de mata, aldeias e que acabou por roubar dezenas de vidas no que já é considerado o mais trágico acidente dos últimos cinquenta anos em Portugal. Assistir a um acidente destes de longe é complicado, colocando-me na pele de quem esteve e continua no local, longe das suas casas, não sabendo de familiares e procurando respostas para o que ainda não se sabe afirmar.

As temperaturas altas, as matas, o terreno complicado para se lidar com incêndios, tudo parece ter corrido mal num só local num fim-de-semana prolongado com famílias a desfrutarem das praias e lagos naturais da zona para passarem as horas quentes do dia, quando o início do incêndio acontece e só existem caminhos de fuga onde as chamas já começavam a tomar conta de estradas, casas e tudo o que foram apanhando pela frente. 

02
Jun14

As manhãs de segunda-feira

O Informador

Manhã de segunda-feira, aquelas horas que aparecem depois da noite que surgiu após o fim-de-semana, aqueles dias de descanso que são desejados e que passam com uma rapidez incrível. Não, as manhãs do primeiro dia de trabalho não são fáceis por aqui e acredito que para ninguém. Acordar e pensar que estamos prestes a entrar no local de trabalho para mais cinco dias laborais, para oito horas diárias de prisão longe da boa vida ao ar livre e do descanso que se dissipou há poucas horas atrás.

As manhãs de segunda-feira que batem à porta são péssimas! Custa-me adormecer pelo serão de Domingo e depois o acordar é pesado e cheio de vontade de continuar deitado, agarrado a uma baixa almofada que me faz companhia ao longo de todas as noites. Perceber que a claridade exterior já bate nas janelas e que são horas de levantar e pôr-me a mexer para o começo de uma semana é sempre aquele momento que podia perfeitamente ser deixado de lado!

Acordo, abro as janelas, despacho-me e minutos depois entro no local, aquele que me acolhe na maioria dos dias da minha atual vida, penso que é apenas o início de uma semana... Todos estão em modo off porque é de manhã e além disso é segunda-feira! As manhãs são sempre péssimas, mas no final da semana tudo acontece de outra forma, já existem os pensamentos de que faltam poucas horas para aqueles mágicos dias por casa, a dar um passeio à beira-mar ou a aproveitar o sol numa esplanada com um bom livro como companhia!

Não, não quero existir nas segundas-feiras de manhã, quero continuar a dormir até ao almoço, entrar em acção ao final do dia e perceber que no outro dia tudo já passou e que o mau início de semana já não vai acontecer, tendo ficado para trás, não sendo vivido e não sendo pesado!

As manhãs de segunda-feira são feias, mal cheirosas, carregadas de negativismo e embaraçosas! Não, não quero viver estes momentos de terror! Já passou?

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