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O Informador

Uma coisa que estou a tentar fazer melhor

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Aqui os nossos queridos Sapos vão dando Ideias, na área interna dos blogs, como dicas para serem criadas novas publicações e pela primeira vez resolvi aproveitar a sugestão "uma coisa que estou a tentar fazer melhor" para fazer esta mesma publicação.

E o que estou afinal a tentar melhorar dentro da minha rotina diária? Eis que tenho andando a aprimorar os tempos que passo em vazio. Sinto que por vezes perco vários minutos, talvez até horas mesmo, a olhar para o vazio, dando espaço em demasia às redes sociais e aplicações no telemóvel, o que nem sempre é positivo. Tenho nestes últimos dias tentado ocupar os tempos vazios com mais leitura e mesmo pegando no telemóvel, quando não estou em casa, para ver uns minutos das séries que estou a acompanhar, deixando mais de lado as futilidades do ver isto e aquilo nas redes sociais e em aplicações que não me valorizam e no final não ter feito nada de jeito

Afinal já chove!

Chuva

Não te queixavas que a chuva não chegava e que o Verão parecia estar prolongado neste 2021?

Então agora que as chuvadas chegaram no final de Outubro e vieram acompanhadas de frio e ventos agressivos não te queixes. Já que pediste e querias muito que o sol desse lugar à água, então agora aceita e não refiles porque como se costuma dizer, "a chuva faz falta".

Tempo

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Aprender a valorizar o tempo começou a ser um dos meus maiores motivos para olhar o futuro de outra forma. Sem conseguir desfrutar do tempo que existe ao nosso redor nas melhores condições o que levaremos da vida que está para acontecer?

Os momentos a solo e com os outros devem ser aproveitados da melhor maneira, sem preocupações do que fica por fazer e dizer, desde que se viva cada momento disponível nas melhores condições. O tempo é coisa rara e se não levarmos o melhor de cada situação o que iremos aproveitar e levar connosco para a vida?

Meteorologia matreira

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Olhas para a aplicação de Meteorologia do teu telemóvel e percebes que nas próximas horas o tempo vai estar nublado mas sem vestígios de chuva, que ao aparecer só no dia seguinte. Vestes a tua roupa destinada ao teu andamento diário, onde tentam dar mais de dez mil passos, calças os ténis, auriculares colocados, máscara no bolso, chaves de casa guardadas e telemóvel no bolso e lá vais tu. Eis quando fazes uns dez minutos de caminhada a bom passo, encontraste num local isolado e sem onde te protegeres e das nuvens começam a surgir os primeiros pingos daqueles que mal molham. Tentas andar um pouco mais rápido enquanto pensas onde te poderás resguardar caso os pequenos pingos comecem a aumentar, e eis que não vês solução e a chuva cai sobre ti em modo «boom, toma lá com isto e cala-te».

Momentos solitários

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A chuva cai através do beirado da varanda para que o olhar se concentre em cada fio de água da chuva que escorre para seguir o seu caminho. Ao mesmo tempo, lá ao fundo, enquanto o dia se deixa alongar, o nublado invade o horizonte, deixando a serra de um momento para o outro, quase sem se fazer avisar, tapada e fora de vista. Cá dentro, de computador no colo, aquecedor por perto, pantufas calçadas, chá na mesa-de-cabeceira, televisão ligada, telemóvel a carregar e livro pronto para ser fotografado para futura publicação no Instagram e mesmo aqui pelo blog, vou centrando o pensamento entre o que escrever e a passagem das horas em tempo de confinamento, isto ao mesmo tempo que o telemóvel recebe nova mensagem, penso no que irei comer dentro de minutos e no entanto deixo-me ficar por aqui sentado de pernas esticadas, puxo a manta para reforçar a necessidade de me aquecer e me fico por mais um bom bocado. Tudo e nada disto aconteceu num pequeno espaço de tempo, aquele tempo que passa e sobre o qual o ser humano nem se dá conta. 

Meteorologia que falha

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Infelizmente venho por este modo informar que deixei de acreditar nas previsões meteorológicas fornecidas pelo The Weather Channel, que a Apple utiliza para nos fornecer o estado do tempo.

Vejo a previsão para as próximas horas através da aplicação do telemóvel e só aparece sol e nuvens para onde vou durante as próximas horas. Ficando descansado porque a chuva não me vai estragar o dia. Quando chego, e umas horas depois em que tudo indicava que o tempo se manteria assim, começa a chover forte e feio. Por baixo de umas arcadas para me proteger das chuvadas consulto a previsão e lá continua o sol com as nuvens como companheiras. Então? Estou no local e está mau tempo, mas a indicação que devia ser real não está de acordo.

Modo off

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Nunca te aconteceu dares por ti sentado na cama, deitado no sofá ou encostado à parede a olhar para um vazio que não existe durante minutos em modo off? Claro que sim, sei que não sou o único a ficar momentaneamente especado com olhar oco, sem pensar absolutamente em nada e ao mesmo tempo sem entender que estou focado em coisa nenhuma e com o pensamento completamente desligado.

Existem os momentos ocupados, em que o tempo parece passar num ápice sem que nos demos conta e depois existe aquela pausa perante a qual nem demos conta e quando acabamos por acordar da lassidão percebemos que entretanto já passou um bom conjunto de minutos em que nem percebemos o que fizemos e em que pensamos sobre a razão de não estarmos a ocupar o tempo de forma positiva. 

1, 2,3... Ação

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Seguir o caminho que a sociedade nos pré-estabelece não é o correto. Lutar, definir, entender e encontrar a individualidade faz todo o sentido no percurso particular de cada um onde as vontades, sonhos e crenças vão sendo definidos com o tempo e com as vivências que vão sendo feitas ao longo da vida. 

A estadia pela Terra como seres físicos é feita de estados e etapas que definem cada um como ser único, individual e capaz de se auto promover através da sua própria acreditação e força de vontade para se surpreender a si próprio. Não vale a pena quererem estabelecer os limites e objetivos uns dos outros desde o momento do nascimento porque o percurso é feito perante os pares, as situações, os lugares e definições e não somente através dos sonhos de pais, familiares e amigos que desejam que tudo seja tão perfeito para quem agora está a chegar. 

Oferta de Tempo

«Eu sei que o tempo que não para, o tempo é coisa rara e a gente só repara quando ele já passou», esta é parte da letra que Miguel Gameiro escreveu para ser interpretada por Mariza. E a verdade é que o tempo é mesmo coisa rara que deve ser aproveitado em todos os momentos e com os sentidos no máximo.

No dia-a-dia da nova forma de estar na vida, tempo é preciosidade, vontade e ambição. Quem não pede para tudo acontecer sem pressa ou com uma pitada de verdade por perto? Oferecer tempo, dedicação e boa vontade a quem nos é querido é uma grande preciosidade. O tempo não estanca, não recua e não consegue ser substituído, sendo necessário dar valor a cada segundo que nos é dado para retribuir o que de bom esta vida contém. 

A necessidade é de agradecer a quem nos rodeia, quem nos dedica a sua atenção sem pedir nada em troca e nos mostra como é de bem com tudo que se está nas melhores condições para seguir em frente, vencer e sonhar, podendo estar sempre presente como o melhor estado de gratidão que pode ser oferecido.