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O Informador

Chegou a chuva

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A tempestade Danielle chegou e Portugal voltou a ter chuva intensa por todo o País, um bem que nos faz tanta falta pela seca extrema que temos vindo a sentir nos últimos tempos de Norte a Sul.

Certo que esta alteração repentina do estado do tempo, onde há uns dias o sol forte ainda se fazia sentir, trás também vento e trovoadas associadas, o que pode causar alguns estragos pelo território, no entanto o pensamento agora tende a ser o de que precisamos de chuva para que os nossos terrenos e barragens voltem aos poucos a ganhar capacidade para que nos próximos tempos não venhamos a sofrer com a falta de água que é cada vez mais um bem essencial que começa a escassear. 

Vem aí novo Big Brother

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11 de Setembro de 2022 será o dia de estreia da nova temporada do Big Brother nos ecrãs da TVI com direito mais uma vez a canal exclusivo, o TVI Direto, onde se pode ver tudo o que a produção entender, já que bem sabemos que quando não convém a emissão é fechada para se tratarem de assuntos internos a que o público não tem acesso.

Cristina Ferreira volta a ser a anfitriã de serviço, após apresentar duas edições de famosos e uma de mistura, não servindo desta vez o efeito surpresa sobre o apresentador para chamar o público, uma vez que será uma continuação do que foi feito este ano, com a diretora de entretenimento e ficção na condução do formato âncora do canal para tentar levantar as audiências nos últimos meses de 2022, o ano em que existiu a possibilidade e vontade de terem a estação na liderança, mas cujo sonho ficou mesmo por aí. Agora a aposta volta a ser forte no reality show, com duas horas de emissão ao final da tarde, mais duas horas ao final da noite, entrevistas nos talk shows da manhã e tarde em torno do formato e a gala de Domingo, com direito ainda a compacto semanal ao Sábado. 

O que esperar desta nova edição? Uma casa renovada já prometeram, mas no local habitual nos armazéns adquiridos na Malveira. Ou seja, mudam mas não teremos uma casa totalmente renovada porque o orçamento também não permite grandes alterações de base. Os concorrentes aparentemente já estão escolhidos a semana e meia da estreia, a imprensa fala numa junção entre rostos anónimos e conhecidos, os fóruns de bancada revelam algum desinteresse pela ideia, e eu só quero ver concorrentes desconhecidos uns dos outros, sem medos para entrarem no jogo e darem o que se chama de canal a favor de uma boa polémica. Sim, eu gosto de um reality show com bons pontos de discussão e discórdia, não sendo adepto da paz e amor do início ao fim como se tivessem numa colónia de férias de jovens à procura de diversão. As expetativas podiam ser muitas, mas a julgar pela falta de capacidade da produção a cargo da Endemol em fazer algo inovador nos últimos tempos, não posso apostar grandes fichas para esta nova edição, sendo que para já a ideia que avanço é que será muita parra antes da estreia e pouca uva ao longo dos meses de programa, com nomeações forçadas, dinâmicas repetidas e já conhecidas do público que não se deixa enganar tão facilmente como há umas décadas atrás.

E este frio...

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E este frio que chegou, sem quase se fazer avisar, transformado num género de tempestade cujo nome tanto poderia ser Dora como Ezequiel, que nada de interesse se me suscitaria. O que queria era mesmo não sentir estes ventos gelados que chegam, enfrentam o calor corporal como se quisessem travar uma luta inglória onde terminam vencedores e nos deixam gelados, de cima a baixo, do físico ao consciente.

Oh que frio ventoso e intemporal é este que nem sequer foi convidado mas que nos veio atrapalhar a nossa tão complicada vida no final de 2020, como já se não nos bastassem todos os males sofridos neste ano recheado de desaires e lançamentos inoportunos de trapalhadas e empatadores da vida alheia. 

Frio que vai e vem, temperaturas que sobem e descem como bem lhes apetece e nós, os benfeitores do destino, a aguentar com esta cagada adjudicada pela natureza para se juntar a todas as outras que surgiram por força das leis naturais e muito por culpa da estupidez e incompetência de todos os humanos, os que pensamos tanta vez pelo bem estar do nosso umbigo no presente e deixamos de lado a vontade de um futuro melhor e de qualidade para os que virão habitar este planeta.

Águas de Tempestade | Danielle Steel

Círculo de Leitores

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Título: Águas de Tempestade

Título Original: Rushing Waters

Autor: Danielle Steel

Editora: Círculo de Leitores

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Janeiro de 2020

Páginas: 314

ISBN: 978-972-42-5249-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: À medida que o furacão Ofélia se abate sobre Nova Iorque, milhões de pessoas são apanhadas pelas terríveis inundações que a tempestade desencadeia. Ellen Wharton, uma designer de interiores de sucesso, apanha um avião de Londres para Nova Iorque, decidida a visitar a mãe; Charles Williams, britânico e banqueiro de investimento, está ansioso por ver as filhas, que vivem com a sua ex-mulher em Nova Iorque; Juliette Dubois, médica do serviço de urgência, luta para salvar vidas; e Peter Holbrook e Ben Weiss, estudantes universitários curiosos com o desastre natural que se aproxima, recusam-se a abandonar o edifício onde vivem. Seis pessoas, seis destinos que se vão cruzar num dia marcado por uma catástrofe de proporções épicas que revelará quem são os verdadeiros heróis.

 

Opinião: Os romances de Danielle Steel já são habituais por estes lados por estarem sempre disponíveis para me fazerem companhia sempre que é necessário descansar de leituras chatas e pesadas. Com Águas de Tempestade a leitura aconteceu de forma rápida e a prova de que a autora ainda consegue agarrar o leitor pelos três c's é real. Criar, cativar e conjugar na perfeição histórias que se cruzam através de um só desastre faz de Steel a autora que consegue surpreender, relatando vidas desconhecidas e a necessitarem de um novo rumo em desenlaces felizes que podem levar o leitor mais distraído e a precisar de força para voltar a acreditar num autêntico sonho. 

Oh Elsa!

 

Uns bons anos passaram após o famoso grito «Oh Elsa!» ser celebrizado no Meo Sudoeste e ao longo dos primeiros tempos de Expo98. Após pesquisa, não consegui apurar qual a origem deste fenómeno que colocou portugueses e turistas a gritarem «Oh Elsa!» durante largos meses, só sabendo que tudo começou no ano em que arrancou a exposição dos oceanos. Muito se procurou a Elsa na altura, existindo até posteriormente cartazes, slogans e anúncios televisivos com este gripo de guerra.

Hoje, em pleno 2019, a Elsa deu finalmente o ar da sua graça e parece deixar marca pelo país inteiro graças à sua força onde a chuva e os ventos fortes abalaram grande parte de Portugal, deixando a sua marca pelos piores motivos com a destruição causada. 

Curtas e Diretas | 130 | Gisele

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Após o Félix, que colocou Portugal em alerta vermelho pela costa marítima durante dias, eis que surge a tempestade Gisele, aparentemente menos grave, mas que tem levantado uma ventania descomunal. Se o Félix fez temer e depois passou sorrateiro, a Gisele não teve assim tantos avisos mas está a mostrar alguma vontade de pesar mais que o seu antecessor. 

Falta de bom senso nas tempestades

As notícias das últimas horas têm mostrado que o estado do tempo em Portugal não está para brincadeiras com o vento e mar a fazerem-se sentir de ponta a ponta do país e a provocarem estragos por todo o lado. Se o vento ataca pelo ar, o mar aparece por terra e galga qualquer margem que ao longo do ano parece longe da força da natureza. O que acho piada é ver os comentários da população que arrisca até ao último momento os seus bens junto à força marítima, mesmo com os avisos da protecção civil a serem feitos!

As autoridades avisam que têm de existir maiores cuidados junto das áreas marítimas porque a força do mar está bem superior ao normal e com a conjugação do vento as margens podem ser invadidas, o que poderá levar ao arrastamento de bens e pessoas se estiverem no local errado nos segundos também errados. Se os avisos são feitos, o que leva as pessoas a acharem que os mesmos não são para cumprir?

Uma onda invadiu ruas e jardins e aparece a protecção civil a lembrar que deixou o alerta à população e também no local para existir cuidado com a circulação e presença no espaço, no entanto vários carros foram arrastados e agora os seus proprietários estão indignados porque não foram avisados. As pessoas comem elásticos ou acham que os outros não percebem que, tal como a maioria dos portugueses, acreditam que o mal só acontece aos outros? Os avisos estão colocados e é fácil ver ao olhar para as condições do tempo que têm de existir cuidados especiais em vários locais, será que as populações querem que estejam autoridades em todas as zonas que se tornam perigosas com o mau tempo para que o alerta seja reforçado de minuto a minuto?

Há que ter consciência das coisas e se o desrespeito pelos sinais e regras é feito, depois o que querem? Agora queixam-se, mas na hora de acharem que os seus carros só iriam levar com uns salpicos e que os outros estavam todos a brincar com o estado do tempo não se lembraram que têm que reflectir e não fazerem só o que lhes apetece!

Onde anda o pensamento de cada um na altura de estacionar o seu carro em locais de risco?

Atacado pelo temporal

As últimas horas foram de temporal por todo o país. Eu, que tive que ir trabalhar logo pela manhã andei pelas estradas deste país com muito medo, confesso!

Logo pela manhã quando tive que sair de casa para ir trabalhar, senti que a viagem não iria ser fácil, e não foi! Embora demore aproximadamente dez minutos de casa ao trabalho, o que é certo é que a dado momento do trajecto tive medo que o carro fosse levado da estrada para a vala que tinha ao lado. Agarrei fortemente o volante e só desejei chegar a um local com casas por perto para que o vento não me ataque com tanta intensidade. Chegado ao trabalho, o medo continuo...

Pois é, o que aconteceu é que no trabalho todo o temporal fez com que sentisse algum receio. As telhas começaram a levantar, os vidros a abanar fortemente e tivemos que nos fechar com receio que o local não aguentasse e fosse tudo pelo ar. As primeiras horas do dia foram muito complicadas e senti-me sempre nervoso com o medo que algo acontecesse ao sítio onde estava e que ele levasse com algo em cima, sei lá!

Só a partir de meio da tarde é que me comecei a sentir bem mais tranquilo porque o vento começou a acalmar. Pode chover a potes e estar frio, mas vento como o que se fez sentir é que não. Mete mesmo medo e deixa-me nervoso por começar a pensar que algo me vai acontecer.

Tempestade, afasta-te de nós, vá lá, porque odeio mesmo estes ventos fortes que quase me conseguem transformar no Peter Pan quando saio à rua!

Tempestade de areia

Tempestade de areia

Uma das imagens naturais deste começo de ano e que foi tirada na Austrália! Para o bem e para o mal, o que é certo é que a natureza consegue fornecer aos seres humanos visões impressionantes.

Foi ao longo de uma tempestade de areia que estas duas imagens foram tiradas por um fotografo que se encontrava em alto mar e foi surpreendido com este fenómeno da natureza que eleva areia por cima do mar, ao longo de vários quilómetros.

Tempestade de areia 2Sem dúvida nenhuma que são imagens que devem ser partilhadas, porque nunca imaginei ver tal coisa. Embora seja algo que causa estragos, são sem dúvida umas lindas imagens.

Imagino o susto que estes tripulantes não tiveram quando começaram a ver tanta areia a ir no seu encalço e sem nada poderem fazer. Ficam com uma boa memória fotográfica  pelo menos, porque em termos de sentimentos, o medo deve ter acontecido em grande escala.