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O Informador

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17
Mar20

Águas de Tempestade | Danielle Steel

Círculo de Leitores

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Título: Águas de Tempestade

Título Original: Rushing Waters

Autor: Danielle Steel

Editora: Círculo de Leitores

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Janeiro de 2020

Páginas: 314

ISBN: 978-972-42-5249-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: À medida que o furacão Ofélia se abate sobre Nova Iorque, milhões de pessoas são apanhadas pelas terríveis inundações que a tempestade desencadeia. Ellen Wharton, uma designer de interiores de sucesso, apanha um avião de Londres para Nova Iorque, decidida a visitar a mãe; Charles Williams, britânico e banqueiro de investimento, está ansioso por ver as filhas, que vivem com a sua ex-mulher em Nova Iorque; Juliette Dubois, médica do serviço de urgência, luta para salvar vidas; e Peter Holbrook e Ben Weiss, estudantes universitários curiosos com o desastre natural que se aproxima, recusam-se a abandonar o edifício onde vivem. Seis pessoas, seis destinos que se vão cruzar num dia marcado por uma catástrofe de proporções épicas que revelará quem são os verdadeiros heróis.

 

Opinião: Os romances de Danielle Steel já são habituais por estes lados por estarem sempre disponíveis para me fazerem companhia sempre que é necessário descansar de leituras chatas e pesadas. Com Águas de Tempestade a leitura aconteceu de forma rápida e a prova de que a autora ainda consegue agarrar o leitor pelos três c's é real. Criar, cativar e conjugar na perfeição histórias que se cruzam através de um só desastre faz de Steel a autora que consegue surpreender, relatando vidas desconhecidas e a necessitarem de um novo rumo em desenlaces felizes que podem levar o leitor mais distraído e a precisar de força para voltar a acreditar num autêntico sonho. 

20
Dez19

Oh Elsa!

 

Uns bons anos passaram após o famoso grito «Oh Elsa!» ser celebrizado no Meo Sudoeste e ao longo dos primeiros tempos de Expo98. Após pesquisa, não consegui apurar qual a origem deste fenómeno que colocou portugueses e turistas a gritarem «Oh Elsa!» durante largos meses, só sabendo que tudo começou no ano em que arrancou a exposição dos oceanos. Muito se procurou a Elsa na altura, existindo até posteriormente cartazes, slogans e anúncios televisivos com este gripo de guerra.

Hoje, em pleno 2019, a Elsa deu finalmente o ar da sua graça e parece deixar marca pelo país inteiro graças à sua força onde a chuva e os ventos fortes abalaram grande parte de Portugal, deixando a sua marca pelos piores motivos com a destruição causada. 

14
Mar18

Curtas e Diretas | 130 | Gisele

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Após o Félix, que colocou Portugal em alerta vermelho pela costa marítima durante dias, eis que surge a tempestade Gisele, aparentemente menos grave, mas que tem levantado uma ventania descomunal. Se o Félix fez temer e depois passou sorrateiro, a Gisele não teve assim tantos avisos mas está a mostrar alguma vontade de pesar mais que o seu antecessor. 

07
Jan14

Falta de bom senso nas tempestades

As notícias das últimas horas têm mostrado que o estado do tempo em Portugal não está para brincadeiras com o vento e mar a fazerem-se sentir de ponta a ponta do país e a provocarem estragos por todo o lado. Se o vento ataca pelo ar, o mar aparece por terra e galga qualquer margem que ao longo do ano parece longe da força da natureza. O que acho piada é ver os comentários da população que arrisca até ao último momento os seus bens junto à força marítima, mesmo com os avisos da protecção civil a serem feitos!

As autoridades avisam que têm de existir maiores cuidados junto das áreas marítimas porque a força do mar está bem superior ao normal e com a conjugação do vento as margens podem ser invadidas, o que poderá levar ao arrastamento de bens e pessoas se estiverem no local errado nos segundos também errados. Se os avisos são feitos, o que leva as pessoas a acharem que os mesmos não são para cumprir?

Uma onda invadiu ruas e jardins e aparece a protecção civil a lembrar que deixou o alerta à população e também no local para existir cuidado com a circulação e presença no espaço, no entanto vários carros foram arrastados e agora os seus proprietários estão indignados porque não foram avisados. As pessoas comem elásticos ou acham que os outros não percebem que, tal como a maioria dos portugueses, acreditam que o mal só acontece aos outros? Os avisos estão colocados e é fácil ver ao olhar para as condições do tempo que têm de existir cuidados especiais em vários locais, será que as populações querem que estejam autoridades em todas as zonas que se tornam perigosas com o mau tempo para que o alerta seja reforçado de minuto a minuto?

Há que ter consciência das coisas e se o desrespeito pelos sinais e regras é feito, depois o que querem? Agora queixam-se, mas na hora de acharem que os seus carros só iriam levar com uns salpicos e que os outros estavam todos a brincar com o estado do tempo não se lembraram que têm que reflectir e não fazerem só o que lhes apetece!

Onde anda o pensamento de cada um na altura de estacionar o seu carro em locais de risco?