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O Informador

Nabo que perdeu auricular

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Ainda ontem te contava a descoberta de um nabo sobre o facto da caixa de transporte dos auriculares sem fios ser também um carregador portátil e hoje já tenho outra novidade para te contar acerca destes mesmos acessórios. 

Perdi o auricular direito! Isso mesmo! Fui tomar o pequeno almoço antes de começar a trabalhar, encontrei uma colega pelo caminho, desliguei os mesmos e coloquei-os soltos no bolso. A meio do percurso ao tirar o telemóvel um caiu e dei por isso, no entanto quando já estava pronto para ir trabalhar uns minutos depois e os ia arrumar na caixa transportadora, eis que o outro auricular não se encontrava no bolso. Ainda voltei atrás para ver se encontrava o pequeno pelo chão mas nada surgiu.

Nabo dos auriculares

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Por vezes sinto-me meio nabo e desta vez tenho para te contar que quase dois anos após ter comprado os meus primeiros auriculares sem fios é que descobri para que serve o botão que a caixa de transporte tem por trás. Sim, não tinha percebido que a caixa não é só para arrumar os auriculares e os colocar à carga em casa, sendo também um carregador portátil, já que a caixa carrega para recarregar os auriculares. Muito atento, muito atento e depois em pormenores tão básicos deixo escapar estes pontos positivos de voltar a ter energia para usar por mais umas horas os pequenos auriculares mesmo quando não estou perto de uma tomada de eletricidade. Apontamentos básicos que me escapam de vez em quando!

Aqui informo...

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... Que nos últimos dias e pelos próximos todos os textos publicados no blog serão redigidos através do telemóvel ou tablet, tendo sido o computador deixado de lado por estes dias de férias. O dito veio de viagem, não o nego, mas somente para qualquer imprevisto que não consiga ser feito através dos dois auxiliares mais pequenos. A Internet via wi-fi por estas paragens praticamente não existe, estando a usar a do telemóvel e partilhando a mesma com o tablet para fazer o que tenho a fazer de forma mais simples que o habitual aqui no blogue, não tendo deixado praticamente nada agendado como foi costume nos anteriores períodos de férias. Não deixo o dito trabalho totalmente de lado, mas a forma como o mesmo é feito foi alterada de forma a poupar recursos e ao mesmo tempo espaço.

Jogador semi viciado

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Calma lá que o título pode não ser bem o que parece e já estás desse lado a pensar que gasto milhares, milhões e biliões em jogos de azar, mas não é nada disso que acontece. Sou um semi viciado sim, repara que não estou a afirmar que sou totalmente viciado ao ponto de não me controlar, em certos jogos possíveis de levar comigo através do telemóvel, sendo que um deles faz parte da minha vida diária de forma total, mais que duas ou três vezes ao longo das vinte e quatro horas. E com isto não gasto dinheiro, somente perco tempo e percentagens de bateria. 

O Candy Crush Saga é daqueles jogos solitários e que quase parecem de tabuleiro e com o qual já ando agarrado há uns bons anos, passando de telemóvel para telemóvel ao longo dos últimos tempos para não parar com o vício. Por vezes estou dias e dias a tentar passar um nível, por outros consigo passar uns quantos de uma só vez. Sempre vou vendo o pódio para perceber que estou, entre os conhecidos, entre os três primeiros, enviando e recorrendo a vidas extra que me vão enviando, mas sem nunca gastar dinheiro porque jogos de entretenimento não são, do meu ponto de vista, um motivo para abrir os cordões à bolsa. 

Aqueles minutos e...

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Adormeces mais cedo que o habitual e dormes tranquilamente toda a noite. Deitaste-te após colocares o despertador para te acordar a uma certa hora só que o certo é que nos minutos antecedentes, aqueles minutos mesmo finais de descanso, percebes que já não estás bem a dormir. Abres os olhos, olhas para o ecrã do telemóvel e percebes que faltam uns ligeiros dez minutos e que acordaste antes do desejado, logo naquele momento em que sabia tão bem ficar a aproveitar o início da manhã, só que a dormir. Ontem aconteceu, hoje aconteceu e amanhã possivelmente voltas a acordar mais cedo que o toque do despertador. O que entendes com este despertar automático? És um autêntico sabichão ambulante dos horários e já nem precisas de tecnologias para te ajudarem a despertar para nada!

Controlador de bolsos

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Sair de casa e mesmo de qualquer local tem sempre em mim um efeito de procura corporal. Não, nada do que já poderás estar por aí a pensar. Na realidade, quando deixo algum local tenho de apalpar os bolsos para verificar se as três peças fundamentais estão comigo. E essas peças não são a cabeça, tronco e membros que só poderão fugir se algum acidente grave existir.

O que verifico sempre se transporto comigo são a carteira, as chaves e o telemóvel, as duas primeiras num bolso e o terceiro no outro, isto quando não estou com mochila para depositar tudo. Geralmente nas calças, quando estou para sair de algum local, as mãos vão sempre, praticamente de forma obrigatória, aos bolsos para verificar rapidamente se os três acompanhantes estão nos seus devidos locais. E não pensem que os mesmos podem trocar de lado alguma vez, nada disso. Telemóvel sempre no bolso direito e carteira com chaves do lado esquerdo para não ocorrer qualquer hipótese de falhas.

Telemóvel na mesa... Não e Não!

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Fui habituado e sempre defendi ao longo da vida que quando estamos à mesa para comer sozinhos podemos ficar agarrados ao telemóvel, mas o mesmo não pode acontecer quando existe companhia, seja dos companheiros, família ou amigos. Na mesa, em momentos de refeição e possível convívio, deixem o telemóvel de fora e aproveitem cada momento. 

Convivam com quem está ao vosso lado, existindo tempo para o online quando estão no vosso canto, sozinhos e em modo offline da convivência física. Não fiquem agarrados aos telemóveis, deixem as comunicações de lado e vivam o momento, desfrutando de quem está e nos quer bem.

Viciado no telemóvel

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É estranho, mas quando tem de ser, só se tem de aguentar e não entrar em stress! Por esta pequena introdução parece que irei falar numa situação extrema de caos total mas não, simplesmente vou revelar que fiquei ao longo de uma tarde inteira sem telemóvel para que lhe fosse colocada uma nova bateria. Aguentei, mas senti saudades e o hábito levou-me várias vezes a procurar no bolso o aparelho que sempre me faz companhia. 

Pensar nos tempos que correm em viver sem telemóvel é um caos. Assim que o deixei na loja para lhe ser feita a alteração de bateria fiquei com receio de circular pela rua sem poder ser contactado. Isto tem uma explicação, uma vez que há coisa de dez anos, talvez, não consigo precisar bem, a única vez em que sai de casa sem telemóvel tive um acidente de carro. A partir daí com ou sem bateria, faço-me sempre acompanhar pelo amigo inseparável. Agora nesta ocasião em que tive de me desligar por umas horas do mundo das comunicações fiquei com receio de voltar a ter novo acidente e estar incontactável, isto ao mesmo tempo que dei por mim sem saber o que fazer nos momentos em que pensava em visitar as redes sociais, em enviar uma mensagem ou mesmo querer saber se alguém me tinha ligado porque algo podia estar a acontecer e eu não saber. 

 

Gritaria ao telemóvel

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Vamos lá fazer um pouco de raciocínio coletivo para ver se nos entendemos!

Quando uma pessoa está ao telemóvel, a falar na rua e se afasta de quem está por perto porque talvez esteja a ter uma conversa mais intima e secreta que não convém que seja ouvida por outros e depois, da outra ponta da rua, começa a falar alto a responder a quem está do outro lado da chamada o que acaba por significar?

Então se está a falar baixo com o seu interlocutor quando está acompanhada e depois vai gritar do outro lado da rua para que os acompanhantes ouçam a conversa, não acaba por fazer justamente o contrário da intenção demonstrada? É que se é para não se ouvir pode sair e continuar a falar baixo, não é sair e aumentar o volume da voz para que todos saibam o que se está a passar naquela conversa via telemóvel.