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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Viciado no telemóvel

20
Dez18

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É estranho, mas quando tem de ser, só se tem de aguentar e não entrar em stress! Por esta pequena introdução parece que irei falar numa situação extrema de caos total mas não, simplesmente vou revelar que fiquei ao longo de uma tarde inteira sem telemóvel para que lhe fosse colocada uma nova bateria. Aguentei, mas senti saudades e o hábito levou-me várias vezes a procurar no bolso o aparelho que sempre me faz companhia. 

Pensar nos tempos que correm em viver sem telemóvel é um caos. Assim que o deixei na loja para lhe ser feita a alteração de bateria fiquei com receio de circular pela rua sem poder ser contactado. Isto tem uma explicação, uma vez que há coisa de dez anos, talvez, não consigo precisar bem, a única vez em que sai de casa sem telemóvel tive um acidente de carro. A partir daí com ou sem bateria, faço-me sempre acompanhar pelo amigo inseparável. Agora nesta ocasião em que tive de me desligar por umas horas do mundo das comunicações fiquei com receio de voltar a ter novo acidente e estar incontactável, isto ao mesmo tempo que dei por mim sem saber o que fazer nos momentos em que pensava em visitar as redes sociais, em enviar uma mensagem ou mesmo querer saber se alguém me tinha ligado porque algo podia estar a acontecer e eu não saber. 

 

Gritaria ao telemóvel

18
Nov18

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Vamos lá fazer um pouco de raciocínio coletivo para ver se nos entendemos!

Quando uma pessoa está ao telemóvel, a falar na rua e se afasta de quem está por perto porque talvez esteja a ter uma conversa mais intima e secreta que não convém que seja ouvida por outros e depois, da outra ponta da rua, começa a falar alto a responder a quem está do outro lado da chamada o que acaba por significar?

Então se está a falar baixo com o seu interlocutor quando está acompanhada e depois vai gritar do outro lado da rua para que os acompanhantes ouçam a conversa, não acaba por fazer justamente o contrário da intenção demonstrada? É que se é para não se ouvir pode sair e continuar a falar baixo, não é sair e aumentar o volume da voz para que todos saibam o que se está a passar naquela conversa via telemóvel. 

Conversas de telemóvel

11
Nov18

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É um facto que me acompanha e deve ser para manter ao longo dos próximos anos! Não gosto de falar ao telemóvel, preferindo bem mais que me enviem mensagens que logo que possível, geralmente até de forma rápida, respondo. 

Podem enviar mensagens das mil e uma maneiras que encontrarem, uma vez que nos tempos que correm além do padrão base existem inúmeras possibilidades distintas com tanta aplicação a surgir no mercado como cogumelos em terras férteis deste país de costa marítima e cada vez mais propício a intempéries que até nos deixam sem rede móvel.

Vá, se quiseres contactar comigo, além dos sistemas de Messenger de FacebookInstagram e Twitter, tens ainda o Whatsapp, o e-mail e aqui o blog. Podes enviar-me a mensagem que quiseres porque a resposta será feita, nas suas devidas condições assim que possível e dentro dos prazos legais consoante a agenda de uma pessoa muito, mas mesmo muito ocupada... Eu!

Não saio de casa sem...

21
Out18

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Todos nós quando saímos de casa levamos acessórios e objetos que nos acompanham ao longo de parte da vida. As mulheres geralmente colocam a maioria dentro das suas grandes malas onde parece existir tudo e mais alguma coisa, «como na farmácia». Nós homens somos recatados na seleção dos itens que nos acompanham ao sair de casa, existindo sempre particularidades de uns e outros. 

Habitualmente e no dia-a-dia geralmente tenho de levar a carteira, chaves do carro, óculos de sol, telemóvel e o livro que estou a ler, que fica muitas vezes no banco traseiro do veículo, mas vai quase sempre comigo quando saio de casa. Isto são os acompanhantes em dias normais, dentro da rotina, porque depois existem os momentos em que levo a mochila onde geralmente também baterias portáteis e fios vão, um livro suplente por vezes, lenços de papel, se o tempo estiver mais fresco um lenço para o pescoço, talvez um casaco, etc, etc, etc. 

Não é esquecimento...

03
Out18

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Existem situações que podem acontecer por mero descuido. Existem outras que não são um simples descuido, sendo mesmo a crença que permanece em como tudo vai correr da melhor maneira.

Imaginemos uma reunião com mais de trinta pessoas, onde poucos se conhecem. O que deverá ser um dos primeiros procedimentos a ter antes de entrar na sala? Desligar o som do telemóvel! O que acontece já durante os esclarecimentos? Um telemóvel toca, mas não fica sozinho!

Entramos na sala e alguém se esqueceu de colocar o telemóvel no silêncio. Desculpável, o aparelho toca e é colocado nesse momento sem som. Quem está responsável pelo grupo pede para se verificar quem não tem o seu telemóvel no silêncio para o colocar. O que acontece uns minutos depois a alguém que por acaso, mas só mesmo por acaso, até verificou se estava tudo bem com o seu amigo tecnológico? O toque! Olhou para o ecrã no momento do pedido após a primeira interrupção para quê? É que não foi certamente para verificar o som, sendo mais para fazer que tinha visto o que afinal não viu. 

Telemóvel ensurdecedor

19
Jul18

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Num dia de descanso semanal estás a dormir pelas primeiras horas do dia para tentar descansar da semana mais agitada que tiveste e começas a ouvir um telemóvel a tocar estridentemente uma, duas e três vezes. Ninguém o atende, visto não estar ninguém em casa, a não ser eu, que só queria dormir até mais tarde mas que fui assim interrompido porque alguém saiu e deixou o seu telemóvel pronto a tocar a qualquer momento e a interromper o belo adormecido entre lençóis e almofadas. 

Posso acordar bem disposto com este incomodo matinal a fazer-se ouvir pela casa inteira várias vezes até que me levanto e tenho de atender o telemóvel que não é meu? Acordar com um aparelho tecnológico alheio a servir-me como despertador porque alguém tem muito para contar logo de manhã é dose, para mais quando o meu tem um horário bem regulado para não tocar nem vibrar a partir de um determinado horário e até uma certa hora da manhã, tudo para que não esteja a dormir com um vibrador ao lado a azucrinar-me o cérebro com o seu momento de dança ao sabor de um qualquer som que no silêncio de uma casa quando tudo está em modo pausa se faz ouvir e bem, incomodando até o cão que gosta de dormir horas seguidas sem qualquer interrupção. 

Chamadas não identificadas

15
Mar18

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De há uns dias para cá uma certa operadora de comunicações iniciou o seu longo e chato processo de chamadas para me convencer a alterar o tarifário atual. Pela primeira vez atendi em chamada com número não identificado, ouvi as primeiras palavras que me tinham a dizer, percebi que a chamada estava complicada e pedi desculpa mas que ia desligar. Após novas tentativas em vão porque não foram atendidas, lá me resolvi falar com quem estava do outro lado de uma chamada anónima e novamente com um ruído de fundo que me causou estranheza. Mostrei desagrado por ligarem de forma confidencial e mostrei dúvida para com o ruído de fundo, voltando a desligar. Neste momento continuam a insistir no contacto mas será em vão porque não irei atender!

Quero agora levantar uma questão! Se através de mensagens escritas as operadoras móveis conseguem identificar de onde vem a mensagem, colocando o nome, tal como acontece em mensagens publicitárias que possuem o remetente sem que este esteja na nossa lista telefónica, porque não o fazem também com as chamadas? Sei que se me ligarem com o número identificado como sendo de uma operadora móvel ou de qualquer agência publicitária que a hipótese de não atender é menor, mas talvez pondere melhor se rejeito ou não a chamada. Agora em anónimo e ainda com interferências que me levam a desconfiar sobre quem está do outro lado começa a ser problemático porque não sei ao certo se posso confiar naquela chamada.