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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

25
Mar19

Monólogos da Vagina | Yellow Star Company

O Informador

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Joana Pais de Brito, Júlia Pinheiro e Paula Neves são as anfitriãs dos renovados Monólogos da Vagina que já se encontram em cena no Teatro Armando Cortez de Quinta-feira a Sábado, pelas 21h30, e aos Domingos, pelas 18h00. E sabem o que vos tenho a dizer sobre este espetáculo? Maravilhas!

Composto por vários textos individuais ou narrados entre as três, os Monólogos da Vagina que a Yellow Star Company agora serve ao público tem tudo o que é necessário para um bom espetáculo teatral correr bem e levar os aplausos de quem o vê. Com aproximadamente hora e meia de sessão, o que é ótimo e adequado para não alongar e cansar, o texto de Eve Ensler está mais que perfeito e bem trabalhado nesta produção. Com a abordagem de temas como o sexo, menstruação, prostituição, amor, orgasmo, violação, mutilação, imagem corporal e tudo o que puderem imaginar em torno do tema Vagina e também com os inúmeros significados e nomes comuns que são dados a esta parte física do corpo feminino, os Monólogos da Vagina estão simplesmente tão bem produzidos que do início ao fim é impossível não conseguir arrancar uns bons momentos de gargalhada geral. 

Agora imaginem o que é ver a Júlia, a Paula e a Joana juntas em palco com uma disposição incrível para relatar histórias sobre vaginas que andam algures por este mundo. Com histórias divertidas, reais e dispostas de modo a questionar o público mas ao mesmo tempo animar, este monólogos íntimos mas interpretados para todos são uma autêntica lufada de ar fresco num tema que é muitas vezes tabu em conversas entre mulheres e muito menos junto de homens.

03
Fev19

Convites Duplos | Faz-te Homem | 07.02.2019

O Informador

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Dois amigos de longa data decidem debater a sempre polémica temática do papel do homem na nossa sociedade e as suas ramificações com tudo o que o rodeia, com tudo o que se mexe… mulheres incluídas. A melhor forma que encontraram para abordar o abominável mundo do homem foi organizar uma “Conferência de e para Machos”, denominada Faz-te Homem, onde irão expor as suas indignações, receios, traumas, medos, frustrações, no fundo, o que os apoquenta.

Os espetadores, atentos à conferência sobre Futebol, Carros, Gajas, Porrada, poderão ser chamados a intervir.

No final de 2018 António Machado e João Didelet estrearam no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, a comédia Faz-te Homem, inspirada no livro de Luís Coelho. Com cerca de uma hora de espetáculo, os dois atores debatem desde então com todos os Zés da plateia, numa conferência de e para «machos», temas que intervém no dia-a-dia de todos os homens mas também na convivência com a ala feminina da sociedade. Sexo, filhos, futebol, rabos, gadgets, copos e compras são apenas alguns dos temas debatidos neste divertido espetáculo que agora, e após o sucesso em Lisboa e uma viagem de semanas pelo país, regressa à capital para que todas as Quintas-feiras, pelas 21h30, o Teatro Armando Cortez volte a receber esta conferência masculina. 

Para que todos possam ter a sorte de assistir ao regresso de Faz-te Homem a Lisboa, eis que tenho dois convites duplos para oferecer, destinados à sessão de dia 07. Este passatempo irá estar disponível até às 10h00 de dia 06 de Fevereiro, Quarta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

10
Nov18

Convites Duplos | Faz-te Homem | 15.11.2018

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Dois amigos de longa data decidem debater a sempre polémica temática do papel do homem na nossa sociedade e as suas ramificações com tudo o que o rodeia, com tudo o que se mexe… mulheres incluídas. A melhor forma que encontraram para abordar o abominável mundo do homem foi organizar uma “Conferência de e para Machos”, denominada Faz-te Homem, onde irão expor as suas indignações, receios, traumas, medos, frustrações, no fundo, o que os apoquenta.

Os espetadores, atentos à conferência sobre Futebol, Carros, Gajas, Porrada, poderão ser chamados a intervir.

António Machado e João Didelet estrearam no passado dia 07 de Novembro no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, a comédia Faz-te Homem, inspirada no livro de Luís Coelho. Com cerca de uma hora de espetáculo, os dois atores debatem com todos os Zés da plateia, numa conferência de e para «machos», temas que intervém no dia-a-dia de todos os homens mas também na convivência com a ala feminina da sociedade. Sexo, filhos, futebol, rabos, gadgets, copos e compras são apenas alguns dos temas debatidos neste divertido espetáculo que se encontra com sessões às Quartas e Quintas-feiras pelas 21h30 na sala lisboeta. 

Para que todos possam ter a sorte de assistir a Faz-te Homem, sessão de dia 15, tenho convites duplos para vos oferecer. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 14 de Novembro, Quarta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

09
Nov18

Faz-te Homem | Yellow Star Company

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Dois amigos de longa data decidem debater a sempre polémica temática do papel do homem na nossa sociedade e as suas ramificações com tudo o que o rodeia, com tudo o que se mexe… mulheres incluídas. A melhor forma que encontraram para abordar o abominável mundo do homem foi organizar uma “Conferência de e para Machos”, denominada Faz-te Homem, onde irão expor as suas indignações, receios, traumas, medos, frustrações, no fundo, o que os apoquenta.

Os espetadores, atentos à conferência sobre Futebol, Carros, Gajas, Porrada, poderão ser chamados a intervir.

António Machado e João Didelet estrearam no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, um novo espetáculo com o selo de qualidade que as produções da Yellow Star Company já habituaram o seu público. Baseado no livro Faz-te Homem, da autoria de Luís Coelho, esta comédia teatral adotou o mesmo nome da obra escrita e foi encenada por Paulo Sousa Costa para ser apresentada ao público. 

Numa verdadeira conferência de homens e para homens, António Machado e João Didelet são dois Zés entre os que se sentam na sua frente para ouvirem o que todos pensam sobre as diferenças entre homens e mulheres, as desigualdades, problemas e injustiças de um casamento, os filhos, o sexo, o futebol, os rabos, a roupa e tudo o que pode gerar qualquer tipo de diferenças entre os pensamentos de ambos os sexos e mesmo os comportamentos aceitáveis do universo masculino e o que começa a fugir da típica tradição máscula. 

 

18
Out18

Levando o Caos, de Maurício Meirelles

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Maurício Meirelles regressou a Portugal para apresentar o seu novo espetáculo. Após o sucesso de Perdendo Amigos, que não vi, agora chegou até nós Levando o Caos, a nova produção que continua a contar com o famoso webbullying ao longo de duas horas de boa disposição. 

Num espetáculo reformulado e onde a presença do público é importante, o comediante brasileiro surge em palco com uma simplicidade incrível. Piada atrás de piada, risada atrás de risada, apontamentos críticos da sociedade brasileira e portuguesa bem fortes e o debate acontece. Comentando a atualidade brasileira e portuguesa, Meirelles não deixa nada por dizer. O que gosta gosta, o que não gosta é comentado na mesma, colocando o dedo na ferida sem disfarces, atrapalhando, mordiscando e transformando uma plateia completamente esgotada numa claque de palmistas cheia de entusiasmo e boa disposição.

Não conhecia muito bem o trabalho do ator e fiquei rendido ao primeiro minuto. O público é convidado a assistir a um micro vídeo de apresentação sobre o que é um espetáculo de teatro e depois entra o artista. Maurício surge sozinho em palco, de microfone na mão e pronto para criar distúrbios, lançando mesmo o caos entre a sua claque repleta de fãs e de novos admiradores, uma vez que quem vê a primeira vez vai certamente querer voltar na próxima aparição do humorista brasileiro. 

 

16
Set18

BOCAge | Magiabrangente

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Poderiam ter sido de uma mulher, aquelas palavras que muito magoam quem as escuta. Poderiam ter sido ditas a cantar, por um bom e belo trovador, talvez assim nos entranhassem mais e as estranhassemos menos. Mas as palavras ditas, a cru, sem receio de alheios e freios, é o que as faz serem apetecidas e repetidas e vomitadas e gozadas em voz alta e não entre dentes cerrados. Venham, calem-se e escutem!

E, se do amor já ouviram mentiras, aqui do amor ouvirão verdades. A Bocage faremos um brinde. Não fosse ele o melhor e mais honesto homem para se amar.

Rita Ribeiro, Sandra José e Mafalda Rodrigues sobem ao palco do Teatro Armando Cortez com BOCAge, uma comédia de escárnio e bem dizer para celebrar e brincar ao poeta.

Num texto bem conseguido da autoria de Sandra José, vida e obra de Bocage são lembrados através de um trabalho que pretende além de mostrar os conhecimentos do poeta português do século XVIII, achincalhar a sociedade atual através de um texto intemporal onde a critica mordaz, a hipocrisia e as diferenças são destacadas num texto protagonizado por três mulheres perante um público que assiste ao percurso de homem que gostou bastante de mulheres que agora em palco se defendem, mostrando o que muito aconteceu de mau pelo uso e abuso para além da força. Ruivas e de lábios vermelhos, as três mulheres simbolizam o poder feminino capaz de enfrentar as verdades, proclamar tal e qual como se pensa e não se ousa dizer. Os textos perdidos, as palavras desviadas, os poemas mal interpretados de forma propositada para que bem agradasse a cada singular leitor. 

A obra de Manuel Maria du Bocage é recontada em BOCAge, um espetáculo que segue dos oito aos oitenta com apontamentos musicais onde vão sendo inseridos trechos cómicos mas tristes, sensualidade agonizante, choro irritante, religião de bradar aos céus, palavreado brejeito mas bem real no momento de chamar as coisas pelos nomes e acima de tudo muita polémica. O público que marca presença perante esta peça pode aplaudir um trabalho de memória de quem deixou obra refletiva e que tem ficado esquecido na memória de todos, ou quase todos, nós. 

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