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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

21
Mai19

Fiquei sem Café

O Informador

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Nunca, mas mesmo nunca ou quase raramente, deixo que as cápsulas de café atinjam aqui por casa o estado de stock limitado. Só que este quase nunca desta vez foi ultrapassado, tudo porque recuso-me a comprar café sem ser em promoção. 

Nas últimas semanas as minhas idas ao supermercado têm acontecido com a normalidade do costume, o problema é que a passagem pelas estantes onde a cafeína abunda aconteceram como sempre mas os preços mais baixos não têm existido. O que se andará a passar para que em vários supermercados de grupos distintos nenhum café, das marcas que gosto de consumir, tenha andado em promoção pelas últimas semanas? Tenho andando a estranhar este caso que merece uma averiguação, uma vez que fiquei sem uma única cápsula em casa e agora estou a ressacar de café e não apetece sair à rua. Muito grave toda esta situação!

18
Abr19

Calma, já existe combustível!

O Informador

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E acabou a greve dos condutores dos transportes de combustível. Após dias com todos a corrermos para os postos de abastecimento, eis que Governo, sindicato e ANTRAM entram em acordo e a greve terminou, com tudo a voltar a partir de agora à normalidade. 

A greve terminou e tudo ficou combinado para que pelos próximos meses as negociações comecem com a finalidade de valorizar a atividade de motorista de materiais perigosos. A partir de agora e de modo a lutarem pelos seus direitos, as três entidades irão reunir para definirem uma nova tabela salarial, subsídio de risco, formação especial, seguros de vida específicos e exames médicos complementares. 

Após este momento de informação, acrescento-vos que já vi boas pessoas a abastecerem com medo que o mundo terminasse e depois a fazerem as suas compras para a preparação dos dias de Páscoa, isto porque se não existe combustível os supermercados também ficariam a meio gás daqui a uns e poucos dias. 

 

01
Abr19

Promoções constantes

O Informador

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As compras loucas em altura de descontos em supermercados e lojas especializadas pertencentes a grandes grupos comerciais fazem cada vez menos sentido mas ainda há quem não tenha percebido que não é necessário aproveitar o desconto de determinado produto hoje porque daqui a uns dias voltará à tombola dos preços baixos. Não acumulem em casa pelos preços baixos porque mais dia menos dia o mesmo produto ou o seu primo irão voltar a ficar com valores convidativos, numa rotina comercial que é uma constante e faz com que as mega promoções percam cada vez mais o efeito de outros tempos.

Nos dias que correm falar em descontos nas compras do dia-a-dia é uma constante. Numa ida ao supermercado os preços baixos invadem-nos por todo o lado. Existem artigos que semana sim, semana não, estão em constante alteração de preços e só não aproveita quem não quer. Tenho o exemplo das cápsulas de café. Em todas as idas ao supermercado vou ao corredor da cafeína para olhar para o valor em que está a ser vendida a marca que geralmente gosto. Hoje pode não estar em desconto, mas na próxima semana quando lá voltar é praticamente certo que o preço já está em destaque e mais baixo. Será que vou comprar café para durar um mês ou dois? Claro que não, sabendo que mais uma semana ou duas o mesmo produto ou outro da marca volta a ficar com preço promocional, bastando assim comprar uma ou duas caixas para ficarem de reserva, não tendo de encher a despensa de casa com mais que isso porque depois irei encontrar novos preços baixos. 

Com estes preços em constante alteração entre a normalidade e as promoções estas começam a ser desvalorizadas e a não terem o efeito que as direções comerciais desejam. Há uns anos pensar que um determinado produto estava em promoção era sinal para aproveitar e comprar várias doses para se aproveitar. Agora ver os preços baixos é sinal de normalidade que já não faz com que muitos, que pensam como eu, levem consigo um maior número de unidades sabendo que o mesmo preço voltará dentro de poucos dias a surgir. 

23
Mar19

Fiquei na dúvida... Lidl ou Lidlé?

O Informador

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Eis que hoje apareceu-me pelos Termos de Pesquisa do blog a seguinte conjugação de palavras... lasanha do lidle.

A pois é, como não poderá alguém ficar na dúvida sobre o modo de escrita do nome do supermercado quando o mesmo é pronunciado de tanta maneira diferente? «Vais ao Lidlé?», «Viste o novo folheto do Líder?», «Compraste pão no Lidre?» ou ainda «Passaste pelo Lídel?».

25
Jun18

Distância bloqueadora

O Informador

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Gosto do Alentejo, não escondo que talvez me adaptasse a uma vida mais calma e longe da correria do dia-a-dia pela região, zona de Évora talvez, no entanto existem pontos que acabam por mostrar que as distâncias e desigualdades acabam por pesar e justificar o afastamento ao longo dos anos da população mais jovem das zonas rurais.

Vamos imaginar uma semana de calor no Alentejo, numa aldeia que conta com uns vinte minutos de distância da grande cidade vizinha. As pequenas vilas existem e os consequentes supermercados também estão fixados nessas vilas que vejo mais como aldeias. Os ditos pequenos supermercados para a população local parecem servir, no entanto para quem vai de fora passar uns dias não chegam. Vamos criar dois episódios que aconteceram comigo e que no quotidiano mais urbano ou mesmo na aldeia na região de Lisboa se conseguem resolver nuns rápidos minutos.

Primeiro incidente... O gás, de bilha, faltou a meio da confeção do jantar. Teríamos de imediato de resolver o problema para finalizar o que já estava a ser feito. Peguei na bilha e tentei ir a um café da aldeia que vende da mesma marca. Cheguei e logo fui informado que não tinham uma única unidade cheia para poder comprar, deixando a vazia em troca. O local mais próximo seria a uns dez minutos de distância mas como era supermercado já tinha encerrado porque no Alentejo profundo os supermercados mais conhecidos fecham praticamente no horário do comércio tradicional. Ou seja, nesse mesmo dia o gás não existia em lado algum. Tivemos de repensar nos pratos e tentar a sorte no dia seguinte, fazer os ditos quilómetros, entrar num estabelecimento onde os empregados estavam na hora do pequeno-almoço e pedir, tendo ainda de esperar, que me vendessem gás. Em casa tinha trocado o gás num ápice porque até as bombas de combustível o vendem, mas pelo Alentejo até colocar gasóleo tem de ser bem pensado porque os horários são somente diurnos, sem possibilidade de pagamento automático, e as bombas encontram-se a boas distâncias umas das outras.

10
Mar17

Impérios com baixos salários

O Informador

É uma realidade sobre a qual todos temos noção, mas quando é contada na primeira pessoa acaba por ter outro sentido. Um trabalhador com mais de seis anos de casa numa grande cadeia de supermercados nacional ganha praticamente o mesmo hoje que há seis anos, tendo sido aumentado somente por obrigação e estando agora a receber pouco mais de treze euros que os seus colegas que entraram há meses com as mesmas funções. Assim se percebe a ditadura da liderança dos grandes que reinam sobre tudo e todos com preços baixos e com salários também baixos. Escravidão e sentimento de falta de consideração e valorização das pessoas que se esforçam no trabalho para não verem uma recompensa lhes bater à porta. 

Trabalhar praticamente todos os fins-de-semana, receber quase o ordenado mínimo, horários diários trocados e perceber que não existe futuro num dos grandes que supostamente deveriam formar pessoas para que ano após ano se sentissem bem onde estão parece não ser a ideia das empresas que lideram o mercado e deitam abaixo os mais pequenos em busca dos milhares que poderiam dividir com quem dá o litro por pouco. 

É uma completa vergonha perceber isto de forma real e em conversa num corredor de supermercado, quando os anos passam, a vida se vai alterando e é necessário mais para seguir em frente. Mas que mais quando o empregador não valoriza os seus funcionários que tenta manter mas para os quais não olha ao final do mês. Todos não passamos de peões neste mundo de cifrões onde os mais ricos continuarão sempre a rebaixar as classes mais baixas que dificilmente conseguem dar a volta enquanto dia após dia necessitamos de ser consumidores, gastando o pouco que se ganha em empresas que não praticam o bem. 

14
Dez16

Embrulhar presentes? Um terror!

O Informador

Dia de compras, passar num supermercado, daqueles que pertencem a um grande grupo e em que somos convidados a embrulhar os presentes logo nas mesas espalhadas perto das caixas com papel de embrulho, fita cola, laços e tesoura disponíveis para o efeito. E agora entro eu, aquele ser que em casa e com papel decente ainda consegue fazer uns embrulhos jeitosos, mas publicamente tudo fica tão horripilante que mais parece que o presente se encontra dentro de um qualquer rascunho encontrado pelo lixo.

Confesso que não gosto de embrulhar presentes, sendo muito mais fácil arranjar um saco de papel todo catita, enfiar lá a mercadoria, agrafar ou colar e siga para bingo. Mas por vezes, principalmente para as crianças, lá me meto nas aventuras com os rolos de papel lindinho, cheio de cores e bonecada. Nos supermercados vou tentar, desde que não me lembre que as coisas, principalmente quando as caixas não são direitas, nunca correm bem. Corto o papel mais ou menos à medida, colo de um lado, corto do outro e quando se está quase a finalizar e a fazer a última dobra para colocar fita cola o que acontece? O papel é tão bom, mas tão bom mesmo, que um dos cantos rasga e lá fica o buraco. Vamos recomeçar de novo? Bora! Voltamos a repetir e as coisas parecem estar bem, só que ao chegar a casa percebe-se de novo que aquele papel amarelo de oferta com hipopótamos pendurados não vale nada. A opção? Desembrulhar e arranjar tudo de novo com algo decente.

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