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O Informador

08
Abr20

Pânico no supermercado

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Na quarta semana de quarentena a necessidade de entrar num supermercado aconteceu. Geralmente são os meus pais que têm feito as compras para casa, mas como tive de sair por umas horas e a fome surgiu tive de entrar no supermercado mais próximo, por acaso até dos mais calmos pela zona, para comprar algo para comer por não saber a que horas ficaria despachado. Só te posso dizer que senti pânico ao controlar todos os passos das pessoas com quem me cruzei, principalmente ao balcão onde tive de pedir o que pretendia e depois na caixa de pagamento.

Ainda não me tinha apercebido sobre esta situação, mas no momento em que atravei a entrada e passei a parte das frutas e legumes percebi que estava a fazer um olhar meio estranho de controlador, como um inspetor com visão raio-x. O que queria comer nem sabia mas fui até ao balcão da padaria e por acaso percebi que existiam pequenas pizzas disponíveis, vi um micro-ondas atrás, o que não existia antes, e perguntei se aquelas mini pizzas podiam levar um calor. E sim podiam. Tudo bem, mas só te digo que controlei a distância que deixei para o balcão, olhei para as luvas de quem me atendia, chegou novo cliente e medi se tinha deixado a distância de segurança marcada no chão, aproveitei e pedi um sumo natural para não ter de ir a outro recanto do supermercado. Aceitei o pacote com a pizza aquecida e o sumo de braços esticados e fui, fugindo dos corredores com clientes. Fui até à caixa e ia para as automáticas, mas lembrei-me que tinha de tocar no ecrã onde outros mexeram, seguindo então para uma caixa humana que estava sem fila. Paguei com contactless para evitar contacto com o dinheiro e não quis talão da compra. 

21
Mai19

Fiquei sem Café

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Nunca, mas mesmo nunca ou quase raramente, deixo que as cápsulas de café atinjam aqui por casa o estado de stock limitado. Só que este quase nunca desta vez foi ultrapassado, tudo porque recuso-me a comprar café sem ser em promoção. 

Nas últimas semanas as minhas idas ao supermercado têm acontecido com a normalidade do costume, o problema é que a passagem pelas estantes onde a cafeína abunda aconteceram como sempre mas os preços mais baixos não têm existido. O que se andará a passar para que em vários supermercados de grupos distintos nenhum café, das marcas que gosto de consumir, tenha andado em promoção pelas últimas semanas? Tenho andando a estranhar este caso que merece uma averiguação, uma vez que fiquei sem uma única cápsula em casa e agora estou a ressacar de café e não apetece sair à rua. Muito grave toda esta situação!

18
Abr19

Calma, já existe combustível!

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E acabou a greve dos condutores dos transportes de combustível. Após dias com todos a corrermos para os postos de abastecimento, eis que Governo, sindicato e ANTRAM entram em acordo e a greve terminou, com tudo a voltar a partir de agora à normalidade. 

A greve terminou e tudo ficou combinado para que pelos próximos meses as negociações comecem com a finalidade de valorizar a atividade de motorista de materiais perigosos. A partir de agora e de modo a lutarem pelos seus direitos, as três entidades irão reunir para definirem uma nova tabela salarial, subsídio de risco, formação especial, seguros de vida específicos e exames médicos complementares. 

Após este momento de informação, acrescento-vos que já vi boas pessoas a abastecerem com medo que o mundo terminasse e depois a fazerem as suas compras para a preparação dos dias de Páscoa, isto porque se não existe combustível os supermercados também ficariam a meio gás daqui a uns e poucos dias. 

 

01
Abr19

Promoções constantes

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As compras loucas em altura de descontos em supermercados e lojas especializadas pertencentes a grandes grupos comerciais fazem cada vez menos sentido mas ainda há quem não tenha percebido que não é necessário aproveitar o desconto de determinado produto hoje porque daqui a uns dias voltará à tombola dos preços baixos. Não acumulem em casa pelos preços baixos porque mais dia menos dia o mesmo produto ou o seu primo irão voltar a ficar com valores convidativos, numa rotina comercial que é uma constante e faz com que as mega promoções percam cada vez mais o efeito de outros tempos.

Nos dias que correm falar em descontos nas compras do dia-a-dia é uma constante. Numa ida ao supermercado os preços baixos invadem-nos por todo o lado. Existem artigos que semana sim, semana não, estão em constante alteração de preços e só não aproveita quem não quer. Tenho o exemplo das cápsulas de café. Em todas as idas ao supermercado vou ao corredor da cafeína para olhar para o valor em que está a ser vendida a marca que geralmente gosto. Hoje pode não estar em desconto, mas na próxima semana quando lá voltar é praticamente certo que o preço já está em destaque e mais baixo. Será que vou comprar café para durar um mês ou dois? Claro que não, sabendo que mais uma semana ou duas o mesmo produto ou outro da marca volta a ficar com preço promocional, bastando assim comprar uma ou duas caixas para ficarem de reserva, não tendo de encher a despensa de casa com mais que isso porque depois irei encontrar novos preços baixos. 

Com estes preços em constante alteração entre a normalidade e as promoções estas começam a ser desvalorizadas e a não terem o efeito que as direções comerciais desejam. Há uns anos pensar que um determinado produto estava em promoção era sinal para aproveitar e comprar várias doses para se aproveitar. Agora ver os preços baixos é sinal de normalidade que já não faz com que muitos, que pensam como eu, levem consigo um maior número de unidades sabendo que o mesmo preço voltará dentro de poucos dias a surgir. 

23
Mar19

Fiquei na dúvida... Lidl ou Lidlé?

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Eis que hoje apareceu-me pelos Termos de Pesquisa do blog a seguinte conjugação de palavras... lasanha do lidle.

A pois é, como não poderá alguém ficar na dúvida sobre o modo de escrita do nome do supermercado quando o mesmo é pronunciado de tanta maneira diferente? «Vais ao Lidlé?», «Viste o novo folheto do Líder?», «Compraste pão no Lidre?» ou ainda «Passaste pelo Lídel?».