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O Informador

Convites duplos | Monólogos da Vagina

07 e 08 de Setembro pelas 21h00

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O Teatro Politeama prepara-se para receber a partir de dia 07 de Setembro o espetáculo Monólogos da Vagina. Produzido pela Yellow Star Company e com encenação de Paulo Sousa Costa, a peça que tem esgotado sessão atrás de sessão, através das suas várias temporadas ao longo dos últimos anos, está de regresso marcado a Lisboa e desta vez no Teatro Politeama. Com sessões de Domingo a Quarta-feira, pelas 21h00 e com um elenco renovado e composto por Marta Andrino, Sofia de Portugal e Teresa Guilherme, o sucesso mantém-se assim em palco após ser visto por mais de sessenta mil pessoas de Norte a Sul do país. 

Abordando os mais variados temas do universo feminino e conjugais, a abordagem feita nestes conhecidos Monólogos rejeita complexos. Sexo, menstruação, prostituição, amor, orgasmo, violação, mutilação, imagem corporal e tudo o que puderes imaginar em torno do tema Vagina e também com os inúmeros significados e nomes comuns que são dados a esta parte física do corpo feminino vão estar em palco para convidar o público a pensar, comentar e passar um bom momento com este espetáculo que totalmente aconselho para mulheres solteiras, casadas, divorciadas e viúvas mas também para os seus companheiros, pais, irmãos, amigos e passados. Todos devem ver os Monólogos da Vagina que agora invadem a famosa sala lisboeta do Teatro Politeama. 

Elite 4 | Remexeu e abusou...

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E eis que na quarta temporada Elite continua com várias personagens já conhecidas mas ganha um novo fôlego com a chegada de um novo diretor e a sua família de três filhos ao colégio, Ari, Mencía e Patrick e também do príncipe Phillipe, estando estes quatro jovens destinados a mexer com as restantes personagens que transitaram do passado. Numa temporada que parece remexer no que já foi feito para dar de novo quase a mesma história com novos rostos, a nova fornada da série espanhola foi notoriamente realizada para colocar o público a comentar. Bastantes cenas de sexo, destruição pessoal e conflitos são a base da série juvenil que continua a fazer as delícias dos tops mundiais da Netflix. 

Numa junção entre o romance e as traições com bastantes cenas de nudez e onde os crimes e os interessem ganham destaque, a quarta temporada de Elite reúne em oito episódios um núcleo de personagens que demonstram que é em torno do sexo que tudo se pode resolver para se atingirem fins. Com atores com idades um pouco acima dos 20 anos mas a darem vida a personagens de 18, como tem vindo a ser hábito nas séries do género para facilitar todo o processo legal e ao mesmo tempo mostrar corpos definidos, Elite continua a trazer consigo a ousadia inserida no luxo, em vidas que parecem perfeitas mas que ao mesmo tempo escondem grandes problemas. Nesta temporada especifica olho para o enredo criado por Carlos Montero e Dario Madrona como que a percorrer um caminho paralelo do que pode ser considerado porno, mostrando demais e criando demasiadas cenas em determinados episódios em que parece que todos seguem as mesmas leis, levando a que as cenas sexuais surjam em demasia em tão poucos minutos seguidos, o que pode não correr bem no futuro junto da ideia de que "o que é demais enjoa".

Depois e falando da história rotativa que pode acabar por cansar por prender personagens e ao mesmo tempo apresentar novos núcleos como substituição. Elite parece ser daquelas produções que ao servirem poucos episódios por temporada acaba por não cansar, no entanto ao final de quatro temporada os mais atentos conseguem perceber que determinadas personagens estão rotuladas para seguirem um caminho sempre mais do mesmo. Os que se apaixonam e são usados, os traidores, os vadios e os problemáticos, sem querer falar nos conquistadores, os que estão sempre prontos para se meterem entre casais formados, os mal feitores e os vingadores. 

Nuno Nepomuceno lança O Cardeal

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Nuno Nepomuceno, o autor do grande sucesso A Morte do Papa e de outras obras publicadas pela chancela da Cultura Editora está de certo de regresso aos tops nacionais pelas primeiras semanas de 2021, tudo porque acaba de ser anunciado o seu novo livro, O Cardeal, onde a série de Afonso Catalão ganha continuidade após as últimas publicações conquistarem o lugar de bestsellers.

O Cardeal de Nepomuceno ficará em pré-venda no site da Cultura Editora de 14 de Dezembro a 13 de Janeiro e se fizeres a encomenda do teu exemplar neste período de tempo poderás ainda usufruir de um código de desconto exclusivo que oferecerá o valor dos portes de envio, de 3,50€. Sendo assim ao visitares o site da editora ao longo da campanha de pré-venda e colocares no espaço do código de desconto OINFORMADOR ficas a poupar e serás dos primeiros a receber o teu exemplar em casa. 

Para te aguçar o apetite sobre O Cardeal, deixo-te a sinopse deste novo thriller de Nuno Nepomuceno que de certo irá seguir as pisadas das suas últimas obras junto das boas opiniões dos leitores.

Dez anos de Instagram!

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Querida sociedade portuguesa e internacional, então ontem ninguém se lembrou que o nosso querido Instagram completou 10 anos? Andamos para aqui há uma década com a rede social da imagem de um lado para o outro, a mostrar o que queremos e a ver por vezes o dispensável e num dia comemorativo, 06 de Outubro de 2020, este décimo aniversário da rede social passa assim tão ao lado?!

Por aqui, e não ando pelo Instagram desde o início, a rede social da imagem continua a merecer o primeiro lugar das preferências, dentro das cada vez mais variadas opções que surgem no mercado. Já tentei enveredar por outros caminhos, é certo, mas depois percebo que está difícil deixar este pedaço de mal caminho que só tem revelado a importância da imagem nos tempos que correm. 

Neste aniversário a possibilidade de alterar o ícone da aplicação tornou-se possível, para isso basta ir até às definições, arrastar o ecrã para baixo e entre o atual, os antigos e pioneiros logótipos e mesmo novas sugestões, o ícone pode agora ser alterado consoante o utilizador bem entender, tudo numa celebração pela diversidade e memória. 

Parabéns ao Instagram! Parabéns para a minha conta! E Parabéns a todos os instagramers espalhados por este Mundo fora, quer sejam eles os pioneiros a aderirem à rede ou mesmo os mais recentes, aqueles que acabaram de abrir a sua conta e ainda estão a tentar perceber como as dezenas de redes sociais possíveis se encaixam numa só, num sistema de absorção perante toda a possível concorrência que surja e logo acaba por ter a sua cópia como adesivo num só local, o famoso Insta!

Warrior Nun | T1 | Não fiquei fã

Netflix

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Warrior Nun chegou à Netflix e em Portugal conquistou o top. Acredito que o facto de contar com a nossa Alba Baptista no papel central como Ava o tenha ajudado, embora esta série conte também com Joaquim de Almeida num papel de destaque. 

Contando de forma irreverente a história de um grupo de freiras ninja, que lutam contra demónios dentro do sistema da igreja católica, Warrior Nun está repleta de ação numa união onde se encaixa o poder e força do feminismo contra um bloco forte mundial que é a igreja e ao mesmo o enfrentar de entidades malignas. 

Warrior Nun não me agradou assim tanto como esperado por ter vários efeitos especiais pelo meio, o que não me atrai minimamente, e por seguir uma linha de heróis e guerreiros com poderes também eles inexistentes na realidade, o que para quem me segue saberá que este perfil de produção está dentro do estilo de séries e filmes que não acompanho. Acabei por ver diversas situações de cena como mal produzidas justamente devido aos efeitos especiais, principalmente nas lutas onde a tela une a gravação real com o poder da tecnologia, o que nem sempre correu bem por aqui, acabando algumas cenas a caírem no desespero por se querer fazer algo diferente sem um grande orçamento. 

Numa história que une o universo religioso com histórias de adolescentes, Warrior Nun concentra-se bastante em Ava, uma jovem tetraplégica que falece e que regressa à vida através do contacto com uma relíquia religiosa protegida pelo tempo, o Halo, voltando a ganhar esta jovem vida para lutar contra o mal que só ela consegue enfrentar. Com um enorme à vontade em cena, a nossa portuguesa Alba enfrenta a câmara com tanta empatia que acaba por funcionar perante o público que se deixa levar pela beleza, naturalidade, carisma e poder que a atriz transmite em cada cena onde tanto aparece como pode ser a narradora. 

Com bastantes entraves para com cada personagem em seguir em frente, com tudo a parecer separar cada elo possível para se enfrentar o mesmo mal, esta série de freiras ninjas, como sempre a apelidei, tem como objetivo investigar e quebrar a conspiração que é feita pela sucessão e luta pelo poder central da igreja. Com isto são várias as cenas de luta com bastante mistério pelo meio e perseguições loucas pelos corredores de edifícios históricos em busca da verdade sobre organizações secretas. 

La Casa de Papel 4 ainda se recomenda...

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A quarta temporada de La Casa de Papel volta a não dar tréguas, embora o receio de que tudo falhe continue a existir a cada renovação que é feita. 

Continuando o rumo que a série tomou no terceiro conjunto de episódios, nesta nova temporada começamos com o professor em fuga e ao mesmo tempo a reorganizar um plano após Lisboa ter sido apanhada. Com a restante equipa no interior da Reserva Nacional do Banco de Espanha, onde tudo parece controlado numa primeira fase mesmo com a ausência à distância do professor, a primeira fase destes novos episódios gira muito em torno do que se passa na tenda exterior das forças de segurança para se perceber se Lisboa consegue esconder os segredos do gangue ou a pressão acaba por a derrotar. Primeiramente esta temporada parece ser feita simplesmente para dar continuidade sem existirem grandes alterações, eis que a meio tudo muda. Os conflitos no interior do edifício acontecem como sempre, um novo vilão surge de forma inesperada entre os reféns e o caos fica instalado definitivamente. Com todos os planos virados do avesso, a série ganha novo alento e fica demonstrado que esta continuação do sucesso tem sido válida e recomenda-se.

A confiança dentro e fora do grupo é colocada em causa, na tenda a guarda e inspetores deitam tudo a perder com fugas de informação, os novos aliados exteriores do professor surgem de novos pontos, numa situação criada de forma muito rebuscada, mas aceitável, e o recurso aos flashbacks tem de acontecer de forma inevitável para explicar as alterações da história como combinações e ligações do passado, ficando sempre com a ideia de que esses factos são forçados pela necessidade da entrada de novas personagens por alguma porta, que nesta série só consegue ser explicada como se tudo já tivesse preparado há uns anos. 

De resto e seguindo a boa capacidade dos argumentistas de criarem sem defraudar as expetativas, da produção em manter a qualidade e com um elenco que não falha, tenho a destacar a capacidade de criarem novas personagens que se destacam pela positiva desde logo, dando força a que a história se desenrole e que o público se deixe levar por outras vedetas e deixe a preferência de quem vai ficando para trás a favor da necessidade de renovação. 

Toy Boy, o sucesso da quarentena

Netflix

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Uma nova série espanhola, primeiramente transmitida pela Antena3, chegou à plataforma Netflix e rapidamente subiu aos mais vistos em vários países, incluindo Portugal, virando um sucesso que poderei dizer que seja inesperado quando se vê somente o primeiro episódio.

Acompanhando a história de um stripper que passou sete anos na prisão e que pretende já em liberdade apurar toda a verdade sobre um crime que não cometeu, em Toy Boy acabamos por conhecer também os membros do clube onde Hugo volta a trabalhar, uma jovem advogada que o defende e ajuda e duas famílias ricas que têm tudo para o voltar a tramar. Os meandros da noite e do dinheiro, o poder das influências e as relações estão em grande destaque nesta série que pode ser considerada como um thriller que une o crime com o erotismo num processo de interesses cheio de altos e baixos. 

Em geral e no conjunto dos 13 episódios posso dizer que gostei, existindo uma história corrida onde todos os ingredientes se juntam sem cansar e sem mostrar muito do que vai acontecer a seguir. Cada episódio traz consigo um novo novelo para ser resolvido e para ajudar a provocar o interesse ascendente que Toy Boy transmite até ao final onde crimes e cumplicidades ficam aparentemente resolvidos. Não poderei revelar muito sobre a história e muito menos o final, no entanto deixo o meu desabafo sobre uma cena mesmo nos últimos momentos. Será que aquela morte existiu mesmo? Espero que tudo não passe do susto repetido em várias séries, mas por agora, fiquei desiludido e em espera para ser surpreendido nesse ponto.

Com um elenco competente mas com uma falha ou outra entre novatos e atores de corpo sem talento, esta produção contém um bom enredo e um bom trabalho de imagem, o que não conjuga com as falhas em pequenos pormenores como perucas mal disfarçadas e adereços que de cena para cena por vezes são esquecidos. Pela positiva acertou no tempo, na história e na junção de temas, sendo num todo uma surpresa bastante agradável dos produtores responsáveis também por La Casa de Papel e Elite

Elite 3 | Continua o sucesso...

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Três temporadas e a renovação do sucesso continua a imperar para com o fenómeno da série espanhola Elite. O mistério em torno de um crime continua a ser a arma forte desta série Netflix onde não falta um bom e muito bem conduzido argumento. 

Usando a fórmula das temporadas anteriores, Elite não perde o ritmo e não esquece o que já aconteceu nos episódios anteriores, baseando-se ainda na morte de Marina logo na primeira temporada. Continuando a destacar as diferenças sociais, onde temas como o preconceito, aparência, chantagem, influência, hierarquia, poder, traição e submissão se cruzam com paixões, jogos de sedução, homossexualidade, drogas, doenças e crimes que se destacam na vida de um grupo de jovens estudantes de um colégio privado onde todos têm o seu lugar. 

Vivendo de grandes reviravoltas e recheada dos dramas habituais e que levam a algumas personagens a ganharem um maior destaque ao longo da temporada, a terceira fase de Elite retrata o ano final para muitos antes da passagem para a universidade, mostrando as preocupações, o poder económico para se seguir em frente, as bases para se conseguir e o que outros fazem para que os jogos de sedução os consigam levar em diante numa vida estudantil. Com isto e porque as entradas e saídas de personagens são fundamentais para ajudar a movimentar a histórias, dois novos alunos chegam ao colégio, negros por sinal, o que é uma estreia na série, e ambos trazem consigo as oportunidades para mexerem com o que teoricamente já estava estabelecido nas relações existentes. Apresentados como novos pares amorosos, rapidamente se entende que estes dois novos alunos não surgem somente com essa finalidade, mexendo com outros pontos e personagens para fazerem mexer e tocar em outros temas como os interesses e traições dentro do próprio seio familiar. 

A par de tudo isto existe o crime habitual para ser debatido e deixar o espetador curioso e em suspenso para descobrir quem o praticou. O assassinado é logo revelado de início, restando saber, como sempre, quem praticou o ato e esse é dos mistérios bem guardados mesmo até ao último episódio, que simplesmente posso revelar que me deixou surpreso por tudo o que acontece, pela forma como cada cena é tratada para que nada falhe na preparação de uma quarta fase que deverá surgir em breve. 

Ana com A | Temporada 3

Anne With An "E"

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Se existe série que gostei de seguir e que infelizmente, por decisões que não correspondem aos gostos do público, termina na terceira temporada, é Ana com A, com o título original Anne With An "E".

Estreou na plataforma Netflix em 2017 com uma temporada de sete episódios. Em 2018 foi renovada com mais dez capítulos e no início de 2020 viu os derradeiros dez episódios disponíveis. Três temporadas em crescendo, tanto em qualidade de produção como a nível de história, a narrativa que conta a vida da jovem Anne prendeu, mesmo que de início tenha sentido vontade de deixar de ver a série pela irritação que esta personagem me causou por ser muito mexida, metida com tudo e sem papas na língua, o que quando surge em demasia cansa, tal como na vida real. De cabeços ruivos, sardas e muito atrapalhada, Anne é a jovem órfã que ganha uma nova família que a obriga a alterar hábitos e manias. Cheia de sonhos e boa vontade para seguir em frente sem deixar os que ama para trás, dando sempre a volta aos contratempos que vão surgindo, esta jovem acaba por ser a união de quem a rodeia.  

Nesta terceira temporada não existem exceções e tudo se adensa. A rebelde e teimosa Anne sem perder o protagonismo, tem nesta derradeira temporada novos confrontos e decisões a serem tomadas, existindo espaço também para que outras personagens tenham ganho um maior destaque por verem as suas histórias com um maior desenvolvimento. Os primeiros amores, as etnias, o racismo, a perda e as conquistas, as mudanças sociais, a aceitação e os avanços para novos mundos e em grande destaque, o poder e a importância que a mulher ganhou na época. Nesta terceira temporada de Ana com A os facilitismos não acontecem e todos têm a ganhar quando existe uma alma tão pura e sensata como a de uma miúda que procura o seu passado para conseguir finalmente ser feliz com o que tem. 

Ding Dong | Yellow Star Company

Comédia

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Leste a sinopse que está na imagem? Que tal? Parece ser o início de uma boa comédia ou nem por isso? Um marido enganado que sabe de tudo e cria um cenário para se vingar e dar a volta a toda a situação. Parece ser daquelas histórias de amor e traições que tanto já se viu pelo teatro, novelas e salas de cinema não é? Mas não, isto porque além de Ding Dong ser do mesmo autor do sucesso Boeing Boeing, Marc Camoletti, que em Portugal esteve em cena com várias temporadas durante anos, o elenco escolhido pela Yellow Star Company para esta nova aposta é tão perfeito que todos encaixam nas suas respetivas personagens como luvas feitas por medida. 

Andreia Dinis, Gonçalo Diniz, João Didelet, Melânia Gomes, Núria Madruga e Sofia Baessa formam o elenco escolhido onde marido enganado e sua respetiva esposa com amante e uma companheira deste por empréstimo e a verdadeira mulher se cruzam com uma louca empregada bastante interventiva. Uma comédia? Mais que isso, esta é a comédia que a Yellow Star Company preparou para encher a sala do Teatro Armando Cortez pelos próximos meses e pela primeira sessão a que assisti só posso dizer que o sucesso estará de certo do lado de Ding Dong.

O público ao logo de quase duas horas de sessão, com direito a intervalo, gargalhou, aplaudiu, comentou e esperou pelo que estava para acontecer. Tudo é feito de forma rápida, sem cansar, com um bom texto e bem trabalhado onde os atores conseguem ter a capacidade de improvisar consoante a receção que estão a ter da plateia. Tudo parece estar bem sincronizado, desde a prestação de elenco, e aqui tenho que destacar que Melânia Gomes ganha um destaque enorme por estar num aquário onde está totalmente perfeita, a comédia, embora todo o elenco esteja bem. Um cenário simples e colorido como este estilo de produção pede, tempos perfeitos, e sincronização exímia.