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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

01
Mai19

Sem sonhar

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Geralmente quando as conversas partem para o mundo dos sonhos ao longo do sono, não os sonhos por realizar, deixo-me ficar ausente e tenho mesmo de assumir que sou um ser que raramente consegue que as noites sejam abençoadas com histórias imaginadas. 

As pessoas com quem falo sobre sonhos acham bem estranho a minha ausência destes bons momentos e por vezes questionam mesmo sobre a felicidade que existe ao passarem as horas de sono a saltar por mundos imaginários e com a criação de peripécias e situações que no dia-a-dia não acontecem.

Deverei ser uma pessoa triste por não conseguir ter sonhos ao longo das minhas horas de sono? É mesmo muito raro acordar de manhã e lembrar-me do que foi acontecendo na minha mente ao longo do tempo em que me mantive ausente, em descanso e onde não flutuei, viajei ou conheci novos espaços porque a minha mente não flui enquanto está parada.

24
Jul18

Citações | 31 | (Des)acreditar

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Quando os que amas não acreditam em ti, perdes o teu mundo. Tens de encontrar duas forças: continuar a amá-los e continuar a sonhar. Os seus risos de incredulidade e descrença são piores que a mesquinhez dos escorpiões. No fim, pedem-te perdão. Dizem que sentem orgulho em ti. 

Catarina Rodrigues, no livro 1001 Coisas que Nunca Te Disse, lançado pela Oficina do Livro

21
Jan18

Divagações

O Informador

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Hoje apetece-me iniciar o dia a divagar! Divagando sobre tudo e mais alguma coisa porque se o pensamento se deixa levar por outros caminhos acabamos por vaguear por aí, percorrendo territórios e imaginações que nos ajudam a transportar a mente para outros locais onde não marcamos presença física mas conseguimos fantasiar e acreditar que nem todos os momentos reais que acontecem tenham que ser vividos sem uma pitada de esquecimento em momentos onde a mente se deixa levar e ignora situações menos positivas ou que nos deixam menos bem ao longo do dia. 

Divago tanta vez através da criação de histórias mentais que logo terminam e ficam deixadas onde foram criadas, deixando-me levar por longos minutos onde parece que o tempo para quando faço pequenas pausas e me deixo ficar, sem querer pensar em algo de concreto, mas deixando a mente livre para entrar numa realidade existente mas onde não estou naquele momento. Deixo-me facilmente levar para além da realidade, viajando por locais conhecidos, recordando situações e criando vontades que na maioria dos casos não se tornam possíveis no futuro mas que naquele momento me conseguem deixar um pouco mais completo.

É tão bom divagar sem ter um tema em concreto, deixar que a mente flutue e nos leve por ai, caminhando ao acaso e onde a verdade real do momento acaba por ficar num campo afastado e quase fora do contexto que na verdade queríamos estar a viver naquele exato minuto. Divagar é acrescentar um ponto ao ponto fulcral da história, encontrar um rumo desnecessário mas que para cada um, de forma individual, faz sentido. Entrar num caminho distante onde a vontade de criação é um bem necessário para saltarmos fora de um barco que nem sempre nos convém e é aí que tantas vezes somos levados pela nuvem onde o som real desaparece, a visão parece ficar turva e a realidade acaba por ser a que não está no nosso presente físico mas sim no consciente de cada um, tal e qual como é criada de forma individual.

17
Mar13

Sonhos, não os tenho!

O Informador

Todos dizem que quando dormem sonham bastante e depois lembram-se de tudo. Eu raramente sonho e mesmo que isso aconteça todos os dias, então eu nunca me lembro de nada.

É muito raro, e quando digo muito raro, é mesmo porque só de longe a longe acordo e me lembro do que se passou na minha mente durante as horas em que estive a descansar. Eu não sonho, digo isto e ninguém acredita, mas é verdade. Na minha mente existe algo que me bloqueia e não me deixa partir para outras bandas através do pensamento durante o tempo em que estou a descansar. Porque razão isto acontece, não sei, mas o que é certo é que é mesmo verdade... Eu não sonho!

O que acontece por vezes é que nas últimas horas de sono, naquelas em que estamos prestes a acordar, estou a viver um pesadelo terrível e aí quando acordo lembro-me do que sonhei. Esses pesadelos geralmente retratam os meus medos do dia-a-dia fazendo também com que tenha umas horas com algum mau feitio porque estou sobre o efeito do que andou pela minha mente, e como são coisas de que não gosto, só piora a situação com o meu mau feitio.

É raro eu acordar e lembrar-me dos meus sonhos e quando me lembro é porque estive num pesadelo e não num sonho onde tudo é belo e idílico.

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