Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

22
Set19

Do elefante para o pássaro

De Jumbo para Auchan

auchan.jpg

 

O grupo Auchan resolveu deixar cair recentemente as marcas Jumbo, Jumbo Box e Pão de Açúcar para tornar todas as lojas Auchan. E o engraçado disto tudo é perceber que o grupo, que não é líder, estando somente na preferência dos portugueses atrás do Continente (Sonae) e Pingo Doce (Jerónimo Martins), deixou de ter como imagem de marca o forte elefante com o trevo de quatro folhas na tromba para ter um pequeno e frágil pássaro. Passaram de reis a voadores sem rumo?

Será com uma imagem que reduz o poder e porte da anterior que mostrarão a força que querem impor no mercado? A Jerónimo Martins aboliu a certa altura a marca Feira Nova para juntar tudo com a forte insígnia Pingo Doce, a Sonae deixou o Modelo e Bonjour para só existir a grande marca Continente. O grupo Auchan deixou agora tudo de lado para deixar as suas lojas com o nome da própria empresa mãe que não é assim tão influente.

Qual será o objetivo se tudo continuou igual, agora com um nome mais internacional, um slogan pouco apelativo - «Militantes do Bom, São e Local» - e a figura de um animal sensível para deixar cair a força da imagem anterior que podia ser perfeitamente renovada para os tempos modernos?

29
Mar19

A roupa infantil da discórdia

zippy.jpg

Nos últimos dias a discórdia surgiu entre pais e educadores quando a marca de roupa infantil Zippy lançou a sua nova coleção sem género para crianças entre os 3 e os 14 anos. Quando anunciada esta futura nova coleção logo se sentiu um certo azedume pelas redes sociais, mas agora que a mesma foi lançada para o mercado as reações foram mais que muitas. 

Neste momento e após perceberem que parte da nova coleção disponível da Zippy para crianças não tem género, muitos anunciaram boicote à marca de que eram consumidores porque, segundo inúmeros comentários deixados pelas redes sociais, esta ideia das peças poderem ser utilizadas de forma indiferenciada entre rapazes e raparigas não faz sentido nos tempos que correm. 

Para a marca pertencente ao grupo Sonae, este lançamento aconteceu com o objetivo de «celebrar a individualidade e liberdade de expressão de cada um», pretendendo quebrar barreiras e estereótipos com uma coleção onde a cor é a estrela maior para todos. A Zippy não é pioneira com esta ideia, existindo mesmo marcas mundiais que somente lançam coleções sem género como é o caso da britânica John Lewis e de marcas mais pequenas como a Tootsa e a Claude & Co.

Infelizmente e em Portugal a sociedade pelos vistos gosta de estar no passado, onde as roupas infantis também já passaram por uma fase onde não existiam diferenças entre rapazes e raparigas. Mas agora e quando se fala na igualdade de género, existem núcleos que defendem que meninos têm as suas roupas especificas e as meninas outras. Muitos têm sido os comentários deixados nos murais das redes sociais da marca mostrando algum descontentamento por muitos e até tenham criado a hashtag #DeixamAsCriançasEmPaz. «Como não pactuo com a agenda ideológica, a Zippy acaba de perder uma cliente assídua, com vários filhos. Não voltarei a fazer compras nesta loja», afirma uma, pelos vistos, ex-cliente. Ao que outro acrescenta, «Não sei qual foi a intenção desta campanha, ainda, para mais nesta altura, onde não se fala de outra coisa. Terá sido intencional? Ou um infeliz acaso? Independentemente, de sim ou não, a Zippy neste momento está fora das minhas escolhas para os meus filhos». A sério mesmo? Olho para as imagens desta nova coleção e não vejo mal algum entre as peças lançadas. São thsirts, polos, casacos e afins de cor que tanto raparigas como rapazes podem vestir e já outrora vestiam, só que a marca os dividia entre duas coleções e agora estão uniformizados. 

26
Jun16

Mercadona, de Espanha para Portugal!

mercadona.jpg

Mercadona é um dos grupos comerciais mais fortes de Espanha e agora está a fechar os últimos acordos para entrar em força no mercado português com a finalidade de fazer frente às empresas nacionais responsáveis pelo Pingo Doce, Continente e Jumbo! 

Com o mercado do país vizinho conquistado há alguns anos, agora será a vez de chegarem a Portugal para afirmarem que o cliente é quem manda na hora de comprar!

Com um investimento inicial previsto de 25 milhões de euros e a criação de mais de duzentos postos de trabalho pela primeira fase nas grandes cidades a acontecer em 2019, como está programado, o grupo Mercadona pretende iniciar pelo nosso pais a expanção internacional da empresa com o objetivo futuro a piscar os olhos a outros territórios. 

22
Abr16

Caixas automáticas sem contribuinte

Se por um lado as caixas automáticas dos supermercados roubam empregos e por isso não concordo, não poderei também dizer que não dão jeito porque as uso quando vou comprar pouca coisa e quero despachar-me. Um pau de dois bicos neste caso! A questão que agora coloco insere-se dentro do ramo fiscal!

O problema que existe, pelo menos neste tipo de caixas nos supermercados Continente, é que não existe o local adequado para colocarmos o número de contribuinte! Até agora ainda não consegui colocar o contribuinte no final da fatura quando recorro a uma caixa automática nos supermercados Continente. Não percebi ainda se somente é da falta de procura por ter de me dirigir a alguma área do programa ou se simplesmente a questão não existe, porque de facto, e tal como acontece por outros supermercados, antes do ato de pagamento o cliente é questionado se quer ou não colocar o seu número das finanças, ficando ai ao seu critério. Nos supermercados Sonae a questão nem se coloca, talvez por algum motivo especial, não sei!