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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

29
Mar19

A roupa infantil da discórdia

O Informador

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Nos últimos dias a discórdia surgiu entre pais e educadores quando a marca de roupa infantil Zippy lançou a sua nova coleção sem género para crianças entre os 3 e os 14 anos. Quando anunciada esta futura nova coleção logo se sentiu um certo azedume pelas redes sociais, mas agora que a mesma foi lançada para o mercado as reações foram mais que muitas. 

Neste momento e após perceberem que parte da nova coleção disponível da Zippy para crianças não tem género, muitos anunciaram boicote à marca de que eram consumidores porque, segundo inúmeros comentários deixados pelas redes sociais, esta ideia das peças poderem ser utilizadas de forma indiferenciada entre rapazes e raparigas não faz sentido nos tempos que correm. 

Para a marca pertencente ao grupo Sonae, este lançamento aconteceu com o objetivo de «celebrar a individualidade e liberdade de expressão de cada um», pretendendo quebrar barreiras e estereótipos com uma coleção onde a cor é a estrela maior para todos. A Zippy não é pioneira com esta ideia, existindo mesmo marcas mundiais que somente lançam coleções sem género como é o caso da britânica John Lewis e de marcas mais pequenas como a Tootsa e a Claude & Co.

Infelizmente e em Portugal a sociedade pelos vistos gosta de estar no passado, onde as roupas infantis também já passaram por uma fase onde não existiam diferenças entre rapazes e raparigas. Mas agora e quando se fala na igualdade de género, existem núcleos que defendem que meninos têm as suas roupas especificas e as meninas outras. Muitos têm sido os comentários deixados nos murais das redes sociais da marca mostrando algum descontentamento por muitos e até tenham criado a hashtag #DeixamAsCriançasEmPaz. «Como não pactuo com a agenda ideológica, a Zippy acaba de perder uma cliente assídua, com vários filhos. Não voltarei a fazer compras nesta loja», afirma uma, pelos vistos, ex-cliente. Ao que outro acrescenta, «Não sei qual foi a intenção desta campanha, ainda, para mais nesta altura, onde não se fala de outra coisa. Terá sido intencional? Ou um infeliz acaso? Independentemente, de sim ou não, a Zippy neste momento está fora das minhas escolhas para os meus filhos». A sério mesmo? Olho para as imagens desta nova coleção e não vejo mal algum entre as peças lançadas. São thsirts, polos, casacos e afins de cor que tanto raparigas como rapazes podem vestir e já outrora vestiam, só que a marca os dividia entre duas coleções e agora estão uniformizados. 

26
Nov17

Curtas e Diretas #95

O Informador

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Já alguém comeu um Pastel de Natal da Bagga do Continente? Pela zona o Pastel de Natal da cafetaria do supermercado da Sonae bate aos pontos os que são vendidos na mesma loja! Só de pensar já me apetece sair de casa e ir ao Continente pedir o Menu Café/Pastel de Nata por 1€.

26
Jun16

Mercadona, de Espanha para Portugal!

O Informador

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Mercadona é um dos grupos comerciais mais fortes de Espanha e agora está a fechar os últimos acordos para entrar em força no mercado português com a finalidade de fazer frente às empresas nacionais responsáveis pelo Pingo Doce, Continente e Jumbo! 

Com o mercado do país vizinho conquistado há alguns anos, agora será a vez de chegarem a Portugal para afirmarem que o cliente é quem manda na hora de comprar!

Com um investimento inicial previsto de 25 milhões de euros e a criação de mais de duzentos postos de trabalho pela primeira fase nas grandes cidades a acontecer em 2019, como está programado, o grupo Mercadona pretende iniciar pelo nosso pais a expanção internacional da empresa com o objetivo futuro a piscar os olhos a outros territórios. 

22
Abr16

Caixas automáticas sem contribuinte

O Informador

Se por um lado as caixas automáticas dos supermercados roubam empregos e por isso não concordo, não poderei também dizer que não dão jeito porque as uso quando vou comprar pouca coisa e quero despachar-me. Um pau de dois bicos neste caso! A questão que agora coloco insere-se dentro do ramo fiscal!

O problema que existe, pelo menos neste tipo de caixas nos supermercados Continente, é que não existe o local adequado para colocarmos o número de contribuinte! Até agora ainda não consegui colocar o contribuinte no final da fatura quando recorro a uma caixa automática nos supermercados Continente. Não percebi ainda se somente é da falta de procura por ter de me dirigir a alguma área do programa ou se simplesmente a questão não existe, porque de facto, e tal como acontece por outros supermercados, antes do ato de pagamento o cliente é questionado se quer ou não colocar o seu número das finanças, ficando ai ao seu critério. Nos supermercados Sonae a questão nem se coloca, talvez por algum motivo especial, não sei!

21
Dez15

O supermercado da Vila

O Informador

E ao final da tarde passei pelo novo Continente para umas compras rápidas e ainda bem que esta superfície conta com as caixas automáticas porque todas as outras estavam mais que lutadas com filas enormes, isto a quase uma semana após a abertura. 

Será que existia assim tanta falta de supermercados para agora este novo espaço da Sonae estar cheio e mais cheio a toda a hora? O parque de estacionamento lutado, as caixas lutadas, algumas prateleiras a meio gás mas com boas promoções em destaque por todos os corredores. Está moderno, cheira a novo e foi estudado para não terem de existir grandes mexidas ao longo dos próximos anos.

O que não faltou nesta ida ao supermercado da vila foi a situação do costume... Sempre se conhece alguém, sempre se pára pelo caminho para falar aquele, aquela e aos outros e o tempo que poderia ajudar a umas compras rápidas acaba por esticar!

25
Fev15

Escravatura nos supermercados

O Informador

Andava eu por aí a vaguear, quando encontrei o texto que passo a citar pelo blog L'Obéissance est morte. Aqui, a sua anónima autora, mostra o que muitos trabalhadores do nosso país passam pelas grandes empresas que mandam na economia e acabam por fazer o que querem. Não me consigo identificar com este caso por não ter passado por algo semelhante, no entanto já me foram relatadas situações do género que ocorreram dentro de outros grupos comerciais, o que mostra que todos são iguais, mas aqui existe um nome, Sonae/Continente!

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Os hipermercados são um lugar horrível: cínico, falso, cruel. À entrada, os consumidores limpam a sua má consciência reciclando rolhas e pilhas velhas, ou doando qualquer coisa ao sos hepatite, ao banco alimentar ou ao pirilampo mágico. Dentro da área de consumo, cai a máscara de humanidade do hipermercado: entra-se no coração do capitalismo selvagem. O consumidor, totalmente abandonado a si próprio (é mais fácil de encontrar uma agulha num palheiro do que um funcionário que lhe saiba dar 2 ou 3 informações sobre um mesmo produto), raramente tem à disposição mercadorias que, apesar do encanto do seu embrulho, não dependam da exploração laboral, da contaminação dos ecossistemas ou de paisagens inutilmente destruídas. Fora do hipermercado, os produtores são barbaramente abusados pelo Continente (basta que não pertençam a uma multinacional da agro-indústria), que os asfixia até à morte e, quando há um produtor que deixa de suportar as impossíveis exigências que lhe são impostas, aparece outro que definhará igualmente, até encontrar o mesmo fim. Finalmente, nas caixas do hipermercado, para servir o consumidor como escravos idênticos aos que fabricaram os artigos comprados, estamos nós.

O hipermercado está portanto no centro da miséria que se vive hoje no mundo. O consumidor, o produtor e nós temos uma missão comum: contribuir para que os homens mais ricos do planeta fiquem cada vez mais ricos – contribuir para que a riqueza se concentre como nunca antes na história. Se somos todos diariamente roubados e abusados, é por este mesmo e único motivo.

Vou-vos relatar apenas a minha banal experiência diária (sem pontos de exclamação já que o escândalo é comum a qualquer um dos tópicos que irei descrever). Espero que sirva de alguma coisa, apesar de saber que ninguém se incomodará muito com ela. Afinal, é a mesma selva que está já em todo o lado.

 

  • 1 – salário

Trabalho 20h semanais em troca de 260€ mensais, o que dá pouco mais de 3€ por hora. Que isto se possa pagar a alguém em 2015 devia ser motivo de vergonha para um país inteiro. Que seja um milionário a pagar-me esta esmola devia dar pena de prisão efectiva.

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