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O Informador

21
Abr20

A molha da quarentena

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Os últimos dias não têm andado estáveis no que toca ao tempo. Ora está sol, ora chega a chuva e por vezes até os travões. Há dias aqui o chico esperto decidiu ir fazer o treino diário da quarentena, como tem sido hábito, mas como tinha estado a chover durante horas e o sol naquele momento brilhava, consultei a meteorologia no telemóvel e tudo indicava que podia sair porque não iria chover no espaço de três horas.

Alterei a roupa, calcei os ténis, telemóvel no bolso, auscultadores no seu devido lugar e lá fui eu. Optei por seguir um novo percurso para não seguir sempre os mesmos caminhos e eis que quando estava quase a meio do percurso para começar a iniciar a rota em direção a casa, as nuvens começaram a conferenciar para me tramarem. Em menos de cinco minutos os primeiros pingos surgiram, conseguindo resguardar-me por baixo de um espaço abandonado, aguardando que as melhorias surgissem. Com o que parecia acalmar da chuva, voltei à estrada e começei a seguir em direção a casa, já que o céu parecia voltar a limpar, mas eis que quando a uns dois quilómetros de casa recomeçou a chover, nada ao de leve, com pingos bem grossos e sem cessar. 

Corri, andei de forma mais rápida e só pensava que tinha de seguir por não existir onde me esconder de tanta água até chegar à aldeia que parecia cada vez mais longe. A chuva não parou nem acalmou e só mesmo quando já me consegui recolher por baixo de uma varanda é que a massividade da chuva acalmou e segui a andar para casa sem cair pingo algum. 

 

20
Fev20

Frio ao Sol

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Fevereiro chegou e prometeu umas ligeiras e subidas de temperatura. Na verdade o sol tem feito frente à chuva, só que o frio continua a arrasar com os nossos ossos e parece tardar em desaparecer. 

Durante estes últimos dias o sol tem brilhado bem alto e quando se acorda a vontade é abrir as portadas e ficar pela varada a aproveitar o que aparentemente parece uma manhã quente. No entanto quando saímos as portas a perceção é bem diferente. O frio faz-se sentir, abafando por completo os raios de sol que brilham mas que pouco conseguem fazer quando o corpo necessita de verdadeiro agasalho para que não viremos pedras de gelo. Está um frio de rachar numa luta desigual entre o sol que brilha bem forte e estas frentes frias que parecem tiradas de congeladores bem fortes. 

01
Set18

Fim da mudança de hora

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A discussão já vem detrás, mas agora parece ser tida a conta. A Comissão Europeia irá colocar a votação uma proposta para acabar com a mudança de hora, seguindo a vontade da maioria da população que num estudo mostrou que mais de 80% dos europeus prefere que as alterações de horário entre o Inverno e o Verão terminem. 

Com isto e caso a votação venha a ser positiva, o horário de Verão será mantido, fazendo com que ao longo do Inverno o dia se inicie mais tarde, com o sol a nascer por volta das 09h00, podendo originar algumas alterações nas rotinas de todos nós ao longo do tempo. 

Especialistas do sono europeus já se opuseram a esta solução que a Comissão Europeia poderá levar em diante. O português Joaquim Moita, responsável pelo Centro de Medicina do Sono do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e da Associação Portuguesa do Sono já se manifestou sobre esta questão, referindo que «Se acabar a hora de inverno, entre os meses de novembro e janeiro iremos estar às 08:15 ainda com noite escura», o que «não será benéfico e o desempenho cognitivo e físico podem ficar comprometidos. As crianças e os adolescentes já deviam ir bem acordados para a escola e, para acordar bem, o cérebro precisa de exposição ao sol, à luz solar», uma vez que a maioria das aulas se iniciam por volta das 08h25. 

05
Ago17

Verão estranho em Agosto

Agosto de 2017 não está a começar da melhor maneira como o mês mais quente e que a todos convida para assentarem arraiais pelas praias deste país. Várias horas em que o sol fica tapado pelas nuvens, um vento desagradável para quem gosta de desfrutar da praia em sossego e sem levar com areia a todo o momento e as ameaças esporádicas de chuva não ajudam nada os fãs deste mês para tirarem umas ricas férias onde sonham atingir um bronze perfeito para regressarem ao dia-a-dia com um vigor reforçado graças ao sol e ao descanso que obtiveram. Parece-me que o querido mês de Agosto este ano não está de modas e deixou-se influenciar por um tempo mais virado para o Outono.

Nunca fui fã de tirar férias nestas semanas supostamente mais quentes e com as multidões a invadirem as praias, os estabelecimentos comerciais em zonas tradicionalmente mais movimentadas neste período e os preços a serem inflacionados a pensar no consumismo desenfreado a que os dias de pausa como que obrigam por existirem subsídios para gastar. Mas é certo que a maioria dos portugueses continua a apostar nas semanas de Agosto para tirarem férias, mas este ano parece que tiveram azar se o tempo continuar frouxo e a fazer caretas ao longo dos dias. Não está um calor constante, não existe um céu limpo de manhã à noite, existindo sim a presença de vento que arrasta areias movediças pela praia fora e um nevoeiro por vezes desmoralizador, deixando aquela ideia de um Verão com altas temperaturas de lado.

22
Fev17

NASA revela o sistema Trappist-1

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A NASA criou suspense durante semanas sobre o anúncio que tinha a fazer e eis que a revelação acabou por ser positiva. Afinal de contas existem sete novos, pelo menos para nós, planetas numa zona de habitabilidade de uma estrela. E o mais curioso é que um deles tem fortes probabilidades de ter água e assim ser possível existir ou vir a existir vida, já que as semelhanças com a Terra existem. 

De nome Trappist-1, este sistema conta com um estrela bem mais pequena que o nosso Sol e a visão de e para todos os planetas é possível como se estivéssemos a olhar para a Lua, já que existe maior proximidade entre cada planeta. 

Os cientistas mostram-se bastante interessados com este novo passo já que a partir daqui será possível a investigação numa outra escala sobre a vida extraterrestre e o que está para além do que já era conhecido. Existirá assim uma nova Terra capaz de suportar vida? 

Os dados estão lançados e a partir daqui é observar e procurar novas matérias para que possamos ficar a conhecer um pouco mais sobre o que poderá existir ou terá existido nos recentemente descobertos nossos planetas «vizinhos».