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O Informador

07
Set20

Eh pah, respeitem e não chateiem!

 

As pessoas ou são somente incompetentes e egoístas ou então comem gelados com a testa enquanto se acham as rainhas do baile dos incompreendidos e mal pagos. 

Mais de seis meses após os cuidados para com a higiene serem reforçados com a chegada do Covid19 a Portugal existe ainda muito ser ignóbil a viajar pela maionese perante este tema. O que me incomoda por não se tentarem precaver a si próprios é o facto de colocarem também os outros em risco e mesmos os seus familiares e amigos mais próximos por adorarem desrespeitar as regras.

Será que custa assim tanto aos seres inúteis que andam por ai colocarem álcool gel na entrada dos estabelecimentos? É assim tão difícil compreender que se todos seguirmos as regras o risco de contágio acaba por ser menor, quer seja com a utilização de máscaras, quer seja por tocarmos nos locais onde todos podem tocar, na presença em locais bastante movimentados por mais tempo que o necessário, etc, etc, etc...

Vamos tentar respeitar e precaver o nosso próprio bem e o dos outros e aliar a esses cuidados um ligeiro toque de educação quando vos pedirem precaução e cuidados para não responderem mal e terem de levar respostas que vão de encontro ao que proferem com mau tom primeiramente. A solução de quem se quer proteger destes seres é ouvir e nada dizer, correndo o risco ou colocar parede pela frente e dizer que sem se cuidar não poderá seguir o seu percurso tão desejado onde colocará os outros com uma maior probabilidade de perigo?

17
Ago20

Viver um dia de cada vez

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Pensar, refletir, sentir, acreditar, tudo muito bonito desde sempre mas na prática podemos viver o presente e o futuro sem os sucessivos pontos de interrogação que se impõem perante os outros?

Podemos no atual presente agir e revelar sem pensar em que ponto isso poderá afetar o próximo numa sociedade cada vez mais sensível em que uma simples palavra mal colocada pode gerar confrontos de ideias desnecessários porque faixas da população andam sedentas para danificarem a solicitação social, arranjando protestos contra tudo e mais alguma coisa por se sentirem melindrados porque por vezes optam por entender os desabafos de outros como lhes interessa e não com a verdade com que é dita?

Nesta nossa sociedade andamos em constante movimentação de aprendizagem e desenvolvimento para conseguirmos lidar com cada pessoa que nos aparece pela frente, medindo os vários pontos da balança para saber levar a nossa ideia em diante sem quebrar o sentido pretendido e que mentes conflituosas e prontas a criar protestos se manifestem de viva voz por se sentirem afetados com tudo e mais alguma coisa que aconteça ao seu redor. 

30
Jul20

Atrofio de comportamentos

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As pessoas podiam ter aprendido a respeitar o espaço de cada um com esta situação pandémica, mas não, neste momento e com a situação mais controlada e uma maior liberdade, muitos se acham no direito de desrespeitarem regras e obrigações para com os cuidados de higiene a serem seguidos para uma boa interação social para que todos possamos sentir uma maior segurança. 

Trabalho com o público e por vezes é mesmo necessário fazer má cara ou responder de forma mais dura a certas personagens que não querem seguir as normas formalizadas pelo estado governamental para com todos os cuidados a manter para com a higienização dos espaços e das pessoas para que todos possamos correr o menor risco possível. Será que as pessoas não entendem que não devem zelar somente pelo seu próprio bem mas também pelo dos outros com quem se cruzam na vida?

Não consigo entender esta falta de noção de tantas pessoas adultas e supostamente responsáveis para com a má vontade de seguirem as regras de bom senso geral numa nova fase a que todos nós tivemos de nos habituar de forma rápida e de modo a prevalecer por uns bons tempos.

Pedimos com respeito para seguirem as normas, voltamos a repetir de forma calma a perceber que nos estão a ignorar e no fim ainda nos respondem mal, tirando a máscara da cara, usando a desculpa do esquecimento, dizem que não têm de andar a passar álcool gel em cada estabelecimento em que entram porque não vão tocar em nada. A ideia então é a de se não vão tocar em nada, não vou comprar, logo não devem sequer entrar e ocuparem um lugar que pode ser de outra pessoa por existirem entradas limitadas neste momento nos espaços. As pessoas não se equilibram ou querem fazer dos outros parvos? A falta de bom senso deixa-me intranquilo para com o futuro da nossa sociedade!

28
Jun20

Não sejamos ingénuos...

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A quarentena quase obrigatória invadiu Portugal em Março para ficar por uns meses e muitas vozes se levantaram com a esperança de uma mudança social, para melhor, por tudo o que estávamos a passar. Agora, com o retomar da vida com a nova normalidade percebemos que continuamos a ser ingénuos por acreditar numa mudança social que na generalidade não aconteceu. 

Claro que nada mudou para melhor, talvez até bem pelo contrário. Neste tempo de confinamento o que se ganhou bastante foi uma individualidade egoísta, um afastamento recheado de insensibilidade e aquela indisponibilidade para com os outros com a desculpa que agora não nos podemos encontrar, como tal cada um tem que se desenrascar sozinho e à sua maneira individual. 

13
Jun20

Palavras pela História

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Não vamos em 2020 destruir a História que nos ajudou a chegar onde estamos neste momento. Defendamos causas, diferenças e ideologias com o uso da palavra e não com guerrilhas e atos hipócritas de destruição de símbolos e representações.

A palavra quando bem usada consegue chegar bem mais longe que as lutas e demonstrações físicas. Não vamos destruir símbolos que marcaram a nossa História só porque nos dias que correm ainda existem grupos que não conseguem perceber o que é a igualdade de e para todos. Nem sempre os ideais foram defendidos, mas agora que existe liberdade para o fazer que respeitemos o passado com tudo o que lhe encontramos de bom e mau mas que definiu e ajudou a sociedade a evoluir até aos tempos que correm.