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"Esplanar"

Os postigos ganharam valor em Portugal quando entramos em confinamento e percebemos que cafés, restaurantes e alguns outros negócios de rua conseguiram manter-se num suposto ativo com uma mesa na entrada onde serviam os seus clientes. Meses passaram, os postigos chegaram mesmo a fechar, mais tarde tudo voltou a abrir, muitos nunca deixaram de usar o postigo e agora a famosa barreira de entrada que serviu de janela de serviço entre comerciante e cliente pode existir na mesma por (...)

Lixo dos cafés ao postigo

  "Ah e tal os cafés já podem servir ao postigo!", e que bom que isso é para os seus proprietários e também para quem não resiste a tomar café fora de casa, nem que seja para arejar um pouco após meses de confinamento forçado. O que não é nada bom é mesmo perceber que por servirem cafés e acompanhamentos ao postigo certos proprietários esquecem-se que têm de prevenir os locais para os clientes colocarem o lixo quando consomem as suas compras perto do postigo. Existem (...)

Era só o que faltava... Graciano no Chega

  Nuno Graciano passou, como apresentador, pela SIC, TVI e mais recentemente pela CMTV, onde parece ter suspendido a carreira televisiva. Agora, depois de se tornar num empresário na venda de queijos regionais e afastado dos holofotes, o antigo apresentador será, imagine-se, o cabeça de cartaz, perdão, de lista, do Chega em Lisboa. Nuno Graciano será assim o candidato do partido liderado por André Ventura à Câmara Municipal de Lisboa nas próximas eleições autárquicas que se (...)

Portugal abandonado

  Neste social básico dos nossos dias custa perceber que não existe vida pelas ruas e avenidas deste país junto ao mar plantado. Espaços desertos, calçadas vazias, bancos isolados e jardins abandonados. O dia-a-dia rotineiro e movimentado de todos nós deixou de existir e os locais estão desprezados e a mostrarem falta de circulação. Que tristes pensamentos que surgem quando passo devagar junto a certos espaços e percebo o silêncio feito de ausências e perdas diárias que se (...)

Chega de dejetos

  No dia em que Portugal foi a votos para eleger o Presidente da República para os próximos cinco anos, renovando Marcelo Rebelo de Sousa o seu mandato, eis que passei grande parte do dia a ler, em casa, respeitando o confinamento e só tendo saído logo pela manhã para exercer o meu poder e dever de voto. E foi a meio da tarde, na leitura do livro Não Te Esqueças de Mim, da autoria de Mhairi Mcfarlane (...)

Desabafos pandémicos

  Os números de novos casos de contágio por Covid19 estão altíssimos e a tendência é a de continuarem. Centenas de casos ativos, serviços hospitalares em rutura, filas de espera em ambulâncias e a escolha entre viver e morrer a começar a ser feita em certos locais do país. Em Março/Abril de 2020 o medo atingiu-me e aos poucos, com confiança, fui compreendendo as circunstâncias e consegui ao longo do tempo aceitar a realidade, tentando um regresso à nova normalidade sem (...)

Autoridades previnem confinamento

  Nos últimos dias tenho falado da falta de noção que os portugueses têm tido para com o incumprimento das regressadas regras de confinamento e da pouca ação das autoridades, que nesta fase inicial têm de mostrar trabalho para que todos percebem que as regras são mesmo para cumprir. Hoje venho anunciar que em pleno fim-de-semana os avisos à população andam a ser feitos e que (...)

Covid19 não atinge estudantes

  Sexta-feira assinala o segundo confinamento português desde que o Covid19 entrou em Portugal e desta vez só uma mudança me inquieta perante o mandamento governamental de que todos os que não trabalhem em áreas fundamentais para a sobrevivência social que devem ficar isolados em casa ou em outras situações em teletrabalho. O que me questiono é somente sobre o facto dos estudantes, neste confinamento que se prevê de um mês, continuarem a ter as suas aulas presenciais, sejam (...)

Caos consumista pós Natal

  2020 foi um ano atípico a todos os níveis e nas semanas de habitual maior consumismo ainda cheguei a pensar que existiria um maior controlo entre as prioridades de cada um na corrida aos centros comerciais e comércio de rua para as compras natalícias. Mas afinal, embora as vendas online tenham subido bastante este ano, a corrida para as lojas continuou e gerou uma grande confusão em certos locais devido às restrições com as entradas, aos novos processos e cuidados e ao novo (...)

Contradições de um Natal pandémico

  Os portugueses e as suas contradições nem avançam nem melhoram, mesmo em tempos de pandemia.  Todos sabemos bem que o nosso Governo aconselhou a sociedade a ter em conta todos os cuidados nesta época festiva para não existirem grandes ajuntamentos sugerindo até a permanecermos em casa, passar o Natal cada um na sua, sem grandes festas, convívios familiares e sem que se tenha de viajar muito dentro do país. Nós que vivemos em Portugal somos aconselhados a permanecer em casa, (...)