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O Informador

28
Jun20

Não sejamos ingénuos...

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A quarentena quase obrigatória invadiu Portugal em Março para ficar por uns meses e muitas vozes se levantaram com a esperança de uma mudança social, para melhor, por tudo o que estávamos a passar. Agora, com o retomar da vida com a nova normalidade percebemos que continuamos a ser ingénuos por acreditar numa mudança social que na generalidade não aconteceu. 

Claro que nada mudou para melhor, talvez até bem pelo contrário. Neste tempo de confinamento o que se ganhou bastante foi uma individualidade egoísta, um afastamento recheado de insensibilidade e aquela indisponibilidade para com os outros com a desculpa que agora não nos podemos encontrar, como tal cada um tem que se desenrascar sozinho e à sua maneira individual. 

05
Ago18

«Não percebi o psicólogo»

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A edição de Agosto da revista Cristina contém quatro entrevistas a homens bem conhecidos da sociedade portuguesa, nas mais diversas áreas. O comentador, escritor, político e professor Miguel Sousa Tavares, o modelo Luís Borges e o ator Bruno Cabrerizo são os destacados, mas a entrevista que maior interesse suscita neste leque é a de Bruno Carvalho, o antigo presidente do Sporting que neste momento não se sabe bem se é ou não candidato para tentar regressar ao lugar a que tanto está agarrado.

Cristina Ferreira fez a entrevista a Bruno e o que vos posso dizer é que existe uma conversa bem dirigida e trabalhada mas onde a maioria das respostas soam bastante a falso. Isto já não será novidade para quem tem acompanhado toda a novela protagonizada por este senhor. Mas um dos apontamentos que destaco é a frontalidade com que Cristina questiona, e passo a citar, «Já foi à procura de uma coach, de um psicólogo ou de alguém nesta fase?», obtendo a resposta, «Não percebi o psicólogo. O psicólogo era para...?»... Ups, será que o Sr. Bruno não percebeu mesmo a questão tão direta que lhe foi colocada por uma mulher sem medos de tocar na ferida? Então Cristina retoma, «Pode pedir ajuda a quem quiser. Para o encontrar. Para perceber o que está mal». Bruno responde alegando ser católico e estar muito bem com a sua família, não precisando de apoio psicológico. 

A questão foi feita quando já passaram uns meses desde que os problemas no Sporting deram origem a toda a polémica que irá continuar pelo menos até Setembro. Muitos dizem que o senhor não se encontra bem a nível mental para ter feito e dito tanto disparate nos últimos tempos, mas pelos vistos o próprio achou esta questão tão direta um quase erro da sua entrevistadora. Pelos vistos o lema de que todos estão mal menos ele e as suas abelhas de estimação continua e assim prevalecerá mais uns tempos. 

01
Fev16

Notícia em Revista - «A minha mãe bebe muito»

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A separação de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho continua a dar que falar sempre que as duas figuras públicas são chamadas a tribunal para decidirem o futuro dos filhos em comum, Dinis Maria, de 11 anos, e de Carlota Maria, 6. Esta semana a imprensa volta a destacar este polémico divórcio onde os filhos não são poupados a serem ouvidos em tribunal para ficar decidido com quem ficarão no futuro. E foi aí que Dinis Maria, o mais velho, quebrou o silêncio e contou o que já foi notícia há uns tempos... Bárbara Guimarães bebe demais e o próprio filho admite que é com o pai que quer ficar, por ser no pai em quem confia, ao contrário de na mãe. Dinis foi mais longe no seu depoimento e revelou que «a minha mãe bebe muito», gostando que Bárbara fosse igual ao pai. 

Bárbara Guimarães ao longo de todo o processo tem mantido tudo contra si! Os filhos mostram que é com o pai que querem ficar. Manuel Maria Carrilho não descarta a hipótese, batendo o pé, para ficar ao encargo de forma total das duas crianças. Empregados já comentaram em tempos a tensão vivida dentro de casa da apresentadora. A imprensa mostra-se cada vez mais do lado do político e empresário. Na SIC a outrora estrela parece cada vez mais chutada para canto devido aos seus problemas pessoais e à pouca empatia junto do público atualmente. 

24
Jul15

Carros para amostra

Qual será o pensamento dos peões sociais quando têm um carro novo de andarem pelas ruas da aldeia de um lado para o outro em modo quase parado com a finalidade de mostrarem a sua nova aquisição?

Será mesmo necessário assim tanto a afirmação perante a sociedade sobre o que se acabou de adquirir? O que terão os outros para saber acerca da nova coqueluche de quatro rodas de qualquer um?

10
Jul15

Jogo

O alarme soa e o arranque de qualquer partida de equipa contra equipa é dado! Por outro prisma e como muitos preferem, os jogos solitários conseguem ser bem mais interessantes que qualquer ajuntamento onde se luta por uma bola, um snack ou uma carica em troca somente de uma vitória e convívios colectivos por vezes sem glória e mérito. Preferir estar contra um tabuleiro, ecrã ou folha em jogos de pensadores e didácticos acaba por ter muito maior poder pessoal, tal como o jogo de andar por ai a viver dia após dia como se fosse o último. 

O que é realmente jogar socialmente com questões pessoais, laborais e sentimentais? O que dita a liderança de um contra os outros? Marcar pontos e ficar bem visto ou somente fazer a diferença e conseguir assim sair valorizado de atitudes e comportamentos obtidos?

Quando se joga, seja de que modo for, existe sempre um objectivo comum. Ganhar e poder sair vencedor de qualquer situação. Quem joga afinal para perder alguma vez na vida? Por vezes os altos e baixos de um campeonato só ajudam a reavivar forças e ideias para seguir em frente, contra adversários e guerreiros que tanto nos tentam derrubar por objectivos comuns.