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O Informador

Convites duplos | Ivo Lucas ao Vivo

Tivoli BBVA Lisboa

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Ivo Lucas está de regresso aos palcos com três concertos únicos que se estão a realizar ao longo do mês de Abril no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 02 de Abril, no Complexo Desportivo Santa Marta do Pinhal, no Seixal, a 22 de Abril, e a 29 de Abril, no Tivoli BBVA em Lisboa.

O cantor e ator tem vindo a preparar o seu regresso aos palcos com um concerto, onde entre outros, os temas Só Desta Vez e Senhora de Si, ao que se refere como «Um tema nascido em 2018, quando decidi falar sobre as minhas primeiras paixões. Ao contar esta história, no momento senti que a música só ganharia vida com a voz e interpretação da Carolina Deslandes, que tem uma forma muito própria e brilhante de contar histórias através da sua voz e escrita», revela sobre como Senhora de Si foi criado. 

Atualmente a trabalhar em televisão como um dos protagonistas da novela Amor Amor, da SIC, Ivo Lucas estreou-se e ganhou visibilidade junto do público na série Morangos com Açúcar, da TVI, não tendo parado desde então entre os palcos e os cenários da ficção nacional onde já integrou vários projetos, entre séries, novelas e filmes. 

Convites duplos | Ivo Lucas ao Vivo

Teatro Sá da Bandeira | Porto

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Ivo Lucas está de regresso aos palcos com três concertos únicos a realizar-se ao longo do mês de Abril no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 02 de Abril, no Complexo Desportivo Santa Marta do Pinhal, no Seixal, a 22 de Abril, e a 29 de Abril, no Tivoli BBVA em Lisboa.

O cantor e ator prepara assim o seu regresso onde apresentará ao vivo , entre outros, os temas Só Desta Vez e Senhora de Si, ao que se refere como «Um tema nascido em 2018, quando decidi falar sobre as minhas primeiras paixões. Ao contar esta história, no momento senti que a música só ganharia vida com a voz e interpretação da Carolina Deslandes, que tem uma forma muito própria e brilhante de contar histórias através da sua voz e escrita», revela sobre como Senhora de Si foi criado. 

Atualmente em televisão como um dos protagonistas da novela Amor Amor, da SIC, Ivo Lucas estreou-se e ganhou visibilidade junto do público na série Morangos com Açúcar, da TVI, não tendo parado desde então entre os palcos e os cenários da ficção nacional. 

Legislativas televisivas

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Hoje é dia de eleger o futuro do país e por isso os canais informativos estão dedicados em exclusivo ao momento, estando também os generalistas associados em horário nobre à decisão de todos nós. O que acho engraçado, dado os inúmeros mini programas com que os privados nos têm brindado nos últimos meses com a divisão dos formatos de entretenimento que apresentam ao Domingo com vários sub-títulos para parecer que exibem vários programas na mesma noite é perceber que até em noite eleitoral esses mesmos pequenos cortes e divisões do mesmo formato existem para poderem dizer que tiveram a faixa horária mais vista do dia da primeira decisão do país. 

Eis a programação que a TVI revelou e que será seguida, mais minuto menos minuto para dividirem a emissão a que apelidam por Decisão 22. Primeiramente surge pelas 19h45 a Contagem Decrescente onde irão começar a prender o público com a espera pelos resultados da sondagem. Pelas 20h00 iniciam O Vencedor onde com os valores da mesma sondagem fazem a previsão, que este ano está tudo muito renhido, sobre quem irá governar o país e parece formar governo. Pelas 21h00 abrem novo espaço, Os Eleitos, onde se começam a apresentar os rostos que irão formar o Governo e ocupar os lugares na Assembleia por parte de cada partido. Pelas 22h00 surge o Governo já com quase todos os dados do país apurados deverá ficar definido, ou não, para que após as 00h00 se façam as Contas Finais. Ou seja, entre as 19h45 e talvez as 01h00 o especial informação Decisão 22 será dividido em cinco partes, surgindo no dia seguinte na tabela de audiências gerais como se tivessem apresentado cinco programas distintos que na verdade não passam da continuação de uma noite eleitoral que promete ser longa. 

Cristina termina o seu ComVida

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A 29 de Março de 2021 Cristina Ferreira estreava nos finais de tarde da TVI o seu Cristina ComVida. o formato não estreou na liderança e poucas foram raras as vezes que a conseguiu alcançar ao longo da sua exibição. Agora, no final do ano, a direção encabeçada pela própria apresentadora anuncia o final do formato que tem ocupado nos últimos meses a faixa horário das 18h00 às 19h00, deixando de fazer parte da programação do canal a partir do dia 06 de Janeiro de 2022, nem um ano após a sua estreia. 

Cristina Ferreira sempre admitiu que os seus projetos em televisão podem acabar a qualquer momento se não estiverem a cumprir com os resultados pretendidos. Aconteceu isso com Dia de Cristina que após uns meses, poucos de exibição, chegou ao fim para dar lugar ao Cristina ComVida que agora tem também o seu final anunciado. “Daqui a um tempo, se eu achar que este programa ou não é deste horário ou tem de acabar ou tem de mudar, mudo. Não tenho problema nenhum com isso. O que é certo é que as pessoas já querem que eu acabe com o programa ou que eu o destrua ou o mude. Vou manter até eu achar que tem caminho”, disse Cristina, diretora e apresentadora da TVI umas semanas após a estreia do seu Cristina ComVida, dando agora veracidade às suas palavras, uns meses após o final anunciado por imprensa e críticos. 

Sempre vi este formato como uma boa aposta mas não para os finais de tarde, sendo um programa bem conseguido, com investimento, mas que deveria ter sido sempre pensado para as três horas matinais destinadas a talk-shows e nunca para um horário em que o público está de regresso a casa e não quer assistir a mais um programa de conversas. Cristina como diretora não consegue estar em direto três horas de forma diária e devia ter pensado este formato e atribui-lo a outros rostos mas para as manhãs, numa ideia semelhante ao formato que lançou na sua ida para a SIC com o Programa da Cristina. Cristina fecha assim o ciclo do seu ComVida, acreditando que a casa da Venda do Pinheiro, que serviu de cenário para o programa, possa e deva ser usado para outro formato, uma vez que a ideia foi bem conseguida, o horário mal escolhido e um lançamento feito quando o público mostrou rejeitar o regresso de Cristina ao canal que a lançou para o estrelato. Agora o ComVida segue para a gaveta, fazendo parelha com o Dia de Cristina, sem se saber para já qual será o futuro como apresentadora dentro do canal.

Programas chorados

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Ontem cheguei mais cedo a casa e fiquei pela cozinha para lanchar e acabei, como habitualmente acontece cá por casa, por ver uma parte do programa de Manuel Luís Goucha e se percebi que os formatos oferecidos pelos canais generalistas do nosso país são feitos para o público chorar, como me aconteceu, também refleti se não existe hipótese de testarem formatos mais dinâmicos e bem dispostos naquele horário, sem terem de alterar os apresentadores que são mais do que multifacetados.

Não estaremos todos nós já cansados do dia de trabalho e muitas vezes do que nos rodeia para ainda existirem estes programas de vida onde a tristeza, a doença e a morte são debatidos dia após dia com histórias de sofrimento que prometem ser um exemplo mas que só ajudam a entristecer ainda mais quem está no aconchego do seu lar, muito vezes a sofrer de solidão e com alguns problemas bem semelhantes ao que estão a ser relatados no ecrã?

É necessário criar entusiasmo, não esquecendo que o peso da vida existe, mas será necessário estar durante os dias de semana, em dois canais em simultâneo a transmitirem autênticos casos de vidas recheadas de drama e negativismo? Tanto que pode ser transmitido e tanto por fazer em televisão e as direções que estão na frente dos canais neste momento optam por darem mais do mesmo ao público em detrimento da diversidade onde podem colocar temas pesados intercalados com histórias e momentos divertidos do dia-a-dia. Não é necessário usar e abusar do drama, podendo criar espaços e formatos onde se consiga seguir do peso de uma história triste à boa disposição. Se em outros horários isso é possível qual a razão das tardes da televisão portuguesa terem de sofrer com horas tristes que acabam até por afastar o público?

O silêncio de Sousa Tavares

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Miguel Sousa Tavares, em entrevista à revista Visão, afirmou estar prestes a deixar o jornalismo. Revelando que nas próximas semanas irá entregar a sua carteira de jornalista, o comentador da TVI irá dedicar-se a partir do final do mês à escrita, deixando assim também o seu espaço no noticiário da noite do canal, que entretanto também assumirá uma nova dinâmica, uma vez que está a ser preparado o lançamento da CNN Portugal para substituir a TVI24 no canal 7 do cabo, existindo a partir de então também alterações na informação da TVI generalista. 

45 anos após o início da sua carreira como jornalista, Sousa Tavares fechará assim um ciclo, numa altura em que tem sido criticado pelas suas entrevistas a políticos, inclusivamente a que foi feita ao primeiro-ministro António Costa recentemente num espaço que se seguiu ao Jornal das 8. Afirmando que deixa o seu espaço sem que as criticas a essa mesma entrevista tenham pesado, Sousa Tavares afirmou na entrevista à Visão que «Nunca mais faço uma entrevista na vida. A ninguém», acrescentando que «entrego a minha carteira profissional de jornalista e deixo de fazer jornalismo. Vou continuar a ter a minha coluna de opinião no Expresso – isso, para mim, não é jornalismo – mas acabaram as reportagens, as entrevistas, isso tudo. Ponto final.». O jornalista revela que terá na escrita o seu principal modo de vida, afirmando ainda estar desiludido com o jornalismo que se pratica atualmente em Portugal. 

Desaires de Cristina

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Cristina Ferreira em menos de dois anos saltou da TVI para a SIC e voltou ao canal onde se celebrizou. O público na primeira mudança aceitou e aplaudiu, já na segunda não foi bem assim e o rosto que todos gostavam de ver em qualquer horário regressou à casa mãe mas sem a força de outrora, estando agora a fazer um ano desde que voltou ao ecrã do canal que ajudou a derrubar com a sua transferência para a concorrência e com o seu Dia de Cristina voltou e até agora o que aconteceu foi somente uma subida das audiências do canal em alguns horários mas sem conseguir beliscar a liderança diária que existia há uns anos por parte da estação de Queluz. 

Cristina regressou à TVI cheia de esperança e projetos e o certo é que conseguiu subir alguns horários, no entanto ao mesmo tempo conseguiu deixar cair projetos que andavam a ser líderes, como é o caso do Somos Portugal que viu a equipa liderada por João Baião, na SIC, se tornar na preferência do público nas tardes de Domingo. Também as manhãs dos dias semanais levaram volta com a saída de Manuel Luís Goucha para as tardes com o seu Goucha que ora lidera, ora é derrubado pelo Júlia por serem formatos idênticos e sem grande entusiasmo junto do público. Nas manhãs, como dizia, entraram Maria Botelho Moniz e Cláudio Ramos, amigos fora do pequeno ecrã, mas sem a empatia como dupla necessária. No início parecia que as coisas iam correr bem mas os meses passaram e mais uma vez foi João Baião com a sua Diana a comandarem os números matinais. A química entre dois apresentadores em determinados horários é fundamental e o certo é que Cristina não percebeu que o Cláudio animado é elétrico demais para uma Maria mais séria que se esforça para acompanhar o colega mas a conjugação dos dois soa bastantes vezes a esforço e mais uma vez aqui quem está em casa não aceita tudo o que lhe é dado em televisão nos dias que correm e rejeita a dupla do Dois às 10 semana após semana. Já no final da tarde, o Cristina ComVida, que já devia ter sido colocado nas manhãs de fim-de-semana, continua a marcar pontos negativos e parece ter chegado para ficar. É sabido que existem contratos com a produtora a respeitar, mas será que vale assim tanto a pena manter um buraco nas tardes a prejudicar o acesso ao horário nobre? É que mesmo com a Cristina às 18h00 o formato que se segue tem de fazer um esforço a solo para subir os valores, o que é complicado para um horário tão exigente e onde a concorrência está bem fidelizada, levando o Jornal das 8 por arrasto e somente Festa é Festa vai conseguindo respirar dentro das apostas que Cristina fez desde que chegou ao canal, ajudando as duas novelas inéditas que se seguem a competir pela liderança, Bem Me Quer e Amar Demais. Não esqueço no meio de tanto desaire o Esta Manhã que devagar tem vindo a agarrar o público e liderado nas últimas partes em que o programa está no ar, mas neste campo não existe somente mão da diretora de entretenimento, existindo maior responsabilidade pela parte da informação do canal. Este formato está muito bem conseguido, numa união entre entretenimento e informação, existindo investimento e ideias para se fazer diferente com temas diários em destaque, dando às três primeiras horas do dia um programa com um bom andamento sem cansar na repetição das notícias e dos assuntos que vão sendo debatidos, mostrando que mesmo nos horários com menor público o fazer bem e diferente é fundamental para que a médio longo prazo os resultados sejam alcançados.  

Detox televisivo

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Quem me conhece ou segue por aqui há mais tempo já deve saber que sou um amante televisivo, daqueles que adora ver estreias, finais, especiais, estar a par das últimas novidades, das contratações inesperadas e do que está para acontecer no mercado televisivo nacional. Só que em pleno período de férias o inesperado acontece!

Vim de férias e percebi logo na primeira hora que o que parecia certo, perante a possibilidade de ficar com os canais de TDT disponíveis por duas semanas, passou, ao que para já tudo indica, a ser bem incerto. O sistema de Televisão Digital Terrestre não apresenta o seu sinal nas perfeitas condições. Foi sintonizado de novo, com várias, mesmo muitas, procuras automáticas e manuais dos canais que pareceram ter desaparecido perante a última estadia, e as imagens tardaram a surgir no primeiro dia, só aparecendo mesmo ao final da noite e com inúmeras falhas de som, já para não falar da qualidade de imagem apresentada quando esta ganha espaço.

Criativos TVI em falha

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Cristina chegou no ano passado ao canal de onde não devia ter saído e que ajudou a derrubar para voltar para o salvar. Praticamente um ano depois apresentou apostas, subiu determinados horários mas não conseguiu o que pretendia, assumir a liderança que foi tirada com a ajuda da própria apresentadora quando se mudou para a concorrência. Falhas foram cometidas, apostas certeiras e outras completamente ao lado, desgaste de formatos onde alteraram nomes, cenários e apresentadores mas as ideias, formas de fazer e equipa continuam a funcionar da mesma forma e um ponto que volto a destacar negativamente no canal e que parece que ninguém consegue olhar para essa área com capacidade de apontar dedos e fazer mudar.

Onde anda uma boa e forte promoção aos produtos do canal? Onde anda a equipa responsável pelo departamento criativo do universo TVI que falha há anos e nenhuma direção que tenha passado pelo canal tem conseguido arrumar a situação para que percebam que falta fazer diferente. Não sabem promover e deixam tudo para ser falado e mostrado nos intervalos sobre estreias e especiais praticamente para a véspera, como se o público só visse o canal e bastasse ver um anúncio uma única vez para saberem que um determinado programa está prestes a estrear. Onde andam as mini promos de segundos a anunciarem uma cena do episódio da novela da noite? Onde estão os apresentadores dos talk shows a falarem sobre os próximos convidados de forma apelativa e com essas micro promos a passarem nos intervalos sem realizarem anúncios gerais como se quisessem dizer vejam o programa porque vale a pena? Os rodapés não funcionam só por si, sendo necessário colocar imagens nas laterais do ecrã ao longo dos programas para chamar o telespetador para o que vem mais tarde ou nos dias seguintes. É necessário a equipa criativa funcionar em boas condições porque não basta estrear formatos que podem ter potencial se depois mal são promovidos e o canal até mostra algum desmérito por determinadas apostas que parece que querem ver fracassadas logo à partida. 

Cristina como diretora pode estar a cometer falhas e não digo que não porque algumas apostas são mais do mesmo e não trouxeram nada de novo, mas se também estão em espera que o público adivinhe que determinados convidados chamativos vão aparecer sem os fazerem anunciar também estão muito bem enganados. Neste momento é necessário arriscar, saber promover intensamente, mostrar uma imagem de equipa e não de membros que parecem divididos por escalões a remarem pela sua sobrevivência, e fazer diferente, mostrar o mesmo mas com outro embrulho e não seguir as linhas do que é feito do outro lado. 

Maria João Abreu

1964-2021

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Morreu a atriz Maria João Abreu, aos 57 anos de idade, após sofrer um aneurisma cerebral que a fez lutar pela vida ao longo de dias no Hospital Garcia da Orta, em Almada. 

Após se sentir indisposta ao longo das gravações da telenovela A Serra, da SIC, a atriz foi levada e internada de urgência com o diagnóstico com bastantes reservas sobre o seu futuro. Os dias passaram, as máquinas seguraram a vida de Maria João Abreu, a rainha, como Filipe la Féria a apelida por ter protagonizado no teatro A Rainha do Ferro Velho, até que o fim de vida aconteceu. 

Com uma vida dedicada ao teatro com dezenas de espetáculos de sucesso ao longo da carreira, com o cinema e a televisão a darem-lhe o grande destaque dos últimos anos, Maria João Abreu é das figuras de maior consenso entre a sua classe, deixando o vazio onde as palavras com quem se cruzou no seu caminho não podem ser mais explicitas. A amizade, o amor, a boa disposição, o profissionalismo... A unanimidade de todos para com a atriz parece ser visível na hora da sua partida para outra vida, para junto de outros grandes talentos que nos deixaram nos últimos anos.

Somando sucessos no teatro e ganhando grande notoriedade em televisão com séries como, por exemplo, Médico de Família (SIC), Bons Vizinhos (TVI), e Aqui Não Há Quem Viva (SIC) e novelas como Feitiço de Amor (TVI), Morangos com Açúcar (TVI), Os Nossos Dias (RTP), Golpe de Sorte (SIC), Mar Salgado (SIC) e atualmente em A Serra (SIC), a atriz também marcou presença em grandes filmes portugueses, como é o caso de Call Girl, de António-Pedro Vasconcelos, Florbela de Vicente Alves do Ó, A Mãe é que Sabe, de Nuno Rocha, e Submissão, de Leonardo António.