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«Saudade»

Palavra do Ano 2020

  A 12.ª edição da iniciativa Palavra do Ano decorreu ao longo das últimas semanas do ano 2020 e terminou com a eleição da palavra «Saudade» como vencedora com 26,8% dos mais de 40 mil votos obtidos ao longo desta seleção. Nesta eleição final estiveram também as palavras «covid19», «pandemia», «confinamento», «zaragatoa», «telescola», «discriminação», «infodemia», «digitalização» e «sem-abrigo», mas a escolha recaiu em «Saudade». Num ano tão (...)

Abraços

  Não sou de Abraços! Definitivamente sou um pouco adverso ao contacto físico no que toca a cumprimentos, fazendo-o de forma normal mas não em excesso. Agora, em tempos de pandemia, posso dizer que até dos Abraços sinto falta, querendo realmente poder abraçar quem também nunca abracei e usar este símbolo de afeto com maior regularidade pela verdade. Existem coisas que podemos admitir e neste momento um Abraço faz-me falta, talvez todos os Abraços de quem me queira abraçar (...)

Preciso de Abraços!

  Não sou uma pessoa de abraços e mimos espontâneos e hoje afirmo de forma rápida... Preciso de Abraços! Sim, necessito urgentemente de receber abraços, daqueles bem apertados e que geralmente me deixam até meio desconfortável. Quando tudo isto terminar quero abraçar todos os que me estão a fazer falta nestas longas semanas de quarentena, sem contacto, sem conversas reais e onde a proximidade me tem feito tanta falta. Preciso de Abraços, de todos, dos que me são próximos e (...)

Juntos vamos conseguir!

  As mudanças tiveram de acontecer pelo Covid19 e somente quando tudo para e ficamos praticamente em isolamento é que percebemos que existem pontos sociais que nos fazem falta desde que o distanciamento começou a ser necessário.  Aqueles abraços, os beijos, as conversas de esplanada, as idas ao teatro e cinema, os passeios e simplesmente as conversas e o convívio olhos nos olhos. Neste momento é tempo de paragens obrigatórias, ficando em casa, aproveitando para descansar, (...)

Saudade sem presença

Hoje ainda existe saudade de quem já não está e que nos deixou sem avisar. Existiam pontos sobre os quais não tinha percebido sobre as suas últimas horas, mas agora percebi que num dia tudo estava bem e na manhã seguinte o saco do pão continuou pendurado na porta sem ser recolhido como todos os dias acontecia. Nas vésperas os telefonemas habituais aconteceram mas os da manhã já não foram atendidos. Poderia ter saído mais cedo de casa sem avisar, mas o pão que ficou por (...)

Memórias de Sábado

Aos trinta anos sabe bem recordar as boas memórias que foram ficando de quando era mais pequeno e nessa altura os Sábados eram sempre especiais, fora de casa e em boa companhia. O dia começava bem cedo, enquanto os colegas de escola ainda dormiam já eu andava de pé, em espera para apanhar com a mãe a boleia do pai, que sempre trabalhou ao Sábado, para os dois passarmos o dia com os avós maternos. Íamos de manhã, bem antes do sol nascer e chegávamos, já que a viagem era (...)

Próxima leitura... Amores e Saudades de um Português Arreliado

A única coisa é a vida, recheada de felicidade, cheia de alegria e com muita sabedoria. Poderia estar para aqui a tentar encontrar o ritmo de Miguel Esteves Cardoso na apresentação do seu livro Amores e Saudades de um Português Arreliado, no entanto não me parece ter as capacidades para lá chegar. Poderia tentar e tentar, mas para isso não poderia dedicar-me à leitura desta obra do autor, a (...)

Saudade antecipada

«Eu sou forte!» ... «Não gosto de sentir saudades!» ... «Não sou amigo dos colegas de trabalho!» ... Frases tão curtas e diretas que são deitadas por terra quando o sentimento aparece e se percebe que afinal até gostamos daquelas pessoas com quem estamos habituados a estar dia-a-dia, mesmo que de forma profissional! É certo que tenho uma relação diferente com a pessoa com quem almoço que não consigo ter com os outros, isto porque ao longo de sete anos já muito conversamos, (...)

Saudades do tempo de escola

Quando se é jovem e estudante só se pensa em terminar de estudar para ir trabalhar e poder comprar com o que ganhamos o que queremos. Passado um tempo de se trabalhar, o regresso ao passado é desejado, mas não passa disso mesmo, um desejo... Já passaram quase sete anos desde que terminei os estudos e agora em que se está na época das férias de Natal penso que por esta altura já tinha as minhas notas afixadas, estava a descansar, a passar as tardes na vadiagem e tudo corria bem. (...)