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O Informador

Aquela dor no lombo

Dor lombar

Sabes quando do nada começas a sentir, a meio da noite, uma dor lombar que te faz acordar e sentir que não tens posição para voltar a adormecer?

A noite passada deitei-me bem e passadas umas horas estava acordado a rebolar de um lado para o outro, até que comecei a perceber que quando me mexia uma ligeira dor fazia-se sentir do lado direito na parte baixa das costas. Volta para cá e volta para lá sem me levantar e consegui adormecer num sono bem leve. Já de manhã quando acordei de vez percebi que me tinha de colocar de pé de forma calma e cuidada já que a dor não era passageira e veio para ficar. 

 

Sonolência da vacinação

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Duas semanas após a tomada da segunda dose da vacina da Pfizer para me ajudar a proteger contra as variantes da Covid19, eis que continuo a perceber que a sonolência que me surgiu uns dias após a vacinação parece ter vindo para ficar. Acordo cedo e praticamente quase sempre antes do despertador em dias em que recorro ao mesmo para não chegar atrasado aos compromissos diários, no entanto percebo que à noite, após jantar, a sonolência surge cedo, como se estivesse automatizado para pouco depois de ficar de barriga cheia estar pronto para dormir, perdendo toda a vontade para me entreter em casa com os afazeres de tempos livres habituais. Sintomas como dores, mal estar e tonturas ou febre não aconteceram por estes lados, no entanto a sonolência surgiu e duas semanas depois ainda parece estar difícil para desamparar este meu corpo de trintão que ao longo do tempo raramente sentia necessidade de dormir e que agora em qualquer pausa percebe que já está mais para lá do que para cá.

Ele anda na caça...

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Chegou a Portugal no primeiro trimestre e começou a fazer os seus estragos, obrigando a um recolher social numa fase bem inicial para o controlo ficar apertado e não existir um desmoronamento no campo da saúde. 

Agora, nos últimos meses do ano, o que parecia ter acalmado com o tempo quente, voltou a ganhar força como uma tempestade com ventos bem fortes e o caos parece estar instalado. Desta vez não existe a ordem para que todos fiquemos fechados em casa, já que o sistema económico não aguenta e a mente de cada um não se encontra também capacitada para novo encerramento caseiro. 

Neste momento começo a ver a introdução deste maléfico vírus entre nós como um autêntico sorteio, entre o calha a ti ou calha a mim, em que todos conhecemos alguém que teve ou está com o vírus neste momento como dama de companhia. 

Isto não vai ser fácil!

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Outubro está a ser um mês crítico, fazendo perceber que Novembro e Dezembro ainda serão dois conjuntos de trinta dias mais críticos no que toca ao estado da pandemia em Portugal. As coisas estão a avançar para uma situação de alguma desestabilização nacional com os cuidados de saúde a verem as ocupações hospitalares vagas a diminuírem e com os profissionais a voltarem a dar o litro para bem de todos nós. E o que teremos de fazer? O nosso rigoroso trabalho, não ficar em espera que os outros o façam por nós já que, como em várias situações da vida, se não remarmos contra a mesma maré não alcançaremos a outra margem.

Podemos instalar a StayAway Covid, sendo alertados sobre possíveis cruzamentos com casos positivos pelos últimos dias. Podemos andar de máscara e álcool gel atrás por todo o local público mas não podemos, em momento algum, esquecer que entre familiares e amigos a porcaria do vírus também se transmite. E é aqui que está um dos principais fatores para que os milhares de novos casos atuais estejam a bater recordes até de recordes a desfavor do nosso bem estar, tal como vários eventos ilegais e festividades onde a organização dos cuidados necessários é deixada de lado. 

Eu falo por mim, em casa nunca usei máscara, mas à umas semanas atrás, quando tudo parecia já andar mais calmo e com números entre os duzentos e trezentos novos casos diários, em casa de familiares e mesmo amigos já ia retirando a máscara, ora para comer, ora por me sentir à vontade, sabendo sempre que existe a possibilidade de o vírus já existir e ser passado antes dos primeiros sintomas surgirem no portador. Com o tempo e os meses de Verão a decorrerem fomos perdendo de forma negativa os cuidados inicias, por cansaço e ao se entender que os novos casos não estavam tão altos. 

Agora, em menos de um mês, a curva tem subido de forma vertiginosa e a maioria ainda não encaixou que voltamos a um nível pior do que aquele que já havíamos passado anteriormente, quando meio país ficou fechado em casa durante semanas e mesmo meses. A situação atualmente está a tomar contornos bem mais agressivos, não iremos voltar em bando para casa porque a economia não aguenta e o esforço feito antes tem de ser agora reforçado dentro e fora de portas, respeitando e com mil cuidados possíveis. Agora a ideia é viver o mais normal possível, convivendo com o vírus e tentando escapar sempre mais um dia ao seu ataque. Vamos estudar, trabalhar, conviver e mesmo celebrar, mas tudo com a máxima proteção possível para que o país não entre em rutura a nível da saúde e consequentemente económico.

Alimentos que devemos comer com a ajuda da DNANudge

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Uma startup britânica chamada DNANudge apresentou uma aplicação para dispositivos móveis (smartphones) no qual as pessoas podem controlar as suas dietas com base na sua própria genética. Primeiramente, o que tem de ser feito, é enviares uma amostra da saliva retirada com um cotonete para ser enviada à sede da empresa em Covent Garden, Londres, e em menos de uma hora, e assim que lá se encontrar, a amostra é analisada e conseguirás obter um mapa do teu perfil genético com a finalidade em identificar qualquer risco de desenvolver doenças como a diabetes e a hipertensão.

Este aplicativo chamado DNANudge, usa a biologia para educar e orientar as pessoas para que tenham um maior número de alternativas e possam ter um estilo de vida saudável a longo prazo. Podes obter mais informação sobre esta aplicação, visitando o web site: https://www.jackpotcitycasino.com/brazil/blog/a-dieta-genetica-do-dnanudge/

Através desta aplicação, sempre que fores ao supermercado, tens a opção de digitalizar o código de barras dos produtos alimentares que te interessam, e uma luz verde irá indicar se o produto é recomendado e saudável dentro dos teus parâmetros alimentares, enquanto se uma luz vermelha aparecer, isso indicará que o produto alimentar não é adequado para a tua saúde.

Para uma experiência mais confortável, podes adquirir uma pulseira, muito parecida às pulseiras de fitness, que se conectam com a aplicação DNANudge do teu dispositivo móvel e pode ser utilizada para digitalizar os códigos de barras dos produtos alimentares que vendem nos supermercados, sem a necessidade de usar a câmara do telemóvel. Ou seja, a informação é sincronizada com esta pulseira que te ajuda a fazeres as tuas compras dos produtos alimentares que mais te convêm.

 

Objetivo deste aplicativo

O objetivo deste aplicativo chamado DNANudge não é que pares de comer bolachas, bem pelo contrário, podes comer as melhores bolachas com base no teu DNA e no teu estilo de vida. Nesse caso, o DNANudge irá auxiliar-te a comer o que gostas com algumas mudanças de marcas ou alternativas de produtos.

As Sex Shop em Portugal, uma experiência erótica

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Mais e mais pessoas são encorajadas a experimentar a sexualidade incorporando lingerie erótica, brinquedos sexuais, revistas e filmes pornográficos na sua privacidade. Isto leva a que o número de visitas nas sex shops ou lojas que vendem artigos ou itens relacionados às práticas sexuais tenha vindo a aumentar, não só em Portugal mas também pelo mundo inteiro.

Por isso, hoje em dia em Portugal, os registos revelam um aumento significativamente na quantidade de sex shop em Portugal, sobretudo online.

Nestas lojas de sexo ou loja para adultos, podemos encontrar uma ampla gama de itens e artigos relacionados com o sexo, como por exemplo: vibradores, bolas chinesas, brinquedos anais, kits de iniciação anal, consoladores ou também chamados dildos, lubrificantes, kits para casais, filmes pornográficos, entre outros artigos sexuais ou eróticos para brincar sozinho ou em casal.

Todas as lojas sexuais ou sex shops, sejam físicas ou de modo online, devem conter um núcleo de profissionais especializados em sexologia e saúde com direito a responder a questões dos clientes sobre os produtos eróticos e brinquedos sexuais que estão disponíveis para venda, além da saúde sexual. Além disso, é importante destacar, que todas as sex shop devem dar conselhos personalizados e discretos sobre a adequação e o uso dos brinquedos eróticos que têm para fornecer aos seus clientes.

A sex shop Vivesex, conhecida como uma das melhores sex shop online em Portugal, com mais de dezassete mil (17.000) artigos ou brinquedos sexuais inovadores e agradáveis para adultos da mais alta qualidade, procura ter sempre os melhores preços de produtos eróticos e brinquedos sexuais não só em Portugal mas também em toda a Europa, estando este grupo a trabalhar com uma multiplicidade de distribuidores europeus para obter sempre o preço mais competitivo para os seus clientes.

Futebol e Populismo

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Viram, e consequentemente ouviram, o discurso do nosso Presidente Marcelo Rebelo de Sousa sobre Portugal ter sido o país escolhido para a fase final da Liga dos Campeões este ano?

Que populismo e alegria num país onde os casos de Covid19 tardam em descer com tanto sobe e desce, mas isso pareceu nada contar para esta decisão internacional que ainda teve a força do poder nacional porque, palavras minhas, 《sim, estamos todos em condições para receber jogadores e todas as equipas técnicas para sete jogos de futebol que serão vistos por milhões em todo o Mundo》. Ao mesmo tempo que falarem depois dos grandes jogos que não se esqueçam de anunciar os novos casos de contágio por esses dias que a julgar pela amostra atual não parecem ser nada positivos.

Marcelo revelou que esta conquista foi de todos nós, portugueses, e da Direção Geral da Saúde, mas não vejo como aplaudir neste momento este troféu que aparentemente Portugal ganhou por ter a final da grande competição no nosso território, quando estamos numa batalha contra uma doença mundial que tarda em abrandar em várias zonas do país, principalmente na região de Lisboa, onde os jogos irão decorrer. 

 

 

Bactéria ocular

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Nos últimos dias tenho estado bem mais ausente do blog e redes sociais, deixando tudo em modo automático com textos feitos e guardados há algum tempo por uma necessidade maior que de um momento para o outro me fez transformar a quarentena num estado de vida quase nulo.

Uma bactéria alujou-se no olho direito e trouxe consigo uma úlcera da córnea e a dupla fez com que ficasse quase sem ver. Recorri ao hospital, muito a custo porque o Covid19 pesa sempre no momento de tomar este tipo de decisões e enfrentei as urgências do centro hospital de Vila Franca de Xira. Triagem rápida, consulta em menos de meia hora e segui para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, porque o serviço de oftalmologia não funciona em Vila Franca de noite. Mal cheguei a Santa Maria e em menos de cinco minutos estava na zona de oftalmologia numa espera que durou entre cinco e dez minutos para entrar na sala de consulta. Os testes foram feitos, a úlcera identificada, amostras para análise tiradas e medicação passada. Dois dias depois voltei ao Hospital de Vila Franca de Xira para consulta de avaliação e tudo parecia estar a melhorar mas não existiam os resultados ainda para se perceber se existia algo mais. A visão foi sendo recuperada mas a úlcera sem diminuir e passaram mais dois dias para nova avaliação e já com o resultado da análise. Uma bactéria bem sensível alujou-se no olho direito e por isso a dificuldade em tratar. Medicação alterada para ir de encontro aos novos dados, cuidados a manter e visão a recuperar aos poucos. 

O uso ao longo de dezoito anos de lentes de contacto a causar cansaço da visão, o ar condicionado e a luz mal colocada em certos pontos do dia-a-dia com alguma possibilidade de embater com as penugens da mudança de estação terão contribuído para chegar a este estado que só deu mesmo sinal de rutura quando já se encontrava no limite. Felizmente que até aqui apanhei equipas em ambas as unidades hospitalares super práticas, responsáveis e com o dom de saberem o que é dedicar tempo ao utente com explicações, educação e um bom senso para explicarem a situação em cada passo e possibilidade que surge.

Apanhei um valente susto que não ficará resolvido pelas próximas semanas, sendo algo para ir tratando com tempo e lentamente pelo que me foi passado. Confesso que pensei que iria ficar sem conseguir ver do lado direito no dia em que fui para o Hospital. Não entrei em pânico mas senti o nervoso a dar cabo da energia e do pensamento sem querer partilhar o que pensava e sentia naqueles momentos de espera, em que optei por iniciar sozinho para não colocar também ninguém em risco nos corredores hospitalares e porque existem situações em que me consigo tranquilizar melhor se estiver sozinho do que se sentir necessidade de partilhar por saber que está alguém ao meu lado em espera para que desabafe.

 

 

Exercitar corpo e mente

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A quarentena voluntária, por encerro temporário do local de trabalho, obrigou-me, e ainda bem porque só assim me sinto um pouco mais protegido, a ficar em casa. Fechado em família e a reaprender a ocupar os muitos tempos livres com o possível dentro de quatro paredes, aproveitei esta pausa forçada para regressar aos treinos diários que desde o primeiro dia mantenho rigorosamente e sem falhas. 

Comecei e ainda estou na fase dos andamentos. Todos os dias, geralmente entre as 09 e as 10 da manhã, já de pequeno-almoço tomado, saio de casa rigorosamente equipado, de telemóvel no bolso, auriculares nos ouvidos, óculos de sol na cara e disposição para enfrentar uma hora completa de andamento. Sigo a viagem sem paragens, para locais onde sei que não irei encontrar ninguém e mesmo que me cruze com alguma da pouca vizinhança que faça o seu passeio higiénico naquele horário é somente um «bom dia» e seguimos viagem por não existir tempo, espaço e proximidade para mais nos tempos que correm. Uma hora é o tempo que destinei desde o primeiro dia para os meus andamentos, onde vou juntando um pouco de corrida porque nada tem de ser forçado, sendo sim necessário ter calma também com o corpo que há alguns meses estava mais parado em termos de andamentos, exercícios e afins. 

Agora que comecei com este sistema regular para o bem estar físico, e uma vez que a intenção já vinha detrás mas a força de vontade faltava, espero que quando toda esta situação social voltar a normalizar, que consiga manter esta nova rotina, não no mesmo horário porque sei que nem sempre conseguirei ter tal possibilidade, mas pelo menos a intenção é deixar uma hora por dia para colocar o corpo a exercitar-se. Se agora não custa depois também não custará deixar uma hora do dia, de manhã ou tarde, para seguir viagem a pé porque estes andamentos não fazem simplesmente bem ao físico, sendo também um bom exercício para a mente. Costuma-se dizer que mente sã em corpo são e a realidade é essa mesmo!

 

Pânico no supermercado

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Na quarta semana de quarentena a necessidade de entrar num supermercado aconteceu. Geralmente são os meus pais que têm feito as compras para casa, mas como tive de sair por umas horas e a fome surgiu tive de entrar no supermercado mais próximo, por acaso até dos mais calmos pela zona, para comprar algo para comer por não saber a que horas ficaria despachado. Só te posso dizer que senti pânico ao controlar todos os passos das pessoas com quem me cruzei, principalmente ao balcão onde tive de pedir o que pretendia e depois na caixa de pagamento.

Ainda não me tinha apercebido sobre esta situação, mas no momento em que atravei a entrada e passei a parte das frutas e legumes percebi que estava a fazer um olhar meio estranho de controlador, como um inspetor com visão raio-x. O que queria comer nem sabia mas fui até ao balcão da padaria e por acaso percebi que existiam pequenas pizzas disponíveis, vi um micro-ondas atrás, o que não existia antes, e perguntei se aquelas mini pizzas podiam levar um calor. E sim podiam. Tudo bem, mas só te digo que controlei a distância que deixei para o balcão, olhei para as luvas de quem me atendia, chegou novo cliente e medi se tinha deixado a distância de segurança marcada no chão, aproveitei e pedi um sumo natural para não ter de ir a outro recanto do supermercado. Aceitei o pacote com a pizza aquecida e o sumo de braços esticados e fui, fugindo dos corredores com clientes. Fui até à caixa e ia para as automáticas, mas lembrei-me que tinha de tocar no ecrã onde outros mexeram, seguindo então para uma caixa humana que estava sem fila. Paguei com contactless para evitar contacto com o dinheiro e não quis talão da compra.