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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Proteção Civil inflamada com as golas

27
Jul19

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A proteção civil gastou mais de 125 mil euros em 70 mil golas que foram inseridas nos kits de emergência, que custaram 328 mil euros e que têm sido distribuídos pelas Aldeias Seguras desde 2018. Agora que se percebeu que as ditas golas são feitas de poliéster, material facilmente inflamável e que aquece, estando contra o desejado neste caso, eis que a Proteção Civil revela que estes kits «não assumem características de equipamento de proteção individual, e muito menos de combate a incêndios», sendo somente um kit para merchandising e divulgação, ou seja, tudo foi feito para informar e sensibilizar sobre como as populações devem agir em caso de emergência, gastando dinheiro em material que não serve de muito e que vai até contra as regras. 

Os kits que foram distribuidos ao abrigo do programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras contém além das golas, um apito, lanterna, rádio, colete refletor, também feito em poliéster, máscara e a informação do que é necessário juntar, como é o caso do estojo de primeiros socorros, medicação habitual, água e comida não perecível, produtos de higiene pessoal, uma muda de roupa, dinheiro e a lista de contactos de familiares e amigos mais próximos. 

Incentivando a consciência coletiva, sensibilizando a população para a adoção de práticas que minimizem o risco de incêndio, o programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras foi elaborado com base em salvaguardar os estragos feitos no passado, no entanto agora admitem que os kits distribuídos são somente figurativos e não para uso real se existirem situações em que é necessário agir. 

Vergonha alarmante

29
Jun19

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Há uns dias os colegas decidiram colocar alarmes na mochila que costumo levar para o emprego. Sai no horário, percebi que tinha os alarmes mas esqueci-me de os tirar. No dia seguinte estive de folga, fui ao centro comercial para desanuviar a mente em passeio e eis que os alarmes começaram a soar mal entrei na primeira loja. Ah pois é!

Os alarmes tocaram, logo me lembrei o que se passava, fiquei todo vermelho, o segurança aproximou-se, mostrei o alarme que rapidamente tirei do bolso da mochila e segui caminho. Claro que a situação ficava resolvida facilmente, primeiro porque estava a entrar e depois porque bastava tirar o alarme que nem era igual nem semelhante ao que é colocado nos produtos da loja em questão para perceberem que não tinha nada deles comigo. 

A marca não faz o boneco

27
Abr19

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Nos tempos que correm existem pessoas fascinadas pelas marcas que até enjoa. No entanto se formos analisar,  o que conta mesmo no topo do boneco composto? O que está no ser interior ou no que é visto de forma supérflua exteriormente?

É a marca do sapato, da camisa e das calças, o carro e até a comida, tudo, para certas e determinadas pessoas, circula em função das marcas. «Só compro esta marca!», «Já reparaste na nova coleção da marca de camisas que uso?» ou então, «Estou a pensar comprar o novo modelo da marca x e vender o que tenho - que é da mesma marca -, por já estar ultrapassado!». Sim, queridos gabarolas, poder de compra não vale tudo e coloquem bem isso nas vossas mentes. 

Podem comprar tudo e qualquer coisa para continuarem a alimentar as futilidades que mantém pelas vossas vidas, no entanto a conquista do Eu individual não consegue ser adquirida com a passagem de um cartão de crédito. É necessário tempo, cabeça e vontade para se conseguir atingir o limiar exato que demonstra quem é quem e a personalidade única de cada um. Não vale a pena andarem a copiarem-se uns aos outros, porque se um corta o cabelo, vai tudo cortar, se alguém compra um automóvel novo, segue tudo atrás. Com que necessidade minha gente? Não é a quantidade e a vontade de mostrar ter mais que os outros que nos dão a felicidade. Sejam muito com pouco e perceberão que mais rapidamente conseguem viver em paz, sem a necessidade de andar em modo vigilantes a perceberem que «a galinha da vizinha é melhor que a minha».

A roupa infantil da discórdia

29
Mar19

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Nos últimos dias a discórdia surgiu entre pais e educadores quando a marca de roupa infantil Zippy lançou a sua nova coleção sem género para crianças entre os 3 e os 14 anos. Quando anunciada esta futura nova coleção logo se sentiu um certo azedume pelas redes sociais, mas agora que a mesma foi lançada para o mercado as reações foram mais que muitas. 

Neste momento e após perceberem que parte da nova coleção disponível da Zippy para crianças não tem género, muitos anunciaram boicote à marca de que eram consumidores porque, segundo inúmeros comentários deixados pelas redes sociais, esta ideia das peças poderem ser utilizadas de forma indiferenciada entre rapazes e raparigas não faz sentido nos tempos que correm. 

Para a marca pertencente ao grupo Sonae, este lançamento aconteceu com o objetivo de «celebrar a individualidade e liberdade de expressão de cada um», pretendendo quebrar barreiras e estereótipos com uma coleção onde a cor é a estrela maior para todos. A Zippy não é pioneira com esta ideia, existindo mesmo marcas mundiais que somente lançam coleções sem género como é o caso da britânica John Lewis e de marcas mais pequenas como a Tootsa e a Claude & Co.

Infelizmente e em Portugal a sociedade pelos vistos gosta de estar no passado, onde as roupas infantis também já passaram por uma fase onde não existiam diferenças entre rapazes e raparigas. Mas agora e quando se fala na igualdade de género, existem núcleos que defendem que meninos têm as suas roupas especificas e as meninas outras. Muitos têm sido os comentários deixados nos murais das redes sociais da marca mostrando algum descontentamento por muitos e até tenham criado a hashtag #DeixamAsCriançasEmPaz. «Como não pactuo com a agenda ideológica, a Zippy acaba de perder uma cliente assídua, com vários filhos. Não voltarei a fazer compras nesta loja», afirma uma, pelos vistos, ex-cliente. Ao que outro acrescenta, «Não sei qual foi a intenção desta campanha, ainda, para mais nesta altura, onde não se fala de outra coisa. Terá sido intencional? Ou um infeliz acaso? Independentemente, de sim ou não, a Zippy neste momento está fora das minhas escolhas para os meus filhos». A sério mesmo? Olho para as imagens desta nova coleção e não vejo mal algum entre as peças lançadas. São thsirts, polos, casacos e afins de cor que tanto raparigas como rapazes podem vestir e já outrora vestiam, só que a marca os dividia entre duas coleções e agora estão uniformizados. 

Vestimenta adequada

29
Jul18

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A sociedade enfrenta uma nova moda onde a liberdade sobre o vestuário é total, existindo o poder de arriscar sem levar com a critica de outros tempos pela cor, pelos modelos ousados ou até pelo tecido mais curto que o aceite pelos outros. No entanto, com a liberdade mesmo sendo total, existirá sempre bom senso a levar em conta em certas situações, porque andar à-vontade não é à vontadinha e do meu ponto de vista há que ter em conta os locais, compromissos e pessoas com quem iremos estar para que a escolha do modelito não caia num grande erro.

Apetece-me levar este texto para o prisma das entrevistas de emprego. Há uns meses, na empresa onde trabalhei, existiu um processo de entrevistas e os candidatos aparecem dos mais variados locais da zona mas também com os mais diversos aspetos. Nada de mal até aqui, mas o que dizer quando olhas para uma das candidatas que se aproxima e percebes que optou por se apresentar para uma entrevista de futura administrativa de calças de fato-de-treino e t-shirt? Ora bolas!

Primeiramente, seja para que cargo for e na empresa que seja, quem vai a uma entrevista de fato-de-treino sem o mínimo pensamento de se arranjar? Se a pessoa estivesse nos seus afazeres diários, na rua, por exemplo, e lhe ligassem a perguntar se podia ir naquele momento à entrevista, ainda se admitia porque podia não haver tempo de se preparar. Agora com uma entrevista marcada uns dias antes e mesmo assim apresentar-se com aquela indumentária? Aparentemente a conversa correu bem mas o facto da sua apresentação não ter sido a melhor no primeiro impacto levou a que tudo caísse por terra e ficasse como suplente para o lugar. Se numa entrevista se apresenta de fato-de-treino, como é que irá trabalhar aquela rapariga com o decorrer dos dias depois? 

A Primark não está assim tão barata!

02
Mai18

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Nos primeiros anos em Portugal a Primark surgiu como a cadeia de lojas com preços bem baixos. Nos dias que correm olhando para certas peças não vejo assim tanta diferença como outrora, para mais pela qualidade que se distancia e onde o preço está cada vez mais próximo. 

Circulando pela zona dos fatos completos de homem e blazers a diferença de preços entre a Primark e outras lojas como a Zara, por exemplo, é praticamente nula. O que são cinco euros dentro da qualidade que é apresentada pela cadeia supostamente de preços baixos e as restantes ofertas do mercado? Pegar num blazer de 49,00€ na Zara com todos os cortes perfeitos e modelos trabalhados para acompanharem a última tendência e fazer o mesmo na Primark onde por 44,99€ se leva um blazer de estilo mais clássico, cores normais e com menos cuidados, mostra só por si que por vezes a pequena diferença, que já foi bem maior, não compensa. 

Olho para as lojas Primark e destaco alguns preços baixos mas no geral, falando essencialmente nos produtos apresentados na secção de homem, onde em qualquer loja sempre tudo é mais caro que um artigo semelhante na coleção de mulher, esses preços mínimos não existem. Sei que tudo tem os seus custos e as quantidades produzidas para homem e mulher são bem distantes, mas na Primark existem preços assim tão distantes também entre os dois sexos, levando a que o lado masculino tenha preços praticados mais próximos de outras lojas com um nome e posição superior dentro dos vários escalões sociais do mundo das marcas de roupa.

Calças partem dedos

05
Abr18

Nunca pensei que com uma simples calças me pudesse sentir ameaçado, mas a verdade é que há uns dias pensei que poderia ficar sem dedo numa tentativa de mudança de roupa. 

Passando a explicar! Final de dia, necessidade de me despir para o banho e colocar a roupa de noite, preparando-me assim para a hora da dormida, quando um modelo de calças slim, daquelas bem apertadas nos tornozelos, me fez andar em malabarismos, em pé e deitado na cama para conseguir que o início das pernas me passassem pelo calcanhar. As calças não queria sair nem por nada, bastando somente iniciar porque o resto seria mais fácil, mas a tarefa pareceu e foi bem difícil. Sentado na cama, com os dedos dentro dos pés das calças a puxar para tentar que conseguisse avançar mas nada, chegando depois a torcer o dedo que ficou entalado entre o osso e o tecido, tanta força fiz. O dedo torceu, enrolando-se, sabe-se lá como, mas acabei por me aleijar, num ato que se pode dizer ter sido protagonizado por um nabo bem nabiço no ato de despir uma calças de modelo apertado que não passam, ou melhor passam a custo, em partes mais largas do corpo.