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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Não mexam nas minhas coisas

Publicado por O Informador, 09.10.19

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Sou teimosamente desconfiado por natureza e tenho vindo a detetar pelos últimos tempos que existem pessoas que não se conseguem controlar e que mexem no que não é seu. Neste ponto falo de alimentação, e não só, que fica guardada no canto pessoal a que tenho direito mas que mesmo assim tende em desaparecer aos poucos, assim como quem não quer a coisa. Ao início pensei que seria ideia minha, mas matreiro que sou, optei por fotografar hoje para verificar amanhã ou uns dias depois e adivinhem... As coisas estavam mesmo mexidas e com menores quantidades! Como o ditado popular afirma... «Grão a grão enche a galinha o papo!»

Como pode isto acontecer, digam-me?! Uma coisa é colocar à disposição de todos o que quero partilhar, outra coisa é mexerem no que está no interior do meu espaço, que é meu, pago com o meu dinheiro e que não me importo de partilhar, desde que peçam e não tirem à socapa. Será que não existe noção entre o bom senso e a vontade de mexer no que não é nosso?

Odeio que mexam nas minhas coisas, principalmente no que toca à subtração de comida e privacidade. Se está num espaço que é meu só devem mexer após perguntarem se podem. Sem autorização não, para mais quando fazem as coisas às escondidas, como quem não quer a coisa. Como podemos assim confiar nos outros quando em menos de nada nos podem roubar, porque chamo a isto roubar com vontade, simples coisas, em momentos que estamos por perto e não custa nada pedir ou simplesmente dizer, «olha tirei isto». Agora tirar de forma intencional e para ninguém perceber? Não me façam isso porque só me conseguem deixar de pé atrás.

Vergonha alarmante

Publicado por O Informador, 29.06.19

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Há uns dias os colegas decidiram colocar alarmes na mochila que costumo levar para o emprego. Sai no horário, percebi que tinha os alarmes mas esqueci-me de os tirar. No dia seguinte estive de folga, fui ao centro comercial para desanuviar a mente em passeio e eis que os alarmes começaram a soar mal entrei na primeira loja. Ah pois é!

Os alarmes tocaram, logo me lembrei o que se passava, fiquei todo vermelho, o segurança aproximou-se, mostrei o alarme que rapidamente tirei do bolso da mochila e segui caminho. Claro que a situação ficava resolvida facilmente, primeiro porque estava a entrar e depois porque bastava tirar o alarme que nem era igual nem semelhante ao que é colocado nos produtos da loja em questão para perceberem que não tinha nada deles comigo. 

Assalto no Metro

Publicado por O Informador, 24.02.15

O vídeo que mostra uma infeliz realidade nacional começou a circular pelas redes sociais há horas atrás para mostrar como viajar pelas linhas de metro ainda não é seguro. O que me revolta neste caso é ver e perceber que várias pessoas estavam por perto do casal de jovens que estava a ser assaltado e ninguém fez praticamente nada, nem mesmo quem estava a filmar se preocupou com a situação à sua frente, nem pensou em esconder o seu telemóvel e dar voz a quem naquele momento não a conseguiu ter, por medo e nervossismo. 

A sociedade fala para o alto em várias situações, no entanto nas horas complicadas para os desconhecidos ninguém acorre, mesmo que se saiba que se der o primeiro passo depois os outros irão ajudar a defender os que estão a ser prejudicados sem nada de mal terem feito. 

Roubei gorro de Natal da PizzaHut

Publicado por O Informador, 03.12.12

Que vergonha! Que vergonha! Que vergonha! Uma tripla sensação de vergonha foi sentida no Sábado depois de ter jantado na PizzaHut do Dolce Vita Tejo e quando sai reparei que tinha uma bota de Natal nas minhas mãos, bota essa que continha cupões de desconto para uma próxima visita ao restaurante.

Pois é, depois do jantar e já no acto do pagamento, olhei para o lado e numa lareira improvisada para esta época estavam penduradas três botas natalícias com algo lá dentro... Por cima podia ler-se... «Depois da sua refeição, leve consigo o nosso presente»... Com isto, o que eu fiz? Peguei na bota e trouxe-a comigo, pensado que esta seria o presente!

Qual não é o meu espanto quando já fora do restaurante me perguntam porque tinha a bota na mão... Coloquei os dedos no seu interior e surpresa... A bota não era para trazer, mas sim um ou dois dos cupões que se encontravam no seu interior.

Agora tenho mais de cinquenta cupões de descontos para a PizzaHut e uma bota de Natal com o logo da marca. Uma aventura que deu muito riso depois, mas que nos primeiros momentos deixaram-me embaraçado com o ato, mas não voltei atrás para devolver o que não era meu e trouxe o meu presente para casa. Que vergonha!

A rapariga que rouba

Publicado por O Informador, 26.11.12

Seis pessoas trabalham há seis anos juntas, já viram, já passaram seis anos e ainda trabalho no mesmo sítio. Agora há uns dias entrou uma nova colega porque tínhamos mais trabalho, e eis que ela mexeu no que não era dela. As pessoas até aos colegas de trabalho roubam, mesmo querendo permanecer nesses locais por mais tempo. O que lhe irá acontecer agora? Rua! Ah, pois é!

Uma semana depois de ter começado a trabalhar, a rapariga nova, com quem não simpatizei logo quando a vi para a entrevista, roubou dinheiro a uma das minhas colegas. Como é que as pessoas conseguem fazer uma coisa destas, assim, sem conhecerem os nossos hábitos e sujeitando-se a serem apanhadas em flagrante?

O mais engraçado é que ela não sabe que nós sabemos que ela roubou, mas tem-se mostrado desconfiada. Agora e como não foi despedida logo no dia, ainda não percebi por que razão, anda talvez a tentar mostrar que também foi vítima de roubo. Tem deixado a sua mala em sítios onde todos passam e não dentro do seu armário, mas parece não querer saber. Por que será?

Esta história já se repetiu há uns tempos com outra rapariga e praticamente da mesma forma... Depois de alguém se queixar, ela também se fez passar por vítima. Será que amanhã a moça vai dizer que lhe falta dinheiro? Acho que não, porque deverá saber que não fará os quinze dias de experiência a trabalhar connosco! Como as pessoas conseguem roubar assim à descarada é algo que me faz confusão, mas nos dias que correm, existe gente para tudo!