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O Informador

E de repente... O dia muda!

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Existem dias que parecem começar da melhor forma e que do nada se tornam difíceis, pesados e cansativos. Ainda ontem acordei em dia de folga e em menos de nada percebi que afinal estava a ser chamado para acudir uma emergência que me deixou ocupado para o resto do dia, já que era necessário trabalhar. Fez-se bem mas para uma pessoa que gosta de ter tudo planeado as alterações de última hora por vezes causam algum stress no primeiro impacto, sendo uma mudança que acaba por fazer com que o psicológico acabe por cansar o físico já que tudo está preparado para seguir uma linha e do nada a alteração é necessária. Tudo uma questão psicológica!

Sabes quando te deitas com o pensamento que no dia seguinte tens todo o dia para te dedicares às tuas coisas ou ao não fazer nada e de um minuto para o outro, quando começas a desfrutar das horas de pausa, recebes uma chamada e aquele dia de descanso deixa de o ser? Foi isso!

 

E terminaram...

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Hoje, terça-feira, 11 de Maio, terminam as minhas primeiras férias de 2021. Se passou rápido? Claro que sim, mas quais são as férias que não passam num ápice que mal as iniciámos e já estamos a sentir os últimos cartuchos a baterem à porta com uma total pressa que não acontece em períodos laborais.

Hoje as duas semanas completas, de Quarta a Quarta, terminam e deixam para trás dias de descanso, alguma praia fluvial, boa comida, horas de dormida acima do normal, convívio com os amigos, compras inesperadas e espontâneas, inspeção da viatura, e por aí fora, numa quantidade de acontecimentos que agora ficam para trás porque a necessidade de voltar ao dia-a-dia rotineiro surge e o regresso ao trabalho tem de acontecer. 

Até amanhã!

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Chego a casa já noite feita! Coloco a chave e destranco a porta. Entro devagar e volto a fechar a porta, mesmo ao lado o cão dorme o seu quadragésimo sono do dia, tentando que este seja duradouro por toda a noite e sem sobressaltos. Mal abre os olhos na escuridão enquanto me descalço sem ligar qualquer luz. Sigo direito ao quarto sempre sem ligar qualquer luz. Coloco a mochila no seu lugar habitual, encosto a porta, sigo até à mesa de cabeceira e ligo o candeeiro. Volto a sair do quarto, encosto a porta e vou até à casa de banho, ligo a luz, encosto a porta para fazer a higiene do final do dia, visto o pijama entretanto, deixo a roupa no cesto para ser lavada, abro a porta, desligo a luz e regresso ao quarto. Sempre tudo com o mínimo de barulho possível. Já no quarto, puxo a roupa da cama para trás e deito-me, deixando-me finalmente esticar por debaixo dos lençóis. Desligo a luz do candeeiro da mesa de cabeceira e viro-me para o outro lado. Até amanhã!

Rotina das noites frias

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Deito para dormir e não consigo adormecer com os pés frios.

Fico deitado com um monte de roupa em cima, todo tapado dos pés à cabeça e começo a sentir a necessidade de respirar. 

Acordo de noite e percebo que já me destapei.

Vou ao WC e volto para o quente da cama.

Torno a adormecer, todo tapado sabendo que irei ficar com o pico de me faltar o ar dentro de momentos.

Acabo por adormecer de novo e sei que me destapo.

Acordo de manhã, quando o sol nasce e o despertador ainda nem tocou e percebo que lá fora está um gelo de arrepiar.

Olho para o ecrã do telemóvel para perceber que faltam uns ligeiros minutos para me ter de levantar.

Já não adormeço após abrir os olhos e perceber que o sol nasceu.

Levanto porque os cuidados e necessidades matinais imperam e logo de seguida fico pronto com a roupa para começar o dia.

Pesadas rotinas noturnas

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Sabes aquelas pessoas que dormem mal, mal e mal umas três noites seguidas e que de duas em duas horas acordam para fazerem uma série de coisas já rotineiras para esse trio da semana? Nas últimas noites uma dessas pessoas fui eu... Acordei, sentei na cama, fui ao WC e bebi água para voltar a adormecer logo, logo e logo.

Mais uma semana com mais do mesmo!

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Mais uma semana, mais uma voltinha na carruagem laboral. A semana começa, promete mais do mesmo perante os dias anteriores e aparentemente nada demais irá acontecer para combater de frente uma rotina sem desafios que parece estar instalada na minha vida profissional.

A monotonia está instalada, sinto-me como parado no tempo e sem perceber o significado de desafio de que tanto necessito por não existir estímulo em fazer diferente, mais e melhor. Quem me conhece sabe que sou muito focado e gosto de pensar a longo prazo, arriscar e saber que poderei ganhar com isso. Neste momento a paragem acontece e a cada semana o que vou notando é um certo sufoco por estar bem mas por estar parado, em espera que o mercado mexa e ao mesmo tempo a olhar tantas vezes para cada inicio de semana e pensar que as coisas não estão com qualquer previsão de mudança.

Rotina mesmo de quarentena

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Os dias em tempo de isolamento tornam-se cansativos mas mesmo assim não deixo de fazer o meu horário mental de forma diária, tentando seguir à risca sem existirem grandes contratempos, logo agora que a vida é praticamente sempre mais do mesmo.

Acordo cedo porque a junção entre corpo e mente assim o exige por não conseguir dormir muito e assim o dia começa logo também com o rair do sol quando podia estar até mais tarde a desfrutar da amizade com a cama. Ao levantar cedo e ao tomar pequeno almoço percebo através do estado do tempo como se seguirá o meu dia. Se estiver a chover de manhã e tarde fico logo a saber que não irei sair sequer. Agora se o sol espreitar visto o equipamento de treino e lá vou eu, a solo, caminhar e fazer exercícios por caminhos mais isolados e no meio da natureza. Hora e meia a desfrutar da companhia dos sons naturais que nos são permitidos a quem vive mesmo ao lado do campo e que ajudam nestes tempos a desanuviar um pouco. Já de regresso a casa e banho tomado, a manhã vai acabando por passar, chega o almoço e a tarde é descontraída mas pensada. Geralmente começa entre séries até ao lanche, depois leitura e escrita até o sol se pôr e o momento do jantar chegar em mais um dia. Caindo a noite, é tempo de voltar ao pijama, ver o noticiário, assistir à novela e voltar depois aos livros ou séries, dependendo do estado de espírito para com as histórias que me estão a acompanhar nos dois campos.

Cumprir horários é bom!

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Odeio chegar atrasado onde quer que vá e perante qualquer combinação. Se existem compromissos e horários a cumprir então há que os levar a sério. Com isto e porque se sou exigente comigo também o tenho que ser para com os outros. Quem falha uma vez e duas vezes e o contínua a fazer porque não consegue cumprir e sabe que só perde com isso, somente prova que não pretende mesmo mostrar ambição para ser uma pessoa cumpridora. Se não conseguem ter horários quando os combinam com outros então o respeito por quem fica em espera onde está?

Não têm de seguir as regras exatas dos relógios, mas tentem mostrar a mínima capacidade para saírem de casa com tempo, não precisando de andar a correr, para se chegar a horas. Se começarem a fazer as coisas mais cedo conseguirão ter organização para não se atrasarem depois. Tenham ritmo, percebam que se têm de chegar agora e se aparecem sempre com uns minutos de atraso, então terão de sair mais cedo, usando a diferença desses minutos, para não se atrasarem.

(Re)entrada na rotina

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O início de uma nova fase laboral é sempre um momento de controlar a gestão de horários, para mais quando ao longo de uma semana a rotina pessoal e profissional é feita de diferentes modos. Neste momento e após os meses de desemprego voltei a ser «empregado por conta de outrem» e ao contrário do que tinha anteriormente, com um horário de Segunda a Sexta-feira e com entradas e saídas fixas, desta vez os Sábados e Domingos entram na corrida e existem quatro horários de início e final de dia. Com isto e porque todas as semanas percorro os quatro horários, felizmente, o dia-a-dia está aos poucos a ser adaptado para a nova vida em que hoje posso estar de manhã em casa e sair bem de noite, mas também amanhã posso logo começar de manhã a trabalhar e sair a meio da tarde.

Neste momento é necessário aos poucos definir onde encaixar certos afazeres pessoais no meio desta nova rotina profissional. Casa, saídas, compras, o blog, a leitura, as séries, tudo altera com esta nova fase que começou, pela qual optei e que espero que venha a correr bem. O modo de fazer, os horários mais ou menos estabelecidos onde gostava de fazer as coisas deixaram de existir como acontecia até aqui. Agora tudo está alterado, estando aos poucos a compor um novo diário, mais dinâmico e onde o hoje não é igual ao amanhã nem a ontem.

Sem hábitos de desempregado

Fiquei forçosamente sem emprego há umas semanas e desde ai que ainda não me habituei a esta nova vida com tempo livre a mais. A situação do despedimento ainda não está resolvida e neste momento não estou a ganhar de lado algum, no entanto estou em casa e os gastos diários continuam a surgir. O tempo e o facto de estar em casa levam-me a comer mais, o que pode ser bom para engordar um pouco, consigo ver mais séries e ler com maior regularidade mas depois todas as manhãs e tardes livres que tenho fazem-me ter na ideia que não me sinto útil neste momento, ainda sem ter criado hábito e rotinas para os próximos tempos em que nada de concreto terei para fazer. 

Acordo a horas um pouco mais tardias do que era habitual, deitando-me ainda mais ou menos pela mesma hora para tentar manter as regras e não perder o dia. Só que é nesse mesmo dia em que me sinto baralho. Primeiro sou uma pessoa que sente necessidade de sair à rua para ver pessoas, aguentando-me de manhã por casa mas após o almoço ainda não consigo pensar que vou ficar todo o dia fechado sem sair por umas horas. Sinto-me um pouco claustrofóbico se não arejar todos os dias. Sinto falta neste momento de regras e horários para acordar e despachar, ir trabalhar, voltar a casa... Ou seja, faltam-me regras diárias por ser uma pessoa que primeiro tem de andar de um lado para o outro e depois porque gosto de ter horários para tudo, o que neste momento se torna complicado encarrilhar com tanta hora vaga a que não estava habituado.