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O Informador

Vamos dormir no Metro

Dormir no MetroTodos nos queixamos que o tempo que se perde no trânsito e nos transportes públicos para se fazer a viagem entre casa e local de emprego empata sempre tempo precioso que poderia ser ocupado para serem feitas outras coisas. Este senhor, algures por este mundo fora, resolveu aproveitar de outra forma a sua viagem e conseguiu adormecer pelo chão, mais ou menos macio, do metro. Assim sim, a viagem compensa!

O que seria se agora todos começássemos a fazer o mesmo pelos transportes públicos que nos ajudam a deslocar de um lugar para outro com dezenas de pessoas por perto? Chegar ao metro ou autocarro, deitar no chão e dormir uma soneca, aproveitando assim os minutos de deslocação em que, na maioria das vezes, não se faz nada e olha-se para todo o lado e para as pessoas que nos rodeiam sem qualquer interesse, seria de valor!

Este senhor deu o primeiro passo na horizontal para o que será o futuro das viagens públicas, agora é fazer com que o exemplo pegue e fazer com que o chão ondulante e patinhado de tais locais comece a servir de cama, daquelas onde as massagens estão presentes e a flexibilidade das molas aparece!

Como é bom partilhar momentos caricatos!

Riso - Uma Exposição a Sério

http://www.youtube.com/watch?v=z5opWxBtjWs

«O que é o riso? O que mostra e o que esconde o riso? E o que diz o riso de quem ri, daquilo que ri, do tempo em que ri e do modo como ri? O que há de comum entre uma cara de palhaço, o sorriso da Gioconda, uma anedota de café, um enredo de comédia, um boneco das Caldas, uma blague de salão, o D. Quixote de la Mancha, o Contra-informação, um urinol a que um artista chamou de obra de arte, uma piada da "revista à portuguesa", um diálogo de um filme de Woody Allen, um cartoon de jornal, o riso repetitivo de um louco, uma sitcom da televisão?»

RisoEsta é a apresentação da exposição Riso que fui ver ao Museu da Electricidade, em Lisboa, e que gostei bastante de ver. Artistas é o que todos podemos ser, mas só os melhores têm as ideias que levam os outros a gostarem e depois a acharem piada a tão bons trabalhos de humor.

Através de vídeos, pinturas, espaços, sons, bonecos e até uma casca de banana, são várias as obras apresentadas nesta fantástica exposição que, de certo, leva alguém a sorrir com algo que vê. Pode não achar piada a tudo o que está naquele espaço, mas o que é certo é que se acha graça a algo desde a entrada à saída.

Riso poderá querer também dizer acto ou efeito de rir, alegria, graça, zombaria, escárnio e o que é certo é que todas estas outras caracterizações para a mesma palavra estão presentes nesta exposição que me levou ao Museu da Electricidade. Recomendo, mas não podem demorar muito porque tudo está previsto terminar, pelo menos neste local, no próximo dia 17 de Março! Já agora, a entrada é livre!

A Cultura tem que ser vista, para mais quando a podemos ter ao nosso alcance de forma gratuita! Poderão saber mais sobre sobre este Riso no portal da Fundação EDP!