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O Informador

As redes ficaram desligadas

Redes Sociais

Facebook, Instagram e Whatsapp sofreram alguns problemas técnicos que duraram horas e o Mundo parou cerca de seis horas porque se ficou offline. Sem publicações, partilhas e registos sobre o que se estava a passar, as duas redes sociais e a plataforma de conversação foram abaixo e rapidamente se tentou perceber através do Twitter o que se estava a passar para se ter ficado offline de forma automática e sem qualquer aviso. 

A empresa foi tentando restabelecer a situação e Mark Zuckerberg acabou por pedir desculpa pelo sucedido, tendo perdido com esta falha milhões de euros por seis horas de desconexão entre os milhões de utilizadores. Quem também perdeu, mas a paciência, fomos nós, os utilizadores, que só queríamos voltar a estar ligados e atualizados pelas novas partilhas de uns e outros.

"Eu conheço-te"

Conhecer

Uns anos depois ainda me sinto meio que constrangido e sem reação quando alguém que desconheço pessoalmente se chega ao pé de mim e revela "eu conheço-te".

Há uns dias isto voltou a acontecer no meu local de trabalho. Estava ao telefone na entrada, um cliente chegou, olhou para mim quando desligava a chamada e proferiu as palavras referidas. Fiquei a olhar, por não estar à espera, e a resposta saiu da minha boca de forma instantânea, "só se for daqui". Fiz o atendimento, sempre com o moço a olhar para mim, talvez a tentar perceber se tinha ou não razão quando disse que me conhecia e que não era do local de trabalho.

Frontalidade é nas redes sociais

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Muito as pessoas gostam de mostrar a sua frontalidade através das redes sociais através de partilhas e comentários que vão sendo feitos por perfis e páginas para darem a sua alfinetada a uns e outros. Será que alguns cidadãos que se esmeram para se mostrarem sociáveis e que por vezes criam personagens para mostrarem nas redes o que não são, não se conseguem esforçar minimamente para manterem um maior controlo nas suas criticas, comentários desagradáveis e dicas negativas para com os outros e mesmo perante os serviços que lhes são prestados?

As pessoas queixam-se de muito e por vezes podem ter a razão do seu lado, mas vejo tanta boa gente a partilhar vídeos, textos e frases tão diretas sobre situações pelas quais passam que me deixam a pensar onde ficou a frontalidade em vários casos para a deixarem na hora e não para depois de forma online. Já não se consegue falar sem deixar de lado as partilhas para gerar aquelas longas conversas escritas do diz que disse em que todos se metem e poucos estão envolvidos?

 

Visita-me no Instagram

instagram o informador

O convite é simples, deixo aqui a ideia para visitares a minha página de Instagram e perceberes o que ando a partilhar pelas Publicações, pelo Reels e mesmo pelo InstaStories e quem sabe começares a seguir a página para ficares ainda mais a par dos meus devaneios. Umas vezes mais sério, outras vezes mais animado, como um complemento do blog ou simplesmente uma partilha vaga. No Instagram, tal como por aqui, sou livre e continuarei a ser, como tal publico o que me apetece, quando e como, sem me importar quem possa estar do outro lado e a opinião que possa ter. Aparece, vê, comenta e faz os teus gostos e se quiseres, mas só mesmo se quiserem, começa a seguir.

Não é recíproco

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Há uns anos sentia uma certa pressão nas redes sociais para com o seguir de volta quem começava a seguir como se fosse como que uma obrigação. Na altura cheguei a debater com algumas pessoas que não seguia porque simplesmente não me identificava com as suas publicações, além de que somos livres para fazer o típico like onde e em que e quem queremos, sem existir obrigatoriedades. Esta semana voltei a receber uma mensagem caricata, vindo diretamente de alguém que partilha opiniões literárias pelo blog e redes sociais, como vou fazendo com os livros que leio, sobre a razão de me seguir há anos e não ser recíproco. 

A questão volta a colocar-se... O ato de fazer Seguir tem de ser recíproco como um toma lá dá cá? É que quando aderi ao Facebook, depois ao Twitter, Instagram, Pinterest e mais recentemente ao TikTok - já agora se quiseres aproveitar para me seguir nessas redes sociais sem esperar nada em troca estás à vontade - não fui informado pelo regulamento que era obrigatório retribuir o ato de Seguir, tal como ter de espalhar Gosto pelas mais variadas partilhas e por aí fora. 

Momentos solitários

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A chuva cai através do beirado da varanda para que o olhar se concentre em cada fio de água da chuva que escorre para seguir o seu caminho. Ao mesmo tempo, lá ao fundo, enquanto o dia se deixa alongar, o nublado invade o horizonte, deixando a serra de um momento para o outro, quase sem se fazer avisar, tapada e fora de vista. Cá dentro, de computador no colo, aquecedor por perto, pantufas calçadas, chá na mesa-de-cabeceira, televisão ligada, telemóvel a carregar e livro pronto para ser fotografado para futura publicação no Instagram e mesmo aqui pelo blog, vou centrando o pensamento entre o que escrever e a passagem das horas em tempo de confinamento, isto ao mesmo tempo que o telemóvel recebe nova mensagem, penso no que irei comer dentro de minutos e no entanto deixo-me ficar por aqui sentado de pernas esticadas, puxo a manta para reforçar a necessidade de me aquecer e me fico por mais um bom bocado. Tudo e nada disto aconteceu num pequeno espaço de tempo, aquele tempo que passa e sobre o qual o ser humano nem se dá conta. 

Sofrem as redes sociais

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Meses de pandemia com várias semanas de quase isolamento e em que as redes sociais ajudaram um pouco a compensar a distância e ausência. No entanto com o tempo a passar e com a saturação desta nova vida, ao mesmo tempo que a habituação acontece, as redes sociais acabam por causar algum cansaço e hoje, talvez devido aos estados constantes de confinamento sem poder usufruir daquela liberdade que tanta falta faz, a partilha acontece de forma mais espaçada e em relação ao Instagram, rede que mais utilizo, as ideias para a criação de novas imagens têm vindo a diminuir de forma um pouco estranha a par da vontade para perder uns minutos a pensar no que posso elaborar de novo sem perder a essência do que tenho feito ao longo do tempo. 

Sou defensor que existem coisas que a serem feitas têm de surgir de livre vontade e de modo espontâneo e neste momento não me deparo com essa situação, sentindo que vou muito ao sabor da maré por não existir capacidade criativa e motivação para fazer mais e melhor. Vejo que este estado de maior enclausuramento me tem tirado alguma inspiração para me conseguir dedicar a pontos dos quais gosto, seguindo agora muito uma rotina diária sem fugir de controlo e sem me lembrar que num instante rápido posso fazer o que sempre gostei para voltar a retomar de forma mais constante a ligação pelas redes sociais. 

Pra Cima de Puta | Cristina Ferreira

Contraponto

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Título: Pra Cima de Puta

Autor: Cristina Ferreira

Editora: Contraponto

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2020

Páginas: 152

ISBN: 978-989-666-276-9

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Na Internet e nas redes sociais, a maldade grassa, o fel destila. Assusta-me perceber que há gente que se alimenta disso, que julga e agride os outros com facilidade e sem pudor.

Este livro é sobre a violência e sobre a necessidade urgente de mudar. Com ele, pretendo confrontar-nos com a impunidade das agressões que, nas redes sociais, se dirigem não interessa a quem ou com que consequências.

Muitos considerarão que este título e o que aqui mostro constituem mais uma provocação. É verdade, este livro é uma provocação, uma chamada de atenção. Mas é também um testemunho que acredito que posso deixar. É uma parte da História e da história das pessoas que, impunemente, optam por agredir. Esta maledicência, esta imensa maldade, num mundo que precisa tanto do oposto, surge porquê? O que leva o ser humano a escrever este tipo de comentários? Um dia, daqui a muito tempo, alguém pegará neste livro e conseguirá entender como eram as redes sociais nesta década do século XXI. Talvez encontre algumas pistas.

O que aqui mostro pretende ser uma abertura de caminho para uma análise sociológica que é preciso fazer. Não é para terem pena de mim ou da minha família. É para percebermos que mulheres e homens atacam ferozmente. Na maioria das vezes, sem conhecimento de causa, por inveja pura e simples ou por qualquer outro sentimento que os especialistas saberão identificar melhor do que eu.

Quero que este debate se faça. Sou uma profissional da área da comunicação e chego a muita gente. Quero usar essa influência para tentar criar reflexão e discussão em torno de algo que não me afeta só a mim, de algo que me parece que faz de nós, enquanto sociedade, gente menor do que poderíamos ser.

 

Opinião: Cristina Ferreira tem sido nos últimos anos um dos rostos com maior influência em Portugal, tendo consigo o muito trabalho e dedicação que lhe têm dado força e gerando sucesso em tudo o que idealiza e realiza a solo e com a sua cada vez maior equipa profissional. Dentro de um esquema que vive muito da sua imagem pela imprensa, redes sociais e claro, da televisão, Cristina cresceu junto do público e hoje é a figura que mais vende através da sua imagem e da própria marca. Estarão os sucessos pessoais ligados com tanta critica gratuita que lhe é feita por pura inveja e incapacidade de perceção de que as mulheres merecem tanto os lugares cimeiros como os homens? Estarão os famosos sujeitos a tantos julgamentos gratuitos perante a mesquinhez de uma sociedade que não sabe perceber que as conquistas só acontecem com batalhas travadas, mesmo quando se deixa muito para trás na procura de objetivos que são realizações pessoais? Qual a razão de não se aceitar o sucesso do vizinho quando este idealizou, lutou e triunfou?

Dez anos de Instagram!

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Querida sociedade portuguesa e internacional, então ontem ninguém se lembrou que o nosso querido Instagram completou 10 anos? Andamos para aqui há uma década com a rede social da imagem de um lado para o outro, a mostrar o que queremos e a ver por vezes o dispensável e num dia comemorativo, 06 de Outubro de 2020, este décimo aniversário da rede social passa assim tão ao lado?!

Por aqui, e não ando pelo Instagram desde o início, a rede social da imagem continua a merecer o primeiro lugar das preferências, dentro das cada vez mais variadas opções que surgem no mercado. Já tentei enveredar por outros caminhos, é certo, mas depois percebo que está difícil deixar este pedaço de mal caminho que só tem revelado a importância da imagem nos tempos que correm. 

Neste aniversário a possibilidade de alterar o ícone da aplicação tornou-se possível, para isso basta ir até às definições, arrastar o ecrã para baixo e entre o atual, os antigos e pioneiros logótipos e mesmo novas sugestões, o ícone pode agora ser alterado consoante o utilizador bem entender, tudo numa celebração pela diversidade e memória. 

Parabéns ao Instagram! Parabéns para a minha conta! E Parabéns a todos os instagramers espalhados por este Mundo fora, quer sejam eles os pioneiros a aderirem à rede ou mesmo os mais recentes, aqueles que acabaram de abrir a sua conta e ainda estão a tentar perceber como as dezenas de redes sociais possíveis se encaixam numa só, num sistema de absorção perante toda a possível concorrência que surja e logo acaba por ter a sua cópia como adesivo num só local, o famoso Insta!

Irrealidade das redes sociais

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Um perfil virtual é somente um perfil virtual que tantas vezes consegue esconder a realidade de toda uma vida que não passa nas redes de uma criação como se esses serem que alimentam cada perfil dessem destaque a personagens que são a quase idealização das vidas com que sonharam mas que não conseguiram ter. 

Quantas e quantas pessoas reais não se mostram nas plataformas sociais com uma ligeira e em alguns casos avançada distorção da realidade para parecerem as melhores pessoas do mundo, onde o bem, o melhor e o conforto reinam em falsas vidas que tendem em mostrar o que não existe. A criação de uma total ilusão de omissão e mentira é tão real que dá um pouco de pena o uso de uma ostentação através da criação de cenários que não passam disso mesmo, servindo para mascararem e disfarçarem a realidade. Existirá necessidade de esconder o que por vezes é belo de uma maneira pura e honesta para querer parecer o que não se tem e muito menos o que não se é?

O esconder com a necessidade de revirar a realidade, criando histórias e recantos para apelar a uma beleza de vida ímpar e ideal quando as coisas não acontecem nesse sentido. Não consigo perceber esta necessidade de contrastes que muitos preferem representar como se tudo fosse perfeito e belo.