Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Caos sem rede

13
Jul19

offline.jpg

 

Escrevo agora mesmo com as teclas do portátil a darem os seus estalidos de forma contínua. Mesmo ao lado tenho o telemóvel com o ecrã a dar sinais de vida de vez em quando com novas notificações vindas das redes sociais, mensagens escritas, emails ou de aplicações informativas. O online não para, sempre estamos ligados, tudo nos tenta fornecer as novas do mundo, dar um Olá por vezes interesseiro ou simplesmente clandestino de quem não tem nada para fazer.

Onde inserimos tanta notificação ao longo de um dia em que é necessário trabalhar, aproveitar as horas vagas, alimentar o corpo, organizar a vida e descansar? Nos dias que correm não existe praticamente vida sem a correria das ligações de internet, sempre estamos ligados e no momento em que a rede fica desligada ou determinada aplicação bloqueia o mundo parece estar prestes a desabar. Ora porque não estamos a conseguir aceder ao email que tanto esperamos com uma resposta, ora porque não sabemos quantos gostos está a receber a última publicação feita nas redes sociais ou somente porque alguém nos contou um mexerico sobre uma publicação de outrem e é necessário ir espreitar. Andamos ligados, não saímos sem ver a temperatura do tempo que surge no ecrã do telemóvel, não começamos o dia fora de casa sem consultar as redes sociais, se existem mensagens por ler é bom logo despachar o tema antes que um revéns aconteça.

Falha nas redes sociais deixam planeta em sobressalto

15
Abr19

redes sociais.jpg

«Falha nas redes sociais deixam planeta em sobressalto» podia ser o título de uma notícia num qualquer jornal sensacionalista mundial. Mas não é, pelo menos que saiba, e foi antes o título que optei por colocar a este texto por ter percebido que algumas redes sociais - Facebook, Instagram e WhatsApp - estiveram mais de duas horas sem funcionar no passado Domingo. O que parte dos utilizadores fizeram? Ficaram em pânico e utilizaram outras redes sociais para comentarem e tentarem perceber o que se estava a passar. 

Após umas falhas há semanas, eis que as três redes sociais voltaram a ficar offline sem aviso prévio e pelo pânico que se instalou parece que parte do planeta parou. Se uns deixaram de aceder a vários contas de lojas online ou de jogos online por acederem através do Facebook, existem também os que se questionaram sobre o que estaria por detrás desta quebra.

Estariam a fazer testes para perceber como o sociedade reage à ausência de redes sociais? Isso não me parece, mas uma coisa é certa, gostaria de perceber como seria a nossa vida em geral se ficássemos uma semana sem acesso a todas e quaisquer formas de comunicar através da internet. O mundo iria parar mesmo, tudo estaria desligado por atualmente tudo ser feito através de um clique, onde as coisas se sabem num simples segundo através de uma imagem ou uma simples palavra partilhada.

Confesso que dei pela falha já perto do fim mas pensei que fosse um problema de rede, uma vez que também a internet estava com complicações para abrir aplicações de jornais online e afins. Não percebi logo que as redes sociais estavam com falhas e só visitando o Twitter entendi que «o drama, a tragédia, o horror» estavam instalados de forma geral com seres a arrancarem cabelos e a pensarem em se atirarem de pontes porque ficaram desligados do mundo por algumas horas. Claro que estou a exagerar, mas acredito que muitos ficaram todo o tempo em que estiveram sem redes sociais a atualizar as aplicações até que as mesmas reagissem em género de tratamentos de choque.

Desafio viral | Atirar queijo à cara dos bebés

05
Mar19

queijo bebes.jpg

Os desafios virais da internet continuam e se uns são um quanto engraçados, existem outros que de estupidez conseguem ganhar aos pontos. Agora a nova moda é atirar fatias de queijo à cara de bebés. Sim, andam por ai muitos paizinhos queridos a atirar queijo para o rosto dos seus filhos, como se fosse uma coisa super engraçada para se rirem, gozarem e mostrarem ao Mundo. 

Após saírem do carro em andamento a dançarem, comerem canela à colherada, levarem com baldes de água gelada e uns quantos desafios bastante promissores para a conquista das mais parvas partilhas virais de sempre, agora é a vez de atirarem fatias de queijo para a cara das crianças. Que coisa tão linda de ser feita, não é? Enfim!

Os bebés quando levam com as fatias de queijo na cara têm as mais diversas reações, como é normal. Se uns riem, outros choram, mas no geral ficam espantados e depois alguns acabam por comer o queijo após o primeiro impacto. Será que os adultos que praticam este desafio também gostavam de levar com alguma coisa na cara para serem gozados? Existem situações tão incompreensíveis por não existir explicação plausível para pessoas com o mínimo de pensamento as praticarem com quem ainda não se consegue defender. Para quem pratica este desafio só tenho uma palavra para lhes poder associar... Ou são «parvos» ou são mesmo «parvos» porque fazem as coisas e nem pensem que podem causar algum tipo de perturbação nos bebés que se podem magoar ou ficar verdadeiramente assustados quando sem intenção algo lhes for atirado à cara futuramente. 

Sem redes sociais

30
Jan19

redes sociais.png

E se de um momento para o outro deixássemos de usar as redes sociais?

Neste momento a maioria das pessoas que nos rodeiam estão ligadas, quer seja via Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest ou por outras redes sociais que andam por aí e que não frequento. 

O dia-a-dia de cada um é relatado, comentado, mostrado e acaba por suscitar interesse em quem nos segue, muitas vezes sem a ideia de cuscar mas sim como para passar o tempo a olhar para as imagens e figuritas dos outros, percebendo também por vezes e através dos desabafos tornados públicos como está o estado de espírito de quem está do outro lado. No entanto, as redes sociais não transmitem somente coisas boas e isso por vezes acaba por prejudicar o próprio publicador que partilha de mais e quando dá por isso já é tarde.

Pois é, por vezes estar ligado, publicando o que apetece e disponível para quem esteja bem perto do que vamos publicando acaba por deixar a pessoa cansada e frustrada. Comentários menos bons, imensos artigos publicitários a invadirem as redes sociais como autênticos intervalos televisivos que parecem nunca mais ter fim, tricas e mexericos sobre uns e outros desnecessários, guerras de vizinhos e antigas relações a serem tratadas na praça pública. Tudo isto para quê? Para se dar nas vistas, querendo provar quem tem mais razão em cada tema, provocando o próximo para que este responda e por vezes fique mal visto junto de quem o segue. Existe mesmo necessidade?

Conversas de telemóvel

11
Nov18

messenger.jpg

É um facto que me acompanha e deve ser para manter ao longo dos próximos anos! Não gosto de falar ao telemóvel, preferindo bem mais que me enviem mensagens que logo que possível, geralmente até de forma rápida, respondo. 

Podem enviar mensagens das mil e uma maneiras que encontrarem, uma vez que nos tempos que correm além do padrão base existem inúmeras possibilidades distintas com tanta aplicação a surgir no mercado como cogumelos em terras férteis deste país de costa marítima e cada vez mais propício a intempéries que até nos deixam sem rede móvel.

Vá, se quiseres contactar comigo, além dos sistemas de Messenger de FacebookInstagram e Twitter, tens ainda o Whatsapp, o e-mail e aqui o blog. Podes enviar-me a mensagem que quiseres porque a resposta será feita, nas suas devidas condições assim que possível e dentro dos prazos legais consoante a agenda de uma pessoa muito, mas mesmo muito ocupada... Eu!

Controlo temporal nas redes sociais

08
Ago18

alerta facebook.jpg

Um tema que tem vindo a ser debatido nos últimos tempos vai de encontro ao aumento da duração que cada um de nós passa ligado às redes sociais. Agora FacebookInstagram revelam que existirão novidades através de uma nova ferramenta que irá controlar e alertar consequentemente os utilizadores sobre o tempo que passam diariamente nas respetivas plataformas sociais. A intenção é ajudarem as pessoas a controlarem as suas ligações às redes sociais para que o tempo que lhes seja dedicado seja intencional e não como uma banalidade cada vez mais habitual. 

Ao que tudo indica, o novo painel, que irá estar inserido nas Definições, irá revelar o tempo dispendido ao longo dos últimos sete dias, fazendo também um alerta sobre o uso diário da aplicação, existindo ainda a possibilidade de serem recebidas menos notificações para que não exista tanto incentivo em entrar na rede social ao longo do dia. Ao que parece, e segundo alguma imprensa mundial, este sistema não irá ser somente implementado nas redes sociais acima referidas, sendo que também a Apple e a Google irão inserir nos seus novos lançamentos uma funcionalidade semelhante de alerta sobre os tempos de consumo de cada aplicação para que possa existir um maior controlo e consciencializar os utilizadores. Segundo o comunicado lançado, estas novas ferramentas foram desenvolvidas com a colaboração de especialistas em saúde mental e académicos, tendo estas alterações recebido o apoio da Sociedade de Saúde Pública. Nas próximas semanas as alterações irão sendo lançadas de forma gradual a nível global.

Ego a mais ou negativismo?

06
Ago18

like.png

Circulando pelas redes sociais por vezes dou com a mente a divagar sobre a razão de algumas pessoas fazerem «gosto» nas suas próprias partilhas, sejam elas de frases rotineiras, citações ou imagens. Qual será o motivo para que a pessoa que publica algo para os outros verem faça também um «like» na sua partilha? Não será este um ato estranho? Tenho duas ideias bem opostas sobre quem tem este tipo de comportamentos!

Os «gostos» próprios poderão revelar confiança a mais ou pelo contrário algum negativismo sobre poucos visitarem o seu perfil e mostrarem agrado com a partilha. Se por um lado fazem o clique nas suas próprias publicações como forma de mostrarem realmente que adoram o que dizem e partilham, mostram também aquele pessimismo de que é necessário chamar a atenção dos outros sobre certa publicação que já está a ter algumas reações, mesmo que essas sejam do próprio publicador que gosta tanto do que diz e faz que nem consegue resistir em dar um «like» ao que acaba de partilhar pelo seu perfil. Isto é um pouco como que fazer um auto elogio, só que neste caso elogia-se o que se publica pelas redes sociais para que os outros possam também valorizar.