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A roupa infantil da discórdia

Nos últimos dias a discórdia surgiu entre pais e educadores quando a marca de roupa infantil Zippy lançou a sua nova coleção sem género para crianças entre os 3 e os 14 anos. Quando anunciada esta futura nova coleção logo se sentiu um certo azedume pelas redes sociais, mas agora que a mesma foi lançada para o mercado as reações foram mais que muitas.  Neste momento e após perceberem que parte da nova coleção disponível da Zippy para crianças não tem género, muitos (...)

Será o marido ideal?!

Uma jovem mãe que trabalha e cujo marido não mexe uma palha em casa para a ajudar com a criança é algo que não consigo compreender. Estamos em pleno século XXI, o casal trabalha e quando ela chega a casa tem de fazer tudo sozinha e ainda cuidar da criança para o maridinho estar sentado no sofá a ver os seus jogos de futebol, tendo ainda a lata de lhe dizer que não consegue tratar da filha e que não sabe fazer nada pela cozinha. Tenham dó, mas um casamento ou união de facto (...)

Donzelas de mini na mão

A sociedade desenvolve-se e os costumes acompanham tal evolução. No entanto, existem coisas que preferia não ter visto alteradas... Falo do hábito, cada vez mais recorrente, das raparigas beberem uma boa Sagres Mini e que me deixa transtornado porque olho para a garrafa e para as donzelas e penso que ambas não encaixam. Toda a sensualidade que uma mulher possa ter perde-se quando pega numa (...)

Roupas indecentes em rapariga indecente

Nos tempos de escola, uma menina mais nova que eu sempre gostou de ser provocadora e usar roupas bem ousadas e impróprias para a sua idade. Agora, aos 20 anos, essa menina já é casada e mãe, mas continua a gostar de provocar com o seu modo de estar junto do outros. Em conversa com a minha melhor amiga a semana passada calhou falarmos dessa miúda que tem publicado fotografias suas pelas redes sociais como se fosse uma bomba sexy, um bocado para o gordo, mas acha-se a melhor do mundo, a (...)

A rapariga que rouba

Seis pessoas trabalham há seis anos juntas, já viram, já passaram seis anos e ainda trabalho no mesmo sítio. Agora há uns dias entrou uma nova colega porque tínhamos mais trabalho, e eis que ela mexeu no que não era dela. As pessoas até aos colegas de trabalho roubam, mesmo querendo permanecer nesses locais por mais tempo. O que lhe irá acontecer agora? Rua! Ah, pois é! Uma semana depois de ter começado a trabalhar, a rapariga nova, com quem não simpatizei logo quando a vi (...)