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05
Set18

Novidades Grupo BertrandCírculo | Este vício de ler

| O Informador

este vício de ler.jpg

O Grupo BertrandCírculo reuniu amigos, imprensa especializada e bloggers para anunciar os lançamentos literários que serão feitos dentro das suas várias chancelas - Bertrand, Quetzal, Temas e Debates, Círculo de Leitores, Contraponto, Pergaminho, ArtePlural, GestãoPlus e 11x17 - até ao final do ano. E antes de avançarem de forma corrida na leitura deste texto, posso-vos dizer que existem novidades para todos os gostos e várias surpresas já esperadas há algum tempo. No total serão mais de 80 publicações que irão ficar disponíveis pelos próximos meses, também a pensar no Natal e nos bons amantes de literatura. 

Começando pela Bertrand Editora, no espaço de ficção, posso revelar que os apreciadores da série Alias Grace poderão ter também a obra que inspirou a produção. Chamavam-lhe Grace, da autoria de Margaret Atwood, é finalmente publicado em Portugal. Numa história de crime, mistério e sexo, esta narrativa gira em torno da vida de uma das mulheres mais célebres e enigmáticas do seu tempo, Grace Marks, que se viu envolvida no homicídio do patrão e da governata. Nos lançamentos da Bertrand surge também o novo livro da coleção Mitologias de Gonçalo M. Tavares, Cinco Meninos, Cinco Ratos. Cinco crianças perdidas na floresta perdem a mais nova e a partir daí as crenças e os mundos imaginários fazem das suas entre encontros, mau olhado, perigos e mitologias. Um nome desconhecido surge no catálogo da editora a partir de agora. Susi Fox, a autora de Meu, uma narrativa onde a mãe de um recém nascido não o aceita como seu. Um verdadeiro pesadelo que vai para além de depressão pós-parto. Uma Educação, de Tara Westover, um dos livros que Barack Obama gostou de ler, surgirá nas livrarias pelas próximas semanas, sendo uma obra que acompanha a vida da autora, numa ficção não-narrativa. A partir das suas experiências, Tara debate a educação e o que de bom e mau podemos tirar partido da mesma. Acredito que A Coisa, de Stephen King, seja o grande lançamento destes últimos meses de 2018. Dividido em duas partes pelo seu volume, A Coisa vive da história de um grupo de crianças que percebe que por baixo da cidade algo de errado se passa. Anos mais tarde terão de se reunir e regressar ao local para enfrentarem de novo pesadelos de outros tempos. Dentro dos lançamentos próximos da Bertrand ficção existe ainda a destacar A Nossa Vida em Sete Dias, de Francesca Hornak, Fica Comigo Este Dia e Esta Noite, de Belén Gopegui, A Bela Adormecida Assassina, de Mary Higgins Clark e Alafair Burke, Amigos Para Sempre, de Danielle Steel, Cara ou Coroa, de Jeffrey Archer, Olha Por Mim, de Daniela Sacerdoti, A Herança de Judas, de James Rollins, A Fraude, de John Grisham e Uso da Força, de Brad Thor.

26
Jan18

A suspensão de SuperNanny

| O Informador

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A semana termina e a notícia de que SuperNanny foi suspenso é dada pela SIC! Após dois episódios que geraram polémica entre o público e entidades com responsabilidade social, o Ministério Público fez um pedido urgente à direção do canal para cancelar o programa e assim será!

Dois episódios foram para o ar e chegaram para que o Ministério Público decidisse, num caso raro em Portugal, intervir na programação de um canal televisivo, pedindo a suspensão dos próximos episódios. A SIC seguiu o conselho do tribunal e alterou a sua programação do próximo Domingo, retirando também de todas as plataformas do canal os conteúdos que digam respeito ao formato. 

Neste momento a SIC optou por suspender o programa, no entanto para o voltar a emitir existem condições para tal. Um despacho assinado pela juíza Cláudia Alves, do Tribunal de Lisboa Oeste, permite a continuação em antena de SuperNanny mas com o recurso a filtros de imagem e voz com os menores e os seus progenitores. Ou seja, para transmitirem o programa de novo os rostos e vozes terão de ser desfocados de modo a protegerem os protagonistas mais pequenos de cada episódio para não serem tão facilmente identificados. Uma decisão com a qual os responsáveis pelo canal não concordaram e por isso a opção pela suspensão do polémico programa. Caso neste momento voltem a apostar em SuperNanny, a SIC terá de pagar uma multa de 15 mil euros por cada dia de incumprimento perante o despacho do tribunal. 

24
Jan18

O polémico SuperNanny

| O Informador

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Mais um ano e mais uma fornada de doze meses em que a SIC revela sonhar com a liderança diária, semanal, mensal e anual que há mais de uma década não consegue alcançar. Agora e depois de inúmeras apostas furadas pelos vários horários da programação, eis que a direção decide apostar num formato que não se encaixa com o restante conteúdo que apresenta, optando por acreditar que é com a polémica que conquista o seu público, não percebendo a famosa direção sonhadora que os seus espetadores não são de todo os mesmos da TVI. Mas falemos do aparente sucesso de SuperNanny, o programa que desde que estreou tem estado envolto em polémica. 

Primeiro, convém dizer que este é daqueles formatos que em nada se enquadram no que os responsáveis da SIC têm afirmado ao longo do tempo como boa oferta a quem está em casa. Segundo, o que terá passado pela cabeça de quem reuniu e escolheu este formato para adaptar em Portugal? Expor crianças, com a permissão dos pais é a necessidade dos nossos dias a favor das audiências? Os protagonistas de cada episódio não são fáceis mas esse é o problema a ser resolvido longe das câmaras e de milhões de espetadores que tenham contacto com o formato. É certo que em termos audiométricos este formato é apelativo e entendo quem o comprou para tentar subir os maus valores do canal, mas por muito que se tenha falado, o programa nem tem conseguido valores por aí além, estando acima do que a SIC faz geralmente, mas abaixo dos sucessos da concorrência, o que mostra que não vale a pena infringir regras e recorrer aos problemas educativos de crianças para alcançar o sucesso.

O formato é polémico sim, mas valerá a pena criar problemas em tribunal e com várias entidades em troca de uns minutos de ligeira liderança pela curiosidade e não pela qualidade do produto em si? Assim que o formato estreou as reações partilhadas pelas redes sociais logo se fizeram sentir contra a aposta do canal que logo reagiu a defender o seu programa. Na verdade com tanta forma para ajudarem a educar através de boas apostas pedagógicas em variadíssimos conteúdos de sucesso internacional e a opção foi a pior e das mais polémica que podiam ter escolhido. 

Mais recentemente, surgiu a ideia miraculosa de um debate conduzido por Conceição Lino com base em SuperNanny e só pensei quando passei uns minutos a perceber quem ficaria a perder... A SIC! Um canal que tem psicólogos e sociedade em geral a criticar um programa que expõem a privacidade das crianças que são analisadas em momentos de tensão e stress e ainda convida representantes de várias entidades com responsabilidade social a comentarem o tema, enfrentando Júlia Pinheiro enquanto diretora de conteúdos do canal. Seria mais que óbvio que a apresentadora do Queridas Manhãs ficaria a perder com este debate, tal como a SIC que o criou para levar nas orelhas de forma direta, sem cortes e perante o país. O que vi no debate foi uma Júlia a defender a sua casa, uma Conceição Lino que por momentos mostrou não concordar com a estratégia de apostarem em SuperNanny e psicólogas e responsáveis institucionais a dizerem o que bem quiseram onde a critica negativa esteve praticamente sempre em cima da mesa. 

Estaria a SIC a pensar que um debate sobre a sua aposta revelaria ser a melhor estratégia para limpar a imagem do programa que pretendem valorizar como sendo um produto de responsabilidade social, educativo e de bom entretenimento? O que acabaram por mostrar no dito debate foi que as criticas que se podem ler e ouvir nos últimos dias fazem todo o sentido e ganham dimensão quando quem percebe do assunto o afirma e quer avançar com processos perante o tribunal. 

31
Jan17

Kátia Aveiro com programa de TV

| O Informador

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Kátia Aveiro tem piscado nos últimos anos cada vez mais o olho ao pequeno ecrã e agora a imprensa nacional acaba de dar uma novidade sobre o irmã de Cristiano Ronaldo que acaba por surpreender. Após a música, entradas em programas de dança e não só, eis que Kátia vai ter um programa de TV. Ao que tudo indica a filha mais nova de Dona Dolores está a preparar um programa que pretende «revolucionar a vida dos cidadãos». Como? Isso ainda não se sabe!

O que se sabe para já é que o dito programa será transmitido por um canal privado e eu arriscaria dizer que poderá muito bem ser na TVI, dado o namoro constante entre Kátia e o canal que tem em Cristina Ferreira uma diretora não informativa e que tem algo a dizer na área do entretenimento da estação para que dá a cara. Existe amizade e uma boa ligação entre Cristina e Kátia antes mesmo desta ter sido concorrente em Dança com as Estrelas, mas vamos aguardar por novas novidades, já que por canal privado existe também a SIC e uns quantos no universo Cabo. 

20
Abr16

CMTV suspende Nuno Graciano!

| O Informador

Ouvi dizer que o tio careca Nuno Graciano, o apresentador das manhãs do fantástico - olhem a ironia! - canal televisivo CMTV está suspenso porque comentou a direcção do canal de forma indesejada! Se tal se confirmar, pelo menos as últimas notícias dizem que sim, que terá levado o companheiro de programa de Maya a tecer tais comentários em público sobre a sua chefia? 

Dizem por aí que depois desta suspensão, que Graciano poderá ficar mesmo sem trabalho visto que um despedimento por justa causa poderá ser feito pelos próximos dias!

Será que a tia já leu as cartas para saber o futuro do tio que fez tantos apanhados pelos canais por onde passou que agora parece ter sido apanhado de vez pela boca que deixa escapar tudo o que pensa?! Com quem será que aprendeu?

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