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O Informador

28
Ago19

Mentiras das redes sociais

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Eu partilho, tu partilhas, ele partilha, nós partilhamos, vós partilhais e eles partilham! Aqui está o verbo partilhar no presente do indicativo a iniciar um pensamento sobre o que vai sendo mostrado pelas redes sociais. A questão que levanto é, a realidade que é partilhada é assim tão verdadeira?

Será que todas as partilhas são assim tão reais sobre o dia-a-dia de cada um? Não, ninguém mostra a verdade, no entanto se uns são livres e partilham o que querem e bem entendem e se aproximam com ou sem filtros, à primeira ou com sucessivas tentativas, outros elaboram tanto que só acabam por mostrar que a vida que querem anunciar ao mundo não passa de um rascunho mal elaborado que com o tempo acaba por não funcionar. 

Aquelas selfies que não o são com todos os cuidados do mundo, com a roupa emprestada, a paisagem onde estiveram de passagem é vista sim, mas com o tempo alguém acredita que aquilo é assim tão real e que a vida daquelas pessoas acontece somente entre hotéis de luxo, praias e festas? Será que quem está a partilhar vidas de fachada tem noção que é notório que as vidas não são assim tão belas como as querem fazer pintar para passar aos outros? Vocês trabalham, acordam sem maquilhagem, cozinham, depilam-se, dizem asneiras quando se aleijam e até podem ter uma unha encravada, no entanto tudo é tão belo que até parece que não precisam do emprego onde ganham pouco mais que o ordenado mínimo nacional, visitam lojas da moda mais baratas e dividem o menu do almoço com a cara metade porque não têm fome para mais. Isso é a realidade de quem só mostra o novo fato de banho ao longe para não se ver a marca porque foi comprado numa loja online diretamente da China mas que parece igualzinho ao da Calzedonia, os ténis da Primark que são uma boa imitação de lado mas de forma disfarçada dos da Nike, o chinelo da Lefties que parece os da Havaianas. Tudo mostrado ao longe, de forma a não mostrar diretamente o local das marcas, num estudo de mercado bem conseguido para se mostrar o que não se é. Meus caros, quem vos conhece depois percebe que não têm nada a não ser demonstrações de grandeza quando na realidade se percebe que de grande nada têm à vista, só se for a imaginação para se fazerem passar pelo que não são. 

02
Mai18

A Primark não está assim tão barata!

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Nos primeiros anos em Portugal a Primark surgiu como a cadeia de lojas com preços bem baixos. Nos dias que correm olhando para certas peças não vejo assim tanta diferença como outrora, para mais pela qualidade que se distancia e onde o preço está cada vez mais próximo. 

Circulando pela zona dos fatos completos de homem e blazers a diferença de preços entre a Primark e outras lojas como a Zara, por exemplo, é praticamente nula. O que são cinco euros dentro da qualidade que é apresentada pela cadeia supostamente de preços baixos e as restantes ofertas do mercado? Pegar num blazer de 49,00€ na Zara com todos os cortes perfeitos e modelos trabalhados para acompanharem a última tendência e fazer o mesmo na Primark onde por 44,99€ se leva um blazer de estilo mais clássico, cores normais e com menos cuidados, mostra só por si que por vezes a pequena diferença, que já foi bem maior, não compensa. 

Olho para as lojas Primark e destaco alguns preços baixos mas no geral, falando essencialmente nos produtos apresentados na secção de homem, onde em qualquer loja sempre tudo é mais caro que um artigo semelhante na coleção de mulher, esses preços mínimos não existem. Sei que tudo tem os seus custos e as quantidades produzidas para homem e mulher são bem distantes, mas na Primark existem preços assim tão distantes também entre os dois sexos, levando a que o lado masculino tenha preços praticados mais próximos de outras lojas com um nome e posição superior dentro dos vários escalões sociais do mundo das marcas de roupa.

22
Jan17

Primark já não é barata!

Nos primeiros tempos de Primark em Portugal a loucura para com a marca era incrivel ao longo de todo o ano e principalmente em épocas festivas e de saldos porque os preços baixos existiam sempre e ainda conseguiam estar melhor nas campanhas. Nos dias que correm não vejo a Primark com os mesmos olhos porque os preços não estão assim tão distantes de marcas como Pull & Bear, Springfield e Zara. 

Onde andam os preços bem convidativos na secção de homem nos dias que correm na Primark afinal? Casacos a 49,98€ e calças a 22,98€? Qual a diferença então para a concorrência que se encontrava num nível superior? A qualidade pode ser igual e o preço variar por um ou dois euros, mas o que é isso quando há uns anos a diferença existia realmente e a loucura para se ir à Primark era percetível?

Percebo que no que toca a roupa de crianças e mesmo de mulher os preços continuem baixos, no entanto em termos de moda masculina isso não acontece e não é assim tão mais barato recorrer a artigos desta loja em detrimento da concorrência que, convém dizer, sempre tem modelos mais apetecíveis e com desenhos que marcam a tendência do ano. 

13
Abr16

O salto da Primark

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Chegou de mansinho e logo na primeira abertura causou impacto junto dos consumidores. Os anos passaram e a Primark tem invadido o país e já conta com nove lojas abertas e uma a ser preparada para ser inaugurada brevemente. Sabe-se agora que a Primark ultrapassou o número de vendas da Zara em Portugal, destronando assim a marca de roupa espanhola.

Segundo Breege O'Donoghue, do concelho de administração da Primark, em declarações ao jornal Público, «No ano passado vendemos 405 milhões de pares de meias e mais de 260 milhões de t-shirts». Breege vai mais longe e revela que «Não gastamos dinheiro em patrocínios, fazemos publicidade apenas quando temos abertura de lojas, temos um sistema eficiente de apoio às lojas, [relações de] longevidade com os nossos 700 fornecedores, pagamos a tempo, compramos em volume e com o maior tempo de antecedência possível para dar tempo aos fornecedores de planearem a produção. Compramos o tecido o mais perto possível da fábrica e temos uma margem mais pequena do que a nossa concorrência. Temos auditorias, em 2015 fizemos 2412 auditorias nas fábricas. Verificamos se os salários são pagos, se as horas de trabalho são contabilizadas, se estão a ser cumpridas todas as condições de segurança laboral e se os trabalhadores têm a idade legal.»

Ou seja, a Primark tem os preços mais baixos dentro do género de lojas espalhadas pelas grandes superfícies comerciais, vende milhões de peças por ano, causa mossa na concorrência e veste os portugueses com artigos iguais e semelhantes a tantos outros apelidados por terem boa qualidade.

02
Abr14

Mais vistos de Março

A Primavera chegou e com este regresso o mau tempo continuou a dar sinais de que vai ficar a fazer-nos companhia por mais tempo que o desejado por muitos. Por aqui o mês de Março foi tudo menos normal... Primeiro tive a trabalhar na zona do Porto ao longo de três semanas, voltei a casa por dois dias e fui de férias para o Alentejo por uma semana, até que voltei à normalidade e ao trabalho! Um mês onde a leitura foi pouca, tendo o blogue também sofrido com a falta de tempo devido aos complicados dias de trabalho antes das férias, mas depois quando tudo voltou a acalmar, a rotina foi estabelecida e aos poucos os acertos têm sido feitos! Agora e porque o mês de Março já terminou, resta-me agradecer a todos os leitores por continuarem a seguir O Informador e por me ajudarem a ter este top dez dos mais vistos!

  1. Passatempo – Inferno no Vaticano
  2. Passatempo – A Publicidade Segundo o Meu Tio Olavo
  3. O Beijo do Escorpião – Estreia TVI
  4. Passatempo – Uma Noite em Casa de Amália
  5. Passatempo – Grande Revista à Portuguesa [15ªEdição]
  6. Primark invade o Colombo
  7. Restauração do Campera
  8. Grande Aventura dos Livros que Finalmente chegaram
  9. Passatempo – Robin dos Bosques [4ªEdição]
  10. Campera está à venda! Eu sabia!

Os passatempos, a televisão e as compras são o grande trio de destaque dos textos mais vistos ao longo dos últimos dias, mostrando como publicações recentes se misturam com os já habituais artigos de opinião e não só. Existem os que gostam de marcar, mês após mês, o seu lugar nesta lista dos mais lidos e as novidades que assim que são publicadas destacam-se logo entre os mais concorridos!

O Informador tem sido uma caixinha de surpresas ao longo deste ano e meio e graças a quem me segue, lê o que escrevo e participa de alguma forma, este blogue tem crescido! Obrigado!