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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

28
Jul18

Literatura de companhia

O Informador

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Primeiramente sou conquistado por um título numa capa atraente que chama, apela a que lhe pegue e que perceba o que está na sua contracapa, a sinopse que muitas vezes se faz acompanhar por citações de críticos que acabam por ajudar a escolher levar ou não uma certa obra comigo para que me possa sentir bem acompanhado ao longo de várias horas. A primeira fase é concluída muitas vezes com várias semanas de antecedência até que a nova etapa surja.

É assim o meu apego literário, primeiro escolher, depois nem sempre ler nos primeiros dias, deixando o livro esperar, ganhar o seu espaço na mesa-de-cabeceira, até que ganhe o seu tempo, entendendo cada vez mais como a disposição pessoal é importante para poder entrar numa determinada leitura.

Esta é a verdade, ler um romance num momento em que andas muito bem com a vida é para mim, por vezes, um desastre, por não levar tão a sério certos momentos relatados em vidas que podem existir por aí. Num bom momento adoro entrar em narrativas onde o suspense, os crimes e violência, a maldade e os conhecimentos surgem, dando um pouco mais de trabalhado e criando no leitor um maior estímulo onde a necessidade de concentração é essencial. Estando de bem com a vida, numa boa fase, consegues encontrar-te bem melhor com uma leitura que exige mais de ti, o que, por exemplo, os romances comigo não necessitam. Vejo uma bela história de amor a ser contada através de palavras escritas como um bom companheiro para relaxar, deixar a mente sonhar, mesmo que o momento pessoal não seja o melhor, pelo menos durante aqueles momentos deixas os teus problemas, acabando por entrar numa vida que talvez desejasses ter ou viver, deixando de lado o que por vezes te apoquenta.

Um bom livro convida o seu leitor a viajar, a entrar numa história que não é sua, mas que pode ser quando é possível ficar lado a lado com cada personagem e ter um momento experimental de tudo o que vai acontecendo. Dos meandros obscuros das histórias pesadas às criações românticas, o que nos dará maior alento num momento mais chato? A leveza do sonho, ao contrário dos pesadelos que só nos poderiam colocar mais para baixo, o que não é exatamente o que necessitamos em certas fases pelas quais vamos passando.

11
Ago15

Fingir o orgasmo

O Informador

A revista Cristina deste mês vêm com um artigo onde três homens falam de situações em que tiveram de fingir o orgasmo! Confesso que não me lembro de o ter feito ao longo dos anos sexuais pelos quais já passei mas também penso que poderá não existir necessidade de fingimento, podendo-se simplesmente ser claros e directos quanto às questões que nos possam importunar no momento do ato sexual com o parceiro de longo prazo ou de ocasião.

Os três casos relatados na publicação são de três homens que tinham assim as suas primeiras vezes com as suas parceiras e num dos casos parceiro. Nenhum correu bem e embora alguns tenham insistido com novos encontros de cama, existem os que deixaram logo de lado o que cedo perceberam que não iria a lado nenhum no que toca ao ato em si. 

Valerá a pena ficar com uma pessoa quando em termos carnais as coisas já não funcionam e ter-se-á que partir para o fingimento em detrimento de assumir a realidade que tanto começa a assombrar uma mente que já não está em comunhão com um corpo?

30-a-50-nobel-literatura-mrec

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