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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

A culpa da abstenção é do Google

Publicado por O Informador, 14.12.19

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Todos já sabíamos, mas agora que foi revelada a lista das dez questões mais feitas no Google ao longo de 2019, a dúvida fica desfeita. A abstenção nas eleições está mesmo na falta de informação que o Sr. Google tem sobre os locais onde os portugueses podem votar. «Como saber onde votar?» foi a questão mais colocada em Portugal entre as pesquisas feitas no motor de busca. A abstenção aconteceu em grande escala - 45,5% - e está visto assim que não existiu uma resposta certa para tanta dúvida que pairou pelo nosso território há uns meses atrás sobre o momento e local de exercer o ato de eleger os governantes nacionais. 

Está mais que visto que os portugueses queriam muito votar mas que o Google não estava em condições de fornecer as coordenadas certas e no dia D desviou milhões de portugueses para centros comerciais, esplanadas e desertos, tudo para afastar as pessoas das mesas eleitorais. Está explicado assim a falta de filas para se votar.

Aconselho a que nas próximas eleições os nossos governantes e mesmo o Presidente Marcelo venham a reunir com o Sr. Google, outro sabichão, para que esteja bem informado sobre os locais onde cada um de nós tem de se dirigir para votar e eleger. Primeiro cumprir com o seu dever enquanto cidadão, depois olhar para o entretenimento dos tempos livres.

A Terra Lusa com descontos de Natal

Publicado por O Informador, 09.12.19

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No início do ano iniciei parceria com a Terra Lusa, marca nacional que homenageia o património cultural, onde dei a conhecer este projeto bem português através da realização de passatempos onde consegui premiar seguidores do blog. Agora e para que não exista somente um vencedor, tenho um vale de desconto disponível para todos que sigam o blog e as redes sociais do mesmo e que queiram adquirir os produtos da Terra Lusa, podendo usufruir assim de 10% de desconto em todos os produtos da marca disponíveis na loja online

Com mais de dez anos no mercado, a história da Terra Lusa ligasse com a intenção de divulgar a riqueza do nosso país através de várias áreas com espaço no mercado para crescerem. Numa vertente de destacar o artesanato, a arte, a história e o património, a marca apostou aos poucos numa oferta de produtos que seriam úteis, colecionáveis, acessíveis e fáceis de transportar também a pensar no turismo cada vez mais forte no nosso país. Com diversas coleções disponíveis, que vão de cidades emblemáticas a símbolos patrimoniais, os produtos disponíveis neste projeto com bastante qualidade contam com relógios, capas de livros, caixas de óculos, eco sacos e sacolas, mini guarda chuvas, notebooks e leques. 

Neste Natal oferece produtos Terra Lusa, encomendando na loja online da marca onde podes até ao final do ano usufruir do desconto direto na compra, bastando colocar o código NATAL2019OII no espaço destinado aos vales promocionais. Sei do que falo e acredita que os artigos desta marca portuguesa valem pela sua qualidade, originalidade e por se inspirarem nas nossas raízes. 

Ganha | Terra Lusa | Mini Guarda-chuva bordado de Castelo Branco

Publicado por O Informador, 24.10.19

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Finalmente chegou a chuva e com este tempo instável é necessário estar preparado para enfrentar todas as frentes, sempre com um chapéu e um casaco por perto, não vá ser necessária proteção com as mudanças de tempo repentinas. A pensar nos próximos meses, a Terra Lusa tem agora uma coleção de mini guarda-chuvas com vários temas de destaque e aqui pelo blog iremos sortear um dos modelos já lançados, cujo tema são os bordados de Castelo Branco. 

Este mini guarda-chuva inspirado nos bordados de Castelo Branco tem a sua base na Árvore da Vida dentro do lote conhecido dos célebres bordados de Castelo Branco que têm caraterísticas que os distinguem de outros bordados nacionais, gerando uma grande intensidade de cores e luz através dos fios de seda, bordados sobre a base de linho artesanal cru.

No entanto, antes de avançar deixem-me apresentar-vos a marca e projeto Terra Lusa, onde a homenagem ao património cultural ganha destaque. Com mais de dez anos no mercado, a Terra Lusa surgiu com a intenção de divulgar a riqueza do nosso país através de várias áreas com espaço no mercado para crescerem. Numa vertente de destacar o artesanato, a arte, a história e o património, a marca apostou aos poucos numa oferta de produtos que seriam úteis, colecionáveis, acessíveis e fáceis de transportar também a pensar no turismo cada vez mais forte no nosso país. E se foram poucas as referências disponíveis no ponto de partida, agora são mais de oitenta produtos que se encontram à disposição de todos, destacando as tradições portuguesas. Os símbolos lisboetas, os lenços dos namorados, os azulejos, o fado e as rendas de bilros são somente alguns dos exemplos disponíveis entre os vários produtos disponíveis junto do público, que vão de relógios, a capas de livros, caixas de óculos, eco sacos, mini guarda chuvas, notebooks e leques. Num projeto nacional com inspiração em mais de oitocentos anos de História, a Terra Lusa alia a tradição às novas tecnologias para entregar aos consumidores uma boa qualidade nos seus produtos que contam com um design contemporâneo que pode ser encontrado na loja online da marca, mas também em museus, lojas de artesanato e aeroportos. 

Agora e para destacar aqui pelo blog o trabalho da Terra Lusa, tenho, como referi, dois mini guarda-chuva bordado de Castelo Branco disponível para sortear, tal como o da imagem. Este passatempo irá estar disponível até às 20h00 de dia 03 de Novembro, Domingo, e nesse dia será revelado o nome do vencedor nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. O premiado será contactado via email para ter conhecimento de que irá receber na morada indicada no ato da participação o seu prémio. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Évora diz adeus aos Cartuxos

Publicado por O Informador, 10.10.19

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Terça-feira, 08 de Outubro de 2019, assinala o dia em que o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, mais conhecido como Convento da Cartuxa, viu os quatro monges Cartuxos que restavam a viver no local partirem para Barcelona. As causas da mudança são simples e devem-se essencialmente às idades avançadas dos mesmos, dois octagenários e dois nonagenários, e também à falta de vocações para os ajudar a suportar a vivência dentro do mosteiro. Os quatro restantes Cartuxos que residiam em Portugal deixaram assim as suas vidas dentro do Convento da Cartuxa com cerimónias que se realizaram ao longo de três dias para que tudo fosse feito dentro dos parâmetros e os momentos finais acontecessem na celebração da solenidade do fundador, S. Bruno.

É bom lembrar que a vida cartusiana teve início em Portugal em 1587 pela mão do Arcebispo de Évora D. Teotónio de Bragança que fundou neste mesmo local a comunidade cartusiana eborense. Mais tarde, já em 1597, foi em Lisboa que se abriu um segundo mosteiro, Nossa Senhora do Vale da Misericórdia. Em 1834 ambos os mosteiros foram encerrados através do decreto que extinguia Portugal da vida religiosa. 1960 chega, os tempos mudaram e o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli volta a receber os Cartuxos de novas gerações que foram perdurando até que a idade os levasse para outras paragens para que a ajuda mútua seja possível.

 

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Bom lembrar que a Ordem Cartusiana tem uma total orientação, dia e noite, a Deus. Solidão, comunidade e liturgia são os três pontos fundamentais dos monges cartuxos que vivem como no deserto e dentro da sua pequena comunidade, colocando-se ao serviço da vida contemplativa cartusiana. Isolados do Mundo como forma de união profunda a Deus, as orações, devoções e vocações são todas num só sentido numa vida com horários habituais que se prolongam numa autêntica rotina religiosa.  

Já decidi o meu voto

Publicado por O Informador, 26.09.19

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As Legislativas realizam-se no próximo dia 06 de Outubro e desta vez tenho andado mais atento a entrevistas, debates e comentadores para perceber mais rapidamente em que fração partidária irei colocar o meu voto. Claramente que não vos irei dizer para que lado irá a minha opção, mas perante o passado e se a minha memória não me falha, o voto desta vez será uma novidade.

Já coloquei a minha escolha em partidos de direita e esquerda, não existindo uma escolha fixa ao longo dos quase quinze anos em que tenho o poder e dever de votar. Já repeti votos no mesmo partido, já rodei e voltei atrás, não existindo uma opção exata em todos os momentos de visitar as urnas em dias decisivos para o país.

Agora o momento será para decidir os membros que constituirão a Assembleia no momento governativo e a escolha está feita com a ajuda do que tem sido visto através dos meios de comunicação social onde algumas figuras centrais das opções de escolha se têm destacado, dentro do meu ponto de vista, em relação a outros que já tiveram o meu voto anteriormente. As escolhas, promessas e o passado levam a determinar a 06 de Outubro onde irá recair a marca na folha, que deverá ser branca, recheada de partidos bem baralhados e onde os símbolos não se confundem. Se uns vão com a lição de uma vida e não ligam a promessas, ideias e ao que tem sido feitos ao longo dos tempos, exista quem, como eu, que goste de variar consoante a conjuntura do país, os creres e acreditações pessoais. 

Greve dos motoristas vs. Ganhos extras

Publicado por O Informador, 12.08.19

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A greve dos motoristas de matérias perigosas, e não só, começa hoje e é por isso que tenho somente um ponto a destacar contra os senhores que tanto protestam pelos seus direitos e por melhores ordenados. Vamos lá ser sinceros, uma coisa é o que se queixam de ganhar ao final do mês de forma leal, com direito a descontos e afins como todos os trabalhadores dos mais diversos setores. Outra diferente e que ninguém comenta vai de encontro aos rendimentos que são obtidos por fora, como um saco azul, amarelo ou da cor que lhe quiserem dar, por muitos destes mesmos motoristas. Isto existe e somente quem não quer ver acredita no mundo mágico de que tudo no setor dos transportes é feito de forma legal, seja nos pagamentos, horas de trabalho, contratos e afins. 

Será que nos querem mesmo fazer crer que os ordenados, subsídios e horas que são apontados na folha de ordenado a cada mês mostra os verdadeiros pagamentos recebidos? Claro que não e todos sabemos que os extras que vão em direção a cada carteira existem nas mais diversas empresas do sector, tal como em outros. Percebo esta greve com tanto desabafo e boas intenções no futuro, mas tudo não passa de uma preparação para as reformas da maioria das pessoas que andam dia após dia a conduzir transportes pesados de mercadorias. Sim é um esforço, sim é uma responsabilidade, mas também é sim o facto de ganharem bem só que nem tudo entrar nos descontos que são revelados aos serviços financeiros do país. Agora que os anos para a paragem aproximam-se, muitos começam a perceber que aqueles extras que lhes foram atribuídos durante anos não irão contar em nada no que irão receber enquanto reformados.

Proteção Civil inflamada com as golas

Publicado por O Informador, 27.07.19

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A proteção civil gastou mais de 125 mil euros em 70 mil golas que foram inseridas nos kits de emergência, que custaram 328 mil euros e que têm sido distribuídos pelas Aldeias Seguras desde 2018. Agora que se percebeu que as ditas golas são feitas de poliéster, material facilmente inflamável e que aquece, estando contra o desejado neste caso, eis que a Proteção Civil revela que estes kits «não assumem características de equipamento de proteção individual, e muito menos de combate a incêndios», sendo somente um kit para merchandising e divulgação, ou seja, tudo foi feito para informar e sensibilizar sobre como as populações devem agir em caso de emergência, gastando dinheiro em material que não serve de muito e que vai até contra as regras. 

Os kits que foram distribuidos ao abrigo do programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras contém além das golas, um apito, lanterna, rádio, colete refletor, também feito em poliéster, máscara e a informação do que é necessário juntar, como é o caso do estojo de primeiros socorros, medicação habitual, água e comida não perecível, produtos de higiene pessoal, uma muda de roupa, dinheiro e a lista de contactos de familiares e amigos mais próximos. 

Incentivando a consciência coletiva, sensibilizando a população para a adoção de práticas que minimizem o risco de incêndio, o programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras foi elaborado com base em salvaguardar os estragos feitos no passado, no entanto agora admitem que os kits distribuídos são somente figurativos e não para uso real se existirem situações em que é necessário agir.