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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

30
Mai18

A despedida

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As despedidas nunca foram o meu forte e hoje serei eu a deixar o projeto onde permaneci por um ano, primeiramente com vontade de agarrar o lugar e para o fim com a ideia que o final tinha de acontecer o mais rapidamente possível a favor do meu próprio bem estar.

Hoje é o dia, exatamente um ano após o primeiro, quando tudo começou, sendo necessário aprender tudo sobre uma área que não conhecia. Com um primeiro mês de aprendizagem e onde o desenrascar era necessário, as coisas foram acontecendo e hoje saio com o sentimento de missão cumprida, dando o meu melhor, esteja num bom estado de espírito ou não, aqueles momentos são para dar o que melhor tenho em termos laborais e isso não me falha, ou raramente falha. A equipa sempre me deu incentivo e no momento em que aos poucos se ficou a saber que a minha saída estava prevista por vontade própria vários foram os que tentaram fazer-me voltar atrás numa decisão já tomada. Sou de ideias exatas e quem me conhece sabe que quando tomo uma decisão que a mesma é para levar em diante e assim foi. Quase dois meses passaram após a conversa sobre a saída e hoje entrarei, subirei as escadas para mais um dia normal de trabalho, onde nem o facto de mudar de funções me fez ficar porque a vontade já foi decidida e não há quase volta a dar.

Trabalharei até à última hora do horário destinado, ensinarei quem ficará no meu lugar e deixarei o lugar com a certeza que fiz um bom trabalho. Os meus pensamentos não estão sozinhos nesse campo e quando se tem uma equipa a mostrar agrado pelo que foste fazendo e da forma como evoluíste rapidamente numa área laboral que não era a tua, é bom. Sempre é bom receber elogios e quando se tem ideia de que se está bem e se consegue perceber pelos outros que tens razão no que pensas sobre ti, perfeito.

Hoje será o Adeus, sei que irei soltar uma lágrima e que estes doze meses ficarão para sempre na lembrança. Trabalhei, conversei, brinquei, sorri e até me deixei emocionar. Muito aconteceu ao longo desta passagem com dias menos bons por me sentir sem vontade para enfrentar as horas onde já não estava bem, mas sempre disfarçando e dando o melhor que consegui. Mas também onde os bons momentos acabam por abafar os menos bem passados. 

11
Mar18

Histórias contadas

O Informador

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Histórias existem, histórias ficam e são contadas! Adoro ler histórias, daquelas que preenchem pela empatia que rapidamente criam com o leitor, envolvendo e criando um ritmo onde o suspense e a curiosidade se aliam para que se pretenda saber mais sobre o que irá acontecer pelos momentos seguintes. No entanto se ler e ver histórias ficcionais é bom para que possamos viajar com personagens por vezes inspiradas em realidades, o que dizer sobre histórias reais contadas na primeira pessoa como uma reflexão partilhada? Simplesmente adorável!

Por muito que por vezes se pense que já ouvimos aquela ou a outra história sobre um certo momento da vida de alguém, sentar em torno de uma mesa a conviver e viajar pelas palavras que surjam através de memórias lúcidas transporta o ouvinte para outros tempos onde cada local serviu como recetor de vidas que se tornaram passado. Pensamentos recordados de pequenos e por vezes simples gestos onde o que pareceu na altura um ponto numa vida que acabou por se transformar numa viragem que terá marcado e ficado na memória de quem a viveu. Como é bom ouvir uma história real de quem já muito viveu, passar bons momentos a escutar, a questionar, puxando pela memória de quem viveu e viajando por outra época ao sabor de costumes diferentes dos que existem nos dias que correm.

Poder ouvir escutando o que existe para contar, partilhando espaços e unindo pedaços que foram criados em torno de uma história única, partilhada e singular, onde cada ser é um ser, e consoante os anos passam mais são as raízes que vão ficando para alimentar e deixar para que os ouvintes possam receber um pouco de cada memória. 

28
Dez16

Sentir

O Informador

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Autor: Cristina Ferreira

Lançamento: Novembro de 2016

Editora: Contraponto

Páginas: 200

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Sentir, de Cristina Ferreira, é um inspirador livro de memórias a que ninguém fica indiferente.

Cheio de revelações, tocado pela surpreendente magia da sua escrita, mostra o percurso de trabalho e sacrifício de Cristina na busca determinada pela realização de um sonho. 

«O passado não guarda só as memórias. É nele que se inscrevem as histórias que nos moldam e nos transformam. A sorte de uma família perfeita faz o resto. Muitos me perguntam como consigo, qual o segredo do meu sucesso. Talvez aqui encontrem respostas. Este livro é uma partilha muito pessoal dos meus momentos, do que fez a diferença na minha vida. Não é um romance, mas está cheio de amor. E também de algum desamor. As imagens tornam-se aliadas de uma memória que me foi passada ou que vivi. Não sou mais do que gente normal à procura do sonho. Nunca tive a pretensão da escrita, mas encontro nas palavras uma forma de me revelar. Cabe a cada leitor encontrar os seus momentos-chave. E neles descobrirá a sua chave do sucesso.»

 

Opinião: Cristina Ferreira não é escritora, é uma profissional de televisão, que se formou em comunicação social e que após vários anos em destaque no pequeno ecrã foi-se lançado em várias frentes, até que chegou Sentir, o livro que não é uma biografia, mas sim um desfiar de memórias e histórias que marcaram a sua vida. 

Nesta obra encontra-se uma Cristina, tal e qual como aparece no ecrã, com os seus momentos de coragem e onde a fortaleza necessária perante casos pesados por vezes acaba por desabar porque o seu intimo não permite uma máscara de boa disposição contínua. Em Sentir a apresentadora homenageia essencialmente os seus pilares onde a família é um forte alicerce para as suas conquistas, sem esquecer amizades de infância, conhecimentos de faculdade e amores profissionais que encontrou para a vida. Os pais, o filho, tios, primos, vizinhos, o amor da sua vida, Goucha e Júlia Pinheiro, o seu primeiro Manuel, as estacas e os rostos da feira da Malveira. A partir do momento em que a menina, que trocou as voltas aos pais que desejavam um menino, nasceu que todas as pessoas que a têm ajudado a crescer marcam presença nesta obra bem pessoal onde encontrei verdade e sentimento. Seguindo a carreira de Cristina percebe-se que realmente o que foi passado para o papel são os pensamentos memoráveis de uma sonhadora que tem lutado pelas suas conquistas, onde pedras apanhou pelo caminho mas que nunca a fizeram desistir. 

18
Mar15

Uma curiosidade pessoal... Rádio do carro

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Sou complicado com tanta coisa e hoje, pela manhã, enquanto ia em direcção ao emprego reparei em como também gosto de acertar o volume do rádio do carro! Uma simples curiosidade pessoal que mostra mais um pormenor sobre as minhas taras e manias!

Confusão na explicação? Então vamos lá descomplicar este texto... O volume do som do meu carro tem de ir sempre em números múltiplos de cinco (5, 10, 15, 20, 25, 30), não existindo excepções. Já tinha reparado nesta minha teima até com os números que aparecem pelo ecrã do rádio mas agora é que percebi que é mesmo um hábito e se por algum motivo reparo que o volume está fora das coordenadas ideias, lá tenho que alterar para um dos números certos e que são assim os perfeitos para as viagens!

23
Fev15

Nem mais nem menos

O Informador

Não me sinto mais que ninguém nesta vida, no entanto percebo que existem momentos onde não encaixo socialmente, ora por sentir algum desconforto para com atitudes e conversas que os outros têm onde não me revejo, ora porque também não sou daqueles seres que dá hipótese a que qualquer um entre pela minha vida dentro e me conte tudo para que também possa saber pormenores que só a mim e a quem está comigo dizem respeito.

Quando existem aqueles encontros sociais em que logo pensamos que iremos encontrar aquele tipo de pessoas que não nos dizem absolutamente nada é daquelas coisas que nos fazem reflectir sobre ir ou nem sequer aparecer, fingindo esquecimento ou afirmando a verdade. Sabe-se à partida que num grupo nem todos se dão da mesma forma mas existem aqueles com quem não nos damos, os que com quem vamos lidando e os outros, os que não sonhamos sequer que algum dia farão parte de algum círculo social onde pertençamos.

As pessoas são diferentes entre si e nem sempre estamos de acordo com o que a sociedade acha de normal. Conversas e comportamentos tratados da mesma forma por uma quantidade relativa de pessoas leva-me a pensar que poderei ser eu a não estar bem, mas depois de uma reflexão até percebo que afinal ao não me rever em tais vidas leva-me a crer que poderei ser eu a estar correcto sem os grandes dramas e malabarismos sociais do faz de conta e do querer parecer bem junto daqueles que querem que se sigam linhas pré definidas por alguns, os que vão na frente e levam o bando todo de arrasto. 

23
Dez14

Presentes complicados!

O Informador

Como é complicado encontrar o presente ideal para uma criança que aceita tudo mas que nós, os adultos, achamos que a maioria dos brinquedos, roupas e acessórios não são bem a sua cara! Quando chega o momento das compras para a criançada da família e amigos existe sempre o dilema sobre o que oferecer! Passo horas a pensar, outras tantas pelos centros comerciais e supermercados e geralmente não aparece qualquer luz sobre o que seria o presente ideal naquela altura do campeonato! Se é uma menina só consigo encontrar algo de jeito para rapazes! Se acontece o presente ser para um menino só as raparigas parecem ter as escolhas ideias pelas lojas! Que coisa complicada, a compra dos presentes para crianças!

Sou sempre atrapalhado na hora de escolher algo para oferecer a alguém, quer seja aos adultos ou aos mais pequenos, mas neste campo parece que as escolhas tornam-se mais complicadas! Olho e revejo tudo e parece não existir o artigo ideal, aquele que me encha o olho e que pode fazer magia em quem o irá receber passados uns dias! Vejo milhares de coisas, penso e esqueço-me no que durante o ano me fui lembrando que poderia oferecer a determinada pessoa na altura certa!

Um presente é sempre algo pessoal e que tem de ser escolhido consoante os gostos de quem o dá e recebe! Pensar que irei comprar algo de que não gosto ou oferecer uma coisa que aprecie e pensar que não vai ser do agrado da outra parte não faz parte da minha forma de pensar em ofertas! Para mim oferecer tem de fazer sentido para as duas partes e é por isso que sou tão complicado em elaborar no pensamento o que irei ter no dia das oferendas porque nada me agrada e quando posso apreciar penso que quem irá receber as felicitações pode não ficar totalmente feliz com o que lhe calhou na rifa!

Um presente é sempre algo que tem de ser escolhido a dedo e sou tão mau a fazer as escolhas certas de forma repentina! Comprar presentes é algo que gosto de fazer com tempo para poder ver, pensar, rever e voltar a pensar, andar para a frente e para trás e finalmente cruzar-me com o que vejo ser o presente ideal, aquele a que foi complicado chegar!

02
Nov14

Diferença de idades!

O Informador

Tenho 27 anos e começo a sentir que nem sempre estou disponível para aturar algumas pessoas mais novas, mesmo que a diferença de idades não seja muita! Os hábitos, costumes e conversas do pessoal mais novo já não é o mesmo do da minha geração e por vezes só dá mesmo vontade de virar costas só para não ter que responder menos bem!

A diferença que as gerações com cinco anos a menos têm faz-se notar cada vez mais devido aos trejeitos e parvoíces com que muitos vivem, achando ainda que têm todo o mundo aos seus pés e pronto para lhes servir. Parece que existe aquela falta de maturidade para conseguirem viver em sociedade com os outros que não têm qualquer paciência e obrigação para com os seres insuportáveis da geração seguinte.

Será que também eu já andei pela idade parva e das gracinhas fúteis e maioritariamente incompreendidas pelos outros? Acredito que passei por tal etapa e que não me lembre dela, mas talvez por na altura só existirem dentro do meu circulo pessoas que estavam a passar pelo mesmo e não ter que lidar com seres tão chatos como eu que tenho cada vez menos paciência para os putos com a mania que são gente!

A diferença de idades faz sempre diferença e não venham cá com coisas!

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