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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

20
Set16

O Alentejo

O Informador

Deitar cedo num serão pacato no seio alentejano é sinónimo também de acordar pelas primeiras horas da manhã, com o sol a espreitar e os animais, principalmente os galos e rolos, a lembrarem todos os humanos, que se encontram pelas suas proximidades, de que já é dia e horas de levantar.

Um acordar preguiçoso, com olhos meio abertos, esticar pernas e braços antes de dar o pulo para poder calçar chinelos e começar a fazer a primeira e rápida higiene diária. Tudo aqui tem o seu tempo, nada exige pressa, para mais quando a juntar ao espírito de paz e sossegado ainda existe o fator férias a completar o ramalhete. Pequeno-almoço é preparado enquanto as novidades pelas redes sociais e também pelas aplicações da imprensa vão sendo obtidas. Existe tempo para comer com calma, sentar e desfrutar de uma tigela de flocos de cereais e umas torradas, o que no dia-a-dia acaba por ser uma perda de tempo para quem abre os olhos e faz tudo a correr para ir trabalhar logo de seguida. No Alentejo isso não acontece! Tudo tem o seu tempo, não importa se o pequeno-almoço é mais demorado ou não, o que importa é ficar de estômago cheio e confortável para umas horas de descanso, com um passeio matinal pelas ruas pacatas da aldeia e onde o «bom dia» não é deixado de lado. Aqui, todos se cumprimentam, residentes ou visitantes, nacionais ou estrangeiros. Existem boas maneiras entre a população que gosta de receber quem por cá passa.

Um bom descanso é feito numa aldeia alentejana sem pressões, sem trânsito e com as correrias distantes. Mesmo de férias pelos centros urbanos todos andam a correr, não se conseguindo ter um verdadeiro momento de paz e reflexão para que se consiga desfrutar do momento. Aqui não, tudo é feito com tempo, com calma e existe verdade através de palavras que são proferidas porque estão na educação das pessoas, não por qualquer ato de obrigação para com o próximo.

09
Mar15

Convento de Mafra

O Informador

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O Domingo foi dia de passeio! Convento de Mafra, o local histórico que serviu como base para a história central de Memorial do Convento, da autoria de José Saramago. Este é daqueles locais que marcaram o nosso país. Com um edifício com um cem número de corredores, alas e salas, o Convento de Mafra, património nacional, é detentor de um grande lote de mobiliário e arte com que viveram os nossos sucessivos reis ao longo das estadias por Mafra onde passavam algumas das temporadas quentes ano após ano. Um local emblemático que vale a pena visitar!

 

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02
Dez13

As melhores viagens... Livros

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As melhores viagens... Livros«As melhores viagens da minha vida eu fiz sem sair do lugar.»

Esta poderá ser uma quase verdade para mim, no entanto não posso afirmar que assim o seja porque tenho andado a vaguear por ai e tenho conhecido lugares fenomenais, onde a história se cruza com a modernidade e o contemporâneo se transforma em inspiração. Os livros, esses, transportam-me para outros locais onde o sonho acontece e a companhia prevalece.

Adoro ler e isso não é segredo para ninguém e através da leitura de bons livros tenho viajado por países, cidades e províncias desconhecidas pelos meus olhos mas presentes no meu pensamento a partir do momento em que os conheço através do olhar e da perspectiva de um autor que me transporta para o mundo que foi criando e mostrando. Com os livros consigo, por vezes, esquecer a própria realidade que está tão vincada no dia-a-dia, consigo ausentar-me e partir aliado a personagens que podiam ser de carne e osso, que viajam por locais reais e que marcaram alguém para além da ficção.

Já viajei sem sair do lugar através da literatura, já andei por mundos intransponíveis e já adoptei irrealidades, no entanto, o mundo real será sempre o mundo real!

12
Fev13

A Mulher que Ama Livros e O Informador

O Informador

Ela é A Mulher que Ama Livros e eu sou O Informador, juntos fizemos um vídeo sobre quem afirma não ter tempo para ler… Ora vamos lá ver…

http://www.youtube.com/watch?v=gNdptdBS99g

Passamos tanto tempo pela internet, ao telefone, a cozinhar e, por conseguinte, a comer, a conversar, a ler revistas e jornais, as idas às compras, a companhia da televisão, com isto sobra pouco ou mesmo nenhum tempo para ler um bom livro. Será que se tirarmos uns minutos a cada uma destas coisas não conseguimos dedicar um pouco mais do nosso pouco tempo livre à leitura? Parece-me bem que sim!

Por vezes até perdemos tempo com coisas tão dispensáveis nas nossas vidas que acabamos por não nos ocupar com o que realmente nos ajuda a evoluir, seja de que maneira for. Acredito que se todos conseguissem ocupar os seus tempos livres de uma melhor forma este mundo seria tão levado para a positividade. Vamos lá ler mais um pouco pessoal, tirando uns minutos vagos às outras coisas que se fazem, não custa nada e só nos ajuda. Sei que pode ser difícil, mas todos conseguimos dedicar tempinho à leitura sem termos que andar sempre a arranjar mil e uma desculpas para não se ter tempo, porque a isso dá-se outro nome… Preguiça! É certo que existem dias em que não apetece e queremos fazer tudo e mais alguma coisa, mas nem todos os dias são assim e existe sempre espaço para a leitura.

Eu fui o realizador deste vídeo, tendo também feito ali uma perninha como ator. Em breve, novos vídeos vão aparecer nesta parceria de amigos e primos entre A Mulher que Ama Livros e O Informador.

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