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O Informador

03
Jan20

Sem cuecas e roupa nova

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Se a cueca azul simboliza a sorte na passagem de ano para os próximos doze meses, o que dizer de quem defende que se devem estrear novas peças de roupa também na grande noite de celebração?

Neste momento acredito que nem sorte nem sucesso terei pelos próximos tempos. Primeiro, vesti a cueca, melhor o boxer, azul, mas não era novo. Segundo, toda a restante vestimenta já não tinha nada de novidade. As coisas tenderão assim a não correr bem em 2020?

Até já estou com medo do que serão os 366 dias deste ano (sim é bissexto) que ainda mal começou e pelas falhas cometidas pela escolha do guarda-roupa já estou a perceber que vai correr mal!

31
Dez18

Fim de 2018 | Publicação interrompida

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Informo os meus queridos leitores que a emissão, ou melhor, publicação neste blog, será interrompida por breves momentos para os festejos perante a despedida de 2018 e entrada em 2019.

A pausa será breve, aliás, só mesmo de umas horas porque daqui a pouco, já no novo ano, a primeira publicação será feita porque por aqui tudo continuará a estar alinhado para se seguir a mesma linha dos últimos anos, «um texto por dia nem sabes o bem que te faz». 

Digam Adeus a 2018 e entrem em Bom em 2019! Até já!

01
Jan17

Entrada em 2017

Não existiam combinações nem vontade para ir festejar a entrada em 2017, no entanto na última semana de 2016 lá resolvemos marcar estadia por Lisboa e partir assim na tarde de Sábado para a zona do Marquês de Pombal onde ficamos a pernoitar. Confesso agora que nunca vi tantas pessoas no Terreiro do Paço como nas horas festivas que assinalaram a passagem de ano!

O concerto de Rui Veloso fez as honras de despedida do passado ano e os milhares que se juntaram no espaço junto ao Tejo era muitos. Descendo a Avenida da Liberdade para ir jantar primeiro logo se percebia que a movimentação não estava a ser fácil, com veículos já estacionados nos passeios da avenida onde é praticamente proibido. O trânsito fez-se sentir bem cedo em Lisboa com todos a quererem rumar ao Terreiro do Paço. Carros mal estacionados, polícia por todo o lado para evitar problemas de maior mas sem qualquer tipo de proteção com o mau estacionamento que se via a ser feito, pessoas a invadirem as ruas, estradas e passeios, com crianças de colo ou nos carrinhos, o que me levantou a questão da razão de levarem os mais pequenos para o meio de tanta confusão e barulho. O concerto começou pelas vinte e duas horas mas chegamos um pouco depois, já de copo na mão. Rui Veloso estreou novos acordes no palco lisboeta mas não me convenceu, tal como à grande maioria que assistiu ao espetáculo. A meia noite aproximava-se, preparou-se o espumante e já está, copos cheios, rolhas no ar, chuva de álcool e fogo de artifício a triunfar, mais de dez minutos a olhar para o céu enquanto os telemóveis davam sinais de chamadas e mensagens. Acabado o espetáculo pirotécnico, e com os GNR a fazerem-se ao palco, parte dos que resistiram no local até à entrada em 2017 começaram a abandonar o recinto, tal como fizemos. E nessa altura, oh que altura, a confusão foi mais que muita, com muitos a quererem sair e outros a aproveitarem os espaços vagos para se chegarem à frente. Empurrões, garrafas de vidro e copos de plástico no chão... Uma verdadeira confusão que acalmou com o público a dispersar-se pelas várias ruas do Rossio.

01
Jan16

Olá 2016!

As boas-vindas a 2016 tinham de ser feitas de forma calma, junto das pessoas que há mais anos estão do meu lado e assim foi. Ao longo dos últimos meses fui sentindo calma, tranquilidade e a percepção que a confusão não está de mãos dadas comigo. Os amigos que sempre tenho querido do meu lado estiveram comigo e continuarão a estar e este salto anual tinha de ser feito com eles, principalmente quando algumas vidas foram alteradas e não nos podíamos despegar logo agora que existe um pequeno presente quase de Natal entre nós.

Éramos cinco adultos, uma pequena borboleta que ainda nem um mês tem e o canino! Não chegou? Chegou pois! Foi assim que quisemos passar o ano, com calma, sossego e juntos. Comemos, bebemos, brincamos e conversamos, sempre de olho na criança que de tão sossegada quase nem se dá por ela. Um serão divertido que começou bem cedo com compras e afazeres mas que só ao final da tarde existiu a reunião total que durou até praticamente às quatro da manhã com os ensonados a darem sinal, eu incluído, e a noite a ter assim de terminar pelo cansaço do dia, da semana e do ano que terminou, onde nem sempre as coisas foram fáceis para cada elemento do quinteto.