Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Curtas e Diretas | 148 | Doces após as festas

8232018e8d0a782183f9a879cc93a688.jpg

 

O Natal já se foi, 2021 já chegou e agora, praticamente uma semana depois, os doces e apetitosas sobremesas continuam a aparecer no frigorífico e pela mesa de refeições para não se quebrar o ritmo. E não, já não são as sobras dos festejos!

 

Vem aí a passagem de ano...

passagem de ano.jpg

 

Na passagem de ano quantas reuniões da Tupperware existirão por este Portugal fora? Este ano aqui por casa seremos três e somente três e um cão.

Verdade que poderia ter uma passagem diferente dentro da diferença, mas optei por ficar em casa, sem sair, ficando a ver 2020 terminar no calor do lar, muito possivelmente de manta nas pernas e pijama quente no corpo, em espera ou não pelas 00h00 para ver o novo ano a surgir sem pompa e circunstância, já que os grandes eventos, o fogo e as luzes habituais desta noite festiva desta vez não existem, a não ser para quem esteja na Madeira e possa ver das suas varandas e janelas, caso estejam bem situadas, o grande fogo de artifício que existirá no Funchal onde mesmo em tempos de pandemia acontecem porque nada naquele arquipélago pode ser tirado aos seus habitantes e turistas, enquanto que nós, continentais, podemos ficar fechados a partir das 23h00 do dia 31 de Dezembro, podendo arejar somente na manhã de dia 01 de Janeiro até às 13h00, tal como nos dias seguintes, já que de tarde o Covid19 tem mais força e pulula pelos corpos indefesos de quem se atrever a conviver pelas avenidas e ruelas deste país de comércio fechado e esplanadas encostadas pelos cantos. 

Sem cuecas e roupa nova

cueca.png

 

Se a cueca azul simboliza a sorte na passagem de ano para os próximos doze meses, o que dizer de quem defende que se devem estrear novas peças de roupa também na grande noite de celebração?

Neste momento acredito que nem sorte nem sucesso terei pelos próximos tempos. Primeiro, vesti a cueca, melhor o boxer, azul, mas não era novo. Segundo, toda a restante vestimenta já não tinha nada de novidade. As coisas tenderão assim a não correr bem em 2020?

Até já estou com medo do que serão os 366 dias deste ano (sim é bissexto) que ainda mal começou e pelas falhas cometidas pela escolha do guarda-roupa já estou a perceber que vai correr mal!

Fim de 2018 | Publicação interrompida

sem sinal televisão.jpg

Informo os meus queridos leitores que a emissão, ou melhor, publicação neste blog, será interrompida por breves momentos para os festejos perante a despedida de 2018 e entrada em 2019.

A pausa será breve, aliás, só mesmo de umas horas porque daqui a pouco, já no novo ano, a primeira publicação será feita porque por aqui tudo continuará a estar alinhado para se seguir a mesma linha dos últimos anos, «um texto por dia nem sabes o bem que te faz». 

Digam Adeus a 2018 e entrem em Bom em 2019! Até já!

Entrada em 2017

Não existiam combinações nem vontade para ir festejar a entrada em 2017, no entanto na última semana de 2016 lá resolvemos marcar estadia por Lisboa e partir assim na tarde de Sábado para a zona do Marquês de Pombal onde ficamos a pernoitar. Confesso agora que nunca vi tantas pessoas no Terreiro do Paço como nas horas festivas que assinalaram a passagem de ano!

O concerto de Rui Veloso fez as honras de despedida do passado ano e os milhares que se juntaram no espaço junto ao Tejo era muitos. Descendo a Avenida da Liberdade para ir jantar primeiro logo se percebia que a movimentação não estava a ser fácil, com veículos já estacionados nos passeios da avenida onde é praticamente proibido. O trânsito fez-se sentir bem cedo em Lisboa com todos a quererem rumar ao Terreiro do Paço. Carros mal estacionados, polícia por todo o lado para evitar problemas de maior mas sem qualquer tipo de proteção com o mau estacionamento que se via a ser feito, pessoas a invadirem as ruas, estradas e passeios, com crianças de colo ou nos carrinhos, o que me levantou a questão da razão de levarem os mais pequenos para o meio de tanta confusão e barulho. O concerto começou pelas vinte e duas horas mas chegamos um pouco depois, já de copo na mão. Rui Veloso estreou novos acordes no palco lisboeta mas não me convenceu, tal como à grande maioria que assistiu ao espetáculo. A meia noite aproximava-se, preparou-se o espumante e já está, copos cheios, rolhas no ar, chuva de álcool e fogo de artifício a triunfar, mais de dez minutos a olhar para o céu enquanto os telemóveis davam sinais de chamadas e mensagens. Acabado o espetáculo pirotécnico, e com os GNR a fazerem-se ao palco, parte dos que resistiram no local até à entrada em 2017 começaram a abandonar o recinto, tal como fizemos. E nessa altura, oh que altura, a confusão foi mais que muita, com muitos a quererem sair e outros a aproveitarem os espaços vagos para se chegarem à frente. Empurrões, garrafas de vidro e copos de plástico no chão... Uma verdadeira confusão que acalmou com o público a dispersar-se pelas várias ruas do Rossio.

Olá 2016!

As boas-vindas a 2016 tinham de ser feitas de forma calma, junto das pessoas que há mais anos estão do meu lado e assim foi. Ao longo dos últimos meses fui sentindo calma, tranquilidade e a percepção que a confusão não está de mãos dadas comigo. Os amigos que sempre tenho querido do meu lado estiveram comigo e continuarão a estar e este salto anual tinha de ser feito com eles, principalmente quando algumas vidas foram alteradas e não nos podíamos despegar logo agora que existe um pequeno presente quase de Natal entre nós.

Éramos cinco adultos, uma pequena borboleta que ainda nem um mês tem e o canino! Não chegou? Chegou pois! Foi assim que quisemos passar o ano, com calma, sossego e juntos. Comemos, bebemos, brincamos e conversamos, sempre de olho na criança que de tão sossegada quase nem se dá por ela. Um serão divertido que começou bem cedo com compras e afazeres mas que só ao final da tarde existiu a reunião total que durou até praticamente às quatro da manhã com os ensonados a darem sinal, eu incluído, e a noite a ter assim de terminar pelo cansaço do dia, da semana e do ano que terminou, onde nem sempre as coisas foram fáceis para cada elemento do quinteto.

2016

2016-new-year.jpg

Prestes a deixar 2015 para dar as boas-vindas a 2016, os sonhos e votos de felicidade são renovados no salto para os próximos doze meses. A todos uma boa entrada no novo ano, aquele que a comunidade chinesa diz ser o do macaco. Vamos soltar a macaquice que existe dentro de cada um de nós em 2016, revelando o que de bom e mau poderá acontecer com tanta macacada junta. 

Bom 2016 pessoal e até para o ano!

Passagem de ano com os amigos

2013 já se foi e 2014 já chegou! O meu salto deu-se ao lado dos amigos que eu adoro e que me deixaram feliz por podermos viver por uns dias juntos e em boa companhia! E saber que todos sentem o mesmo que eu... É óptimo!

Bebemos, cantamos, compramos, cozinhamos, comemos, conversamos, dançamos, divertimos, dormimos, jogamos, partilhamos, parvamos, passeamos, rimos... Fizemos trinta por uma linha, como se costuma dizer, e foi tão bom! Foram dias e noites agradáveis ao lado da família de coração que cada um foi escolhendo ao longo da vida e as últimas horas do último ano e as primeiras deste já estão memorizadas para não mais esquecer!

Sempre existirão momentos como estes, mas alguns tornam-se especiais!

Passagem de ano da família

A passagem de ano da minha família é sempre bem diferente do Natal. No salto para um novo lote de doze meses todos se juntam e a festa é feita com talvez vinte pessoas sentadas à mesa entre os grelhados e os cozidos, as febras e os doces. Na família a passagem para um novo ano é um momento de união e festejo!

Pais, tios, primos, tios-avós, pequenos primos... Todos se juntam naquele serão como manda a tradição! Cada qual leva partes da refeição que se estende pela noite fora e o final de tarde é passado a ultimar os preparativos para nada faltar na mesa onde sobra sempre algo para o almoço e jantar do dia seguinte.

Momentos alegres e algumas peripécias engraçadas pelo meio, é assim que as últimas horas de Dezembro são passadas, dando as boas-vindas ao Janeiro que trás consigo todo um novo ano pela frente. Conversas, gritos, música, televisão, barulho... Acima de tudo, a passagem de ano da minha família é uma completa balbúrdia familiar! Que coisa boa!

Um pormenor, esta será a sétima vez em que passo o último dia do ano e o primeiro do próximo longe do seio familiar, passando entre a outra família, a do coração e a que escolhi!