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Um ano passou...

  Já lá vai um ano desde que Portugal foi obrigado ao primeiro confinamento. Ora vamos para casa, ora voltamos a ter alguma liberdade, as semanas passaram, o número de casos oscilou bastante e um ano depois, após um segundo confinamento geral, eis que estamos a desconfiar de novo. Cansado destas paragens forçadas, o dia em que tudo parou pela primeira vez está na memória, parecendo que foi ontem mas não o foi. Parece que tudo passou tão rápido, mas no final das contas um ano (...)

Comer sim! Beber nem pensar!

  No meio de todas as restrições impostas em tempos de confinamento existe uma que de tão ridícula até parece mentira. Como é sabido os restaurantes podem vender comida em regime de take away, no entanto existe um valente mas neste sistema. É que podes comprar as entradas, o prato principal e os doces, no entanto nada de bebidas para acompanhar a dita refeição. Imagina-te na hora de almoço, na pausa do trabalho, vais ao restaurante da esquina levantar a tua refeição, como é (...)

Imobiliário resiste à Pandemia

  Imobiliário em Lisboa resiste à Pandemia Com a pandemia a fechar empresas de todas as dimensões e milhões em casa, muitas das previsões apontavam para um cataclismo económico transversal a todos os segmentos económicos. Com efeito, o seu impacto não tardou em sentir-se na vida de todos em aspetos que vão desde as mais simples ações do quotidiano até aos grandes desafios da economia que diariamente se colocam. No meio do caos mundial, algumas notas positivas neste campo em (...)

A partir de hoje...

  A partir de hoje, 15 de Janeiro de 2021, pensei que poderia lançar aqui pelo blogue o que se iria apelidar por "Diário de um Confinamento", no entanto e analisando o que será o meu dia-a-dia pelas próximas semanas percebi que esse mesmo dito diário seria tão monótono, repetitivo e sem vida que fica aqui simplesmente o desabafo sobre o que pensei e que não avançará por não fazer sentido algum, já que a vida em confinamento é tão mais do mesmo que nem vale a pena tentar (...)

«Saudade»

Palavra do Ano 2020

  A 12.ª edição da iniciativa Palavra do Ano decorreu ao longo das últimas semanas do ano 2020 e terminou com a eleição da palavra «Saudade» como vencedora com 26,8% dos mais de 40 mil votos obtidos ao longo desta seleção. Nesta eleição final estiveram também as palavras «covid19», «pandemia», «confinamento», «zaragatoa», «telescola», «discriminação», «infodemia», «digitalização» e «sem-abrigo», mas a escolha recaiu em «Saudade». Num ano tão (...)

Retrospetiva 2020, segundo o Google

Roubado algures por ai...

  Através das redes de conversação foi-me enviada este agendamento póstumo de 2020. Como não se conhece o autor, decidi roubar de quem roubou esta retrospetiva do ano. Fica aqui assim o convite para visitarem comigo a... Retrospetiva 2020, segundo o Google. Janeiro: • Onde fica Wuhan? • Os chineses comem morcegos? Fevereiro: • Como matar o vírus? • O que é uma pandemia? • Portugal está imune ao Coronavirus? Março: • O que é ‘lockdown’? • O que é “Estado (...)

Vírus atinge noção

  Sabemos que não somos obrigados a colocar álcool gel em todos os estabelecimentos em que entramos. Mas pretendo fazer um exercício prático com os meus queridos e excelentes leitores e seguidores.  Imaginemos que trabalham num estabelecimento comercial e que as normas da empresa pedem para aconselharem os clientes a colocarem na entrada o produto protetor nas mãos para poderem manusear os artigos que irão ver para quem sabe comprar. E um desses clientes, de luvas de pele (...)

Pandemia apática

  Os meses passam, as rotinas foram forçosamente alteradas, o cansaço para com este novo normal acontece e o que há uns tempos ainda parecia ser suportado, agora é vivido como em estado de sobrevivência e com uma grande apatia para o que vai sendo feito somente porque si, como se os dias que vão passando nada representem a não ser momentos de espera para que tudo possa voltar ao que poderá vir a ser um novo normal onde possamos recuperar alguma liberdade para respirar, agir e (...)

Pandemia que tranca portas

  Cheguei a casa perto do momento do horário de recolher obrigatório, estacionei na adjacente da rua onde habito, desliguei o motor e fiquei a olhar em diante, entendendo que numa avenida de aldeia onde dia e noite sempre ia existindo movimento, com ou sem viatura, tudo naquele momento noturno parecia deserto, como se todas aquelas ruas e mesmo casas estivessem abandonadas num mundo ao estilo da mítica série The Walking Dead.  Refleti por rápidos momentos na diferença, com um (...)

Sofrem as redes sociais

  Meses de pandemia com várias semanas de quase isolamento e em que as redes sociais ajudaram um pouco a compensar a distância e ausência. No entanto com o tempo a passar e com a saturação desta nova vida, ao mesmo tempo que a habituação acontece, as redes sociais acabam por causar algum cansaço e hoje, talvez devido aos estados constantes de confinamento sem poder usufruir daquela liberdade que tanta falta faz, a partilha acontece de forma mais espaçada e em relação ao Instagram (...)