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Palavras pela História

    Não vamos em 2020 destruir a História que nos ajudou a chegar onde estamos neste momento. Defendamos causas, diferenças e ideologias com o uso da palavra e não com guerrilhas e atos hipócritas de destruição de símbolos e representações. A palavra quando bem usada consegue chegar bem mais longe que as lutas e demonstrações físicas. Não vamos destruir símbolos que marcaram a nossa História só porque nos dias que correm ainda existem grupos que não conseguem perceber (...)

Livre divagação

Não sei que escrever, olhando para a tela do ecrã, onde o fundo branco aparece somente com as opções de publicação do blog e penso que hoje o tema não surge, as palavras desvanecem e a inevitabilidade de não criar texto aparece porque de um momento para o outro tudo parece já ter sido contado, reformulado e voltando a tocar em temas que vão sendo repetidos porque algo de novo pode ser revelado a quem está do outro lado. É assim que penso quando escrevo inevitavelmente este (...)

Mão ou tecnologia

Ano após ano as tecnologias vão ganhando o seu espaço junto de todos nós e as velhas formas vão ficando para trás. Por vezes dou por mim a pensar como se escreve à mão a palavra x ou y quando no teclado de um computador ou no ecrã do telemóvel a mesma palavra sai automaticamente sem ter de pensar se uso o c ou o ç, se fica com nha ou lha. São coisas básicas mas o que é certo é que a tecnologia está a dar cabo da escrita tradicional que começa a ficar enferrujada com o (...)

Morto ou Matado

Tenho andado a ver a segunda temporada da série Elementar e com isso e graças à legendagem colocada pela FOX, surgiu-me uma questão gramatical que queria partilhar com todos vocês para tentar perceber se fui eu que aprendi mal o sentido e uso das palavras Morto ou Matado ou se afinal serão mesmo as legendas da série que são mal feitas. «Já se encontrava matado» ou «Já se encontrava morto», qual das duas formas é a correta? Somente em Elementar tenha esta dúvida em vários (...)

Sem inspiração!

Será do tempo que se tem feito sentir?? Será da falta de horas vagas para me poder dedicar com maior abundância? Será de mim ou de tudo? Falo da falta de inspiração que tenho sentido pelos últimos dias para partilhar textos mais virados para os pensamentos e opiniões de vida! Chego a casa meio cansado, ando mais molenga e somente com vontade de deitar-me e cochilar por umas boas horas seguidas sem ter de pensar em nada, muito menos tentar criar um texto pormenorizado contra a (...)

Última Palavra: Mãe, o passatempo

Este é o livro que nos leva de volta a casa, aos braços da nossa Mãe. A Mãe está sentada com o mar diante dos olhos… É a Mãe de José Jorge Letria quem tem o mar diante dos olhos, mas podia ser a nossa Mãe. Este é o livro que cada um de nós queria ter escrito à sua própria Mãe. Um livro confessional, um livro de amor, o amor que, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, (...)

Outros tempos... Outras palavras...

O tempo passa e o moderno deixa para trás o passado, aquele onde cartas eram escritas e faziam esperar um batimento de um coração apaixonado que ansiava pela chegada do correio para poder ter notícias de quem estava longe e fazia-se apresentar através das sentidas palavras junto de quem tanto desejava. As cartas aos poucos têm perdido o seu sentido, tendo sido trocadas por emails, mensagens escritas de telemóvel e facebook ou somente pela ausência de comunicação entre o ser (...)

As melhores viagens... Livros

«As melhores viagens da minha vida eu fiz sem sair do lugar.» Esta poderá ser uma quase verdade para mim, no entanto não posso afirmar que assim o seja porque tenho andado a vaguear por ai e tenho conhecido lugares fenomenais, onde a história se cruza com a modernidade e o contemporâneo se transforma em inspiração. Os livros, esses, transportam-me para outros locais onde (...)

Cresci com as palavras

O Informador está a umas semanas de festejar o seu primeiro aniversário e eu, pessoa que está por detrás de milhares de palavras que são publicadas diariamente porque me sinto bem assim, percebo que ao longo destes meses não só o número de visitantes que visitam este blogue cresceu. Eu também desenvolvi a minha forma de escrever para os outros e não só para mim. Isso ajuda a ter mais atenção dos seguidores porque tudo é mostrado de forma mais espontânea e sem as ideias de (...)

As palavras são um perigo

Sempre amei por palavras muito maisdo que devia são um perigo as palavras quando as soltamos já não há regresso possível ninguém pode não dizer o que já disse apenas esquecer e o esquecimento acredita é a mais lenta das feridas mortais espalha-se insidiosamente pelo nosso corpo e vai cortando a pele como se um barco nos atravessasse de madrugada e de repente acordamos um dia desprevenidos e completamente indefesos um perigo as palavras mesmo agora aparentemente tão tranquilas (...)