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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

08
Set16

Relação complicada de Pai e Filha (4 anos)

O Informador

Pleno século XXI não significa em mudanças de mentalidades! Existe por ai muito boa gente que não consegue perceber que os tempos mudaram e que as mulheres andarem totalmente tapadas como se usassem uma burca já era na sociedade ocidental. 

Um pai de família com ideias antiquadas tornou-se meu conhecido há uns anos e desde aí que tenho percebido como as coisas continuam difíceis na ligação entre marido e mulher, pai e filha, no que toca a questões de hábitos, costumes e gostos! Há uns dias assisti a uma cena que se fosse contada não acreditava!

Um aniversário de criança, um calor insuportável, os mais pequenos a brincarem, os mais velhos a conversarem, as crianças começam a ficar suadas, molham-se com pistolas de água, alguns pais tiram as t-shirts dos filhos, depois os calções e uma criança continua molhada, com a roupa vestida e pede ao pai se pode tirar a parte de cima do que tem vestido como os seus companheiros de brincadeira estavam, o pai diz que não, a menina insiste, o pai continua a dizer que não (já levantando a voz), a criança insiste, o pai nega, a mãe tenta em vão convencer o marido, a amiga da mãe mete-se na conversa e com a menina lá conseguem convencer aquele pai que não deixava a filha ficar de cuecas, como se tivesse na praia por afirmar ser muito feito.

A menina ficou de cuecas contra a vontade do pai que de cada vez que passava por ela lhe chamava de feia! Isto é normal? Não o considero, para mais de pessoas que já deviam perceber que os tempos mudaram e que naquele caso especifico não existia mal algum na situação!

Esta é uma das histórias, mas existem mais... A mesma família vive num quarto andar de um prédio e a menina não vai à varanda de cuecas por ter na sua mente que é feio! A mesma menina fez uma conversa a uma adulta, que estava a amamentar o seu bebé, porque estava a mostrar as suas «mamas» e que isso é perigoso! A mesma menina tem quatro anos, é inocente mas infelizmente já tem ideias fixas que lhe foram colocadas por um pai de outros tempos, um pai do século passado que irá ter daqui a uns anos grandes lutas com uma filha que irá começar a opor-se a tanta regra que já não encaixa na sociedade dos dias que correm!

17
Jul16

Presente para o Papá!

O Informador

O meu pai fará aniversário daqui a uns dias, como tal e porque sempre se torna complicado lhe arranjar um presente físico porque sou esquisito até mais não, peço-vos umas sugestões para me libertarem de horas em lojas e centros comerciais em busca daquela prenda que me diga algo e que ele possa gostar!

Aceito sugestões desde já!

Obrigadíssimo a todos os que deixarem o seu comentário sugestivo! 

29
Ago14

Há 30 anos!

O Informador

Mãe e PaiNunca vos tinha mostrado qualquer imagem dos meus pais, pois não? Esta é a mais antiga que encontrei dos dois juntos, numa união que fizeram de fotografias individuais de cada um, quando ainda eram solteiros!

Ambas as imagens já têm mais de 30 anos, quando começaram a namorar, num amor que levou mais de cinco anos para se concretizar em casamento e só depois apareci eu! Ah pois é! Por estas imagens deviam ter 20 e poucos anos de idade, estando ambos todos penteadinhos e jeitosos para irem ao fotógrafo porque antes nada acontecia como agora, onde o tempo não pára e os cuidados com estas sessões não acontecem ao pormenor.

Criaram-me com tudo o que sempre me puderam dar, com o amor necessário para ser uma criança feliz e só lhes posso agradecer por isso porque são os meus bons pais, aqueles que lutaram e continuam a fazer tudo por mim, o seu único filho, a criatura que amam e que sempre protegeram dos males do mundo!

Amo-vos, embora seja frio com as palavras e demonstrações de afecto para convosco, sei que sabem que só vos tenho a agradecer por tudo!

18
Ago14

Tenho que sair de casa!

O Informador

Há dias maus e dias bons, no entanto pelo meio existem os dias menos maus e os menos bons! Ontem foi um dia que começou bem e terminou com uma discussão que me deixou a pensar que tenho mesmo que sair de casa dos pais porque o limite do meu feitio anda a ser atingido devido às opiniões e complicações que a minha mãe sempre arranja para implicar com tudo e mais alguma coisa!

Tenho 27 anos e várias situações levam-me a acreditar que pelos próximos tempos conseguirei ter um melhor ordenado, ganhando posteriormente alguma estabilidade económica a ponto de começar a pensar em sair de casa e viver longe do colo dos pais, onde sempre tenho estado desde que nasci. Com a idade que tenho algumas pessoas já fizeram as suas vidas, a solo ou acompanhadas, e cada vez mais sinto tal necessidade também, não tendo a paciência de outros tempos para viver na casa onde fui criado.

A convivência com os meus pais é boa, mas depois quando me chateio, principalmente com a minha mãe, coloco tudo em causa e só penso mesmo que tenha que sair, habituar-me a fazer as minhas coisas, ter o meu próprio canto e não estar à espera que tudo apareça com um estalido dos dedos. Quero sair de casa e só espero pelo momento em que na minha conta bancária comecem a cair um maior número de euros para que possa continuar a fazer a vida que tenho feito e ganhar também a minha liberdade longe do ninho paternal.

Para o meu próprio bem mental necessito de desaparecer de casa porque além de não ter um feitio fácil também não consigo ficar calado em certas situações. Adoro os meus pais, no entanto sei que o ser humano atingindo uma determinada idade que necessita de seguir o seu caminho a solo, escolhendo o seu percurso e fazendo com que fiquem uns em cada lado para que não existam chatices e depois nas visitas tudo está bem e não existem discussões já desnecessárias devido às opiniões e criticas que não aceito de livre arbítrio!

Existem bons momentos em que tudo parece ser mau e que todos queremos deixar a vida que temos para recomeçar de novo, isto porque um ponto bateu longe do caminho pré-estabelecido anteriormente! Chatices parvas e que me deixam a pensar, desta vez em sair de casa!

23
Jun14

O bebé da Madeira

O Informador

Num dia do mês de Janeiro os noticiários televisivos da hora de almoço abriram com a notícia de que um bebé tinha desaparecido no concelho da Calheta. Na altura e passados vários dias de notícias com teorias sobre o desaparecimento do menino, como a da criança ter andado a pé durante quilómetros, ter sido raptado e afins, fui dizendo aqui por casa que a reacção dos pais perante tal desaparecimento não era normal, existindo ali algo a esconder.

Agora sabe-se que as suspeitas que também foram colocadas pela judiciária na altura acabam por ser confirmadas e os pais do pequeno Daniel já estão a ser ouvidos e interrogados. Após a mãe de Daniel ter deixado a casa onde vivia para ir habitar com outro homem, o pai quebrou o silêncio e informou as autoridades que as suspeitas que tinham sobre os progenitores acabam por se confirmar, mas somente com a mulher.

O menino ia ser vendido, primeiramente por mais de 100 mil euros e depois por metade do valor, o que iria facilitar a vida dos vendedores de uma criança inocente. Aquela família sem condições de habitação já não tinha os filhos consigo pelas últimas semanas devido às desconfianças existentes, agora confirma-se que as situações do passado não aconteceram por mãos alheias e que foi no interior do seio familiar que se deu o desaparecimento que acabou pelo reaparecimento do pequeno pela mata.

Como um pai ou mãe consegue colocar em prática a venda de um filho que foi gerado por si? Não existirá amor numa relação destas? Tantas e tantas vezes se afirma que amar é quem cria e toma conta e isso é mesmo a pura das verdades! Aquela mãe, quem é ela para conseguir deixar desaparecer um filho da sua vida para poder ter alguns milhares de euros consigo e poder fazer uma melhor vida? É certo que nas condições em que vivem não conseguiriam dar um futuro muito risonho às duas crianças da casa, mas será mesmo necessário atingir tal situação?

Um quase crime que tem de ser bem esclarecido porque existem mais pessoas envolvidas no caso que mostra que existem seres que não nasceram para serem pais!

08
Fev14

Difícil decisão

O Informador

Ao longo do tempo vários momentos são fulcrais para o futuro de cada um e em determinadas alturas há que tomar decisões que podem traçar o amanhã. Ando com tais dificuldades a nível profissional e por conseguinte pessoal e os pensamentos não andam fáceis porque o peso do que decidir poderá alterar relações, vidas e também o futuro. O que fazer?

Sinto-me a viver uma fase de stress! Um convite apareceu para ir viver para outro local, em busca de novos desafios, o que também irá alterar a vida a que estou habituado a ter. Ainda vivo na casa dos pais, tenho as pessoas de quem gosto por aqui e sempre andei pela zona. Agora surge-me a hipótese de agarrar um lugar de destaque na empresa, a duas horas de viagem de onde vivo atualmente, tendo que largar por uns tempos a rotina a que estou habituado e partir um pouco à aventura e conhecimento.

Já revelei às pessoas mais próximas que estou em fase de análise e decisão para perceber se irei ou se ficarei à espera que outros voos me chamem. As reacções foram bem dispersas e variaram de pessoa para pessoa, só que existe sempre as que nos marcam, e a da mãe tem dado que pensar. Ela não quer que me afaste e que de um momento para o outro vá viver para longe do seu raio, sozinho numa cidade desconhecida e com uma função profissional a que não estou totalmente habituado. Chateamos-nos por ideias opostas, mas no fundo sei que ela em parte tem razão e preocupa-se, por isso tal reacção de que não gostei. Ir viver para perto poderia acontecer, mas a distância com que esta oportunidade me pode colocar dela fez faísca. O pai, mais descontraído, prefere deixar-me decidir, sem muito dizer, embora saiba que a luz verde no caso também não está do seu lado. Quanto aos restantes, senti que na verdade não querem que vá, mas também ficam contentes por me verem poder crescer e ter novas perspectivas de futuro.

Nos próximos dias terei a confirmação se os planos para ir seguirão mesmo em frente, terei então aí que tomar uma decisão sobre o que fazer. Se for não será para ficar ao longo de anos... Serão uns meses à experiência porque depois acredito no regresso, no entanto, sinto-me com uma decisão bem difícil às costas e tenho que a tomar. Contrariar os outros e seguir ou deixar-me ficar e resignar-me? Isto não é fácil!

06
Dez13

Anedota caseira

O Informador

Ao jantar...

Mãe: - Amanhã jantas em casa?

Filho: - Sim janto!

Mãe: - É que se não jantasses o jantar seria só para mim porque o teu pai vai para um jantar!

Filho: - Hum, um jantar! Então de quem?

Pai: - Do euromilhões, do grupo da firma!

Filho: - Ah, o Passos Coelho agora já organiza jantares da sociedade do euromilhões?

Um pormenor, o pai desta família está desempregado mas continua a achar que tem de ir jantar com os antigos colegas de trabalho que continuam a laborar na mesma empresa. Ou seja, este jantar do grupo do euromilhões é de quem trabalha ainda no mesmo local, mas não se percebe como quem já lá não está insiste em fazer parte da sociedade ao longo de todo o ano e pensa que tem de ir ao evento como se nada tivesse acontecido!

Sonhos antigos bem enraizados!

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