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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

11
Jan19

O Presidente Desapareceu | Bill Clinton e James Patterson

| O Informador

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Título: O Presidente Desapareceu

Título Original: The President is Missing

Autor: Bill Clinton e James Patterson

Editora: Porto Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 464

ISBN: 978-972-0-03135-8

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: O Presidente dos EUA desapareceu.

O mundo está em choque!

Mas a razão do seu desaparecimento é ainda pior do que seria de supor.

Com pormenores que só um Presidente como Bill Clinton pode conhecer e o suspense que apenas um autor como James Patterson seria capaz de criar, O Presidente Desapareceu é o thriller mais empolgante e surpreendente dos últimos anos.

 

Opinião: O início do meu ano literário começou em boa forma, com a leitura de O Presidente Desapareceu, um thriller que entrou diretamente para a lista dos meus preferidos dentro do género logo pelos primeiros capítulos, não desiludindo em algum momento até às últimas páginas. 

Um verdadeiro thriller político envolvente que James Patterson e Bill Clinton criaram em torno do Presidente dos EUA. Convidando o ex-Presidente para a escrita deste livro, James Patterson acertou em cheio, uma vez que na criação desta sua nova história conseguiu apurar novas informações sobre os meandros da Casa Branca com um conhecimento que poucos conseguem, os que por lá vão passando. 

08
Jan19

A Coisa | Livro II | Stephen King

| O Informador

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Título: A Coisa - Livro 2

Título Original: It

Autor: Stephen King

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 568

ISBN: 978-972-25-3568-7

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: A segunda parte do clássico de King sobre sete adultos que regressam ao lugar onde cresceram para enfrentar um pesadelo que todos eles lá viveram… algo maléfico e sem nome: a Coisa.

Na segunda parte daquela que muitos consideram ser a grande obra de Stephen King, regressamos ao Maine e à pele dos sete amigos que, uma vez mais, terão de enfrentar o mal que se agita bem no fundo da memória de todos e emerge de novo trazendo o pesadelo e o terror ao presente.

 

Opinião: A leitura do segundo volume de A Coisa tinha de surgir logo após terminar o primeiro volume desta aclamada obra de Stephen King que me conseguiu conquistar. No entanto, e após a surpresa inicial, fui perdendo o fôlego nesta continuação do clássico que gerou um dos filmes de terror mais conhecidos. 

A leitura de A Coisa - Livro 2 revelou-me inteiramente o que comecei a perceber anteriormente. Stephen King acaba por cansar por incluir muitas notas, criando histórias dentro da história que são absolutamente desnecessárias para a continuação da narrativa. O autor consegue cansar por elaborar demasiado, saturando o leitor que após a primeira parte da história só pensa que tudo vai continuar a ser retratado da mesma forma mas isso não acontece porque a dose de paciência para enfrentar páginas e páginas de «enche chouriços» tem de existir. 

01
Jan19

A Vendedora de Azevinho | Dilly Court

| O Informador

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Título: A Vendedora de Azevinho

Título Original: The Mistletae Seller

Autor: Dilly Court

Editora: Quinta Essência

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 416

ISBN: 978-989-780-038-2

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte… 

Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver. 

E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma joia valiosa - um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé - mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens…

 

Opinião: Um romance de Natal para nos fazer companhia no aconchego do lar na época mais familiar do ano. A Vendedora de Azevinho quando chegou até mim tinha mesmo um propósito, ser o livro que me faria companhia nos dias mais natalícios do ano e assim aconteceu. 

Num romance histórico com afeto, amor e força de vontade, encontramos Angel, um bebé nos capítulos iniciais, que foi abandonado na véspera de Natal pela ruas de Whitechapel. Angel foi deixada junto a uma porta, numa cesta, acompanhada de um anel e acaba por ser salva por uma mulher sem filhos mas que a acolheu e cuidou como se Angel fosse sua. Só que como um bom romance, existem sempre os percalços a surgirem no caminho e a vida desta jovem voltou a ser alterada no momento em que a fortuna da sua família quase adotiva se esvai. Angel vê-se de novo obrigada a percorrer as ruas e a lutar pela sua própria sobrevivência, vendendo no mercado até que a sorte lhe volta a bater à porta. 

São várias as reviravoltas na vida desta jovem mulher até ao derradeiro final do romance que acaba por deixar o leitor realizado ao se perceber que tudo termina como desejado, com as conquistas a serem alcançadas com o tempo, a verdade a descoberto e a realização pessoal a desbravar caminho entre pedras que se vão sobrepondo ao longo do tempo mas que ao serem limadas conseguem ficar para trás. 

21
Dez18

O Sal da Vida | Helena Sacadura Cabral

| O Informador

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Título: O Sal da Vida

Autor: Helena Sacadura Cabral

Editora:  Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Outubro de 2018

Páginas: 216

ISBN: 978-989-724-452-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Ternas, irreverentes e por vezes com final inesperado, as novas histórias de helena Sacadura Cabral revelam os diversos caminhos em busca do amor e da felicidade.

Reais ou ficcionadas, são fragmentos de vidas que mostram a riqueza do quotidiano e a importância dos afetos; são o espelho da nossa sociedade inquieta e refletem a firme convicção de que todos podem ser donos do seu próprio destino.

 

Opinião: Helena Sacadura Cabral reúne em O Sal da Vida histórias reais e inéditas onde se juntam espaços de ficção num romance de crónicas escritas ao longo do tempo e que foram ficando para agora poderem ser lançadas num livro onde o amor, a perda, a saudade e a felicidade ganham destaque. Para Helena Sacadura Cabral estas memórias tinham de ser contadas com o pretexto de que «Viver é muito mais do que existir. É lutar para ser feliz, amar e ser amado.» e é assim que O Sal da Vida surge junto do leitor.

Começando por mostrar os Encontros e Desencontros que a vida nos vai colocando pela frente ao longo do tempo, são vários os relatos próprios e ficcionais dados a conhecer de forma simples, sem criar ilusões e com um significado único. Cada linha deste livro é falada, relatada como se a autora estivesse a divagar para si própria, sem criar desenhos literários para que o texto venha a ficar com uma maior perfeição e um estilo gramatical mais elaborado. Não, em O Sal da Vida existe verdade, existem relatos tal como são pensados e não criando grandezas que só tendem a piorar o que realmente importa para quem está do outro lado, o leitor. Dos Encontros e Desencontros passamos para as Encruzilhadas da Vida onde os inesperados acontecem e há que manter as forças para ultrapassar cada ponto negativo que se nos atravessa pela frente. As perdas e os problemas na vida de Helena e as criações para ajudar a reforçar este capítulo são reais, são possíveis e podem acontecer a qualquer um. Visitamos posteriormente As Datas que nos Marcam e percebemos que como todos nós existem os bons e os maus momentos, onde existem datas que podem ser celebradas mas também as que ano após ano nos deixam mais cabisbaixos porque alguém partiu e aos 84 anos de idade Helena Sacadura Cabral sabe bem o que é a perda de pessoas de quem ama mas que continuam bem presentes na sua vida através de memórias e recordações que permanecem consigo e perante os seus olhos. As peripécias recriadas em Contado, Ninguém Acredita e finalmente Construir um Caminho para a Felicidade são os últimos pontos a serem desfiados por esta magnifica mulher que sempre luta pelo bem-estar interior e também de quem está ao seu redor. 

15
Dez18

Sob um Céu Escarlate | Mark Sullivan

| O Informador

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Título: Sob um Céu Escarlate

Título Original:  Beneath a Scarlet Sky 

Autor: Mark Sullivan

Editora:  Cultura Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 464

ISBN: 978-989-8886-21-7

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Pino Lella não quer nada com a guerra ou com os nazistas. Ele é um adolescente italiano normal - obcecado por música, comida e miúdas, mas os seus dias de inocência estão contados. Quando a sua casa em Milão é destruída pelas bombas dos Aliados, Pino junta-se a uma via-férrea subterrânea ajudando judeus a escapar dos Alpes e apaixona-se por Anna, uma bela viúva seis anos mais velha do que ele.

Numa tentativa de protege-lo, os pais de Pino forçam-no a alistar-se como soldado alemão - julgando que assim o manteriam longe de combate. Mas Pino é ferido e depois recrutado, aos dezoito anos, como motorista pessoal do general Hans Leyers, o caudilho de Adolf Hitler na Itália, e um dos comandantes mais misteriosos e poderosos do Terceiro Reich.

Agora, com a oportunidade de espiar o Alto-Comando Alemão, Pino luta em segredo, suportando os horrores da guerra e da ocupação, tendo a sua coragem reforçada pelo seu amor por Anna e pela vida que ele sonha que um dia compartilhar.

 

Opinião: O tema é daqueles que não me fascina assim tanto, a Segunda Guerra Mundial, no entanto e pela veracidade com que Mark Sullivan criou cada parte da história de Sob um Céu Escarlate, consegui ficar convencido sobre esta obra desde muito cedo. Real, limpo, sentimental e tocante, este romance tem todos os ingredientes que são necessários para me conquistar enquanto leitor que gosta de apreciar um bom livro criado com gosto e não para ser mais um porque assim o é exigido. 

Em Sob um Céu Escarlate descobrimos o jovem italiano Pino Lella, que numa fase avançada da sua vida resolve finalmente contar o que viveu ao longo do tempo de guerra. Os conflitos, as mentiras, fugas, esquemas e o verdadeiro amor em tempos complicados em que o mínimo detalhe podia alterar o caminho a seguir. O motivo pelo qual os anos de silêncio perduraram na vida de Pino Lella é revelada mesmo no final desta história que conquista e perante a qual percebemos que nem tudo era e continua a ser o que parece. 

17
Nov18

A Coisa | Livro I | Stephen King

| O Informador

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Título: A Coisa - Livro 1

Título Original: It

Autor: Stephen King

Editora:  Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Outubro de 2018

Páginas: 704

ISBN: 978-972-25-3567-0

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: O clássico de King sobre sete adultos que regressam ao lugar onde cresceram para enfrentar um pesadelo que todos eles lá viveram… algo maléfico e sem nome: a Coisa.

Bem-vindos a Derry, no Maine. Uma cidade vulgar: familiar, ordeira e, na maior parte das vezes, um bom sítio para viver.

Mas há um grupo de crianças que sabe que há algo de tremendamente errado com Derry. É nos esgotos da cidade que a Coisa se esconde, à espreita, à espera… e às vezes sobe ao solo, tomando a forma de todos os pesadelos, do maior medo que se encerra dentro de cada um de nós.

O tempo passa, as crianças crescem e esquecem. Mas a promessa que fizeram há vinte e oito anos exige-lhes que voltem à cidade da infância para enfrentarem o mal que se agita bem no fundo da memória de todos e emerge agora, uma vez mais, trazendo novamente o pesadelo e o terror ao presente.

 

Opinião: It, traduzido para Portugal mais de três décadas após o seu lançamento Mundial, finalmente chegou até nós com o nome de A Coisa, dividido em dois volumes pelo seu peso. Este é daqueles clássicos que muitos já ouviram falar, transformado também em película cinematográfica que tenho a confessar, nunca vi, mas irei ver. Com um sucesso absoluto por onde foi lançado em termos literários, A Coisa sempre suscitou entre nós a curiosidade por não ser lançado mais cedo, uma vez o sucesso de outras narrativas de Stephen King. Agora a Bertrand lançou It e poucas semanas após a sua publicação comecei a conhecer a velha história da criatura que vive nos esgotos preparada para atacar crianças de vinte e sete em vinte e sete anos. 

As expetativas estavam em alta, a capa logo conquistou por ser bem apelativa e reveladora do que esconde no seu interior e a leitura começou. Pouco sabia ao que ia, somente que esta história tem conquistado os leitores que lhe colocam a vista em cima. E assim foi a partir do momento em que as primeiras páginas começaram a ser deixadas para trás na leitura. Primeiramente confuso para se entrar até se perceberem os vários núcleos e tempos, A Coisa consegue mesmo assim fazer com que quem comece não queira parar por existir a vontade de saber, descobrir e apanhar quem ou o que está por detrás de desaparecimentos e mortes. A real chatice e dificuldade que senti para com esta história é o facto de King seguir uma linha que tanto segue na história como recua no tempo, colocando personagens de um momento para o outro em fases que já haviam sido contadas mas onde existe algo a acrescentar, baralhando um pouco e exigindo uma maior capacidade de concentração para não se perder o fio à meada. Determinadas personagens têm capítulos só seus, no entanto só mais para a frente na história voltam a ser chamadas, baralhando e criando cansaço quando se começa a entender que tudo é contado mas o que começa tarda em ter um fim para se iniciar um novo ciclo. 

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