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O Informador

O Curriculum Vitae

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Há uns anos que não atualizo o Curriculum Vitae por não existir necessidade, no entanto e porque talvez este ano de 2023 seja o da mudança se me continuar a sentir desaproveitado na empresa onde trabalho por ser tudo mais do mesmo ao longo dos anos, andei a tentar atualizar o Europass Curriculum Vitae e percebi que a forma de identificação para entrar no portal está ligeiramente diferente e bastante complicada até. 

Fiquei uns bons minutos a tentar iniciar a sessão para utilizar todos os dados guardados na conta e só posso dizer que me senti bastante burro por não conseguir criar uma chave móvel digital em parceria com o sistema do Governo. Tentei de todas as formas, instalei e desinstalei aplicações e nada de nada, acabando por desistir. 

Pelos próximos dias irei fazer novo Curriculum Vitae, pegando no que tenho guardado em PDF e utilizando um novo formato, já que também me deram a dica que o Europass está um pouco ultrapassado para quem procura emprego nos dias que correm. 

Hoje é dia de Momentos Wook

mw-970x250-billboardHoje é o dia! Sim, a Quinta-feira de Janeiro em que os livros andam loucos na Wook, tudo porque os 20% de desconto apareceram ao longo destas vinte e quatro horas em todas as obras publicadas e disponíveis na maior livraria online do país. 

Hoje o lema é encher o carro virtual, fazer o seu pagamento e em breve irás receber a tua encomenda de forma cómoda e sem qualquer trabalho na morada indicada e ainda sem que tenhas de pagar os portes de envio que são totalmente grátis com este desconto. 

Aquela insónia

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E do nada, sem que algo fizesse prever, acordei antes das 05h00 quando nem quatro horas e meia dormi e não mais consegui descansar nesta noite.

Acordei a meio do sono, tentei voltar a adormecer só que em vão, acabando por decidir ligar a televisão e fazer maratona de séries na Netflix e HBO. De manhã, o despertador tocou de forma normal, levantei-me como se tivesse descansado tranquilamente, segui com os meus afazeres matinais e sai para o trabalho para mais um dia super normal e sem grandes correrias.

Renovado cartão do cidadão

Já é sabido que ao longo deste ano de 2023 vamos, quem tiver que renovar o seu cartão de cidadão, ficar com um novo modelo do mesmo. 

Ao que parece, segundo o secretário de Estado da Digitalização e Modernização Administrativa, Mário Campolargo, este renovado cartão contará com "um design muito apelativo e que estará, em termos de segurança e de qualidade, no pelotão da frente”, tanto, “para o próprio cidadão e para a preservação de dados". Prometendo mais segurança, aderindo ao sistema de contactless e com nova imagem, o cartão do cidadão ganha assim um novo modelo para as próximas décadas.

Vida pausada

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Sabes aqueles dias em que sentes que não pertences a lado algum e só te apetece estar contigo, de forma solitária, em que respiras por ser necessário mas nem essa vontade tens? Foi assim que me senti este fim-de-semana, em que estive de folga e que a vontade de me sentir útil na vida e estar ficou bem guardada naquela gaveta profunda. 

Não estive para a vida durante dois dias, mantendo-me distante, vazio, como se não estivesse para ninguém, nem mesmo para mim. Fiquei em pausa por casa, com os livros e a televisão como companhia, e só sai porque foi mesmo necessário e o dever assim apelou, porque se não fosse o caso nem tinha colocado os pés fora das quatro paredes. 

O Dia em Que Escapámos aos Nazis, de Ivan Sciapeconi

Editorial Presença

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Título: O Dia em Que Escapámos aos Nazis

Título Original: 40 Cappotti e un Bottone

Autor: Ivan Sciapeconi

Editora: Editorial Presença

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Janeiro de 2023

Páginas: 160

ISBN: 978-972-23-7041-7

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Inédita e comovente, esta é a história de 40 crianças e jovens judeus que fogem da Alemanha nazi e se refugiam em Itália… até ao dia em que têm de tentar escapar outra vez.

É um dia de verão e estamos em 1942. Quarenta crianças e jovens judeus chegam à estação de Nonantola, perto de Modena, em Itália. Fugiram da Alemanha nazi, com a ajuda de Recha Freier, e dirigiam-se à Palestina, mas a guerra troca-lhes as voltas: primeiro vão para a Croácia, depois Eslovénia e finalmente Itália.

Ali chegados, ficam no solar Emma, fora da cidade. O pior parece ter ficado para trás: há aulas, várias atividades, e os mais velhos aprendem ofícios. Entre aquele grupo está Natan, um menino que, ao início, desconfia de tanta generosidade. Dentro dele, estão muito vivas as memórias do pai a desaparecer, do adeus à mãe e ao irmão mais novo. Mas ali não há estrelas amarelas nos casacos, não há guetos, não há o grande medo da noite.

Porém, a 8 de setembro de 1943, as tropas nazis começam a chegar a Nonantola, e o grupo do solar Emma tem de tentar escapar novamente. Desta vez, não estão sozinhos, têm uma comunidade inteira a ajudá-los. Mas como poderão enganar as tropas de Hitler? De que forma conseguirão fugir? O padre de Nonantola tem um plano, um engenhoso plano, em que toda a aldeia terá de participar.

Esta tocante história, baseada em acontecimentos reais e narrada por uma criança, emociona-nos, dá-nos esperança e faz-nos acreditar num mundo onde todos, juntos, podemos construir algo melhor.

 

Opinião: Voltei ao tema da Segunda Guerra Mundial na literatura e com O Dia em Que Escapámos aos Nazis as coisas não me correram assim tão bem como em outras narrativas anteriores.

Ivan Sciapeconi criou e contou a história de quarenta crianças e jovens judeus que tiveram de fugir da Alemanha em direção a Itália pela força dos combates que se instalaram. Pelo caminho passaram pela Palestina, Croácia e Eslovénia onde viveram com o medo do que estava pela frente, com fortes memórias de um passado de dor e perda. Com um presente a parecer ganhar estabilidade, surgem as tropas de Hitler que voltam a trazer o medo a este grupo que foi acolhido por toda uma comunidade que os ajuda a seguir um caminho de fuga quando tudo parecia estar a acalmar.

Bom dia! Obrigado!

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Bom dia!

Será que custa assim tanto a um certo grupo de pessoas proferir estas duas simples palavras que em conjunto podem fazer a diferença? Trabalho com o cliente de forma diária e existem dias em que parece que todos os que me surgem pela frente aparecem mal humorados, com aquela sede de má criação e ignorância que nem conseguem esboçar um sorriso e muitas vezes as palavras mágicas que costumam ser ensinadas nos primeiros anos de vida de todos e quaisquer seres humanos em que lhes seja transmitida a mínima educação para se tornarem em seres sociáveis foram as erradas.

Compreendo que muitos vivam no seu mundo isolado, muitas vez resignados com a vida que têm, no entanto será que custa assim tanto responder de forma positiva a quem está a dar as boas-vindas no local? É que não custa nada demonstrar mesmo que seja aquele sorriso forçado a quem está. Sempre dou o "bom dia", "boa tarde" ou "boa noite" a quem chega ou onde chego, não esquecendo o "obrigado" e o "até amanhã", e vejo tanto ser ignorante a olhar ainda de lado para quem os cumprimenta como se esse ato surgisse vindo de uma parede que do nada proferiu algumas palavras amigáveis.

 

Rir diariamente

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Já diz a antiga expressão que "rir é o melhor remédio" e convém dizer que quando assim é, acabamos por levar alturas da vida de modo mais fácil, mesmo que seja por breves momentos. 

Rir é um bálsamo positivo quando a boa disposição surge de forma inusitada e somente porque uma situação provoca a bela gargalhada desenfreada e por vezes descontrolada que acaba por ser contagiante para quem está ao nosso redor. 

Rir é bom, faz bem, dá saúde e faz crescer, pelo menos ajuda a enfrentar de melhor forma cada dia que passa nas nossas vidas que nem sempre são contaminadas de boa disposição e alegria. 

Ventania esta

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Anunciaram que as temperaturas iriam baixar por estes dias e que em várias zonas do país pode mesmo nevar, o que não me parece ter visto em qualquer local acompanhado pelo alerta foi que a par do frio e da chuva também vinha uma vaga de vento.

O que tenho sentido nas últimas horas são umas rajadas de vento forte que faz qualquer um abanar um pouco. Aqui por casa, enquanto já deitado escrevo este texto oiço o sopro na rua a bater nas janelas e portas, enquanto as árvores abanam com a força da natureza.

Alguém me pode esclarecer se as previsões indicavam esta ventania mais forte ou os senhores anunciantes deram as coordenadas meteorológicas um pouco trocadas?

Fui ao Cristina Talks

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As 07h00 marcavam no relógio quando entrei no carro para me dirigir até Lisboa, mais concretamente para a zona do Parque das Nações, já que as portas do Meo Arena se abriam pelas 08h30 para o meu primeiro Cristina Talks. Cristina Ferreira havia feito sucesso em Gondomar em 2022 e quis ir mais longe, reservou a maior sala de espetáculos do país e a 14 de Janeiro de 2023 fomos dez mil a encher o espaço para o segundo Cristina Talks.

De fato às riscas, com vários amigos nos bastidores e na plateia e os convidados especiais em palco, a manhã começou com a anfitriã a dar as boas-vindas a todos os que se deslocaram até Lisboa para o evento. De Norte a Sul, com ilhas incluídas e algum público vindo de outros países somente para esta manhã de partilha, reflexão, sonhos e objetivos, onde a força de vontade retratada nas palavras de cada convidado serviu de inspiração para muitos que saíram da sala de espetáculos ao início da tarde de certo com uma leveza maior dentro de si. 

O primeiro convidado e orador foi o Fred Canto e Castro, jovem empreendedor que cansado do curso que andava a tirar resolveu arriscar ao perceber que existia espaço no mercado para seguir com a sua ideia. Hoje é um dos novos rostos de sucesso do empreendedorismo em Portugal, com lucros de milhões onde tem ao seu encargo vários colaboradores nas suas várias empresas, sendo também um orador nato que colocou o público do Meo Arena com uma boa energia logo pela manhã. Da concentração à reflexão sobre o passado e o futuro, o Fred conseguiu levar a plateia do riso ao choro, da dança aos abraços entre desconhecidos que estiveram nesta manhã de partilha mútua do palco para toda a plateia. Seguiu-se a Joana Salgueiro, fundadora da marca de viagens Honeymooners, que com o seu percurso onde a crença e a força de vontade transformaram os percalços da vida em pontos positivos. A Joana e o marido sempre acreditaram e sonharam juntos, partiram para a aventura e tornaram-se no casal que viajou pelo Mundo vestidos de noivos, aos poucos ganharam notabilidade, criaram os seus projetos, lançaram livros e acabam por abrir uma agência de viagens que se tornou um verdadeiro sucesso em expansão e que está prestes a crescer para fora de Portugal. Aos poucos este jovem casal triunfou e neste momento tem a vida que sempre quis, com tempo para se dedicarem ao pequeno filho e uma empresa de sucesso onde empregam mais de trinta pessoas. Carlos Moedas, o presidente do município de Lisboa, de menino que nasceu e cresceu em Beja, ao estudante pelo Mundo até que já casado e com filhos pensou que devia ser político. Sempre acreditou e debateu as contrariedades que a vida lhe foi colocando pela frente e hoje é o presidente da nossa capital, amigo de Cristina Ferreira e reconhecido por muitos pelo trabalho feito ao longo deste tempo. Paulo Figueiredo, da plataforma Pisca-Pisca, acreditou, venceu vários percalços que a vida lhe colocou pela frente e sonhou, conquistando o seu lugar no mercado nacional como empreendedor que lutou contra a doença por acreditar que seria capaz de seguir em frente através do pensamento positivo. Existiu ainda tempo para a Ana Bacalhau subir a palco com o seu tema "E que me interessa a mim" enquanto passaram imagens do percurso de Cristina, tal como o Kasha que não esteve presente mas que escreveu um poema sobre a anfitriã e que foi passado junto do público.

Para o final foi a vez de Cristina Ferreira subir a palco como oradora. A apresentadora e diretora da TVI destacou a sua infância e início de carreira, a sua saída do canal que a lançou para o estrelato e o regresso desejado mas que acabou por se tornar agridoce pelas críticas que tem sofrido nos últimos anos. Revelou alguns momentos mais privados da sua vida, falou dos pais e dos avós, do filho e dos amigos que a rodeiam e em quem confia. Cristina destacou ainda a última semana por ter sentido uma forte mudança na sua forma de estar e perceber de vez que o objetivo é lutar pelas conquistas e não para derrubar o que deixou os outros conquistarem, referindo-se em termos televisivos aos seus concorrentes diretos, a SIC. Cristina teve ainda tempo para revelar que não deseja voltar às manhãs onde foi feliz e fez o melhor programa da sua vida, sentindo falta de conversar com os convidados cara-a-cara mas que esse não será o caminho perante o futuro que está previsto por não fazer sentido voltar a fazer o que desejou, conseguiu e deixou. Cristina foi a Cristina que o seu público reconhece, e por muito que a critiquem, ela conseguiu o sonho pela força de vontade e por ter, quem sabe, uma estrelinha do seu lado. Cristina a ser Cristina no palco, tal como foi nos ecrãs e já não o é por a quererem de forma contínua deitar abaixo.