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O Informador

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17
Out18

Vencedor do Prémio Leya 2018

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O vencedor do Prémio Leya 2018 foi conhecido hoje na sede do grupo editorial, em Alfragide, após decisão do grupo de jurados, que pela voz do presidente do júri, Manuel Alegre, deu a conhecer que Itamar Vieira Junior foi o eleito com o seu romance Torto Arado. 

Com o lote de jurados composto por Manuel Alegre, presidente do júri, pelo antigo reitor da Universidade Politécnica de Maputo, Lourenço do Rosário, o professor de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, José Carlos Seabra Pereira, o escritor Nuno Júdice, a escritora angolana Ana Paula Tavares, a jornalista e critica literária Isabel Lucas e o editor, jornalista e tradutor brasileiro Paulo Werneck, a decisão foi tomada entre 348 participações que surgiram de 13 países distintos, destacando-se Portugal e Brasil, mas de onde constam também a Alemanha, China, Espanha, Estados Unidos da América e França.

17
Mar15

Debaixo de Algum Céu

Uma história simples onde o narrador entra num prédio que podia albergar qualquer um serve de cenário para Debaixo de Algum Céu, o livro de Nuno Camarneiro que foi vencedor do Prémio Leya 2012.

Com palavras e diálogos simples mas sem grande enredo, este semi romance não me conquistou com nenhuma das suas áreas divididas em vários apartamentos ou pelo vão das escadas. Os normalíssimos habitantes daquele prédio vivem a última semana do ano em quase comunhão e apego entre si. Com vidas distintas mas cruzadas, cada morador tem as suas peculariedades o que resulta em bons contrastes sociais, onde comportamentos psicológicos e rotineiros traçam perfis bem peculiares. 

Nesta narrativa não vejo uma grande magia, parecendo que ao longo das suas quase duzentas páginas as coisas vão sendo contadas sem um grande encadeamento entre si, nem mesmo existindo vontade para tal existir. Com um narrador presente e personagens narrantes, Debaixo de Algum Céu é daqueles livros que parecem ser compostos por vários contos que têm uma ou outra ligação mas nada de relevante. 

Todos parecem viver no centro de uma depressão onde o mundo pode terminar a qualquer momento para alguns e estar a descambar para os outros. Serão os dilemas egocêntricos capazes de prolongar vidas perdidas e em descomunhão total?

Em suma, gostei da escrita de Camarneiro, não gostei da história, embora veja nesta obra uma boa companhia para quem quer uma coisa boa e que não tem muito em que pensar. No geral não gostei, no entanto não é mau de todo!

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25
Fev15

O que ando a ler... Debaixo de Algum Céu

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Uns meses depois de ter chegado via correio o Prémio Leya 2012, eis que chegou o momento de começar a sua leitura. Os próximos dias literários serão dedicados a Debaixo de Algum Céu, da autoria de Nuno Camarneiro, autor com o qual já tinha tomado contacto em 2013 através de No Meu Peito Não Cabem Pássaros. Vamos lá ver como irá correr este segundo encontro...

04
Dez14

Chegaram ontem...

Camarneiro e HarukiChegaram ontem os mais recentes residentes da minha mesa de cabeceira! Não é que fizessem grande falta porque em fila de espera para serem lidos ainda estão uns oito ou nove primos destas novas aquisições, no entanto como o que é bom nunca é demais...

Diretamente dos armazéns da Fnac acabei por comprar o Prémio Leya 2012, Debaixo de Algum Céu, da autoria de Nuno Camarneiro. Na altura a obra fez sucesso, tal como os seus antecessores e seguidores lançados por serem os vencedores de tal troféu. Só que como o tempo nem sempre existe para ler tudo o que aparece de novo, fui deixando passar e agora, graças a uma boa promoção, consegui comprar o livro por 7,20€. Querem melhor?

Quem também veio incluído no pacote que me chegou via ctt foi uma obra de Haruki Murakami. A Sul da Fronteira a Oeste do Sol é um dos romances do autor japonês que primeiramente não me causou qualquer efeito e que depois acabou por conquistar.

Dois livros bem comentados e que ficarão em espera para serem lidos pelos próximos tempos! Boas leituras para todos!

20
Out14

Jovem Prémio Leya

O Prémio Leya é talvez a distinção literária nacional com mais peso nos dias que correm, descobrindo novos autores. Este ano o prémio foi atribuído a Afonso Reis Cabral, o jovem de 24 anos, trineto de Eça de Queiroz através do livro O Meu Irmão.

O vencedor do galardão foi escolhido entre 361 obras originais, recebidas de 14 países mas sempre com a língua portuguesa como base, tendo sido seleccionado pelo júri presidido por Manuel Alegre que se juntou aos escritores Nuno Júdice, Pepetela e José Castello, ao professor José Carlos Seabra Pereira, ao reitor Lourenço do Rosário e à professora Rita Chaves.

Afonso Reis Cabral é o mais jovem vencedor do galardão, recebendo 100 mil euros e vendo o seu livro vencedor publicado pelos próximos meses.

A história do Prémio Leya começou em 2008 com a selecção de O Rastro do Jaguar, do jornalista brasileiro Murilo Carvalho, tendo o prémio sido atribuído pelos anos seguintes a João Paulo Borges Coelho (O Olho de Herzog), João Ricardo Pedro (O Teu Rosto Será o Último), Nuno Camarneiro (Debaixo de Algum Céu) e Gabriela Ruivo Trindade (Uma Outra Voz).