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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Cheguei ao Blogify!

17
Mai19

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Anuncio aqui que acabei de chegar à nova plataforma de blogs nacionais, Blogify de seu nome, a aplicação pensada para reunir num só espaço vários blogs portugueses. 

Nesta aplicação é possível ver, partilhar e interagir com as mais recentes publicações de cada blogger, sendo que o leitor é convidado a receber ou não notificações sobre cada blog que consta na lista Blogify. Dentro do lote de categorias existentes - Beleza, Culinária, Decoração, Desporto, Entretenimento, Família, Inovação e Tecnologia, Lifestyle, Moda, Negócios e Empreendedorismo, Política, Educação e Economia e Viagens - este meu blog está inserido em Entretenimento, onde constam blogs como Eu, Cláudio, Henri Cartoon, A Televisão e A Lupa de Alguém. Outros blogs, como A Pipoca Mais Doce, Inês Franco, Oficina Poeiras, Dias de Uma Princesa, Uma Vez Sem Exemplo e Deve Ser De Mim, fazem também já parte da plataforma. Para além das categorias, existe sempre o espaço dos Destaques onde alguns textos são protagonistas por algumas horas. 

A roupa infantil da discórdia

29
Mar19

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Nos últimos dias a discórdia surgiu entre pais e educadores quando a marca de roupa infantil Zippy lançou a sua nova coleção sem género para crianças entre os 3 e os 14 anos. Quando anunciada esta futura nova coleção logo se sentiu um certo azedume pelas redes sociais, mas agora que a mesma foi lançada para o mercado as reações foram mais que muitas. 

Neste momento e após perceberem que parte da nova coleção disponível da Zippy para crianças não tem género, muitos anunciaram boicote à marca de que eram consumidores porque, segundo inúmeros comentários deixados pelas redes sociais, esta ideia das peças poderem ser utilizadas de forma indiferenciada entre rapazes e raparigas não faz sentido nos tempos que correm. 

Para a marca pertencente ao grupo Sonae, este lançamento aconteceu com o objetivo de «celebrar a individualidade e liberdade de expressão de cada um», pretendendo quebrar barreiras e estereótipos com uma coleção onde a cor é a estrela maior para todos. A Zippy não é pioneira com esta ideia, existindo mesmo marcas mundiais que somente lançam coleções sem género como é o caso da britânica John Lewis e de marcas mais pequenas como a Tootsa e a Claude & Co.

Infelizmente e em Portugal a sociedade pelos vistos gosta de estar no passado, onde as roupas infantis também já passaram por uma fase onde não existiam diferenças entre rapazes e raparigas. Mas agora e quando se fala na igualdade de género, existem núcleos que defendem que meninos têm as suas roupas especificas e as meninas outras. Muitos têm sido os comentários deixados nos murais das redes sociais da marca mostrando algum descontentamento por muitos e até tenham criado a hashtag #DeixamAsCriançasEmPaz. «Como não pactuo com a agenda ideológica, a Zippy acaba de perder uma cliente assídua, com vários filhos. Não voltarei a fazer compras nesta loja», afirma uma, pelos vistos, ex-cliente. Ao que outro acrescenta, «Não sei qual foi a intenção desta campanha, ainda, para mais nesta altura, onde não se fala de outra coisa. Terá sido intencional? Ou um infeliz acaso? Independentemente, de sim ou não, a Zippy neste momento está fora das minhas escolhas para os meus filhos». A sério mesmo? Olho para as imagens desta nova coleção e não vejo mal algum entre as peças lançadas. São thsirts, polos, casacos e afins de cor que tanto raparigas como rapazes podem vestir e já outrora vestiam, só que a marca os dividia entre duas coleções e agora estão uniformizados. 

Novas tendências na moda de calçados esta temporada

27
Out18

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Sabemos que os sapatos foram criados para proteger os nossos pés contra as pedras do caminho ou para evitar pisar animais peçonhentos. A história dos sapatos remonta à Pré-História quando o homem usava-os feitos de madeira e palha e às vezes eram levados consigo para serem usados só quando necessário.

Nas civilizações grega e romana, o sapato começou a ganhar status de diferenciador social. Os gregos lançaram diversos modelos e chegaram a criar os primeiros calçados especializados para cada pé. Na Grécia, os escravos eram conhecidos publicamente por não utilizarem nenhum tipo de cobertura nos pés. Em Roma, o sapato era um indicador da classe social do indivíduo: os cônsules usavam calçados brancos, os senadores faziam uso de sapatos marrons e as legiões utilizavam botas de cano curto. Ainda ainda hoje o sapato pode ser considerado um medidor social, por isso homens e mulheres o valorizam tanto.

Na tendência masculina desta temporada, o mais importante é respeitar cada o seu estilo e sentir-se confortável.  Em alta o estilo militar, o estilo pastel (cores suaves), o florido e o listrado, além do sapatênis (estilo oversized), acompanhado com roupas XL.

Já as mulheres continuam com as suas clássicas botas. As botas tornaram-se muito populares hoje em dia, contudo, a sua história é bem mais antiga do que podemos imaginar. Relatos históricos revelam que, ainda na antiguidade, os nossos ancestrais já utilizavam peças confecionadas com pele de animais para se protegerem das intempéries climáticas e do estilo de vida mais rústico e primitivo.

E agora, a cada ano que passa, as lojas e marcas de sapatos femininos surpreendem cada vez mais as mulheres. A Deichmann que se especializa em sapatos de mulher e que este ano lançou uma nova coleção chamada  STYLE EXPLOSION – a ser lançada este Outono.

Incrível como podemos ver coisas giras e originais, distribuídas entre sete estilos diferentes de sapatos, como as Ugly Sneakers, as Ugly Boots, as Socks Boots ou Plataformas e Botas motoqueiras /roqueiras. Além disso, criaram e lançaram as Pumps (ou sapatos de salto) e botins rasos.

Entre estes artigos da nova coleção Outono/Inverno destacam-se modelos de última tendência como “socks boots”, coisas novas e originais para as mulheres que gostam de inovar e trazer peças originais para as amigas verem e invejarem.

Vestimenta adequada

29
Jul18

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A sociedade enfrenta uma nova moda onde a liberdade sobre o vestuário é total, existindo o poder de arriscar sem levar com a critica de outros tempos pela cor, pelos modelos ousados ou até pelo tecido mais curto que o aceite pelos outros. No entanto, com a liberdade mesmo sendo total, existirá sempre bom senso a levar em conta em certas situações, porque andar à-vontade não é à vontadinha e do meu ponto de vista há que ter em conta os locais, compromissos e pessoas com quem iremos estar para que a escolha do modelito não caia num grande erro.

Apetece-me levar este texto para o prisma das entrevistas de emprego. Há uns meses, na empresa onde trabalhei, existiu um processo de entrevistas e os candidatos aparecem dos mais variados locais da zona mas também com os mais diversos aspetos. Nada de mal até aqui, mas o que dizer quando olhas para uma das candidatas que se aproxima e percebes que optou por se apresentar para uma entrevista de futura administrativa de calças de fato-de-treino e t-shirt? Ora bolas!

Primeiramente, seja para que cargo for e na empresa que seja, quem vai a uma entrevista de fato-de-treino sem o mínimo pensamento de se arranjar? Se a pessoa estivesse nos seus afazeres diários, na rua, por exemplo, e lhe ligassem a perguntar se podia ir naquele momento à entrevista, ainda se admitia porque podia não haver tempo de se preparar. Agora com uma entrevista marcada uns dias antes e mesmo assim apresentar-se com aquela indumentária? Aparentemente a conversa correu bem mas o facto da sua apresentação não ter sido a melhor no primeiro impacto levou a que tudo caísse por terra e ficasse como suplente para o lugar. Se numa entrevista se apresenta de fato-de-treino, como é que irá trabalhar aquela rapariga com o decorrer dos dias depois? 

Lenços na Caixa

24
Jun18

Habituado a usar lenços pelo pescoço nas noites de Primavera/Verão de há uns anos para cá, este ano não sei se pelo estado do tempo ou se pelo modo de estar, tem sido muito raro sair de casa de lenço atrás. Existiram anos em que comprei lenços atrás de lenços, existindo dentro das caixas os mais coloridos, os escuros, com riscas, quadrados ou mesmo aos desenhos. Em 2018 poucos foram os que viram a luz do dia, ou melhor, da noite, porque tenho andando a optar pelo look sem este tipo de acessórios.

Agora que escrevo este texto deixei-me levar pelo pensamento e olhando para as pessoas que circulam pelos locais noturnos por onde tenho andando, reparo pelas imagens que vou filtrando que os lenços nos pescoços masculinos parecem ter saído de moda este ano. Não segui a tendência de forma pensada, simplesmente não me tem apetecido levar os lenços a darem o seu passeio noturno ao longo dos últimos meses, o que pelos vistos tem sido feito pela generalidade das pessoas.

Rita Pereira leva abajures para Cannes

12
Mai18

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Rita Pereira voltou a marcar presença no Festival de Cannes e mais uma vez o look escolhido pela atriz da TVI gera polémica. 

Criado por Micaela Oliveira, estilista de eleição de Rita, este ano a atriz resolveu não mostrar muito do seu corpo, indo mais recatada do que em eventos internacionais de destaque onde já marcou presença anteriormente. No entanto entre as transparências de outros tempos e o modelo escolhido desta vez só posso afirmar... Que desenhos foram estes que a Micaela criou desta vez?

Certo que a atriz portuguesa volta a causar furor entre os convidados do evento pela forma como se apresenta, mas entre mostrar a sua boa forma física em demasia ou aparecer estranhamente vestida de branco, com uns abajures laterais a servirem de manga e uma gola gigante a fazer lembrar um laço... Venham as transparências cuja ousadia sempre ganha mais adeptos. 

A Primark não está assim tão barata!

02
Mai18

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Nos primeiros anos em Portugal a Primark surgiu como a cadeia de lojas com preços bem baixos. Nos dias que correm olhando para certas peças não vejo assim tanta diferença como outrora, para mais pela qualidade que se distancia e onde o preço está cada vez mais próximo. 

Circulando pela zona dos fatos completos de homem e blazers a diferença de preços entre a Primark e outras lojas como a Zara, por exemplo, é praticamente nula. O que são cinco euros dentro da qualidade que é apresentada pela cadeia supostamente de preços baixos e as restantes ofertas do mercado? Pegar num blazer de 49,00€ na Zara com todos os cortes perfeitos e modelos trabalhados para acompanharem a última tendência e fazer o mesmo na Primark onde por 44,99€ se leva um blazer de estilo mais clássico, cores normais e com menos cuidados, mostra só por si que por vezes a pequena diferença, que já foi bem maior, não compensa. 

Olho para as lojas Primark e destaco alguns preços baixos mas no geral, falando essencialmente nos produtos apresentados na secção de homem, onde em qualquer loja sempre tudo é mais caro que um artigo semelhante na coleção de mulher, esses preços mínimos não existem. Sei que tudo tem os seus custos e as quantidades produzidas para homem e mulher são bem distantes, mas na Primark existem preços assim tão distantes também entre os dois sexos, levando a que o lado masculino tenha preços praticados mais próximos de outras lojas com um nome e posição superior dentro dos vários escalões sociais do mundo das marcas de roupa.