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O Informador

25
Mar20

Foi Necessário (o Covid19), por Augusto Cury

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Fizeram-me chegar pelas redes sociais uma suposta mensagem que Augusto Cury partilhou publicamente sobre a atual situação que o Mundo. Tentei procurar se Cury é mesmo o autor do texto que passo a transcrever, mas sem conseguir perceber se é mesmo verdade. Na dúvida decide partilhar cada frase, cada ponto e todos os significados que este desabajo sentido tem consigo por ser um real abanão que toda a sociedade precisa de sentir para nos podermos tornar num todo melhor que além de si tem de pensar nos outros. 

 

Foi Necessário

 

Foi necessário um vírus para desacelerar o planeta. E ele veio por uma bofetada na nossa cara.

Foi necessário um vírus para olharmos com cuidado, zelo e percebermos a fragilidade dos nossos idosos.

Foi necessário um vírus para os pais ficarem com seus filhos e não atribuírem essa responsabilidade aos avós.

Foi necessário um vírus para lembrarmos de conversar com Deus, pois isso andava meio fora de moda.

Foi necessário um vírus para fazer a gente rezar, para fazermos orações para o mundo e não só para nós.

Foi necessário um vírus para voltarmos a ter fé.

Foi necessário um vírus para mostrar que classe social, raça, crença, orientação sexual não tem diferença diante de uma epidemia.

O vírus fez a gente perceber que somos um, que o individualismo não resolve nada, que precisamos de todos.

O vírus deu uma trégua na polaridade, afinal estamos todos no mesmo barco, olhando na mesma direção.

O vírus nos privou do abraço para percebermos o quanto ele é valioso.

O vírus fez a gente perceber o quanto nossas mãos precisam ser higienizadas e que com esse hábito evitaríamos muitas doenças.

O vírus desacelerou até o consumismo, pois as pessoas não vão sair por aí comprando, comprando e comprando! Sairemos de casa para comprar apenas o necessário.

O vírus fez cair os pedidos de fast-foof delivery pois percebemos que cozinhar para nossa família é a forma mais segura de alimentá-los (isso andava meio fora de moda).

O vírus veio nos mostrar que o ar pode ficar mais puro com a diminuição de carros circulando, e mostrar que as pessoas podem caminhar mais (estão evitando o transporte público).

O vírus veio nos ensinar a agradecer todos os dias por estarmos saudáveis.

O vírus veio nos lembrar o quanto a vida é frágil e que precisamos cuidar do nosso corpo e da nossa alma.

O vírus veio nos mostrar que não devemos subestimar as coisas pequenas. Afinal ele é tão pequeno, invisível aos olhos e está mudando o comportamento do mundo.

Foi necessário um vírus para a gente acordar.

E aquele tempo que sempre dizíamos que não tínhamos? Então, o vírus nos mostrou que ele existe.

Augusto Cury

10
Dez19

«Esteja presente» este Natal!

 

A Bertrand Livreiros convidou pequenos leitores a desenharem o retrato das suas famílias para que os mesmos desenhos fossem mostrados aos respetivos pais. Realidade ou ficção, a verdade é que a realidade dos tempos presentes é esta, todos passamos muito tempo agarrados aos telemóveis e computadores, desperdiçando as horas livres que podem ser dedicadas presentemente a quem nos pertence com as novas tecnologias e com variados significados, onde o trabalho, a partilha de informação e a curiosidade ocupam demasiado espaço das nossas vidas ocupadas com momentos que podem ser deixados de lado.

Neste vídeo é visivel que pais e filhos pouco se juntam, passando muito do tempo em espaços separados da casa, com pais ocupados com as tecnologias e filhos a aprenderem a seguir o mesmo exemplo, sem que existam pontos de lazer em comum. É isto o que todos desejamos para o futuro de uma família que pretende seguir o caminho da estabilidade e felicidade?

E o que será o dia perfeito para crianças que percebem que estão a ser ultrapassadas pelos telemóveis? Vidas perfeitas, de comunhão e alegria onde tudo fica de fora e somente a família importa entre atividades que envolvem boa disposição e que acabam por mostrar o real amor que é nutrido mas que acaba por ser ultrapassado pelos tempos corridos dos novos tempos onde o mundo digital acaba por ser um invasor de cada lar.

13
Jul19

Caos sem rede

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Escrevo agora mesmo com as teclas do portátil a darem os seus estalidos de forma contínua. Mesmo ao lado tenho o telemóvel com o ecrã a dar sinais de vida de vez em quando com novas notificações vindas das redes sociais, mensagens escritas, emails ou de aplicações informativas. O online não para, sempre estamos ligados, tudo nos tenta fornecer as novas do mundo, dar um Olá por vezes interesseiro ou simplesmente clandestino de quem não tem nada para fazer.

Onde inserimos tanta notificação ao longo de um dia em que é necessário trabalhar, aproveitar as horas vagas, alimentar o corpo, organizar a vida e descansar? Nos dias que correm não existe praticamente vida sem a correria das ligações de internet, sempre estamos ligados e no momento em que a rede fica desligada ou determinada aplicação bloqueia o mundo parece estar prestes a desabar. Ora porque não estamos a conseguir aceder ao email que tanto esperamos com uma resposta, ora porque não sabemos quantos gostos está a receber a última publicação feita nas redes sociais ou somente porque alguém nos contou um mexerico sobre uma publicação de outrem e é necessário ir espreitar. Andamos ligados, não saímos sem ver a temperatura do tempo que surge no ecrã do telemóvel, não começamos o dia fora de casa sem consultar as redes sociais, se existem mensagens por ler é bom logo despachar o tema antes que um revéns aconteça.

17
Mar19

«Gosto pouco de Graxa»

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Na gíria nacional por onde habito existe a expressão do «gosto pouco de graxa», que é como quem diz, não vale a pena seres um falso simpático para tentares que a sorte esteja do teu lado ou mesmo «és um lambe botas». Foi isto mesmo que senti há uns dias acerca dos passatempos no blog. 

As pessoas participam e depois quando o momento de sortear os vencedores se aproxima enviam mensagens privadas pelas redes sociais a mencionarem que se inscreveram, que gostavam muito de ganhar e que, caso claramente notório, gostam e seguem o blog com alguma regularidade pelos últimos anos. Sim, eu gosto de receber elogios, mas os mesmos podem sempre ser feitos e não somente quando lhes interessa e ainda lhes juntam apontamentos para tentarem que lhes ofereça convites para espetáculos que estão em passatempo no blog. 

Como disse, «gosto pouco de graxa» e os passatempos são fechados e sorteados, tal como é feita menção nos mesmos, como tal as mensagens de tentativa de cunhas não chegam a lado nenhum e do meu ponto de vista de escorpião com um feitio um pouco travesso e onde o que é é e o que não acompanha fica para trás, a imagem com que começo a ficar perante essas mensagens é a mesma perante quem na mesma oportunidade tenta a sua sorte várias vezes por achar que deste lado não existe atenção em apagar as duplas e triplas incrições

 

21
Nov18

Aviso sobre os Passatempos

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Os passatempos que decorrem no blog, geralmente e na maioria dos casos, têm referência no texto de publicação que só é permitida uma participação por pessoa. Errar uma vez é humano, agora existirem pessoas que de todas as vezes em que tentam ganhar convites duplos, livros ou outros desafios que estejam a decorrer, se inscreverem duas e três vezes com o mesmo nome, email, ..., é no mínimo estranho, não?

Isto é achar que os outros são burros? Fazerem-se de parvos por acharem que têm assim mais hipóteses de ganhar? Já deviam saber que é possível ver as duplas inscrições e que as mesmas são apagadas quando aparecem mais do que uma vez. Como tal, não vale a pena andarem a preencher o questionário várias vezes porque os passatempos são fechados, a vossa participação só fica a contar uma vez, a primeira em que se inscreveram, porque todas as outras são apagadas.