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O Informador

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Não encare a página em branco de maneira leviana.

Stephen King, em Escrever, Memórias de um Ofício, editado pela Bertrand Editora

 

Na vida e na escrita as páginas em branco devem ser encaradas como espaços de partilha onde os sonhos e as questões podem ser colocados juntamente com o desejo de criar entretenimento ao mesmo tempo que se deixam desabafos, se criam vidas e reflexões através de revelações de sentimentos que surgem através das emoções tão complexas do coração e da mente.

A escrita deve ser encarada como um ato que surge de mãos dadas com o sossego porque é no silêncio que as palavras surgem, ponto por ponto, com descrições únicas e premissas bem pessoais que somente as páginas vazias podem aceitar como que tenham sido criadas para terem a honra de partilhar cada ideia que pode ficar eternamente escrita para que o presente se transforme no passado e nada fique esquecido por existir uma marca que pode ser transformada numa referência para quem vier de seguida. 

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A vida não é um suporte à arte. É exatamente o contrário. 

Stephen King, em Escrever, Memórias de um Ofício, editado pela Bertrand Editora

 

O mestre do horror literário lançou em 2000 o livro Escrever, Memórias de um Ofício onde faz uma retrospetiva sobre o seu trabalho e a sua própria vida pessoal onde a união dos dois mundos eleva o autor que se tornou conhecido após lançar com alguns desaires as suas primeiras narrativas. Stephen King nesta sua história muito própria avança com pensamentos, relatando situações caricatas e pesadas da sua vida enquanto escritor, marido, pai e um homem que vive em sociedade. O autor abre aqui cada página em branco e deixa que as palavras suscitem interesse junto do leitor pela sua vida enquanto escritor de histórias que se tornaram célebres com o tempo, mostrando que para que isso tenha acontecido muita coisa se passou na sua vida com os atos, frustrações e omissões cometidas ao longo dos anos. Stephen King nesta citação que decidi expor no blog mostra como aprendeu que a arte não serve como inspiração para a vida, sendo justamente cada ponto, cada ser, cada movimentação e convivência que torna a arte tão mais interessante, por ser totalmente inspirada na vida de todos e de cada um. Uma simples citação que diz tanto perante o que cada um pretende e quer das artes.

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