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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

24
Out18

Sofro de Acrofobia

| O Informador

acrofobia.jpg

É um facto que nem sempre fez parte de mim mas que ao longo dos últimos anos surgiu para não mais me deixar. Sofro de acrofobia, que é como quem diz, medo das alturas. Mas o meu medo nem sempre surge, dependendo muito do local e do que poderá estar por baixo da plataforma que me suspende. 

Geralmente é a partir de uma altura correspondente mais ou menos a um terceiro andar de um prédio que sinto a tremura com a ansiedade ao estar, por exemplo, numa varanda. Ao ficar numa varanda de imediato o cérebro começa a elaborar situações possíveis de acidente. Ou que a estrutura não aguente e exista uma queda total do espaço ou começo a olhar para as barras e pensar que podem estar mal pressas e se alguém se encostar poderá cair e ir desta para melhor. Outro dos locais onde geralmente sinto algum atrofio é junto ao mar, numa encosta rochosa que geralmente serve de miradouro que fica suspenso numa rocha onde nem se consegue ver nada em baixo a não ser água. Não dá, porque assim que me aproximo da ponta para espreitar, logo tenho de recuar por sentir que perco o controlo sobre os pensamentos que voltam a caminhar num sentido sobre o que pode acontecer de mal. Imaginemos uma plataforma que tenha de passar mas toda em vidro. Não, não, não! Posso passar mas não olho para baixo e caminho o mais rapidamente possível. Claro que se a distância entre o piso onde estou e o chão for curta não me causa problema algum, mas acima de um certo número de metros já surge um problema. 

Assistir a vídeos sobre alturas é daquelas coisas que me irritam, por exemplo, especialmente por não perceber qual o receio que sinto ao ver uma imagem. Começo a torcer-me todo e a encher-me de calores ao ver imagens de alguém a enfrentar pontes loucas em vidro, varandas bem altas, etc. Não sou eu que estou naqueles vídeos, mas mesmo assim tenho receio que alguma coisa descambe, tal é o meu medo sobre a queda de uma certa altura. 

24
Mai18

Novo Hit de Maria Leal

| O Informador

Maria Leal, a grande inspiradora de Portugal, tem andado meio parada, mas para ajudar a aquecer os próximos meses, eis que acaba de ser lançado o seu novo hit musical, O Verão é Nosso.

Algo tão maravilhoso como isto, a par com tudo o que a talentosa artista tem feito, merecia ter destaque aqui pelo blog e é por isso que quero que todos possam ver esta nova pérola da Maria Leal que está «aqui só para ti». A cantora portuguesa mais afinada de todos os tempos, a melhor bailarina e ainda a mais ousada e sensual mulher que já alguma vez se apresentou pelos palcos deste país volta assim a mostrar todo o seu talento. Do canto à dança com passos bem atrevidos e coordenados, tudo é perfeito nas apresentações desta senhora. 

Perfeito, perfeito é verem o vídeo de O Verão é Nosso para rirem e gozarem mais um pouco! Quem não perceber o talento de Maria Leal é porque gosta mesmo de embirrar com a dama do pedaço que desta vez até se apresenta de biquíni junto de uma piscina onde a ousadia da bela sereia é colocada à prova!

03
Jan17

Vi uma Alma Penada

| O Informador

Não sei ao certo se estas coisas devem ser contadas ou guardadas no nosso pensamento. O que é certo é que a experiência que vou contar não tem nada de mal, mas enquanto pessoa que não acredita em certas coisas mas que ao mesmo tempo sente a hipótese de existirem fico confuso em relação ao tema. 

Na verdade não percebo bem o que vi, mas que tive pelo canto do olho uma imagem que afinal não estava presente, lá isso é verdade. Estava a trabalhar, de computador na bancada e uma colega em frente a relatar números atrás de números para colocar numa lista de códigos e eis que quando olho para ela, que estava ao meu lado mas uns passos à frente, para lhe dizer que podia ditar o próximo conjunto numérico, uma sombra com a figura humana de pé apareceu-me no canto do olho. Não, não imaginei porque vi mesmo uma sombra, um pouco atrás dela e pensei no primeiro instante que fosse um dos meus colegas que circula de um lado para o outro sem fazer barulho. Mas não era, aquela sombra esteve naquele segundo mesmo ali e assustou-me ao ponto de me perguntarem o que tinha. Disse-lhes o que me tinha passado pela vista e não é que essa colega que estava a trabalhar comigo revelou que tinha comentado a semana passada com uma outra que achava andar a ver sombras e a sentir coisas em seu redor em casa?

30
Mar16

Medo do Terrorismo

| O Informador

Com os mais recentes atentados na Europa começo a dar por mim a chegar a locais mais movimentados e a pensar que na verdade não devia ter seguido aquele caminho, devendo sim ter optado por um programa mais pacato e solitário. Das primeiras vezes o medo apareceu mas o pensamento de que poderia chegar junto de nós não existia com tanta densidade porque foram casos mais isolados. Agora as coisas estão a ficar tensas e os mais recentes atentados têm vindo um após outro sem grande espaço de tempo de separação, causando um maior impacto em todos nós. 

Até ao momento Portugal tem estado num cantinho isolado e muitos dizem que os terroristas não se lembrarão de nós por estarmos quietos e pacatos. No entanto não consigo ter tal pensamento e acredito que mais dia menos dia o nosso cantinho será também alvo de algum atentando porque a missão de quem destrói e causa o pânico é só uma... Conquistar e causar o terror entre os povos que não estão do seu lado! Nós podemos não ser uma oposição direta mas também não estamos do mesmo lado da barreira islâmica!

O que acontecerá? Muito provavelmente uns ataques bem planeados em locais de maior movimento da nossa capital. Sei que poderemos estar atentos ao que poderá andar por aí mas também já está provado que por muita atenção que se tenha, o controlo não é total e a tragédia poderá acontecer.

25
Jul14

Drogas do Chiado

| O Informador

Ir passear pela zona do Chiado e Rossio é sempre sinal de que também te irão oferecer de alguma forma droga. Ora são os senhores que só de olhares ao longe percebes logo a razão pela qual estão naquele local, ora são pessoas que nem imaginas que andam a vender tais tretas à vista de todos e quase que mostram que têm autorização das autoridades para o fazerem publicamente.

Como é possível ser abordado de todas as vezes em que passeio por aquela zona por mais que uma pessoa a vender droga? O pior é ver que quem tem o dever de agir nada faz para tirar tais vendedores dos locais! Eles podem não ter o produto com eles e aquilo que mostram a quem passa ser plasticina ou algo do género, no entanto a situação cria medo de passar pelo local, dá mau aspecto, para mais numa zona tão movimentada por quem trabalha e por milhares de turistas que visitam a baixa de Lisboa todos os dias.

Acho inadmissível as autoridades não fazerem nada para retirarem aqueles vendedores com mau aspecto dos locais onde já são habituais! Antes só falavam entre dentes perguntando quando passávamos se queríamos comprar, agora nem perguntam, andam com pequenas embalagens na mão, criando situações embaraçosas a quem tem de passar ao seu lado.

Os vendedores de droga ou os enganadores do Chiado andam à vista de todos e ninguém se incomoda com tal facto! Com as autoridades a abafarem este tipo de situações ilegais, que causam algum receio nas pessoas, como se poderá circular numa cidade tão boa com pedras nojentas a aparecerem ao virar da esquina em forma de gangue?!

22
Fev14

O Medo

| O Informador

Senti medo que terminasse numa altura em que acreditei que estaria tudo bem! Ausentei-me do espaço e dos sentimentos e as coisas foram mudando sem quase me dar conta. Só depois percebi que tudo tinha andado a correr mal nos últimos tempos e tremi com as palavras e com as expressões reveladas que ditavam o suposto fim. O medo deixou-me de rastos mas ao mesmo tempo acabou por pegar nas forças interiores e levar-me a lutar pela reconquista do outro. Não queria deixar tudo para trás numa altura em que acreditava na felicidade e que a deixei ao abandono do hábito.

O medo da perda e da partida fez-me perceber que tinha de fazer algo e mudar o que tinha andado mal até aí! As ilusões e falsas imagens criadas por cada ser desvanecem-se no momento em que se sabe que tudo pode terminar sem existir a intenção de tal acontecer. Senti a perda e a ausência de mim próprio quando confrontado com a falta de algo que achei que estaria bem presente. O receio aliou-se à motivação para recomeçar a reconquista e agora acredito que estou no bom caminho!

Vivi com um sentimento de culpa e resolvi enfrentá-lo de frente porque sei o que não quero perder na vida! O medo é algo fodido!

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