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O Informador

MEO vs. Ética

Vou a uma loja para baixar o valor da factura mensal MEO e colocam-me ao telefone com um assistente que sabe-se lá onde estará. Entramos em acordo para uma migração de satélite para adsl na televisão, uma vez que anteriormente não existia nada mais que satélite aqui pela aldeia, possibilitando ao mesmo tempo baixar o valor a pagar mensalmente e com a oportunidade de ficar com duas boxs e mais canais. Tudo bem e em bom tom! Um dia passou e os técnicos da instalação não ligaram. Dois dias passaram e ninguém ligou. Ao terceiro dia eu liguei e surpresa... Afinal por aqui ainda não existe nem adsl nem fibra. Onde o moço no outro dia foi buscar tal ideia de algo inexistente pela zona? E qual a razão de não ter sido contactado entretanto para me dizerem que afinal tudo estava embrulhado e teria de ficar como estava anteriormente? Por agora, tudo fica inalterado como até aqui, embora tenha reduzido um serviço, o que acaba por diminuir o valor total da factura, no entanto agora vou esperar até que surja alguma promoção assim daquelas um pouco mais atraentes para alterar o pacote que terá de continuar a ser de satélite na televisão e adsl na internet e no telefone fixo que era totalmente indispensável mas que é praticamente obrigatório em qualquer pacote. Não gostei deste atendimento do salta pocinhas e do dá-nãodá-dá-nãodá, só para tentarem empatar durante uns dias, neste caso umas semanas, uma mudança de tarifário ou mesmo de operadora. Erraram e ficaram depois em silêncio talvez à espera que me esquecesse da situação, não percebi! Ainda dizem que as grandes empresas como a MEO têm um grande atendimento ao cliente! Nota-se!

República da Cerveja

Jantei na República da Cerveja no Parque das Nações e embora esteja situado num bom local e tenha um bom número de clientela, este restaurante deixou várias coisas a desejar pela qualidade do seu serviço.

Chegamos por volta das 20h45 ao local, e fomos logo encaminhados para uma mesa. Vieram as entradas passado um bocado, mas o pedido dos pratos não foi logo feito. Minutos depois lá a empregada veio fazer o nosso pedido... Daí até chegarem os pratos à mesa demoraram bastante tempo... Talvez quase uma hora! Sim, demoramos muito tempo a ser servidos! Notava-se que existia falta de funcionários e depois a empregada que nos estava a servir sabia pouco do que andava a fazer porque as questões que lhe colocávamos não eram respondidas como deviam e ainda nos disse que também não sabia porque não era dali. Se não era dali, o que andava então a saltitar pelas mesas sem saber o que fazer? Os pratos vieram, mas os acompanhamentos não chegaram todos ao mesmo tempo e tivemos que dividir os acompanhamentos com quem ainda não tinha e perguntar pelos restantes! No final, a conta foi dividida entre todos e paga, embora o empregado de pagamento tivesse com má cara a receber-nos. No meio de tudo isto ainda houve tempo de saber que o jarro de sangria que nos chegou à mesa tinha vindo de outra mesa, sem ter passado pela água entre uns clientes e outros, ou seja, ficou vazio, voltou-se a encher sem mudar o seu gelo nem lavar o jarro!

Esta República da Cerveja ficou marcada pela forma como fomos atendidos e não pelos seus pratos porque aí ninguém se queixou e, pelo menos o meu, estava bem servido e apetitoso. Agora a forma de trabalho daquelas pessoas não é mesmo a mais correcta e não falo só de um ou outro...

Enquanto me lembrar daqueles empregados não voltarei a este espaço de restauração!