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O Informador

Máscara permanece sem obrigação

Máscaras

Ontem fui ao centro comercial para fazer a última ida ao supermercado em tempo de férias e ao ser o primeiro dia oficial sem o uso obrigatório da máscara consegui perceber que afinal, por estas primeiras horas, a maioria das pessoas continua a recorrer ao uso do acessório de proteção para com a Covid19 e mesmo para ajudar a prevenir o acesso mais rápido a gripes e outras mazelas que possam passar facilmente através da respiração. 

Confesso que fiquei com esta perceção um pouco agradado ao entender que afinal a vontade própria também reina e ainda existe muito boa pessoa a querer manter a máscara para se proteger a si e aos outros.

Libertação das máscaras

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01 de Outubro de 2021 assinalou o Dia da Libertação para com o uso obrigatório de máscaras. Imprensa e redes sociais apelidaram este dia como tal, sinalizando a medida libertadora como um feito social para com os recatos e necessidades que têm sido necessários ao longo do último ano e meio.

A entrada e circulação em centros comerciais, supermercados, hospitais, lares e transportes públicos exige o uso obrigatório da máscara, porém nem todos estão dispostos a retirarem a sua máscara onde existe a chamada liberdade pela Covid19.

Libertação da máscara

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O próximo Domingo, dia 12 de Setembro, será o último dia em que o uso de máscara é obrigatório para se circular ou estar em locais ao ar livre. A questão que coloco é somente uma... Não é cedo para se retirarem as máscaras quando ainda esta semana continuaram a surgir surtos em certas zonas do país precisamente pela falta da máscara em convívios de grupo?

Com esta decisão parlamentar a ser aprovada também pelo Presidente Marcelo, a partir da próxima Segunda-feira a máscara já não é obrigatória ser usada na rua, no entanto as nossas amigas faciais têm de continuar a fazer parte do nosso dia-a-dia, uma vez que para se entrarem nos estabelecimentos e locais mais fechados a sua utilização continua a ser necessária, o que do meu ponto de vista vai causar alguns problemas dentro do tira e coloca onde a rejeição acontece.

Já sabemos como certos cidadãos gostam de se fazerem esquecidos perante o uso da máscara ao longo dos últimos meses, existindo a necessidade de serem avisados para a sua colocação, agora com a nova medida do tira e põe para se entrarem nos locais, o «esquecimento» tenderá a acontecer de forma mais notória e a fraca educação que convive com certos indivíduos irá fazer-se sentir junto de quem trabalha diretamente com o cliente e até com as próprias autoridades quando o pedido de colocação acontecer na entrada nos locais. 

Salta a máscara

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Vozes governamentais fazem-se ouvir sobre a possibilidade de nos próximos meses a retirada da máscara venha a ser possíveis em locais públicos. Neste momento tenho a confessar que estou tão agarrado ao pequeno pedaço de pano quando ando na rua, no supermercado, centros comerciais e afins que dificilmente irei logo retirar a máscara da cara quando o mesmo for permitido. Quando estou sozinho em certos locais públicos retiro a máscara, claro, mas cruzar-me com os outros, poder estar lado a lado com o Covid19 sem a utilização da máscara parece ser no meu consciente algo ainda bem longínquo e que não será conseguido aquando do levantamento desta restrição for feito. Eu sem máscara no final de Setembro? Confesso que não acredito que vá acontecer assim de forma tão rápida!

Máscara do disfarce

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Muito nos queixamos das máscaras que por vezes não nos ajudam a respirar em condições e por ai fora, mas o certo é que por vezes até dão um certo jeito quando os imprevistos acontecem mesmo à nossa frente e aquelas situações inusitadas surgem para que o ataque de riso aconteça naquele momento em que é primordial disfarçar e conter a gargalhada.

Há uns dias senti que fui salvo pela máscara uma vez que tinha de manter a postura por estar a ser visto por clientes, mas ao mesmo tempo deu-me aquela vontade de rir por uma situação que aconteceu. Consegui controlar mas sei que os lábios fizeram aquelas tremuras do "não posso rir e estou a controlar", valeu estarem tapados.

Cromo da máscara

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Lá fui eu rebuscar uma imagem ao Pinterest para que pudesse conjugar com a pequena partilha que tenho para fazer hoje e em modo descarado não podia ter escolhido imagem mais direta que esta.

Agora que fiz o reparo da foto escolhida e roubada na rede, eis que te tenho que dizer que ontem, após a saída para o passeio higiénico da tarde, cheguei a casa com vontade de café. Se tenho vontade vou tirar o café, só que existiu um problema que andava para acontecer e foi sendo adiado. Esqueci-me que entrei em casa e não tirei a máscara de proteção Covid19 e eis que pim-pam-pum... O copo do café, sim que aqui em casa é por copo de louça e não caneca, embateu precisamente na máscara e foi uma chafurdice pegada, quer na máscara, na camisola, nas calças, meias e chão. 

Mensagem de Natal viral

Natal com todos e sempre de máscara!

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Nem penses que vais por aqui encontrar uma mensagem de Natal toda feita com mais do mesmo, tudo porque este ano além de tudo o que desejamos anualmente a todos com a história da saúde, felicidade e paz, existe um acrescento bem importante para a noite mais natalícia do ano e que se refletirá também ao longo dos próximos meses. 

Como tal e para que possamos zelar pela nossa saúde, que nos ajuda a manter a paz e a sermos felizes, o ideal neste Natal é utilizarmos sempre máscara, mesmo quando estivermos de roda do bolo rei e dos sonhos em família. Não sei bem como o irão fazer, mas sugiro que comam pelos cantos da casa, como se estivessem a comer às escondidas dos restantes e que voltem para a grupeta familiar já com a taça de arroz doce vazia e o camarão a seguir a sua viagem longe dos olhares indiscretos.

Proteção Civil inflamada com as golas

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A proteção civil gastou mais de 125 mil euros em 70 mil golas que foram inseridas nos kits de emergência, que custaram 328 mil euros e que têm sido distribuídos pelas Aldeias Seguras desde 2018. Agora que se percebeu que as ditas golas são feitas de poliéster, material facilmente inflamável e que aquece, estando contra o desejado neste caso, eis que a Proteção Civil revela que estes kits «não assumem características de equipamento de proteção individual, e muito menos de combate a incêndios», sendo somente um kit para merchandising e divulgação, ou seja, tudo foi feito para informar e sensibilizar sobre como as populações devem agir em caso de emergência, gastando dinheiro em material que não serve de muito e que vai até contra as regras. 

Os kits que foram distribuidos ao abrigo do programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras contém além das golas, um apito, lanterna, rádio, colete refletor, também feito em poliéster, máscara e a informação do que é necessário juntar, como é o caso do estojo de primeiros socorros, medicação habitual, água e comida não perecível, produtos de higiene pessoal, uma muda de roupa, dinheiro e a lista de contactos de familiares e amigos mais próximos. 

Incentivando a consciência coletiva, sensibilizando a população para a adoção de práticas que minimizem o risco de incêndio, o programa Aldeia Segura - Pessoas Seguras foi elaborado com base em salvaguardar os estragos feitos no passado, no entanto agora admitem que os kits distribuídos são somente figurativos e não para uso real se existirem situações em que é necessário agir. 

Mais um Carnaval! Grrrrrrrrrrr

E já entramos naqueles dias de que tantos gostam e que podia saltar sem dar qualquer conta! O Carnaval é daqueles eventos anuais a que não ligo nenhuma e ao qual não consigo achar qualquer graça!

Que positividade tem andar disfarçado de alguma coisa e a sujarem-se de um lado para o outro? A única coisa que vejo de positiva e que não abranje todos os mascarados ou encaraçados, como lhes queiram chamar, é o facto de muitos se conseguirem divertir em maior escala do que o normal e fingirem ser o que muitas vezes desejavam verdadeiramente ser ao longo dos seus dias de vida real.