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O Informador

ManiFESTA-te pela Leitura

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Dia 22 de Abril celebra-se o Dia Mundial do Livro e este ano existirá um evento em Lisboa que celebrará todo o mundo literário, falo então do ManiFESTA-te pela Leitura que aconteceu em 2019 e devido à pandemia teve de ficar por organizar nos últimos anos.

Agora é através dum desfile a partir das 14h30 de Sexta-feira, 22, que partirá do Largo de Camões e seguirá pelo Chiado até ao Rossio, fazendo várias paragens para momentos de leitura em voz alta junto às livrarias que ficam pelo trajeto estabelecido, o ManiFESTA-te está de volta. A organização deste evento está entregue ao Plano Nacional de Leitura, PNL, e destina-se assim a celebrar o valor do livro, da leitura e da palavra antes e agora. 

 

 

Convites duplos | Ivo Lucas ao Vivo

Tivoli BBVA Lisboa

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Ivo Lucas está de regresso aos palcos com três concertos únicos que se estão a realizar ao longo do mês de Abril no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 02 de Abril, no Complexo Desportivo Santa Marta do Pinhal, no Seixal, a 22 de Abril, e a 29 de Abril, no Tivoli BBVA em Lisboa.

O cantor e ator tem vindo a preparar o seu regresso aos palcos com um concerto, onde entre outros, os temas Só Desta Vez e Senhora de Si, ao que se refere como «Um tema nascido em 2018, quando decidi falar sobre as minhas primeiras paixões. Ao contar esta história, no momento senti que a música só ganharia vida com a voz e interpretação da Carolina Deslandes, que tem uma forma muito própria e brilhante de contar histórias através da sua voz e escrita», revela sobre como Senhora de Si foi criado. 

Atualmente a trabalhar em televisão como um dos protagonistas da novela Amor Amor, da SIC, Ivo Lucas estreou-se e ganhou visibilidade junto do público na série Morangos com Açúcar, da TVI, não tendo parado desde então entre os palcos e os cenários da ficção nacional onde já integrou vários projetos, entre séries, novelas e filmes. 

Boeing Boeing aterrou no Teatro Politeama

Se tivesse de descrever o espetáculo Boeing Boeing em poucas palavras só o podia fazer com o cruzamento de comédia, diversão, talento e trabalho. Boeing Boeing é uma das produções que a Yellow Star Company adaptou para Portugal há uns anos e desde então que todos os anos tem sido encenada e enchido as salas de espetáculos de todo o país com sucessivas temporadas de sessões esgotadas. Os elencos podem rodar, o encenador alterar e o local da sessão ser em qualquer cidade ou vila do país e o certo é que esta divertida comédia está tão bem criada, do texto ao elenco, que o riso gera aplausos num hilariante trabalho que não deixa ninguém indiferente por onde tem passado.

Agora, após várias temporadas bem sucedidas, Boeing Boeing está de volta a Lisboa e aos palcos, onde pode ser visto no Teatro Politeama com um elenco de rostos que já passaram em anos anteriores por esta produção e com novos nomes a reforçarem o bom trabalho feito. Com um cenário de uma sala de uma qualquer casa, o espaço mais parece um porta-aviões recheado de amor para dar a três hospedeiras que se apaixonam, sem saberem, pelo mesmo homem, que as engana com promessas de amor eterno. O pior acontece quando as três desconhecidas percebem que não estão sozinhas na vida do seu noivo e o que parecia controlado com horários e escalas parece descarrilar para desespero de Bernardo aquando o momento em que o embate das três na mesma casa acontece.

Com António Camelier, António Machado, Carolina Puntel, Liliana Santos, Núria Madruga e Teresa Guilherme no elenco, sendo que a sessão a que assisti Teresa foi substituída de forma fantástica pela atriz Sónia Lisboa, Boeing Boeing tem tudo o que de essencial tem de existir numa comédia que é feita para que o público deixe por umas horas os seus problemas de lado para embarcar neste voo de enganos, embaraços, desaforos e contradições entre um homem com o coração bem grande para o partilhar com três bonitas mulheres, o seu amigo solteirão capaz e pronto, caso deixasse, para lhe dar uma ajuda com as noivas, e uma governanta em casa, com todos os segredos do patrão consigo, andando esta senhora numa correria entre os sabores do Brasil, de Itália e Alemanha, consoante os voos que chegam e partem para não se atrapalhar no agradar a cada menina e não falhar com o senhor que tanto ama e engana as suas hospedeiras de bordo que andam bem enredadas por amor.

Convites duplos | Boeing Boeing

27 de Março | Yellow Star Company

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Queres assistir a uma boa comédia numa das salas mais emblemáticas de Lisboa? Queres perceber como os atores António Camelier, António Machado, Carolina Puntel, Liliana Santos, Núria Madruga e Teresa Guilherme se apresentam em palco? Com encenação de Sofia de Portugal e produção da Yellow Star Company, Boeing Boeing está de volta para levantar voo pela nossa capital e colocar o público do Teatro Politeama bem disposto ao longo de duas horas.

E tu, que não viste ou queres voltar a ver este divertido espetáculo tens aqui uma oportunidade de assistir à sessão de Domingo, 27 de Março, pelas 21h00, apresentando-te na sala frente a um renovado elenco que faz assim surgir de novo esta comédia pelos palcos nacionais, após várias temporadas com centenas de sessões esgotadas de Norte a Sul do país. Para tentares a tua sorte convém seres seguidor d'O Informador no Instagram e partilhares no teu InstaStories uma das imagens do cartaz do concerto que se encontra disponível nos Destaques e mencionares O Informador e três amigos nessa mesma partilha. De seguida basta preencheres o formulário - AQUI - onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail. Esta oportunidade irá estar disponível até às 23h59 do dia 26 de Março, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através de sistema automático. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições.

Boa sorte!

Avenidas secas de Lisboa

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Carlos Moedas assumiu a presidência do Município de Lisboa no final de 2021 e numa visita recente à capital tenho a destacar que parte da obra feita pelas avenidas da capital por parte de Fernando Medina parece estar deixada ao abandono. 

Os canteiros floridos que foram surgindo nos últimos anos como um dos adornos destinados a embelezar as principais vias da capital ao mesmo tempo que serviam de separadores entre as faixas de rodagem estão agora deixados ao desmazelo. O que parecia florido e cuidado no mandato de Medina está agora seco com quilómetros em várias vias de circulação a mostrarem árvores abandonadas, pequenos arbustos secos, ervas a crescerem e em alguns locais mesmo com plantas selváticas a começarem o seu caminho para invadirem as bermas da estrada. 

Já sabíamos que Carlos Moedas não queria investir muito na beleza de Lisboa, tendo aparentemente outras preocupações ainda omitidas, no entanto será necessário deixar ao abandono o bom trabalho feito pelo autarca do PS ao longo dos últimos anos para apresentar uma cidade em que dá vontade de sair à rua e visitar?

Os canteiros outrora floridos estão agora descuidados e a entrarem em modo mata seca, no que parece ser um real desaire da boa vontade por parte do senhor Moedas por não querer seguir a linha do seu colega do partido do lado em manter a nossa capital fresca e fofa para ser considerada das mais belas da Europa junto de quem vive e visita. 

Falhanço com a Feira do Livro em 2021

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Em 2021 estou prestes a falhar redondamente para com as minhas visitas à Feira do Livro de Lisboa. Todos os anos passo pelo menos duas vezes pelo certame literário que é montado durante semanas no Parque Eduardo VII. Agora, em pleno 2021, e já com a feira a caminho do final, começo a perceber que não vou conseguir marcar a minha presença.

Horários de trabalho que não permitem, pausas que acabam por ser tornarem de forma imprevista em dias de trabalho e cansaço nas poucas oportunidades de descanso fizeram com que primeiro adiasse a ida porque tinha tempo, depois em dia de pausa senti que o corpo precisava de ficar mais por casa e não estava em condições para desfrutar de horas literárias a subir e a descer o Parque para perceber as promoções do dia, procurar as melhores ofertas e as melhores opções para comprar na famosa Hora H.

Era só o que faltava... Graciano no Chega

Nuno Graciano

 

Nuno Graciano passou, como apresentador, pela SIC, TVI e mais recentemente pela CMTV, onde parece ter suspendido a carreira televisiva. Agora, depois de se tornar num empresário na venda de queijos regionais e afastado dos holofotes, o antigo apresentador será, imagine-se, o cabeça de cartaz, perdão, de lista, do Chega em Lisboa. Nuno Graciano será assim o candidato do partido liderado por André Ventura à Câmara Municipal de Lisboa nas próximas eleições autárquicas que se realizarão em Setembro ou Outubro desde ano.

Segundo o comunicado do partido, Graciano, ao ser um rosto conhecido dos portugueses por ser "um lutador e um homem de convicções, sem qualquer vestígio de politicamente correto, representando, desta forma, aquele que é o espírito do partido", tem tudo para conquistar os leitores nesta batalha política pela capital. 

Defensor da prisão perpétua e da castração química, o antigo apresentador mostra assim a sua nova vertente profissional, enveredando pela política com um partido onde outros rostos conhecidos têm causado algum alarido ao lado de André Aventura, como é o caso de Maria Vieira. 

Ainda a Feira do Livro de Lisboa...

 

Em 2020 a edição da Feira do Livro de Lisboa aconteceu mais tarde devido à pandemia mas não foi isso que impediu que todos os amantes literários fossem até ao Parque Eduardo VII para trocar as suas listas de compras pelos exemplares tão desejados. Este ano fui à Feira somente uma vez mas consegui detetar que a escolha de várias editoras dos jovens que recrutaram para fazerem o atendimento no evento foi um pouco diferente do habitual, destacando a falta de formação de vários atendedores sobre os livros das editoras e mesmo sobre os autores que publicam no grupo ou que já foram à sua vida para outras paragens.

Percebi que existia alguma hesitação por parte dos jovens sobre a existência de determinados títulos na editora e mesmo se os autores faziam parte do lote da editora ou não, sendo feitas várias vezes questões entre os jovens contratados somente para o evento e os responsáveis de cada pavilhão. Será que não existiu tempo para uma pequena formação de dias para que todos estivessem esclarecidos, principalmente nas editoras pequenas que não têm ao seu cargo tantos autores, sendo mais fácil controlar um pequeno estudo sobre o que estava disponível ou não no pavilhão pelo qual estavam a dar a cara e o corpo em dia de trabalho. 

Glória, a primeira série portuguesa na Netflix

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As gravações ainda estão a decorrer na região do Ribatejo e em Lisboa, mas a Netflix já fez saber, através das redes sociais, que daqui a uns meses chegará à plataforma a primeira série original portuguesa. Glória, de seu nome, será assim a primeira produção nacional a chegar à Netflix. Vem tarde mas finalmente chegamos lá!

Esta produção da SPi e com coprodução da RTP consiste num thriller que decorre nos anos 60, durante a Guerra Fria, cuja história se desenrola maioritariamente na aldeia de Glória do Ribatejo, onde fica situado um centro de transmissões norte-americano destinado a emitir propaganda do país para a Europa de Leste. Com um engeneiro português a ser recrutado pela KGB, a polícia secreta de Moscovo, para assumir os comandos da espionagem em Portugal, a aldeia ribatejana transforma-se num palco para a passagem de informação entre os vários pontos estratégicos da Europa em plena Guerra Fria. 

Com realização de Tiago Guedes e argumento de Pedro Lopes, Glória conta com os atores Miguel Nunes, Victoria Guerra, Afonso Pimentel, Gonçalo Waddington, Carolina Amaral e Adriano Luz nos papéis centrais, a quem se juntam Carloto Cotta, Inês Castel-Branco, Leonor Silveira, Maria João Pinho, Sandra Faleiro, Marcelo Urgeghe, Joana Ribeiro e Rafael Morais.

 

Uma espécie de estranheza numérica

 

Nos últimos anos a organização da Feira do Livro de Lisboa sempre tem revelado um crescimento no número de expositores presentes, elevando assim o número de pavilhões no certame e a quantidade a aumentar de participantes e visitantes. O que me causa alguma estraneza é o facto de marcar presença no espaço todos os anos e não notar grande diferença de ano para ano. 

O espaço é o mesmo, este ano até pareceu existir um maior espaçamento entre pavilhões e mesmo assim terminavam um pouco antes do habitual perante quem sobe as avenidas de calçada do Parque Eduardo VII. Não andei a contar, mas no geral, embora as razões de maior espaçamento existam, pareceu-me que a Feira não conta com um maior número de expositores, só se nestes valores apresentados em 2020 com trezentos e dez pavilhões, cento e dezassete participantes e representação de seiscentas e trinta e oito marcas editoriais estiverem incluídos os espaços de lazer, comida e para workshops e lançamentos. Já o ano passado refleti pessoalmente sobre este tema onde é dito que a Feira do Livro de Lisboa teve a sua maior edição de sempre, agora, a deste ano, foi a segunda maior de sempre e tudo parece igual, até por vezes com diminuição de espaço fisico do meu ponto de vista.