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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

17
Fev19

Barbie aposta na inclusão

O Informador

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Foram precisas décadas para que a Mattel percebesse que existe muito mais para além de uma rapariga alta, esguia, loura e teoricamente perfeita. Há uns anos algumas Barbies incluídas na série Fashionistas começaram a ganhar cor na luta contra o racismo, tal como diferentes cores e cortes de cabelo, profissões e tipos de corpo. Agora, no ano em que a Barbie completa o seu 60ª aniversário, eis que um novo passo é dado, desta vez na direção da inclusão social com novas bonecas a serem lançadas mais para o final do ano a refletirem alguns problemas físicos. Os novos modelos a serem lançados contarão com uma Barbie em cadeira de rodas e uma outra com uma perna de prótese removível. 

Segundo a Mattel nas suas páginas pelas várias redes sociais, este lançamento pretende demonstrar «um maior reflexo do mundo que as raparigas vêem à sua volta», mostrando assim um novo esforço para reconhecer que a diversidade perante o conceito de beleza é igualitário a todos. 

Lembro, e após pesquisa, que há duas décadas, a Mattel lançou para o mercado a Share a Smile Becky, uma amiga da Barbie com mobilidade reduzida, mas a mesma foi retirada do mercado em 2017 por não se conseguir incluir no fantástico mundo da Barbie por falta de acessibilidades na casa e nos mais diversos acessórios criados ao longo destes anos. Agora é a própria Barbie que terá as suas novas versões, acreditando-se que assim os novos modelos para além da boneca possam estar a ser desenhados a favor da inclusão, uma vez que estas novas Barbies serão articuladas, tal como tem acontecido ao longo dos últimos anos com as restantes. 

26
Set18

Odeio o Meu Chefe | Filipa Fonseca Silva

O Informador

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Título: Odeio o Meu Chefe

Autor: Filipa Fonseca Silva

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Setembro de 2018

Páginas: 176

ISBN: 978-972-25-3563-2

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Qualquer semelhança com a realidade NÃO É mera coincidência.

«Toda a gente já teve um mau chefe. Trata-se de um dado adquirido. Uma lei universal para quem entra no mercado de trabalho desde os primórdios da existência de qualquer mercado de trabalho.» Odeias o teu chefe? Já adormeceste a pensar em maneiras de fazê-lo desaparecer sem deixar rasto? Então, este livro é para ti. Tendo por ponto de partida histórias totalmente reais, umas vividas pela autora ao longo de vários anos a trabalhar por conta de outrem, outras confidenciadas pelos seus próprios leitores, Filipa Fonseca Silva traz-nos um retrato hilariante do pequeno poder.

Com a escrita sarcástica a que já nos habituou, agora acompanhada por ilustrações da sua autoria, Filipa expõe ao ridículo todos os maus chefes, na esperança de que sintam algum pudor na próxima vez que tentarem ser umas bestas. 

Catártico, certeiro, acutilante.

 

Opinião: Divertido, real e certeiro são três das bases que destaco em Odeio o Meu Chefe, o livro que Filipa Fonseca Silva criou para demonstrar o que muitos pensam e passam para com chefes completamente odiáveis e com todas as ideias de liderança sobre o «quero, posso e mando». Neste divertido compêndio de histórias reais da própria autora e de leitores que partilharam as suas experiências consigo conseguimos encontrar um retrato muitas vezes fidedigno, em texto e ilustrações da própria autora, sobre tantos chefes que por aí andam. 

Juntando inúmeras peripécias que vão surgindo no seio de uma empresa liderada por um chefe autoritário e incapacitado das suas funções enquanto mais um de uma equipa num todo, Odeio o Meu Chefe demonstra muito e tudo ao mesmo tempo sobre o ego que muitos atingem com a subida de lugar numa empresa. A incapacidade de perceber que os imprevistos com os outros acontecem, o egocentrismo à volta de uma só pessoa que se acha o centro da empresa e o facto de acharem, os todo poderosos sem noção, que os horários de pausa, como o almoço, são tempos desperdiçados e que nem devem ser usufruídos na sua totalidade porque existe muito para fazer. Parar como regalia do funcionário e uma obrigação é que não, porque os olhos fulminantes logo surgem!

Tanto que é contado e onde me revi em algumas situações, como por exemplo, a da marcação de reuniões quase fora das horas laborais, para se prolongarem como se não existisse toda uma vida pessoal para além da profissional e depois se dizes que tens que abandonar a sala porque tens coisas combinadas a fazer e que a empresa nada têm com isso porque já estás fora do teu horário, ainda te olham de lado porque os chefes, sem pressa de irem para casa, sabe-se lá a razão, acham que tu, como bom funcionário, tens de ficar a fazer horas sem existir qualquer tipo de recompensa para o teu lado com isso. E quando combinam um aumento e no período combinado só percebes que o aumento foi mesmo de trabalho e não a nível financeiro? Este é mais um dos acontecimentos em que me revi nesta leitura.

Um chefe não aceita feriados, férias, baixas por doença, filhos e imprevistos por ser um nazi que na sua vida só vê trabalho, trabalho e trabalho. Não interessa a família, o descanso e o bem-estar, o importante para um chefe, que é maioritariamente odiado e sem adeptos, é o trabalho, pagar pouco e exigir muito, descontar uma hora quando se falta mas não pagar as duas que ficas a mais logo no dia seguinte. Tirar do bolso do leal empregado que faz com gosto as suas funções e que muitas vezes é explorado por quem de poder. Isto é um mau chefe, que não luta pela sua equipa, sacrificando quem pode até que lhe digam «xau, xau» quando não se aguenta mais tanta pressão e falsos bater de costas. 

25
Mar17

Sensibilidade e Bom Senso

O Informador

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Autor: Jane Austen

Lançamento: Março de 2017

Editora: Bertrand Editora

Páginas: 480

ISBN: 978-972-25-3352-2

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: Marianne e Elinor Dashwood, com 17 e 19 anos respetivamente, são irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. Marianne é toda ela coração, sensibilidade e romantismo; Elinor é a encarnação da razão, do bom senso e da reserva. Por entre reveses e amores, cada uma delas será posta à prova e terá de encontrar um equilíbrio - entre a sensibilidade e o bom senso - que lhes permita ser felizes.

 

Opinião: Jane Austen é um nome incontornável da literatura mundial mas infelizmente ainda não conhecia a sua obra com experiência enquanto leitor. Agora e para iniciar a opinião acerca de Sensibilidade e Bom Senso poderei desde já dizer que este foi o primeiro romance que li de Austen mas não será o último com toda a certeza.

Pegando no início do século XIX e numa família com jovens com idade para assumirem as obrigações do casamento, eis que duas irmãs, bem distintas entre si, assumem o protagonismo deste romance excelentemente bem desenvolvido com uma simplicidade tão notória onde a fluídez da narrativa surge sem cansar em algum momento o leitor. Elinor, a irmã mais velha é apta para analisar os comportamentos dos outros, mantendo a calma e pensamendo de forma racional, ao contrário de Marianne que embora sensível, deixa-se facilmente levar pelas primeiras impressões o que nem sempre corre bem para quem acredita que tudo é perfeito. Se uma tem Bom Senso a outra tem a Sensibilidade à flor da pele e está aqui dado o ponto de partida para esta obra que transborda verdade nos factos que não passam de ficção a demonstrar a realidade de outros tempos mas que ainda hoje pode ser vista através de distintos contornos para com a sociedade dos tempos modernos. 

19
Mai15

Amor Ladrão

O Informador

O novo e terceiro disco de Cuca Roseta já está à venda! Intitulado de Riû, este albúm produzido pelo brasileiro Nelson Motta conta com várias participações especiais como é o caso de Sara Tavares, Júlio Resende, Mário Pacheco, João Gil, Jorge Drexler e Ivan Lins, entre outros. 

21
Jul14

Sim, quero ler o livro da mãe Aveiro

O Informador

Paulo Sousa Costa é o autor do livro sobre Dolores Aveiro, a mãe de Cristiano Ronaldo, com o título Mãe Coragem - A vida, a força e a fé de uma lutadora, e por aqui confesso que vou querer ler este projeto lançado pela editora Matéria Prima.

Gosto do clã Aveiro, de Ronaldo aos manos e à mãe e depois de ver e ter lido algumas das várias entrevistas que dona Dolores tem dado pelos últimos dias sobre o seu livro, fiquei mesmo com a curiosidade adensada para perceber como a história da família foi acontecendo, da pobreza aos luxos possíveis com a ajuda do filho que podia não ter nascido. Com revelações sobre o passado familiar e os obstáculos que a família Aveiro foi tendo ao longo do tempo em que os quatro irmãos eram ainda criança e jovens e tiveram que saltar de casas e escolas para o bem de todos.

Noto que continua a existir muito preconceito para quem se diz um bom leitor para com este tipo de livros biográficos, existindo por vezes vontade de muitos de os lerem e fazerem-no mesmo sem o conseguirem revelar e ainda afirmando que nunca os irão ler. Eu quero ler Mãe Coragem - A vida, a força e a fé de uma lutadora e não tenho qualquer problema em o revelar porque a vergonha nestas coisas fica para os ditos intelectuais que defendem que isto não são boas obras literárias. 

Sim, a vida de Dolores Aveiro já foi relatada ao jornalista Paulo Sousa Costa que transformou o que foi ouvindo num livro que agora já está à disposição de todos pelas livrarias nacionais! Quem gosta e quer saber a verdadeira história poderá ler, quem não gosta que passe ao lado e compre as suas preferências sem fazer aquelas caretas constantes de gozo para com este tipo de lançamentos!

Título: Mãe Coragem - A vida, a força e a fé de uma lutadora

Autor: Dolores Aveiro e Paulo Sousa Costa

Género: Testemunho

N.º de páginas: 232 + ET 16

PVP: € 15,00

Sobre o livro:

Pela primeira vez Dolores Aveiro, a mãe do melhor futebolista do mundo, abre o seu coração e fala da sua vida, das muitas dificuldades que passou e da forma decidida como sempre educou os seus filhos.

Criada num orfanato, Dolores Aveiro passou, na sua vida por muitas dificuldades. Decidiu enfrentá-las com determinação e muito trabalho. Lutou, emigrou, fez tudo o que pôde mas parecia não ser suficiente. Mas quando a falta de recursos estava já a atingir um limite perigoso, Dolores engravidou novamente, de uma criança que iria mudar o rumo de todos.

A morte da mãe na infância, a violência familiar, o nascimento dos filhos, a dor da emigração, as decisões difíceis para alimentar o sonho de Ronaldo, a luta contra um cancro e o seu papel de avó, tudo num relato exclusivo conduzido por Paulo Sousa Costa.

Um relato inédito de uma mulher que criou uma família Unida pelo amor.

A prova de que devemos sempre acreditar no futuro, mesmo quando os dias são negros e injustos.

Sobre o autor:

Paulo Sousa Costa nasceu a 20 de Março de 1968, em Angola. Estudou Direito e Marketing, mas foi ao Jornalismo que dedicou grande parte da sua vida profissional. Trabalhou em diversas publicações e foi diretor fundador da edição portuguesa da revista Men’s Health. Em 2010, fundou a empresa de entretenimento Yellow Star Company e, desde então, produziu várias peças de teatro. Escreveu o livro Desistir Não É Opção e os livros infantis d’ As Aventuras do Dragãozinho Azul.

05
Jun14

Um presente... O Amor Não É Isto

O Informador

O Amor Não É IstoUm presente da editora Guerra e Paz acabou de me chegar pelo correio! Sim, estou contente porque tenho andado a oferecer aos meus leitores alguns livros em passatempos feitos em parceria com a editora e agora chegou a minha vez de receber um miminho e ainda autografado pelo seu autor, o Cláudio Ramos.

O Amor Não É Isto é o romance que acabou de ser lançado pela Guerra e Paz e que me chegou às mãos poucas horas após o seu lançamento. Neste quarto romance de Cláudio Ramos o apresentador da SIC retrata de forma indirecta partes da sua vida e das pessoas com quem se cruza ao longo do seu dia-a-dia de correria, mostrando a diferença do ritmo atual e citadino de Lisboa com a pacatez alentejana. 

Irei começar a minha primeira experiência literária com o Cláudio Ramos pelos próximos dias e depois contarei como tudo correu, tal como é hábito com os livros que me fazem companhia!

Autografo

Para os fãs de literatura e de passatempos, posso desde já dizer que podem ficar atentos porque um exemplar igual ao meu vai estar à vossa disposição daqui a poucos dias por aqui! Fiquem atentos e não percam de vista O Informador porque O Amor Não É Isto vai ser uma das ofertas do blogue muito em breve!

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