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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

14
Dez18

A Verdade | Teatro Aberto

O Informador

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Patrícia e Paulo têm uma relação em segredo. Joana, a mulher de Paulo, suspeita de qualquer coisa e faz-lhe perguntas cada vez mais embaraçosas. Miguel, o marido de Patrícia, é o melhor amigo de Paulo, mas a franqueza entre os dois já não é o que era. À medida que os enganos se vão enredando, os dois casais perdem-se num labirinto de quem disse o quê a quem.

Num jogo de máscaras brilhantemente cruel, A verdade, de Florian Zeller, centra-se no microcosmo da vida conjugal para expor as hipocrisias da sociedade e problematizar com humor as vantagens de ocultar a verdade e os inconvenientes de a revelar.

A Mentira e A Verdade são duas peças de Florian Zeller, o autor também do sucesso O Pai, e o Teatro Aberto estreou em simultâneo os dois espetáculos e com os mesmos atores em palco. Joana Brandão, Miguel Guilherme, Patrícia André e Paulo Pires encontram-se entre a mentira e a verdade num projeto encenado por João Lourenço que pode ser visto de Quarta-feira a Domingo pelas Salas Azul e Vermelha do Teatro Aberto. 

O primeiro contacto com estas peças foi com A Verdade onde encontrei um par de amantes, Patrícia e Paulo, a viverem a sua relação em quartos de hotel, longe dos olhares dos seus dois companheiros, Joana, mulher de Paulo, e Miguel, o marido de Patrícia. Desde cedo Joana questiona Paulo sobre os seus horários e as suas mentiras, já Miguel percebe que está a ser enganado pela mulher e pelo melhor amigo mas disfarça através de um enredo cheio de mentiras a ocultarem a verdade. Uma teia de enganos entre quatro pessoas que se conhecem e onde a verdade é explorada justamente para se encontrarem as mentiras que cada um vai ditando sobre os outros. Afinal de contas quem está a mentir acreditando na sua verdade que vai contra a verdade que surge do outro lado?

Em A Verdade o público é convidado a entrar neste jogo entre casais onde a mentira de uns é tão levada a sério que quando se percebe que do outro a verdade já é conhecida, disfarça-se e reforça-se mesmo que tudo o que está a ser dito contra sim não passa de um engano. Quem mente consegue acreditar tanto na sua verdade sobre os factos que no momento do confronto o que é mentira passa a ser verdade e todos os outros que sabem como tudo está a acontecer são levados a crer que eles sim estão enganados. Afinal de contas a verdade está em quem acredita no que faz e pensa ou nos outros? Estará preparado quem mente pela sua verdade a enfrentar a realidade e ser inquirido sobre os factos reais? Mentir e ser apanhado nessa mesma mentira e não aceitar que os seus comportamentos sempre estiveram errados, ficando mesmo contra quem o enfrenta com a verdade que é bem contrária à sua. 

03
Dez18

Convites Duplos | A Verdade e A Mentira | 09.12.2018

O Informador

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O que é verdade e mentira nos dias que correm? No dia-a-dia surgem histórias que tanto podem transmitir verdades como mentiras, estando cada vez mais em voga as «fake news» nas conversas paralelas e nos meios de comunicação social. 

Atual e como forma de desafiar o pensamento, o Teatro Aberto estreia em Dezembro dois espetáculos em simultâneo onde A Verdade e A Mentira são debatidas em duas peças de Florian Zeller, o autor do sucesso O Pai. Com encenação de João Lourenço e interpretação em ambos os espetáculos de Joana Brandão, Patrícia André, Miguel Guilherme e Paulo Pires, A Verdade e A Mentira são duas produções distintas que se complementam e são representadas pelo mesmo elenco. A discussão e reflexão são assim lançadas através do humor sobre factos quotidianos representados de forma séria. 

Os seguidores do blog podem ter a oportunidade de assistir a uma destas duas peças já no próximo dia 09 de Dezembro. Neste momento tenho convites duplos para sortear para a sessão de A Mentira, pelas 16h00, e A Verdade, pelas 18h30. Escolham qual dos dois espetáculos querem ver e participem, quem sabe se não conseguirão perceber onde está a verdade da mentira e vice-versa neste jogo de reflexões. Este passatempo irá estar disponível até às 18h30 de dia 06 de Novembro, Quinta-feira, e nesse mesmo dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

21
Set16

Vencedores de Constelações [21-09-2016]

O Informador

Após uma temporada de sucesso junto do público e crítica, o Teatro Aberto resolveu voltar a colocar Constelações em cena pela Sala Vermelha. Com Joana Brandão e Pedro Laginha em palco, Constelações é da autoria de Nick Payne e convida o público a viajar por vários e paralelos universos ao longo de todo o espetáculo!

O Informador que viu e gosta de partilhar bons momentos teatrais com os leitores do blog lançou passatempo com a atribuição de cinco convites duplos para a sessão de hoje, Quarta-feira, 21 de Setembro. Eis chegado o momento de revelar a lista dos vencedores sorteados através do sistema random.org. 

  • Isabel Corujo
  • Vasco Silva
  • Anabela Margaça
  • Ana Salomé
  • Maria Major

Muito Obrigado a todos os participantes e Parabéns aos vencedores! 

15
Set16

Bilhetes para Constelações [21-09-2016]

O Informador

O Teatro Aberto apresentou o espetáculo Constelações em Julho. Com o sucesso que a produção da autoria de Nick Payne alcançou pela Sala Vermelha, o regresso logo ficou marcado para o início da temporada 2016/2017! Joana Brandão e Pedro Laginha protagonizam esta produção que O Informador viu e tem agora cinco convites duplos para oferecer aos leitores e seguidores do blog! Alguém quer entrar pelos universos paralelos criados ao longo de hora e meia pelo palco do Teatro Aberto no próximo dia 21 de Setembro pelas 21h30?!

19
Jul16

Vencedores de Constelações [20-07-2016]

O Informador

O Verão está a dar bons sinais de vida e o tempo pede boas saídas de casa com a praia e piscina a chamarem ao longo do dia. E que tal um convite para assistir a uma peça de teatro após o jantar para quem desfruta do sol nas horas tórridas ou mesmo para quem, como eu, não se encontra de férias neste momento?

Pois é, até ao final do mês, encontra-se em cena pela Sala Vermelha do Teatro Aberto a peça Constelações, da autoria de Nick Payne, e com interpretação de Joana Brandão e Pedro Laginha. Eu vi, comentei e tive cinco convites duplos em sorteio pelos últimos dias para oferecer aos leitores do blog. 

12
Jul16

Bilhetes para Constelações [20-07-2016]

O Informador

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O Teatro Aberto apresenta Constelações, da autoria de Nick Payne, na Sala Vermelha! Joana Brandão e Pedro Laginha protagonizam esta produção! O Informador viu e tem agora cinco convites duplos para oferecer aos leitores e seguidores do blog! Alguém quer entrar pelos universos paralelos criados ao longo de hora e meia?!

Já agora... A sessão deste passatempo é a do próximo dia 20 de Julho, pelas 21h30!

SINOPSE

Um homem e uma mulher conhecem-se, apaixonam-se, vivem juntos, separam-se, reencontram-se, reconciliam-se, ou talvez não. Talvez tudo seja, possa ter sido ou venha a ser diferente, conforme as circunstâncias com que se deparam e as escolhas que fazem ou deixam de fazer. Nos múltiplos universos paralelos em que estão, há múltiplas variantes da sua história de amor: talvez nunca mais se voltem a ver ou talvez fiquem juntos até que a morte os separe.

Seguindo uma tese da física teórica, segundo a qual há mais do que três dimensões do espaço e uma dimensão do tempo, Constelações mostra-nos um multiverso onde a vida assume uma miríade de formas em simultâneo e todos os futuros são possíveis. Mas será que aquilo que acontece depende das nossas decisões? Será que depende do acaso? Ou de algo mais que não se vê e não se conhece?

FICHA ARTÍSTICA

Versão João Lourenço | Vera San Payo de Lemos

Dramaturgia Vera San Payo de Lemos

Encenação João Lourenço

Cenário António Casimiro | João Lourenço

Figurinos Dino Alves

Luz Alberto Carvalho | João Lourenço | Marcos Verdades

Vídeo Luís Soares

Dança a Par João Fanha | Raquel Santos

COM Joana Brandão | Pedro Laginha  

 

ESPECTÁCULOS 

4ª a Sábado às 21h30 
Domingo às 16h 

M/12


BILHETEIRA

4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h 
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia)

 

PREÇOS

Inteiro - 15   €

Jovem (até 25 anos) – 7,5€

Sénior (mais de 65 anos) – 12 €

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12
Jul16

Constelações

O Informador

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Os universos paralelos podem ou não existir, dependendo também do ponto de vista de cada qual, mas para um homem e uma mulher que se cruzam na Sala Vermelha do Teatro Aberto existem várias variantes da história de amor que vivem. 

Joana Brandão e Pedro Laginha dão a cara e o corpo ao manifesto em Constelações, da autoria de Nick Payne, numa produção onde, e tal como o Teatro Aberto já nos habituou, quando o público entra na sala logo fica surpreendido com o esquema do cenário que encontra à sua frente. 

Ao longo de hora e meia de espetáculo um homem e uma mulher cruzam-se e voltam a cruzar-se de diferentes formas. Amam-se e chateiam-se com a mesma facilidade com que voltam a amar logo de seguida, com a mesma base mas com outro estado de espírito. Encontros e coincidências ao longo do tempo que podem ser vividos de diferentes formas por existirem universos paralelos que ajudam a alterar o rumo de uma situação para que o presente seja melhor que o passado mas não tão bom como o futuro. Ou será que acontecerá o contrário? Diferentes possibilidades de vida são corridas em simultâneo provocando o acaso, as decisões, certezas e teorias! Conseguiremos viver a mesma situação de diferentes prismas e consoante o espaço, o tempo e tudo o que nos envolve?

Constelações é uma produção com o selo de qualidade do Teatro Aberto, onde as apresentações não se destinam a todo o público que goste e aprecie um bom espetáculo teatral. Nesta obra de Nick Payne a premissa inicial tem de chegar rapidamente junto do espetador para que todo o encadeamento consiga ser levado de forma convicta com as personagens que vão desfilando nas plataformas que assinalam a mudança. No mesmo minuto uma cena dramática é levada a cabo como logo de seguida a mesma situação acontece com uma ligeireza que acaba por ser subtil. 

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