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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

19
Jan15

Hoje é um dia infeliz!

O Informador

InfelizDizem que hoje, 19 de Janeiro, é o dia mais infeliz do ano! Mal entramos em 2015 e já surgem estudos a divulgar que iremos ter um dia mau logo pelo início!

A notícia surge no jornal Sol, onde é revelado um estudo da publicação britânica Daily Star contando o que especialistas afirmam sobre esta segunda-feira. Causas como a meteorologia, as promessas de Ano Novo não realizadas e a ansiedade são os principais motivos para tal infelicidade num só dia específico para muitos. De acordo com os mesmos especialistas, «O mês de Dezembro é dispendioso para a maioria das pessoas e há muitas que gastam mais do que podem, começando apenas a sentir alguma preocupação em Janeiro».

Tentando dar conselhos sobre tanto pessimismo, é aconselhado pelos mesmos especialistas evitar grandes quantidades de açúcar e café a quem não esteja habituado aos mesmos em circunstâncias normais, isto porque tais consumos não ajudam em nada a ultrapassar tamanha infelicidade.

Será que este dia será assim tão infeliz como o estudo indica? A ver vamos, pelo menos o aviso foi feito e agora cabe a cada um continuar com a sua vida e tentar contrariar os estudos que nem sempre estão certos! Previsões ninguém na verdade consegue ter na sua totalidade, como tal também não acredito neste estudo avançado sobre um infeliz dia em particular!

10
Set14

O ano começava agora!

O Informador

A verdade é só uma! O ano começa a 1 de Janeiro, no entanto desde pequeno que fui habituado a começar algo de novo em Setembro! Foi no nono mês que entrei para a escola ano após ano, é no nono mês que os grandes programas e renovação de temporadas televisivas acontecem e é também em Setembro que se começam a fazer escolhas e a criar ilusões do que poderemos começar a fazer assim que mudar o calendário anual!

Setembro é realmente o mês que indica que algo novo está para começar, seja para os estudantes, seja para os trabalhadores que andaram de férias e a substituir quem foi de férias, começando a ficar a equipa completa para os meses mais frios do ano. Em Setembro tudo começa a ser preparado pelos pais que querem ver os seus filhos a entrarem com o pé direito em mais um ano lectivo, os filhos que gostam de ter tudo perfeito nos primeiros dias de aulas...

Para mim este mês sempre simbolizou a mudança e o início de algo que iria durar pelas próximas estações. Assim foi durante anos e assim continua a ser, agora não tenho tantas mudanças para serem feitas, mas há coisas que gostava de melhorar e reciclar na vida para recomeçar de novo!

Setembro é o mês da mudança para a maioria dos portugueses e eu não era excepção. Serei agora?

03
Fev14

Leituras de Janeiro

O Informador

E neste Janeiro com muito frio, vento e sol à mistura, algumas mudanças foram acontecendo e o tempo voltou a andar escasso para colocar a leitura em dia! Como tal e embora tenha sido melhor que Dezembro, onde só consegui ler um livro, desta vez voltei a ficar abaixo da minha meta psicológica, os três... E foi a dupla que se segue a fazer-me companhia ao longo destes primeiros trinta e um dias do ano!

Quando o Cuco Chama

quando o cuco chamaUma obra que prometia muito por ser da autoria de J. K. Rowling e que mostra bem como a sua criadora não acreditou no seu próprio trabalho ao ponto de o lançar sobre o pseudónimo Robert Galbraith. Uma acção com um desenrolar difícil mas com uma ideia bem conseguida, onde Rowling fez uma descrição de personagens e de locais abaixo do que habituou o seu público, tendo enrolado em demasia toda a história que se tornou maçuda e que no final terminou de forma quase abrupta, deixando muito por contar acerca dos dois protagonistas e do que os uniu. Quando o Cuco Chama é uma regressão na carreira da autora que depois do sucesso da saga Harry Potter e do surpreendente Uma Morte Súbita, criou algo que só serviu para arrecadar mais uns milhões que acabaram por marcar de forma negativa a sua boa carreira.

Nada Tenho de Meu

Nada Tenho de Meu 2

Três pessoas e uma viagem pelo Oriente serviram de mote para a criação de uma série e posteriormente deste livro que mostra como o realizador Miguel Gonçalves Mendes e os escritores João Paulo Cuenca e Tatiana Salem Levy viveram e reflectiram ao longo deste seu passeio de reencontro com o eu de cada um. Sobre o mote de participarem no 1º Festival Literário de Macau – Rota das Letras, o trio partiu à aventura por Macau, Hong Kong, Vietname, Camboja e Tailândia. Nada Tenho de Meu – Diário de uma Viagem ao Extremo Oriente mostra um mundo de misturas culturais e onde a verdade e a mentira se juntam através da percepção de cada um. «Numa época em que consideramos a imagem como verdade», estas três personagens da ficção inspiradas pela realidade quiserem ver, parar para pensar e voltar ao seu mundo. Um documentário pessoal partilhado com quem não tem nada de seu!

01
Fev14

Mais Vistos de Janeiro

O Informador

Primeiro mês de 2014 já foi e com ele O Informador percorreu 31 dias recheados de bons números e de visitas que voltaram a mostrar que este blogue tem vindo a ganhar seguidores e leitores. Como tem sido habitual de há uns tempos para cá, partilho os dez textos mais vistos do último mês, neste caso de Janeiro. Vamos lá ver então qual foi o meu top dos tops nesta entrada num novo ano.

  1. O Informador [página inicial]
  2. O carro do filho de Cristiano Ronaldo
  3. Ups! O coelho é uma ave
  4. Campera está à venda! Eu sabia!
  5. Primark invade o Colombo
  6. 7 Pecados Rurais
  7. A vitória do Luís
  8. Passatempo - Grande Revista à Portuguesa [4ªEdição]
  9. Passatempo - Robin dos Bosques
  10. Novo café Nespresso no Continente

O filho de CR7, os coelhos transformados em aves, a cafezada à venda nos supermercados, um filme nacional e os passatempos continuam a ser os destaques entre os dez textos mais vistos do último mês por aqui.

No que toca ao tema dos Mais Vistos de... Volto a falar no início de Março! Quanto ao resto... Até já!

11
Jan13

Parece-me que 2013 vai correr bem

O Informador

O ano passado contaram-me que existem milhares de pessoas que acreditam que o que fazemos, acontece, aparece e nos transtorna nos primeiros 12 dias do ano é a tradução do que se irá passar ao longo dos 12 meses seguintes. Já estamos a dia 11 e tenho estado muito calmo e tranquilo, será que vou ser uma pessoa mais estável este ano?

O ano passado não me consegui controlar tão bem, mas este ano mesmo sabendo desta crença em que não acredito, mas acho graça, o que é certo é que não tenho feito nada para andar bem, mas isso tem acontecido.

Acredito que assim e segundo quem acredita nesta história de que o dia 1 simboliza Janeiro, o 2 Fevereiro e por aí fora... Eu vou ter um ano bem mais estável do que foi o que já passou.

Não anotei em nenhum local o que fui fazendo ao certo ao longo destes dias, mas isso se tiver influência, parece-me que vou comer fora, passear, dormir em hotéis, sair com os amigos, dançar até mais não, ler bons livros, namorar, conversar muito, também trabalhar muito, ir às compras... Aí, espero que sejam só coisas boas para os próximos 12 meses, pelo menos se o que dizem fosse verdade era isso que ia acontecer! Mas não acredito lá muito nestas coisas!

17
Dez12

A chatice da marcação das férias

O Informador

Todos os anos acontece a mesma coisa na minha empresa quando chega o momento de se marcarem as férias para o próximo ano! Mais uma vez, os problemas acontecem, desta vez só porque o patrão gosta de ser do contra e ter tudo à sua maneira.

Depois de em alguns anos os problemas terem acontecido devido a marcações de férias nos mesmos períodos por várias pessoas, tendo sempre que alguém ficar com o descanso em alturas que não queria, este ano, e tal como o ano passado, o problema parte mesmo de cima, e não do consenso geral entre colegas.

Depois de definirmos as datas em que cada um queria tirar os seus dias de descanso, mais que merecido, eis que chegou a altura de enviar a lista ao patrão, que disse logo que não gostava do nosso calendário de marcações porque não nos queria a ter férias de Julho a Dezembro. Isto é normal? Não é pois não? Então não é que o homem quer que marquemos as férias de Janeiro a Junho?

Claro que não concordamos e dissemos-lhe que aceitamos, tal como o ano passado, em ter uma quinzena cada um nos primeiros três meses do ano, mas mais que isso que não aceitamos e queremos ser nós a definir os restantes dias em que iremos descansar.

Todos os anos têm que existir problemas na altura da marcação das férias, seja entre colegas ou porque o patrão quando vê que estamos todos de acordo, tem que arranjar algum problema.

Agora espera-se que quem pode se deite sobre o assunto e que nos próximos dias acorde com outras ideias para que a mudança da sua mente aconteça porque nós não vamos aceitar a sua ideia absurda de nos querer marcar todo o mês de férias sem podermos escolher!

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