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O Informador

Ganha Gente Feita de Terra no Instagram

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Querida pessoa que passas diariamente ou esporadicamente por este blog, esta mensagem é para ti!

Tenho a dizer que te convido a passares pela minha página de Instagram para te habilitares a ganhar um exemplar do novo livro de Carla M. Soares, a autora de Limão na Madrugada. Gente Feita de Terra é o novo romance da autora, lançado pela Cultura Editora, e na minha página de Instagram estou a sortear um exemplar da obra para que todos possam ter a oportunidade de conhecer esta nova narrativa da autora. 

 

As redes ficaram desligadas

Redes Sociais

Facebook, Instagram e Whatsapp sofreram alguns problemas técnicos que duraram horas e o Mundo parou cerca de seis horas porque se ficou offline. Sem publicações, partilhas e registos sobre o que se estava a passar, as duas redes sociais e a plataforma de conversação foram abaixo e rapidamente se tentou perceber através do Twitter o que se estava a passar para se ter ficado offline de forma automática e sem qualquer aviso. 

A empresa foi tentando restabelecer a situação e Mark Zuckerberg acabou por pedir desculpa pelo sucedido, tendo perdido com esta falha milhões de euros por seis horas de desconexão entre os milhões de utilizadores. Quem também perdeu, mas a paciência, fomos nós, os utilizadores, que só queríamos voltar a estar ligados e atualizados pelas novas partilhas de uns e outros.

"Eu conheço-te"

Conhecer

Uns anos depois ainda me sinto meio que constrangido e sem reação quando alguém que desconheço pessoalmente se chega ao pé de mim e revela "eu conheço-te".

Há uns dias isto voltou a acontecer no meu local de trabalho. Estava ao telefone na entrada, um cliente chegou, olhou para mim quando desligava a chamada e proferiu as palavras referidas. Fiquei a olhar, por não estar à espera, e a resposta saiu da minha boca de forma instantânea, "só se for daqui". Fiz o atendimento, sempre com o moço a olhar para mim, talvez a tentar perceber se tinha ou não razão quando disse que me conhecia e que não era do local de trabalho.

Visita-me no Instagram

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O convite é simples, deixo aqui a ideia para visitares a minha página de Instagram e perceberes o que ando a partilhar pelas Publicações, pelo Reels e mesmo pelo InstaStories e quem sabe começares a seguir a página para ficares ainda mais a par dos meus devaneios. Umas vezes mais sério, outras vezes mais animado, como um complemento do blog ou simplesmente uma partilha vaga. No Instagram, tal como por aqui, sou livre e continuarei a ser, como tal publico o que me apetece, quando e como, sem me importar quem possa estar do outro lado e a opinião que possa ter. Aparece, vê, comenta e faz os teus gostos e se quiseres, mas só mesmo se quiserem, começa a seguir.

Não é recíproco

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Há uns anos sentia uma certa pressão nas redes sociais para com o seguir de volta quem começava a seguir como se fosse como que uma obrigação. Na altura cheguei a debater com algumas pessoas que não seguia porque simplesmente não me identificava com as suas publicações, além de que somos livres para fazer o típico like onde e em que e quem queremos, sem existir obrigatoriedades. Esta semana voltei a receber uma mensagem caricata, vindo diretamente de alguém que partilha opiniões literárias pelo blog e redes sociais, como vou fazendo com os livros que leio, sobre a razão de me seguir há anos e não ser recíproco. 

A questão volta a colocar-se... O ato de fazer Seguir tem de ser recíproco como um toma lá dá cá? É que quando aderi ao Facebook, depois ao Twitter, Instagram, Pinterest e mais recentemente ao TikTok - já agora se quiseres aproveitar para me seguir nessas redes sociais sem esperar nada em troca estás à vontade - não fui informado pelo regulamento que era obrigatório retribuir o ato de Seguir, tal como ter de espalhar Gosto pelas mais variadas partilhas e por aí fora. 

Momentos solitários

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A chuva cai através do beirado da varanda para que o olhar se concentre em cada fio de água da chuva que escorre para seguir o seu caminho. Ao mesmo tempo, lá ao fundo, enquanto o dia se deixa alongar, o nublado invade o horizonte, deixando a serra de um momento para o outro, quase sem se fazer avisar, tapada e fora de vista. Cá dentro, de computador no colo, aquecedor por perto, pantufas calçadas, chá na mesa-de-cabeceira, televisão ligada, telemóvel a carregar e livro pronto para ser fotografado para futura publicação no Instagram e mesmo aqui pelo blog, vou centrando o pensamento entre o que escrever e a passagem das horas em tempo de confinamento, isto ao mesmo tempo que o telemóvel recebe nova mensagem, penso no que irei comer dentro de minutos e no entanto deixo-me ficar por aqui sentado de pernas esticadas, puxo a manta para reforçar a necessidade de me aquecer e me fico por mais um bom bocado. Tudo e nada disto aconteceu num pequeno espaço de tempo, aquele tempo que passa e sobre o qual o ser humano nem se dá conta. 

Sofrem as redes sociais

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Meses de pandemia com várias semanas de quase isolamento e em que as redes sociais ajudaram um pouco a compensar a distância e ausência. No entanto com o tempo a passar e com a saturação desta nova vida, ao mesmo tempo que a habituação acontece, as redes sociais acabam por causar algum cansaço e hoje, talvez devido aos estados constantes de confinamento sem poder usufruir daquela liberdade que tanta falta faz, a partilha acontece de forma mais espaçada e em relação ao Instagram, rede que mais utilizo, as ideias para a criação de novas imagens têm vindo a diminuir de forma um pouco estranha a par da vontade para perder uns minutos a pensar no que posso elaborar de novo sem perder a essência do que tenho feito ao longo do tempo. 

Sou defensor que existem coisas que a serem feitas têm de surgir de livre vontade e de modo espontâneo e neste momento não me deparo com essa situação, sentindo que vou muito ao sabor da maré por não existir capacidade criativa e motivação para fazer mais e melhor. Vejo que este estado de maior enclausuramento me tem tirado alguma inspiração para me conseguir dedicar a pontos dos quais gosto, seguindo agora muito uma rotina diária sem fugir de controlo e sem me lembrar que num instante rápido posso fazer o que sempre gostei para voltar a retomar de forma mais constante a ligação pelas redes sociais. 

Dez anos de Instagram!

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Querida sociedade portuguesa e internacional, então ontem ninguém se lembrou que o nosso querido Instagram completou 10 anos? Andamos para aqui há uma década com a rede social da imagem de um lado para o outro, a mostrar o que queremos e a ver por vezes o dispensável e num dia comemorativo, 06 de Outubro de 2020, este décimo aniversário da rede social passa assim tão ao lado?!

Por aqui, e não ando pelo Instagram desde o início, a rede social da imagem continua a merecer o primeiro lugar das preferências, dentro das cada vez mais variadas opções que surgem no mercado. Já tentei enveredar por outros caminhos, é certo, mas depois percebo que está difícil deixar este pedaço de mal caminho que só tem revelado a importância da imagem nos tempos que correm. 

Neste aniversário a possibilidade de alterar o ícone da aplicação tornou-se possível, para isso basta ir até às definições, arrastar o ecrã para baixo e entre o atual, os antigos e pioneiros logótipos e mesmo novas sugestões, o ícone pode agora ser alterado consoante o utilizador bem entender, tudo numa celebração pela diversidade e memória. 

Parabéns ao Instagram! Parabéns para a minha conta! E Parabéns a todos os instagramers espalhados por este Mundo fora, quer sejam eles os pioneiros a aderirem à rede ou mesmo os mais recentes, aqueles que acabaram de abrir a sua conta e ainda estão a tentar perceber como as dezenas de redes sociais possíveis se encaixam numa só, num sistema de absorção perante toda a possível concorrência que surja e logo acaba por ter a sua cópia como adesivo num só local, o famoso Insta!

Irrealidade das redes sociais

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Um perfil virtual é somente um perfil virtual que tantas vezes consegue esconder a realidade de toda uma vida que não passa nas redes de uma criação como se esses serem que alimentam cada perfil dessem destaque a personagens que são a quase idealização das vidas com que sonharam mas que não conseguiram ter. 

Quantas e quantas pessoas reais não se mostram nas plataformas sociais com uma ligeira e em alguns casos avançada distorção da realidade para parecerem as melhores pessoas do mundo, onde o bem, o melhor e o conforto reinam em falsas vidas que tendem em mostrar o que não existe. A criação de uma total ilusão de omissão e mentira é tão real que dá um pouco de pena o uso de uma ostentação através da criação de cenários que não passam disso mesmo, servindo para mascararem e disfarçarem a realidade. Existirá necessidade de esconder o que por vezes é belo de uma maneira pura e honesta para querer parecer o que não se tem e muito menos o que não se é?

O esconder com a necessidade de revirar a realidade, criando histórias e recantos para apelar a uma beleza de vida ímpar e ideal quando as coisas não acontecem nesse sentido. Não consigo perceber esta necessidade de contrastes que muitos preferem representar como se tudo fosse perfeito e belo.

O livro E Se Fosses Tu? pode ser teu...

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O livro E Se Fosses Tu?, da autoria de Tristão de Andrade, lançado pela Matéria-Prima Edições no início deste Verão conta com paixão, ternura, devoção, erotismo, bem-querer e todo o processo que envolve o amor num leque de memórias narradas para acompanharem o leitor através de uma leitura certa, destinada também ela ao momento certo. E Se Fosses Tu? é aquele livro envolvente, destinado muito para conquistar corações e fazer sonhar apaixonados e mesmo quem se encontre em busca de si próprio. 

Para que todos possam ter a oportunidade de ter do seu lado E Se Fosses Tu?, tenho três exemplares da obra a serem sorteados, de forma exclusiva, no Instagram, de 13 a 23 de Julho e nem mais um dia. Como tal, se não quiseres perder esta tripla oportunidade aparece na minha conta da rede social, começa a seguir, caso ainda não o faças, e segue as regras do jogo que estão muito bem explicadas para que nada falhe.